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MATÉRIA PUBLICADA PELA FOLHA NÃO TEM A MENOR CREDIBILIDADE E É CONTESTADA PELO BNDES

A faixa já diz tudo!

A vontade da velha mídia em desqualificar Dilma Rousseff é tanta que grandes jornais do país parecem estar se esquecendo de regras básicas presentes em seus manuais de jornalismo: como a apuração e a checagem de dados!

Em matéria publicada na última quinta-feira, 16 de setembro, sobre as denúncias envolvendo o filho da ex-ministra da casa civil, Erenice Guerra, o Jornal fala de um financiamento feito no BNDES pela empresa do filho de Erenice mediante um acerto de comissão por resultado e de ajuda para a campanha da candidata Dilma Rousseff.

No entanto, com a mesma rapidez com que se construiu a denúncia, ela já começa a desmoronar. Um dos primeiros pontos de questionamento da matéria publicada pela Folha diz respeito ao valor do pedido de financiamento que, segundo o Jornal, seria de R$ 9 bi, mas que o bando diz ser de não mais que R$ 2,25 bilhões. Além dessa contradição, outras polêmicas surgem em relação à reportagem que é um ótimo exemplo de como a velha mídia anda desesperada por aí, esquecendo-se até de checar dados, imaginem só!

BNDES contesta matéria da Folha
Redação Carta Capital

O BNDES respondeu hoje à matéria publicada na Folha de S.Paulo nesta quinta-feira 16. Na matéria de capa do jornal, uma empresa de consultoria ligada ao filho da ex-ministra Erenice Guerra, Israel Guerra, é apresentada como intermediária de um pedido de financiamento ao Banco, mediante um acerto de comissão por resultado e de ajuda para a campanha da candidata Dilma Rousseff..

Segundo o Banco, o pedido de financiamento seria de R$ 2,25 bilhões e não de R$ 9 bi, como afirmou o consultor entrevistado pela Folha e que falou pela empresa ERDB. Ao repudiar a insinuação de favorecimento, a nota oficial do BNDES diz que o projeto foi analisado em reunião com 14 superintendentes, todos eles funcionários de carreira da instituição, e recusado por falta de garantias financeiras que o sustentassem.

O Banco acrescenta que sequer foi apresentado no projeto da ERDB o local para a implantação do parque de energia solar, o que seria indispensável para a obtenção da licença ambiental. (Texto completo)

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FOLHA DE S.PAULO FAZ JORNALISMO BOA NOITE CINDERELA: FILIADO AO PSDB, EX-PRESIDIÁRIO VIRA CONSULTOR E EMPRESÁRIO

Olha como ficou o ex-presidiário na Folha de S.Paulo, que pose de banqueiro!!

A Folha de S.Paulo resolveu fazer o jornalismo Boa Noite Cinderela, um antigo programa apresentado pelo Silvio Santos, em que meninas pobres recebiam um caminhão de brinquedos e se transformavam em princesas.

Há também um coquetel de drogas que se chama Boa Noite Cinderela. É a droga do jornalismo da Folha.

A foto publicada no jornal diz tudo. Não é um príncipe? Olha a pose.

Um sujeito que é filiado ao PSDB, como ele mesmo afirmou em reportagem da Rede Globo, e que ficou preso por dez meses e foi acusado de coerção de testemunha (que fino trato!) e receptação de produtos roubado foi tratado pelo jornal como consultor e empresário.

E mais, ele se disse horrorizado com o pagamento de propina. kkkkkkkkk (Parem de rir, continuem lendo por favor). Veja a condenação do “consultor da Folha” no Nassif.

A Folha de S.Paulo é a empresa que perdeu a concorrência para a impressão da prova do Enem porque não garantia a segurança.  A Folha de S.Paulo é a empresa que mantém a gráfica que vazou a prova do Enem e perdeu contrato com o governo.

Veja no Escrevinhador

Em um boxe pequeno, o jornal admitia que esse poço de virtudes – cuja palavra era a única prova que apresentava – tinha dois inquéritos por golpes na praça (interceptação de carga roubada e posse de dinheiro falso) e passara dez meses preso em 2007. Essa é a única fonte na qual o jornal se baseou para a denúncia. (Escrevinhador)

Veja a inspiração do jornalismo político da Folha de S.Paulo. É o vale tudo da mídia!

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O FIM DOS MONOPÓLIOS INFORMATIVOS É URGENTE PARA GARANTIR A LIBERDADE DE IMPRENSA

Nobel em defesa da liberdade!

Da Agência Educação Política

Neste interessante artigo, que segue abaixo, do arquiteto argentino e ganhador do Nobel da Paz em 1980, Adolfo Perez Esquivel, publicado na Carta Maior; está presente a defesa argumentativa e analítica de uma das mais urgentes lutas da, essencialmente informativa, sociedade contemporânea: a defesa da pluralidade de vozes contra os monopólios da informação que controlam os meios de informação e tentam eliminar a liberdade de imprensa.

Como Adolfo mostra ao longo do artigo, os monopólios da informação querem reduzir a liberdade de imprensa a uma mera e simples liberdade de empresa, termo e prática totalmente incompatível com a natureza de uma imprensa realmente plural e livre.

A defesa da diversidade de pensamento em tempos de controle e manipulação da realidade por parte de vozes únicas e ultrapassadas é algo urgente e sempre bem-vindo! E nesse ponto, podemos ir além da liberdade de imprensa, que é uma coisa, e falar em liberdade de expressão, que é outra coisa. Os oligopólios da informação sufocam também a liberdade de expressão, não só a liberdade de imprensa, pois ele dizem o que os outros devem dizer, portanto, impedem a capacidade desse outro de dizer por si mesmo! O espírio da liberdade de expressão é justamente o oposto.

Já diria Voltaire: posso não concordar com uma palavra do que dizes, mas defenderei até a morte teu direito de dizê-la! Os oligopólios diriam: posso não concordar com uma palavra do que dizes, mas tentarei até a morte te dizer e convencer do que deverias ter dito!

A contaminação informativa
Agência Carta Maior
Por Adolfo Perez Esquivel, com tradução de Katarina Peixoto

A Lei de Meios Audiovisuais sancionada pelo Parlamento argentino é necessária, já que permite romper o controle dos monopólios informativos, gerar o pluralismo jornalístico e recuperar a liberdade de imprensa. A reação das corporações, como o grupo Clarín, desatou uma campanha virulenta contra o governo acompanhada pela voracidade de uma oposição sem idéias, que busca unicamente golpear o governo e que tem todos os meios de comunicação à sua disposição, como a pitonisa que anuncia todo tipo de catástrofes. O artigo é de Adolfo Perez Esquivel.

A vida dos povos está submetida aos impactos ambientais, à contaminação auditiva e visual da palavra e das idéias, que impõem o monocultivo das mentes. Os avanços tecnológicos são utilizados muitas vezes para o controle dos meios de comunicação e, assim, para o condicionamento e a manipulação dos povos. Nenhum meio informativo é asséptico, mas deve basear-se na ética e em valores a serviço dos povos e não para se servir dos mesmos.

Uma das grandes conquistas das lutas sociais foi a liberdade de imprensa, o direito de informar e ser informado, mas os grandes monopólios econômicos, ideológicos e políticos que controlam os meios de informação mataram a liberdade de imprensa e querem confundi-la e reduzi-la à liberdade de empresa, duas expressões que não são sinônimas. (Texto Completo)

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