Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

POR QUE O CHILE TEM UM DESEMPENHO BEM SUPERIOR AO DO BRASIL EM TODOS OS TESTES INTERNACIONAIS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO?

O sucesso da educação só será alcançado se houver uma aliança entre pais, alunos, professores e gestores do sistema

Por Nilva Carla Maia Venturine

O sucesso da educação só será alcançado se houver uma aliança entre pais, alunos, professores e gestores do sistema. Por este caminho, Nova York fez uma reforma no seu sistema de ensino básico que deu bons resultados. Lá, escolas que não alcançaram as metas desejadas foram fechadas, após terem novas chances e fracassarem nos seus objetivos.

É preciso ter coragem para que sejam enfrentados todos os problemas estruturais da educação brasileira e deve se feito um esforço para a construção de um amplo consenso entre todos os agentes do sistema e da sociedade. Sem isto, estaremos enxugando gelo. Sempre jogaremos mais dinheiro na Educação, mas os resultados continuarão sendo medíocres.
È preciso dar uma resposta a uma pergunta simples:Por que o Chile, um país com uma economia bem menos pujante do que a nossa, tem um desempenho bem superior ao nosso, em todos os testes internacionais de avaliação do ensino básico de diversos países?

Alguma coisa está errada no sistema brasileiro e isto não deve ser jogado para debaixo do tapete.

Nilva.

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6 Respostas para “POR QUE O CHILE TEM UM DESEMPENHO BEM SUPERIOR AO DO BRASIL EM TODOS OS TESTES INTERNACIONAIS DE AVALIAÇÃO DO ENSINO BÁSICO?

  1. Maria Silvia Brunheira Pontes 18 novembro, 2009 às 7:06 am

    Amigo Glauco, sou leitora do seu blog, professora e acabei de receber em meu e-mail e divulgo aqui, já que achei as perguntas pertinentes, sendo que estas deveriam ser feitas aos professores.

    Questionário do Saresp
    (Perguntas que deveriam constar no questionário do saresp)
    Um grande abraço, Maria Silvia.

    1. Seu salário baixo contribui para a má qualidade do ensino?

    2. Os computadores da sua escola são suficientes para atender uma turma de 40 alunos?

    3. A sala de informática está em um espaço adequado para atender os alunos?

    4. Os computadores recebem manutenção periódica?

    5. Quantos anos têm os computadores que ainda funcionam na sua escola?

    6. Sua formação é valorizada?

    7. O governo reconhece os cursos de atualização e especialização?

    8. Você concorda que a valorização dos cursos de atualizações e especializações são também uma forma de melhorar a formação dos professores e a qualidade das aulas?

    9. Você já foi favorecido pela evolução não acadêmica?

    10. Quantos anos você está esperando a evolução não acadêmica?

    11. Sua progressão funcional de direito, vem automaticamente?

    12. Quando você faz o pedido de regularização da sua vida funcional é atendido prontamente?

    13. O seu salário é suficiente para pagar uma pós-graduação, mestrado ou doutorado?

    14. Você utiliza parte do seu salário comprando materiais para ser utilizado na sala de aula?

    15. Sua escola recebe visita de especialista da educação, dentista, assistente social, psicólogo periodicamente?

    16. Sua escola tem segurança?

    17. Você já foi agredido na escola?

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  2. Leila Carneiro Rodrigues de Almeida 18 novembro, 2009 às 9:22 am

    Tribuna Impressa – O Jornal de Araraquara e Região Provas do Saresp ‘vazam’ em seis escolas DA DIRETORIA DE ENSINO DE ARARAQUARA – SP.
    http://www.tribunaimpressa.com.br/Home/Default.aspx

    Provas da rede estadual vazam

    MARIA REHDER
    maria.rehder@grupoestado.com.br

    As provas, que serão aplicadas entre hoje e amanhã para 3,6 milhões de alunos de 5ª a 8ª séries e de ensino médio da rede estadual de São Paulo, vazaram. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) recebeu e-mails e telefonemas de professores que afirmaram ter tido acesso ao conteúdo das provas desde quarta-feira passada.

    A avaliação foi criada pela Secretaria Estadual de Educação para auxiliar o professor na escolha de quais alunos terão aulas de reforço aos sábados ou em um dia por semana após a aula. A autorização de acesso antecipado ao conteúdo das provas foi permitida apenas aos diretores de escola, para que eles produzissem as cópias a serem entregues aos alunos.

    A Secretaria Estadual de Educação confirmou o vazamento do conteúdo das provas, mas informou que não vai cancelar a sua aplicação. Por meio de sua assessoria de imprensa, disse repudiar a atitude da Apeoesp em alardear o conteúdo das avaliações à imprensa e esclareceu que a prova não vale nota e que o professor pode decidir se aplica ou não. “O aluno, ao colar na prova, pode escapar do reforço, mas no fim do ano, ao realizar o Saresp (avaliação da rede estadual) pode ter dificuldades. Quem perde, por conseqüência, é o professor, cujo desempenho dos alunos no Saresp tem impacto no novo bônus salarial implantado pela pasta neste ano e que pode chegar a três salários a mais por ano”, informou a assessoria de imprensa.

    Crítica à premiação

    Carlos Ramiro de Castro, presidente da Apeoesp, ressalta que a entidade é contra a política de bônus salarial implantada pela secretaria. “Somos favoráveis a avaliação do aluno e do professor, mas somos contra a política de premiação. Essas avaliações da secretaria são iguais para a toda a rede. Não levam em conta a diversidade de cada escola enfrentada pelos professores.”
    O sindicalista afirma que que o vazamento das provas mostra negligência da secretaria em relação à avaliação que, segundo ele, deveria ser entregue aos professores apenas no momento da prova.

    “Pode ser interessante (para a secretaria) facilitar que os professores tenham acesso antecipado a essas provas. Com isso, os alunos podem ter desempenho melhor do que realmente possuem.”
    O professor emérito da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Dermeval Saviani,afirma que se a intenção era não divulgar as questões da prova para os professores antes da aplicação das avaliações, faltou cuidado por parte da Secretaria Estadual de Educação.

    “Não há dúvida de que a secretaria deveria ter repensado a possibilidade de cancelamento da prova. A atitude não faz sentido, a partir do momento que confirma o vazamento, mas decide aplicar a prova mesmo assim.”

    O professor da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Alípio Marcio Dias Casali, titular na pós-graduação em educação, avalia como lamentável o vazamento das avaliações. “Do ponto de vista ético, é condenável que um professor tenha vazado o conteúdo das avaliações. Mas já que isso aconteceu realmente era preciso considerar a necessidade de cancelamento”, avalia o pesquisador.

    A Secretaria Estadual de Educação informou que a verba utilizada pelas escolas para a produção das cópias das avaliações é parte dos R$110 milhões anuais destinados às 5,5 mil escolas da rede para os gastos com cópias.

    Aluna acerta 6 das 20 questões

    LAIS CATTASSINI
    llais.cattassini@grupoestado.com.br

    Alexandra Gonçalves Soares, 16 anos, realizou a avaliação de recuperação em matemática – levada pela reportagem do Jornal da Tarde – em apenas 40 minutos. A aluna da 2ª série do ensino médio acertou 6 das 20 questões.

    Aplicada hoje e amanhã para 3,6 milhões de estudantes da rede pública, a avaliação terá ao todo 40 questões, 20 de matemática e 20 de português, além de uma redação. Todos os alunos que estavam em recuperação desde o início do ano letivo realizarão a prova para avaliar se continuarão ou não com o reforço.

    Foram 42 dias de atividades para alunos de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e do ensino médio. Outras aulas estão planejadas para maio e junho, em salas com 20 alunos no máximo, para os que ainda precisarem de recuperação em matemática e português.

    Alexandra nunca precisou de aulas de recuperação. Sua matéria favorita é história e, apesar de ainda não ter decidido para qual curso irá fazer vestibular, a estudante está mais inclinada para a área de humanas. “Não sou muito boa em matemática”, declarou.

    Corrigida por um professor de matemática do ensino fundamental e médio que preferiu não se identificar, a avaliação feita por Alexandra não estava complexa. Segundo ele, para realizá-la, serão necessárias pelo menos duas horas. “A prova não está difícil, mas é preciso calma e concentração”, explicou.

    As questões abordam temas diversos, desde análises de gráficos e tabelas até aplicações de geometria e expressões numéricas. Para o professor, o nível de dificuldade está condizente com a exigência da 2ª série do ensino médio.

    Para Alexandra, os problemas mais difíceis foram os que envolviam conhecimentos de geometria, mas, segundo ela, a prova não estava impossível: “Tudo o que caiu eu tive na escola.” A aluna teve mais acertos em questões de análise de gráficos e funções numéricas e apenas um acerto entre os cinco testes que envolviam geometria.

    Não há um tempo máximo previsto para a resolução das avaliações, segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp). A estimativa é de que os alunos disponham de pelo menos 3 horas para desenvolver as questões em cada uma das matérias.

    FONTE: http://apeoespsub.org.br/especiais/provas_rede.html

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  3. MARCOS ROBERTO VIL ZENTIL 24 novembro, 2009 às 9:59 am

    SARESP 2009: O rescaldo

    A narrativa fecunda em incidentes do SARESP 2009, a barafunda abissal, por enquanto, pode assim ser resumida:

    Nem todas as escolas/classes/turmas, como preferir, receberam as provas corretamente. Entenda-se: no caderno de provas de português deve constar apenas questões de português e não de geografia ou matemática, que seriam em outro dia, por exemplo. Então o Miguelito está lá respondendo sobre a metafísica de uma charge sobre cortadores de cana e quando vira a página encontra gráficos, números e equações sobre venda de banana a quilo. Miguelito pensa que pirou ou as regras mudaram repentinamente ou ainda, que transformou-se em vidente. Mas não: foi erro do grosso mesmo, daquele mutirão dos 350 (ou mais) levado às pressas para a gráfica tapa-buraco do SARESP, a IGB – Indústria Gráfica Brasileira (Barueri), com os ônibus da JWA Transportadora Turística, contratada sem licitação em caráter de urgência. Problemas desta natureza aconteceram aos montes, em graus vários e diversas localidades paulistas.

    Nem todos os gabaritos das provas chegaram, quando chegaram não correspondiam com as provas. Quer dizer, a Secretaria da Educação e a FDE disseram ter criado 26 provas diferentes, com 24 questões cada, para evitar o ocorrido com o ENEM, há pouco mais de um mês. Vai daí que cada prova tem sua respectiva folha de respostas – as questões são as mesmas, o que muda é a ordem das perguntas. Se o Miguelito faz a prova modelo 24, deve ter em mãos o gabarito 24, onde assinalará as opções de respostas que julgar corretas. Acontece que Miguelito recebeu o gabarito da prova 13. Entretanto, no modelo 24 a resposta da questão 1 é C, e no modelo 13 é A. Elementar a confusão em cascata a partir disto, no momento da correção. Vale ressaltar que muitas unidades escolares receberam apenas os gabaritos, prova que é bom, necas; é a lei da compensação.

    Nem todas as questões, por sua vez, tinham uma única opção correta, como costuma acontecer em avaliações corriqueiras e universais; assim sendo, ainda que o aluno tivesse chegado à resposta correta, teria que adivinhar qual era a alternativa correta. Da mesma forma, provas de matemática pediam que os alunos analisassem determinadas figuras, entretanto as tais figuras não estavam impressas para serem analisadas. (Comentário em Problemas na Aplicação do Saresp – 19/11/09)

    Nem todas as escolas receberam provas em número suficiente para os alunos inscritos, enquanto que em outras era uma loucura e sobravam para todo lado. Isto é: provas das Escolas P, R e S foram parar na Escola X, que não precisava delas, deixando as Escolas P, R e S a ver navios enquanto a outra se afogava em celulose. Resultado: onde havia miséria de provas os professores tiraram cópias na base da vaquinha e/ou dinheiro da APM. Naquelas que as tinham de sobra, só Deus sabe o que foi feito com tanto papel, talvez o mesmo fim dado às montanhas de Caderno do Aluno, tão apropriadamente impressos pela Plural (a mesma gráfica do ENEM vazado), e outras de mesmo calibre.

    Nem todas as escolas tiveram a sorte de contar com os aplicadores (R$50,00/período) e fiscais (R$100,00/dia) das provas, treinadíssimos e contratados a preço de ouro, porém muito mais em conta do que aqueles que serão designados multiplicadores no Nordeste (R$2.000,00/aula). Solução: diretores e demais responsáveis nas escolas se viraram nos trinta para tudo não se encaminhar ao brejo mais próximo. Agora só falta saber como essas pessoas serão pagas e quando, já que não tinham contrato como o dos faltosos.

    Nem todos os professores, diretores, aplicadores e fiscais ou gente com problemas sarespianos conseguiram falar com o 08007273112, número fornecido pela empresa que levou R$ 27.418.148,80 para cumprir o contrato do SARESP 2009, o CAEd. Portanto, deve ter gente que até agora não sabe o que fazer da vida.

    Nem todos os alunos que ficaram sem responder à avaliação do sistema, por um fato ou outro, perderam a chance de demonstrar o que sabem. Benevolentemente foram marcadas novas datas: 20 ou 23/11, caso dia 20 tenha sido feriado na cidade. Portanto engana-se quem pensa que o bafafá terminou.

    Embora a grande imprensa tenha se mantido taciturna, o tema foi cansativamente explanado pela assessoria de imprensa da Secretaria da Educação. Vejamos:

    Para o caso do sorumbático 0800 que não atendia ninguém, a assessoria de imprensa da SEE explicou que a Embratel comeu bola ao confundir milhares de chamados de professores em pânico com um furioso ataque de hackers, mancomunados que estavam para escangalhar com o SARESP. O procedimento é normal, disse a assessoria de imprensa da SEE.

    Para o caso das escolas em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato, Cajamar, Atibaia e outras que receberam provas de português pela segunda vez, quando deveriam ter recebido de matemática, a assessoria de imprensa da SEE informou que a ocorrência não foi significativa o suficiente para paralisar o andamento da prova e não terão [sic] grande influência no resultado da análise.

    Da mesma forma, os 200 alunos (6 turmas) da EE Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, em Sorocaba (90 km distante de SP, Rod. Castello Branco), se estreparam. Primeiro receberam as provas de uma escola de Santa Bárbara d’Oeste (130 km de SP, pertencente à região metropolitana de Campinas, Rod. dos Bandeirantes). Quando as novas caixas finalmente chegaram a diretoria tinha ordens de só abri-las na hora de cada prova. No dia da avaliação de matemática, no momento da distribuição, souberam que estavam com a de português, de novo. Diante disto atrasou geral e só terminarão o calvário dia 23/11. A assessoria de imprensa da SEE informou que o processo de avaliação não será comprometido.

    No caso dos gabaritos trocados, a solução caseira foi simples: mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova. Fala verdade, você aí não gostaria de participar dessas correções?

    Para o caso perdido de Araraquara (273 km a noroeste de SP), no dia 18/11, apenas 20 mil alunos perceberam, ao mesmo tempo, que as provas de português estavam misturadas com as de geografia – cujo conteúdo só poderia ser conhecido no dia seguinte, junto com a prova de história. A assessoria de imprensa da SEE disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação. Só as provas de geografia seriam substituídas, as demais deveriam ser guardadas.

    Resumo final: O que você pensaria sobre isto, então?
    Pois saiba que a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação e seu Secretário, classificaram os problemas como “normais” para um exame do tamanho do Saresp.
    Não obstante tamanha normalidade, temos algumas perguntas/pensamentos básicos:

    – O SARESP é um exame para avaliar o sistema educacional do estado e serve-se dos alunos para tal fim.

    – O SARESP não pode e nem deve ser usado como moeda de troca entre escolas e estudantes, ou seja: ninguém pode chegar no aluno e falar “olha, Zezão, você faz a prova e te aumentamos as notas, tá bem?” ou “em vez do provão final, a nota que vale é a que você tirar no SARESP” ou “Zezão, se tu não fizer a prova do SARESP tuas notas vão pras cucuias e você repete de ano” ou “escuta bem, se vocês forem mal no SARESP terão tanta lição, mas tanta que nunca mais conseguirão levantar nem pra ir ao banheiro”… Deu pra entender? Tudo isso não pode ser feito. Mas é.

    – O SARESP funciona por adesão e não obrigação; não se pode obrigar os estudantes a participar, mesmo que a escola tenha aderido; não pode haver, em hipótese alguma, represálias aos estudantes pelo não comparecimento às provas. Mas elas existem.

    – Os alunos não sabem para que serve o SARESP e ouvem explicações no mínimo furadas: vamos receber mais materiais de consumo pela participação, vamos poder contratar pessoal de limpeza, a merenda vai melhorar… Tudo engodo. Quem faz isto está mentindo.

    – O SARESP, na verdade, é mais uma forma de poder dar umas migalhas aos professores, em vez de aumento real, como deveria ser. É como a coisa do bônus. É como o programa por mérito. Se tua escola for bem, se melhorar te damos um “aumento”. Daí o interesse em que alunos participem, sem eles, nada feito. Caso contrário é mais uma punição sob formas legais. Infelizmente muitas escolas por aí não revelam as reais intensões aos alunos. E quando o fazem, os alunos não estão nem aí.

    – A avaliação, do jeito como é feita, não avalia nada – mesmo com todas as teorias e teóricos pedagógicos que a cercam, que fazem parte de grupos de seus estudos ou que estão metidos em suas comissões. Poderia ser séria, poderia ser uma maravilha. Mas não é.

    – E já que o atual governo acredita tanto em pesquisas e estatísticas, por que não fazer o SARESP por amostragem? Seria mais barato, no mínimo. E menos estressante, com menores particularidades de logística etc..

    – Está explicado porque tamanho caos é considerado completamente normal?

    Agora, bacana mesmo é o que ocorreu entre as ETEC’s (Escolas Técnicas), escolas estaduais e o boicote ao SARESP no qual participaram. Você poderá acompanhar o barraco generalizado aqui, em breve. Emocionantes histórias com personagens do bem e do mal, pensadores cordatos, ativistas coerentes, acéfalos fascistas, alcaguetes inatos e outras personas mais. Fique ligado.
    MARCOS ROBERTO VIL ZENTIL
    FONTE:http://namarianews.blogspot.com/

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  4. GILBERTO DE SOUZA CONCEIÇÃO 24 novembro, 2009 às 10:03 am

    23/11/2009 – 16:29
    A GLOBO TRANSFORMA VÍTIMA EM ALGOZ
    Para a TVGlobo, aluno de escola pública, principalmente de São Paulo, tem que apanhar e não revidar. Nem todo aluno apanha e fica caladinho. Nem todo aluno é agredido verbalmente e fica calado. Mostramos que em cem por cento dos casos apresentados de agressão e violência contra as “coitadinhas e santas” era uma reação, um revide.
    A Globo resolve mudar a tática. Já que não pode mostrar aluno como agressor, mas tem uma eminente necessidade de agradar a poderosa corporação dos professores de escola pública, agora aluno é vândalo e que são tão ferozes que brigam entre sí até a morte se for o caso…
    No meio do abandono total, e com violência física e moral que aluno sofre diáriamente a Globo até importa vídeos de quaisquer lugar do pais, mostrando alunos brigando.
    Adolescente sempre brigou. Sempre foram fatos isolados, mas a Globo mostra como se fossem fatos corriqueiros de uma classe perigosa e que precisa ser contida ” o aluno de escola pública.”
    Dão destaque no Campo Limpo em São Paulo, mas não mostram nenhum professor presente na escola .Alunos sózinhos na sala de aula, quebrando tudo.
    Alunos encapuzados como bandidos em cima do muro, jogando água nos transeuntes.
    Que as escolas estão abandonadas desde sempre, e sem professores desde Outubro, a gente sabe.
    A pergunta é ONDE ESTAVAM OS ADULTOS ? Esses alunos não deveriam estar assistindo aula ??
    Certo que professoras são esposas, parentes de autoridades, politicos e até medalhões da imprensa. Transformam essa categoria, mimada e inimputável, incapaz e sem nenhuma responsabilidade, em santa.
    Para isso precisam transformar os filhos de quem paga a conta, em demônios…
    A Globo principalmente, mas para a grande imprensa em geral
    ALUNO DE ESCOLA PÚBLICA É UM PERIGO….

    abraços:
    GILBERTO DE SOUZA CONCEIÇÃO

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  5. GILBERTO DE SOUZA CONCEIÇÃO 24 novembro, 2009 às 10:05 am

    DIRETORIA DE ENSINO DE ARARAQUARA:
    E A IMPUNIDADE CONTINUA FIRME E FORTE, E A GRANDE IMPRENSA A QUEM PROTEGE?
    E as Notas Fiscais “frias” nas escolas públicas?
    O jornal Folha de São Paulo está dando ampla divulgação sobre o uso de notas fiscais frias para justificar gastos dos deputados…
    Isso é muito bom…
    Mas qual será o motivo da Folha de São Paulo não divulgar o uso generalizado de notas fiscais frias nas escolas públicas:
    Por que será que a Folha não divulga o caso da Diretoria de Ensino de Araraquara-SP? Nesta diretoria, mais de 20 escolas foram acusadas de usar “notas frias” para desviar recursos públicos… o esquema acontece há mais de 10 anos…

    Seria interessante uma investigação profunda nas contas da FDE – Fundação para o Desenvolvimento da Educação de SP.

    Veja no site do EducaFórum: Para os leitores que não têm preguiça de acompanhar o caso, seguem os links para os proliiiiiiixos posts anteriores sobre o caso:
    Como funcionava o esquema de Araraquara?
    Cronograma do esquema de Araraquara
    Autor: Mauro A. Silva – Categoria(s): Corrupção, Impunidade
    FONTE:
    http://blig.ig.com.br/cremilda/

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