UNESCO DIZ QUE É NECESSÁRIA UMA VERDADERIA REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO DO BRASIL

5 Novembro, 2009

Para consultor da Unesco, cenário sobre professores no Brasil é preocupante

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Problemas na formação continuada dos professores e até mesmo na formação inicial, além da baixa remuneração, compõem um cenário “preocupante”, de acordo com o consultor em educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Célio da Cunha.

Ao comentar o estudo Professores do Brasil: Impasses e Desafios, lançado pela Unesco na semana passada, Cunha lembrou que os professores representam o terceiro maior grupo ocupacional do país (8,4%), ficando atrás apenas dos escriturários (15,2%) e dos trabalhadores do setor de serviços (14,9%). A profissão supera, inclusive, o setor de construção civil (4%). Leia o resto deste post »


GILBERTO DIMENSTEIN DEFENDE A FALTA DE POLÍTICA EDUCACIONAL DE JOSÉ SERRA E PAULO RENATO PARA A EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO

4 Novembro, 2009

A alternativa é trabalhar em ONGs como a de Gilberto Dimenstein

Por Flávia Semeria Franco

Gilberto Dimentein falando sobre educação para o jornal da família Frias, no dia 31 de maio, defende as propostas de educação do governo estadual. “O plano anunciado pelo governo prevê uma série de estímulos, como mais vagas nos cursos de licenciatura e ajuda no pagamento das mensalidades -além de provas para evitar que gente com baixíssima qualificação nem sequer consiga se candidatar a dar aula. É algo que vai ao encontro do projeto lançado em São Paulo, em que determinou que mesmo aprovado em concurso o professor terá de ficar um semestre se preparando para dar aula.” Leia o resto deste post »


PROFESSORA: É PRECISO TER PROFISSIONAIS HABILITADOS PARA TRABALHAR NA EDUCAÇÃO

28 Outubro, 2009

Há uma avalanche de socorristas que intervém, na tentativa de reorganizar a área da educação, sem muitas vezes terem preparação alguma para tal iniciativa

Por Nelma de Jesus Carneiro

A cada dia que passa fico mais preocupada com o rumo que a imagem dos profissionais da educação está tomando, principalmente em relação a sua valorização, pois surgem, de tempos em tempos, aliados de todos os campos querendo de alguma maneira intervir na relação professor-profissão-ação.

Na verdade o que ocorre é uma avalanche de socorristas que intervém, na tentativa de reorganizar a área da educação, sem muitas vezes terem preparação alguma para tal iniciativa, mais uma vez desvalorizando nosso trabalho, nos colocando de certa forma até como incompetentes. Leia o resto deste post »


ESCOLAS PÚBLICAS DEVEM TER UMA DISCIPLINA QUE INCENTIVE CRIANÇAS A SEREM HONESTAS

27 Outubro, 2009

Escola deveria ensinar honestidade

Por Arlinda Basilio dos Santos

O combate à corrupção, é um objetivo e a meta é colocar um freio na sequência cada vez mais crescente de desmandos administrativos, de desvios de recursos públicos, de nepotismo e toda sorte de malversação do dinheiro do povo. A iniciativa, a exemplo de todas as outras já adotadas neste rumo, merece o aplauso e o apoio da sociedade porque visa a resguardar o patrimônio coletivo da sanha de inescrupulosos gestores e detentores de mandato, mas ela não se encerra em si mesmo.

É preciso que as instituições públicas e privadas adotem uma série de medidas que barrem de uma vez por todas o imenso sangradouro aberto nas finanças públicas por causa da corrupção desenfreada. E o melhor meio para que este objetivo seja alcançado será através da educação. É preciso que as pessoas aprendam desde cedo que usar o dinheiro público em benefício próprio é um crime sem tamanho.

As escolas públicas e privadas deveriam adotar em sua grade curricular uma disciplina que incentivasse as crianças a serem honestas, não pelo fato de que ser honesto é apenas uma virtude, mas uma necessidade cada vez mais crescente na sociedade.

Se as coisas continuarem na mesma ordem em que estão, dentro de mais alguns anos o sentido da democracia estará totalmente desfigurado.

As pessoas deixarão de acreditar nos políticos e cada vez mais vão participar menos das discussões sobre os rumos da cidade, do Estado, da nação. Isso possibilitará que apenas os aproveitadores disputem os cargos políticos e vençam as eleições. E como eles estarão conscientes de que o povo, aquele que paga a conta, não se importa em ser roubado, vão desviar tudo que for possível.

O resultado disso tudo será a deterioração cada vez mais crescente das instituições, a decadência da máquina pública como elemento de solução dos problemas sociais. Mas, para que esse quadro negro não seja confirmado, é preciso uma atitude agora. O combate à corrupção é necessário, mas ele sozinho não vai resolver o problema.

A educação será a principal arma a ser utilizada em busca de um basta nessa situação. As crianças aprendendo a não praticar e a denunciar os casos suspeitos será a forma mais prática de resolver um problema que vem angustiando o País. É preciso uma reação e ela deve surgir do seio da sociedade, a verdadeira dona do Brasil.
Arlinda Basilio dos Santos

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O VOTO É O MOMENTO MAIS EMBLEMÁTICO E MAIS ENGANOSO DA DEMOCRACIA
NÃO EXISTE DEMOCRACIA, MAS PROCESSO DEMOCRÁTICO

INTERNAUTA: A EDUCAÇÃO BRASILEIRA ATRAVESSA UMA CRISE E VÁRIAS SÃO AS SUPOSTAS CAUSAS QUE PROVOCAM A CRISE

20 Outubro, 2009

justiça – contra a impunidade na educação pública estadual de Araraquara – SP

Anisio Teixeira de Barros

A educação brasileira atravessa uma crise, várias são as supostas causas que provocam essa crise, muitos acreditam que a baixa qualidade do ensino está ligada à deficiência do professor.

Frequentemente são divulgadas pesquisas de diferentes órgãos que emitem informações acerca da atuação do professor brasileiro, além disso, inúmeros informes, artigos, reportagens afirmam que a maioria dos professores não desempenha de forma eficiente o seu trabalho. No entanto, essas pesquisas não verificam os fatores que afetam a qualidade do trabalho do professor. Esse profissional, em geral, vive cansado diante de tantas atividades que a função requer; o excesso de tarefas ligadas à função de professor causa um esgotamento físico e intelectual. Comportamento resultante do sistema de ensino extremamente burocrático adotado no país. O importante é verificar o que causou essa transformação. Leia o resto deste post »


SALÁRIO DO PROFESSOR DA ESCOLA PÚBLICA (MUNICIPAL E ESTADUAL) AUMENTA 53% NOS ÚLTIMOS CINCO ANOS, DIZ MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

17 Outubro, 2009

A notícia abaixo diz que o Ministério da Educação divulgou pesquisa em que mostra que o salário do professor teve uma aumento de 53%, mas não diz se é um aumento real ou se devemos descontar a inflação do período. Há também uma matéria do G1 falando desse aumento, mas os dados misturam município e estado, de forma que não é possível saber qual governo ou prefeitura está com melhores salários. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) duvida dessa melhora.

A matéria do G1 tem algo meio besta também. Ela diz que 16 estados estão abaixo da média. Mas obviamente, se é uma média, teremos certamente um grande número de Estados abaixo da média!!!

Veja abaixo matéria da Agência Brasil

Salário de professor da escola pública cresceu 53% em cinco anos, aponta MEC

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Levantamento divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) aponta que a média salarial dos professores de escolas públicas da educação básica no Brasil cresceu de R$ 994 para R$ 1.527 entre 2003 e 2008, um aumento de 53% em cinco anos. Entretanto, as distorções permanecem: enquanto um professor de Pernambuco recebeu em 2008 um salário médio de R$ 982, no Distrito Federal a média chega a R$ 3.360. Os valores foram calculados para uma jornada de 40 horas semanais.

Para a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, as disparidades salariais pesam na decisão de um jovem sobre seguir ou não a carreira. Hoje, uma das maiores dificuldades do magistério é atrair novos talentos. Mas ela defende que a criação de um piso nacional para professores traz uma nova perspectiva para futuras gerações.

“Os jovens querem uma boa carreira em termos financeiros, mas também um bom ambiente de trabalho. Nós achamos que o que mais seduzirá os jovens para essa carreira se tivermos uma educação de qualidade”, defende.

O estudo mostra ainda que a diferença entre o salário dos docentes e de outros profissionais com o mesmo nível de formação (ensino superior pelo menos incompleto) tem diminuído. Em 2003, trabalhadores que não eram docentes ganhavam 1,86 vez melhor do que os educadores. Em 2008, a diferença caiu para 1,53.

Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, os valores divulgados pelo MEC não condizem com a realidade. “Eu acho um absurdo, não sei de onde o ministério tirou esses dados. Eles não batem com a realidade do professor brasileiro. Para você ter uma idéia, eu tenho 30 anos de magistério e ganho R$ 2,5 mil”, disse. A CNTE pretende divulgar uma resposta oficial sobre essa pesquisa após analisar os dados.

“Houve alguma leitura equivocada da pesquisa ou uma metodologia incorreta, porque na prática não é assim”, defendeu.

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16 Outubro, 2009

Corruptos e analfabetos políticos

Por Tadeu Yamamoto Nakamura

Shakespeare: Que importa às leis que ladrões condenem ladrões?

Shakespeare: "Que importa às leis que ladrões condenem ladrões?"

Shakespeare, célebre conhecedor da natureza humana, faz com que Ângelo, em Medida por medida, pronuncie as seguintes palavras:

“Uma coisa é ser tentado e outra coisa é cair na tentação. Não posso negar que não se encontre num júri, examinando a vida de um prisioneiro, um ou dois ladrões, entre os jurados, mais culpados do que o próprio homem que estão julgando. A Justiça só se apodera daquilo que descobre. Que importa às leis que ladrões condenem ladrões?” (SHAKESPEARE)

O espetáculo da corrupção enoja e torna a própria atividade política ainda mais desacreditada. Os que detestam a política – como diria Brecht, os analfabetos políticos – regozijam-se. Os podres poderes fortalecem os argumentos pela indiferença e o não envolvimento na política. É o moralismo abstrato e ingênuo que oculta a ignorância e dissimula a leviandade egoísta dos que não conseguem pensar para além do próprio bolso.

O analfabeto político não sabe que sua indiferença contribui para a manutenção e reprodução desta corja de ladrões que, desde sempre, espreitam os cofres públicos, prontos para dar o golpe à primeira oportunidade que surja. Os analfabetos políticos não vêem que lavar as mãos alimenta a corrupção.

Quem cultiva a indiferença, o egoísmo ético do interesse particularista, é conivente com o assalto ou é seu beneficiário. O que caracteriza a república é o trato da coisa pública, responsabilidade de todos nós. Como escreveu Rousseau (1978: 107):

“Quando alguém disser dos negócios do Estado: Que me importa? – pode-se estar certo de que o Estado está perdido”.[2]

Eis o duplo equívoco do analfabeto político: nivelar todos os políticos e debitar a podridão apenas a estes. Os políticos, pela própria atividade que desempenham, estão mais expostos. No entanto, não há corrupção, sem corruptores e corrompidos. Pois, se a ocasião faz o ladrão, a necessidade também o faz.

Não sejamos hipócritas. Exigimos ética dos políticos como se esta fosse uma espécie de panacéia restrita ao mundo – ou submundo – da política. Mas, e a sociedade? Se o ladrão rouba um objeto e encontra quem o compre, este é tão culpado quanto aquele.

Ah! Não fazemos isto! E os pequenos atos inseridos na cultura do jeitinho brasileiro não são formas não assumidas de corrupção? Quem de nós ainda não subornou o policial rodoviário? Ou não vivemos numa sociedade onde honestidade é sinônimo de burrice, de ser trouxa, etc.? E como correr o risco de ser bobo quando a sociedade competitiva premia os mais espertos, os mais egoístas, os mais ambiciosos?

A bem da verdade, o ladrão aproveita a ocasião. Quem de nós nunca foi tentado? Quem de nós não cometeu algum deslize quando se apresentou a ocasião? Quem foi tentado e não caiu em tentação? Quem conseguiu manter a coerência entre pensamento e ação, discurso e prática? Os homens são julgados por suas obras e apenas através delas é que podemos comprovar a sua capacidade de resistir à tentação. Afinal, como afirma Shakespeare (1994: 201), através de Isabel, sua personagem:

“A lei não alcança os pensamentos e as intenções são meros pensamentos”

O analfabeto político demoniza a tentação da política. Seu prêmio é a ignorância. E, muitas vezes, enojados e cansados diante do espetáculo propiciado pelos governos que se sucedem, somos tentados a imitá-lo e sucumbir à rotina do cotidiano que consome nossos corpos e pensamentos e nos oferece a substância anestésica capaz de dar a ilusão da felicidade.

Bem que tentamos ficar na superfície das aparências e nos contentarmos em, como os demais animais, simplesmente consumir e reproduzir. Mas só as bestas de todo tipo não refletem sobre a sua situação no mundo. Por mais alienado que seja, o ser humano tem condições de pensar criticamente, de compreender e de projetar seu próprio futuro. Esta pequena diferença em relação aos demais animais é que o torna o único animal capaz de produzir cultura e de fazer sua própria historia.

Não basta apenas criticar os que caem em tentação, é mister superar o comodismo do analfabetismo político. Pedagogicamente, educamos pelo exemplo. Não podemos exigir ética na política ou formar uma geração cidadã, consciente dos seus direitos e deveres e capaz de assumir a defesa da justiça social, se nossos exemplos afirmam o oposto. Afinal, mesmo os ladrões têm a sua ética. O personagem shakespeareano tem razão…
Abraços amigão.
Tadeu Yamamoto Nakamura

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ESTUDANTES SE MOBILIZAM PARA QUE PARLAMENTARES NÃO TIREM O DINHEIRO DO PRÉ-SAL DA EDUCAÇÃO

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16 Outubro, 2009

SECRETÁRIO PAULO RENATO: “Ninguém quer ser professor hoje em dia”

Por Priscila Gonçalves Gianni

É com essa frase que Augusto Sampaio, vice-reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio, explica o total desinteresse dos jovens pelos cursos de licenciatura. E ele está certo: em 2007, último dado disponível no Ministério da Educação (MEC), 70.507 brasileiros se formaram em cursos de licenciatura, o que representa 4,5% menos do que no ano anterior. De 2005 a 2006, a redução foi de 9,3%. E a situação é mais complicada em áreas como Letras (queda de 10%), Geografia (menos 9%) e Química (menos 7%). Em alguns Estados, faltam professores de Física, Matemática, Química e Biologia.
As razões para essa queda são óbvias: baixos salários, péssimas condições de trabalho e desvalorização da carreira do magistério.
Em todo o País, as universidades públicas e particulares assistem a uma mudança do perfil do aluno que escolhe o magistério. Os filhos da classe média se desinteressaram pela carreira e estão dando lugar aos de famílias das classes C e D. Os baixos salários podem afugentar as classes A e B, mas a garantia de emprego, principalmente em escolas da rede pública, atrai as classes populares.
Toda essa mudança está se refletindo no perfil do aluno que busca os cursos de licenciatura: estão indo para a universidade com deficiências graves de aprendizagem, obrigando as universidades a ensinar conteúdos que deveriam já ter sido assimilados no ensino fundamental e médio.
E a tendência é que essa situação piore pois as políticas voltadas ao melhoramento de ensino que foram lançadas até agora (seja dentro ou fora do Estado de São Paulo), nenhuma delas inclui a melhora salarial que é o principal fator de desinteresse pela profissão docente.

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15 Outubro, 2009

Diretores de escola prometem protesto com “nu pedagógico” no Dia do Professor

Por Simone Harnik

Cartum de JV Damasceno

Cartum de JV Damasceno

Em São Paulo
Diretores de escola, supervisores, vice-diretores e coordenadores da rede estadual de São Paulo planejam celebrar o Dia do Professor, nesta quinta-feira (15), com um protesto. A Udemo (Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de S. Paulo) convocou seus cerca de 11 mil filiados a realizarem um “nu pedagógico”.

O que seria exatamente esse “conceito de manifestação”? Segundo o presidente do sindicato, Luiz Gonzaga de Oliveira Pinto, o ato será um “segredo de Estado” até sua realização, na tarde desta quinta, em frente a Secretaria da Educação de São Paulo, cujo prédio se localiza na praça da República, região central da cidade.

Se o presidente da entidade não revela a forma do protesto, o site dá orientações aos internautas: “Atenção: pedimos aos colegas que não se bronzeiem nem tentem melhorar o visual. Vamos mostrar a nossa realidade: nua e crua!”, diz a página.

O objetivo do ato, no entanto, não tem nada de obscuro. “O nu pedagógico é uma maneira de colocar nu o ensino da rede paulista”, afirma Oliveira Pinto. “O governo Serra [José Serra (PSDB)] está destruindo a educação pública em São Paulo.”
Abraços fraternos.

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QUE PAÍS É ESSE? NA COMPRA DE COMPUTADOR, EMPRESÁRIO PAGA TAXA DE JURO DE 4,5% AO ANO ENQUANTO PROFESSOR PAGA 26,4%

PROFESSORA: CORRUPÇÃO É A TORTURA DA SOCIEDADE BRASILEIRA

14 Outubro, 2009

A corrupção deteriora as próprias estruturas da sociedade

Por Roseli Manfredi de Campos Silva

O que a corrupção faz com a sociedade brasileira, na obra de Fernando Botero)

O que a corrupção faz com a sociedade brasileira, na obra de Fernando Botero

Corrupção é palavra que voga na atualidade. A história brasileira é repleta de exemplos. Porém muitos períodos, foi “proibido” falar e apurar a corrupção. Ela não é prática só das elites dirigentes. A palavra corrupção em sua definição, expressa a oposição, a negação daqueles valores que consideramos, ou pelo menos deveríamos considerar como sustentáculos do bom andamento das relações intrapessoais e sociais, que são necessárias para a realização humana. Corromper, portanto, é o ato pelo qual se adultera, se estraga algo físico ou moralmente. A repercussão é de maior ou menor amplitude, conforme a ação que se realiza.

As causas são praticamente inesgotáveis, pois envolvem problemas estruturais, sociais e pessoais.  A corrupção política, ou a corrupção na política de uma determinada sociedade deteriora as próprias estruturas da sociedade, uma vez que a política é o cuidado com o que é coletivo, de todos, é a busca de soluções para os problemas que a sociedade, uma vez que a política e o cuidado com o que é coletivo, de todos, é a busca de soluções para os problemas que a sociedade como um todo enfrenta.

A sociedade clama justiça, onde a maioria dos casos a impunidade torna-se aliada das empresas, das gangs, autoridades e maus funcionários, há quem diga que um terço do que se gasta nos governos se esvai pelos ralos da corrupção. Isto tudo é dinheiro coletivo que se perde, deixando de atender, com ele, uma grande quantidade de necessidades sociais. Leia o resto deste post »