Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

IMAGEM E REFLEXÃO: PARA PENSAR A VIDA, OS DIREITOS HUMANOS

O vídeo vai se desenhando de forma criativa e natural.

Há um jogo entre palavras e imagens, som e movimento, ritmo e interpretação. Ele traz a força e a beleza dos direitos humanos e, ao mesmo tempo, revela o abismo entre o que está dito e o que está escrito, entre o que vai no papel e o que escorre e pulsa na realidade!

Faz lembrar do que muitos nos fazem esquecer. Faz sorver a vida!

Veja mais em Educação Política:

HUMOR E MÚSICA: A HILÁRIA CONDUÇÃO DE UMA ORQUESTRA DE NATAL
OFF BIENAL REÚNE OBRAS DE 62 ARTISTAS ENTRE PINTURAS, ESCULTURAS, FOTOGRAFIAS E INSTALAÇÕES
A POESIA DE VINICIUS DE MORAES E O VIOLÃO DE BADEN POWELL EM UM MESMO CANTAR DE VIVER
POPULAR E CLÁSSICO: GAROTA DE IPANEMA EM UMA BELA EXECUÇÃO

6 Respostas para “IMAGEM E REFLEXÃO: PARA PENSAR A VIDA, OS DIREITOS HUMANOS

  1. Chico Cerrito 7 novembro, 2010 às 8:59 am

    Para dar suporte as palavras da presidente eleita, a favor de ampla liberdade de opinião e imprensa, contra qualquer controle de conteúdo, é necessária uma nova legislação e regulação para o setor das comunicações, que garanta essa liberdade, de modo abrangente, permanente e para todos.

    Com a abolição da Lei de Imprensa, um resquício implantado em tempos de autoritarismo, jogada no lixo pelo STF, foi no entanto abolido também o direito de resposta que fazia parte desse instrumento legal, um direito básico do cidadão, que ficou a mercê dos órgãos de informação e sujeito a obter resposta ou compensação apenas em longos, lentos, caros e ineficientes processos judiciais, como é praxe da nossa justiça.

    Em várias situações não existe legislação ou regulação a respeito da informação e dos meios de transmissão, fato cada vez mais aguçado pelo rápido e constante desenvolvimento da tecnologia do setor, tais como mídias e meios de comunicação eletrônicos e de telecomunicações, além dos meios tradicionais em papel, estes aparentemente em contração sistêmica.

    Um assunto que precisa ser regulamentado é o da participação do capital e do conteúdo estrangeiro em todos os níveis da comunicação, participação que é hoje totalmente permitida em parte do setor – vide telefônicas cujo capital é predominantemente externo ou o audiovisual hoje invadido pelo conteúdo estrangeiro em detrimento da produção cultural nacional – participação permitida apenas até certo ponto em outra parte, ou com a legislação omissa em relação ao assunto, em outra parte.

    Ponto importante a ser discutido, definido e regulado é quanto a permissão ou não da propriedade cruzada dos meios de comunicação, ou seja, fato hoje existente, que certos grupos de comunicação são proprietários de dezenas de órgãos e empresas de rádio AM e FM, canais de Televisão abertas e por assinatura, jornais, revistas, editoras, portais e provedores de internet, demais mídias eletrônicas e de telecomunicações, etc., o que favorece a concentração, o cartel e o oligopólio, praticamente toda a audiência e informação nas mãos de poucos grupos empresariais.

    Em vários países democráticos, como os EUA, a maioria dos países da Europa Ocidental e a Argentina, por exemplo, a propriedade cruzada não é permitida.

    Outro ponto a ser discutido é quanto as concessões públicas do setor da informação, como as rádios e TVs (abertas ou não), a necessidade de obediência a Lei, ou seja devem ser licitados por critérios que atendam ao interesse público, com a diversidade mínima assegurada.

    Sem falar quanto a produção independente, a produção regional nos diversos meios de comunicação, e a banda larga como direito fundamental do cidadão.

    Em suma, muito a discutir, mas deve a legislação do setor, que urge ser substituida ou reformulada, garantir a mais ampla liberdade de imprensa, permitindo que o público seja submetido a um abrangente leque de ideias e opiniões, emitida por órgãos de imprensa livres que representem diferentes origens e interesses, a livre iniciativa, o estatal e o público, e que possam os cidadãos consumidores, exercer um real direito de escolha ao que lhe convém ver, ler, assistir ou ouvir.

    Mas um direito de escolha efetivo, não um leque reduzido e conveniente imposto pelo oligopólio midiático, esse que vem demonizando todas as ideias democraticamente apresentadas na 1ª Confecom, para não perder seus privilégios de estipular a verdade e manter a concorrência fora de seu quintal.

    Curtir

  2. ccm 8 novembro, 2010 às 7:39 am

    Seu blog é bem interessante, gostei!

    Curtir

  3. Pingback: EXPLOSÃO DE ALEGRIA: GAROTINHA DE APENAS QUATRO ANOS DUBLA MIKA « Educação Política

  4. Pingback: VÍDEO MOSTRA A DESIGUALDADE QUE PERSISTE POR TRÁS DE OLHARES E SORRISOS IGUAIS « Educação Política

  5. Pingback: SE O MUNDO TEM JULIAN ASSANGE, A BLOGOSFERA TEM O SEU CLOACALEAKS « Educação Política

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: