Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 8 novembro, 2010

LIBERDADE DE IMPRENSA DEVE EXISTIR ALIADA À DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO PARA QUE O DIREITO DE ESCOLHA SE EXERÇA DE FATO

Quando o time do oligopólio midiático entra em campo a liberdade de imprensa sai perdendo!

EDUCAÇÃO POLÍTICA VOCÊ FAZ

Por Chico Cerrito

Para dar suporte as palavras da presidente eleita, a favor de ampla liberdade de opinião e imprensa, contra qualquer controle de conteúdo, é necessária uma nova legislação e regulação para o setor das comunicações, que garanta essa liberdade, de modo abrangente, permanente e para todos.

Com a abolição da Lei de Imprensa, um resquício implantado em tempos de autoritarismo, jogada no lixo pelo STF, foi no entanto abolido também o direito de resposta que fazia parte desse instrumento legal, um direito básico do cidadão, que ficou a mercê dos órgãos de informação e sujeito a obter resposta ou compensação apenas em longos, lentos, caros e ineficientes processos judiciais, como é praxe da nossa justiça.

Em várias situações não existe legislação ou regulação a respeito da informação e dos meios de transmissão, fato cada vez mais aguçado pelo rápido e constante desenvolvimento da tecnologia do setor, tais como mídias e meios de comunicação eletrônicos e de telecomunicações, além dos meios tradicionais em papel, estes aparentemente em contração sistêmica.

Um assunto que precisa ser regulamentado é o da participação do capital e do conteúdo estrangeiro em todos os níveis da comunicação, participação que é hoje totalmente permitida em parte do setor – vide telefônicas cujo capital é predominantemente externo ou o audiovisual hoje invadido pelo conteúdo estrangeiro em detrimento da produção cultural nacional – participação permitida apenas até certo ponto em outra parte, ou com a legislação omissa em relação ao assunto, em outra parte.

Saiba mais

FATOS E DADOS MOSTRAM AS CONQUISTAS DO GOVERNO LULA QUE VÃO CONTINUAR COM DILMA

crescimento econômico, distribuição de renda, independência política e vamos ter ainda mais!

Da Agência Educação Política

Segundo pesquisa divulgada pelo Seade/Dieese, os índices de desemprego no Brasil caíram de forma expressiva em sete regiões metropolitanas pesquisadas. Além da queda no desemprego, a pesquisa aponta para um aumento de renda, consequência direta das altas taxas de crescimento econômico e, de olho no cenário futuro, prevê que as taxas de desemprego tendem a cair ainda mais.

É importante dizer que, segundo a pesquisa, a maior parte dos empregos criados é com carteira assinada, ou seja, a informalidade também vem diminuindo no país. Tal cenário de crescimento e geração de emprego formal, aumento da renda e melhoria da condição de vida do trabalhador, era tido como distante da realidade há alguns anos atrás. No entanto, contrariando as expectativas negativas, o que se vê é um país que cresce, gera emprego, cria oportunidades e não mais desperdiça talentos.

É por isso que quando se diz algo contra o governo Lula, basta olhar para a realidade. Nada mais do que a realidade, digo, a realidade, sem distorções, manipulações e enquadramentos à serviço do interesse privado, conservador e excludente. A realidade dos fatos e dos números mostra como Lula mudou a fotografia do Brasil, deixando-a mais leve, mais justa, mais viva, cheia de sonhos e realizações! O melhor de tudo é saber que essa realidade que fala por si só segue com Dilma em direção a novas realizações e a melhorias importantes que ainda precisam ser feitas não só na questão do emprego, como também em tantas outras questões do país!

Desemprego atinge menor nível, segundo pesquisa Seade/Dieese
Na região metropolitana de São Paulo, taxa média de setembro foi a menor desde janeiro de 1992; emprego com carteira assinada e renda crescem
Rede Brasil Atual
Por Vitor Nuzzi

São Paulo – A taxa média de desemprego calculada em sete regiões pelo Dieese e pela Fundação Seade, de São Paulo, voltou a cair e atingiu 11,4% em setembro, a menor da recente série histórica, iniciada em 2009. Na Grande São Paulo, que concentra 40% do universo pesquisado e onde pesquisa começou a ser feita em 1985, a taxa chegou a 11,5%, a menor da série desde janeiro de 1992 (11,3%) e a menor para o mês desde 1991 (11%).

Em relação a setembro de 2009, as sete áreas pesquisadas (regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador e São Paulo, além do Distrito Federal) criaram 885 mil ocupações (alta de 4,7%), sendo 718 mil com carteira assinada (8,6%), e têm 560 mil desempregados a menos (queda de 18,2%). No total, as estimativas são 19,6 milhões de ocupados e 2,5 milhões de desempregados. A renda também subiu.

“O mercado de trabalho segue uma trajetória típica de queda, com o impacto positivo de uma taxa muita alta de crescimento da economia”, comentou o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio. Para ele, não seria surpresa se a taxa média de desemprego atingisse um dígito ainda este ano. “É de se esperar uma taxa muito próximo de 10%, ou até inferior”, afirmou. Segundo o técnico, o mercado vive uma situação oposta à dos anos 1990 e início dos anos 2000, quando praticamente não criava empregos formais. Agora, além da ocupação em alta, a maioria das vagas é com registro em carteira. “Antes se afirmava que não teríamos mais uma dinâmica como essa. Nos últimos anos, esse tese vem sendo contestada pela realidade”, disse Clemente. (Texto Completo)

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