Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 27 abril, 2010

BELO MONTE É NECESSÁRIA PARA O BRASIL NÃO FICAR NO ESCURO, MAS É INADIÁVEL UM GRANDE PROJETO PARA INCENTIVAR ENERGIA MAIS LIMPA

Energias mais limpas podem ficar mais baratas

A usina hidrelétrica de Belo Monte é necessária para o Brasil crescer com um custo barato e para fazer com que o país não tenha o apagão de 2001 durante o desastroso governo de Fernando Henrique, do PSDB.  FHC  governou  sete anos (95 a 2001) antes do apagão, teve bastante tempo de resolver o problema, mas sucumbiu ao mercado e à incapacidade administrativa. Ou seja, em sete anos ele criou o apagão.

Até hoje os brasileiros pagam caro nas contas de energia elétrica pela incompetência do PSDB no governo.  Veja: o governo de FHC/PSDB foi marcado por apagão, pagamento de usinas termoelétricas poluidoras que não chegaram a funcionar e aumento do custo da energia para facilitar a privatização do sistema. Em resumo: caos e apagão que foram anunciados pelo jornalista Aloisio Biondi com dois anos de antecedência.

Mas Belo Monte traz dois grandes riscos: os índios e o meio ambiente do entorno. É preciso fazer uma obra que não tenha a mínima chance de acontecer o que aconteceu com o metrô de São Paulo, onde houve o acidente com um buraco gigantesco.

As empresas precisam cumprir com bastante rigor os procedimentos de segurança da obra. Além disso, é preciso evitar a devastação no entorno e o assédio às populações indígenas na região. Isso pode ser garantido tanto pelos governos quanto pelas ONGs que hoje atuam contra a usina.

Mas essa polêmica sobre a usina deve fazer o Brasil olhar para o futuro e investir pesado para baratear os custos da energia limpa. O governo pode fazer um grande projeto de desoneração fiscal e incentivo financeiro para investimento em tecnologias para produção de energia mais limpa, seja eólica, solar ou biodiesel.

Esse projeto verde pode atingir toda a cadeia que preserva o meio ambiente, dos catadores de papel reciclado aos empresários. Isso deve ser feito até o momento em que a energia alternativa fique mais barata do que as outras matrizes energéticas.

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