Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 5 novembro, 2009

INCRÍVEL, ATÉ OS FAZENDEIROS NÃO AGUENTAM MAIS A PEQUENEZ DE RACIOCÍNIO DA BANCADA RURALISTA

Nem os fazendeiros estão caindo na lábia da bancada ruralista (CC/Ana Cotta)

Incrível, mas há uma luz no fim do túnel para tirar os fazendeiros e empresários do agronegócio das concepções fantasiosas da bancada ruralista.

Um grupo de fazendeiros, reunidos na ONG Aliança da Terra, fez um manifesto diretamente contra a atuação da bancada ruralistas.

Os empresários, veja texto abaixo, não concordam com a linha “quanto mais destruição, melhor”  defendida pela bancada ruralista.

Para esses fazendeiros, há sim a necessidade de conservação do meio ambiente e o Brasil não pode cometer os mesmos erros que o resto do mundo cometeu ao destruir totalmente suas florestas. Saiba mais

BLOG EDUCAFÓRUM PUBLICA AS PROVÁVEIS NOTAS FRIAS DA CORRUPÇÃO NAS ESCOLAS DE ARARAQUARA

Sr. Secretário Paulo Renato, seria possível saber como as Comissões Processantes da Secretaria trataram o caso das notas fiscais desse talão?

Por Janaina Cristina Xavier de Barros

Empresário diz que talões foram extraviados

Talão de notas teria sido extraviado

Temos recebido críticas de alguns leitores por sermos muito proliiiiiiiiixos, o que dificultaria o entendimento de assuntos complexos e graves como o imbroglio do desvio de verbas do ensino em Araraquara. Nós mesmos temos dificuldade para entender alguns detalhes do assunto: o que mais espanta, no entanto, é a indiferença das autoridades competentes em compreender ou aceitar a veracidade de fatos incontestáveis e de provas que foram entregues às comissões processantes da Secretaria da Educação, ao Ministério Público e à Polícia Federal.

Resolvemos então mudar de tática: em vez de intermináveis textos, vamos agir conforme o ditado “para bom entendedor, meia palavra basta”, na esperança de que nossos leitores consigam nos acompanhar.

Muitas notas fiscais “frias”, de que tanto falamos, foram emitidas com talões roubados ou por empresas “fantasmas” e continham em seu corpo a discriminação de serviços que não teriam lógica na educação, por exemplo, “Organização dos arquivos da Secretaria” ou “Comissões”. Qual escola terceiriza a organização de seus arquivos??? Para quem uma escola pagaria comissões??? Além disso, algumas notas vinham de lojas de “rações para animais”. Como assim?!

Para encurtar, veja a imagem de uma série de notas fiscais “frias”, todas de um único talão da empresa Rodrigo Fernando Magrini. O proprietário da mesma declarou à Folha Ribeirão, em 09/12/05, que sua prestadora de serviços havia sido fechada em 2003, que ele havia mudado de ramo de atividades e que as notas apresentadas pelas escolas seriam de um antigo talão, que não havia sido destruído. “Eu nunca emiti nenhuma nota desse talão e nunca prestei nenhum serviço em escolas. Fiz boletim de ocorrência do extravio desse talão e minha conta bancária está à disposição de todos”, afirmou Magrini.

Sr. Secretário Paulo Renato, seria possível saber como as Comissões Processantes da Secretaria trataram o caso das notas fiscais desse talão?

Perceba que cada uma das notas fiscais  é destinada à APM de uma escola diferente, mas todas foram emitidas em dezembro de 2004 e se referem ao pagamento de “comissões”. Que comissões seriam essas, Secretário?  (Janaina Cristina Xavier de Barros)

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UNESCO DIZ QUE É NECESSÁRIA UMA VERDADERIA REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO DO BRASIL

Para consultor da Unesco, cenário sobre professores no Brasil é preocupante

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Problemas na formação continuada dos professores e até mesmo na formação inicial, além da baixa remuneração, compõem um cenário “preocupante”, de acordo com o consultor em educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Célio da Cunha.

Ao comentar o estudo Professores do Brasil: Impasses e Desafios, lançado pela Unesco na semana passada, Cunha lembrou que os professores representam o terceiro maior grupo ocupacional do país (8,4%), ficando atrás apenas dos escriturários (15,2%) e dos trabalhadores do setor de serviços (14,9%). A profissão supera, inclusive, o setor de construção civil (4%). Saiba mais

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