Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 7 setembro, 2010

NA CORRERIA DA CIDADE, AS CORES E AS FORMAS ORIGINAIS DE ‘OSGEMEOS’

Por trás da pressa, dos carros, da correria do dia-a-dia, da efemeridade das coisas e do tempo. Por trás de cada traço de arte, um colorido a mais para a vida, um resgate do eterno, uma parada que não precisa de espera!

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MARIO PRATA: ESTADÃO, FOLHA, GLOBO, VEJA E JORNAL NACIONAL ESTÃO PODRES

Esse panfleto não cheira bem!

Acabo de ver que desde ontem à noite, os portais do Estadão e da Folha (a Veja não chego nem perto por que não tenho estômago para tanto) não publicaram a subida de Dilma Rousseff na pesquisa da Band/Vox/IG, em que ela aparece com 55% das intenções de voto, mesmo com todos os ataques de Serra.

Dilma abriu 33 pontos de vantagem sobre Serra e isso não é notícia!

O que aparece há semanas nesses jornais impressos e on line são as versões do PSDB/ Serra em manchete. É um lixo.

É a podridão de que fala Mário Prata, que acabo de ver PHA. Prata deu uma entrevista ao Diário de Natal e afirmou o que muita gente do povo também já percebeu. A mídia está podre. Veja o trecho:

Mario Prata: Eu sempre digo que o último repórter que eu acho que tem no Brasil é o Caco Barcellos, é o cara que investiga, que consegue do jornal semanas, meses, anos para fazer uma matéria. Hoje em dia não se tem vontade, não tem mais aquela coisa do diretor de redação acreditar numa investigação.
Você coloca todos no balaio?
Mario Prata: Coloco todo mundo no mesmo balaio. A imprensa brasileira está podre. Os grandes jornais, as coisas que são consideradas grande imprensa no Brasil como Folha de S. Paulo, Globo, Estadão, Jornal Nacional, Veja, para mim são piadas. Todos esses que eu citei tem ódio do Lula, é um ódio doentio, é uma coisa que me dá medo. Outro dia peguei o Estadão e tinha oito chamadas na capa falando mal do governo, algumas coisas que ocorreram há sete anos. Meu filho casou-se agora com uma repórter da editoria de política do Estadão, e o Serra ligou pra ela antes do casamento. “Julia, eu soube que você vai se casar, mas você não vai ter lua de mel, né? Você não pode ter lua de mel agora”. Por aí você vê como Serra está dentro do jornal. (Texto Completo)

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AS PALAVRAS E SEUS SIGNIFICADOS DIZEM ADEUS AO PAPEL E MIGRAM PARA AS TELAS DIGITAIS

Imaginem tudo isto em uma simples tela de computador e pensem que a imaginação já virou realidade

Hoje em dia, quem é que corre ao dicionário em papel em busca do siginificado de alguma palavra desconhecida? A resposta é: quase ninguém. A maioria das pessoas quando não sabe o que quer dizer alguma palavra simplesmente acessa a versão digital dos dicionários e, na maioria das vezes, sem ter que sair do lugar, já resolve a sua dúvida. São as maravilhas, praticidades e instantaneidades da rede.

Diante dessa realidade que tem se tornado cada vez mais comum, um dos mais famosos dicionários do mundo, o Oxford English Dictionary, tomou a decisão de abandonar de vez a sua versão impressa, investindo apenas na versão digital, aquela que de fato lhe rende lucros e carrega inúmeros benefícios em relação ao dicionário impresso tradicional. Seguindo o exemplo do dicionário inglês, a tendência é que, de fato, os dicionários impressos desapareçam. No entanto, sempre é bom lembrar que a palavra continua a mesma. Seja no livro, seja na tela do computador, os milhares de vocabulários e expressões continuam a se multiplicar, a desafiar o homem e a produzir belíssimas obras de arte na literatura ou em qualquer outra área do conhecimento humano.

O vocabulário do futuro diz adeus ao papel
Enrico Franceschini* / Instituto Humanitas Unisinos (IHU)

O dicionário também muda de pele, abandonando a página de papel pela da Internet. O Oxford English Dictionary, “pai” nobre da língua inglesa e modelo de todos os dicionários, ponto de referência para os milhões ou bilhões de terrestres que falam ou escrevem (ou pelo menos se esforçam para fazer isso) no idioma de Shakespeare, não publicará a sua esperada terceira edição impressa, laborioso projeto ao qual uma equipe de lexicógrafos trabalha há de 21 anos: a nova obra será publicada apenas na versão digital, na Internet.

“Os dicionários impressos estão desaparecendo”, justifica-se Nigel Portwood, presidente da Oxford University Press, editora da homônima universidade e do dicionário que leva o seu nome. “Não se vendem mais, não são mais consultados. Quem precisa dele, folheia o dicionário online”, no qual as atualizações, as inserções de novos termos, a anulação daqueles que se tornaram obsoletos ocorrem em tempo real, dia após dia: como com a última inserção, “vuvuzuela”, palavra acrescentada depois que todos a ouvimos retumbar na Copa do Mundo da África do Sul.

A decisão tem uma motivação sobretudo econômica: a edição completa do Oxford English Dictionary, que consiste em 20 volumes relacionados, nunca teve lucro, desde o dia em que a primeira cópia foi impressa, há quase um século e meio. A versão digital, ao contrário, já é e será sempre mais um sucesso também comercial: na Internet, o dicionário de Oxford é aberto por 2 milhões de pessoas por mês. A assinatura anual custa 250 libras esterlinas, e, além disso, o dicionário recebe o pagamento dos direitos autorais do Google, que utiliza o Oxford Dictionary para o seu sistema de busca (a propósito, o termo “google” começou a fazer parte do dicionário de Oxford na rede em 2006). (Texto Completo)

*do jornal La Repubblica (30/08/2010), com tradução de Moisés Sbardelotto

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