Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 20 junho, 2008

FHC e PSDB: GÊNIOS NA CRIAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

Há realmente diferenças bem grandes entre o PT e o PSDB.

A melhor forma de percebê-las é comparar um pouco o governo do presidente Lula com o do ex-presidente, Fernando Henrique.

Os números dos empregos formais são dignos de nota. Ontem, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgou que o Brasil ultrapassou um milhão de vagas formais nos cinco primeiros meses de 2008.

Foram 1.051.946 postos formais registrados no período. Nos últimos 12 meses, foram criados 1,7 milhão de postos, o que corresponde a um crescimento de 6,21%, resultado superior ao identificado no mesmo período do ano anterior. Em maio, houve a inserção de 202,9 mil trabalhadores no mercado formal.

O Ministério doTrabalho também contabilizou que de 2003 (início do governo Lula) a 2008 foram criados 7,3 milhões de vagas.

Segundo reportagem do jornal Valor (08/02/07), no primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso (1994-1998), o saldo do Caged foi negativo em 1,018 milhão de empregos. Isso mesmo! Saldo negativo de 1 milhão de empregos. Ou seja: o governo do iluminado Fernando Henrique destruiu 1 milhão de empregos. Parte deles foi na construção naval e ferroviária.

No seu segundo mandato (1998-2002), o saldo foi positivo em 1,815 milhão. Ou seja, o governo do PSDB criou em oito anos cerca de 800 mil empregos. Lula, em cinco anos e meio criou 7,3 milhões.

Os peessedebistas dirão: a situação era diferente. Sim, com certeza, parte dos empregos foram criados nos Estados Unidos, como bem agradeceu Bill Clinton a Fernando Henrique no caso Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônica). O físico Rogério Cezar de Cerqueira Leite defendia que o Brasil poderia construir o sistema, mas o governo de FHC preferiu empregar 20 mil americanos e deixar o governo dos EUA com a tecnologia de vigilância da Amazônia. Gênio!

VEJA, A INDEFENSÁVEL

Um texto sensacional, Veja e o meu pai, está publicado no site do Luiz Carlos Azenha.
Há uma grande repercussão. Um dos comentaristas faz um novo slogan para a revista:
VEJA, a indefensável.

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