Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 15 novembro, 2010

EXPLOSÃO DE ALEGRIA: GAROTINHA DE APENAS QUATRO ANOS DUBLA MIKA

O cantor pop, de origem libanesa, Mika possui um estilo peculiar que combina uma voz marcante, quase inconfundível a gestos bem marcados que fizeram dele um ícone da música pop inglesa.

Mika por Mika já é uma experiência à parte, agora, incrível mesmo é ver uma garotinha de apenas quatro anos dublando o cantor. Mas não se trata de qualquer dublagem, a menina faz gestos, caras e bocas, gesticula com todo o rosto, parece vibrar corpo e alma em uma ousadia marcada por uma impressionante alegria! O que parece é que ela vive a música além do cantor.

Depois, quando termina a canção, a garotinha volta, desfaz as expressões da sua contagiante interpretação e sorri, doce, com uma ponta de timidez que de forma alguma aparece durante a sua marcante performance.
E é essa mistura de doçura, graça e ousadia que faz com que a menina potencialize uma obra que, de certa forma, sempre encontrou na infância parte da sua inspiração!

Para perceber que nada falta após o sorriso…

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REGULAÇÃO DA MÍDIA FAZ PARTE DA REALIDADE DE MUITOS PAÍSES DEMOCRÁTICOS E É FORMA DE GARANTIR A PLURALIDADE

Da Agência Educação Política

No Brasil, quando se fala em regular os meios de comunicação a reação é uma só: imediatamente acusa-se o poder público de investir contra a liberdade de expressão e agir na direção da censura. Tal reação pode ser caracterizada de suas formas: atraso ou manipulação.

Atraso porque é cada vez mais urgente a necessidade de regularizar os meios de comunicação no Brasil haja vista o fato de que a maioria dos países possui uma regulação da mídia local com o objetivo de evitar abusos e zelar justamente pela pluralidade da iformação, pela qualidade do contéudo e pelo respeito aos direitos humanos. Ou seja, regular a mídia ao contrário de ser uma espécie de censura como o oligopólio midiático brasileiro quer difundir, é a melhor maneira de garantir a plena liberdade de expressão que só se faz com diversidade de ideias e opiniões e não com um partidarismo gritante e a oferta de um discurso único disfarçado de imparcialidade.

Regular é garantir a liberdade!

Manipulação porque esse tipo de visão retrógrada que vai na contramão da maioria dos países do mundo apenas perpetua uma situação de concentração da mídia brasileira nas mãos de poucos que dizem o que querem, quando querem e como querem, sem respeito ao interesse público, aos fatos e, em última instância, ao jornalismo. Portanto, ao dizer que regular a mídia é um ato de censura, mais uma vez o oligopólio das comunicações que se instalou no Brasil tenta manipular a opinião pública fazendo com que esta confunda regulação com censura e não distingua mais o que é partidarismo do que é informação de qualidade.

É urgente a regulação dos meios de comunicação do Brasil e nesse caso não é apenas o exemplo externo que nos leva a essa constatação, mas o movimento traçado internamente pela velha mídia brasileira. Uma mídia que tenta usar o argumento da censura para mascarar a própria censura que vem sendo gestada por ela às custas do jornalismo e da população brasileira!

Veja texto publicado no site da Carta Maior:

Regulação de conteúdo é prática corrente em países democráticos

Por Bia Barbosa

Ao contrário do que afirma uma parcela da grande imprensa brasileira, medidas de regulação do conteúdo veiculado na radiodifusão são consideradas necessárias para a garantia da pluralidade e o respeito aos direitos humanos, pilares de sociedades democráticas. Experiências apresentadas em seminário internacional revelam o quanto o Brasil está atrasado neste debate. “É uma escolha social promover a diversidade cultural para que não exista o monopólio da indústria cultural e a uniformização”, disse Emmanuel Gabla, diretor adjunto do Conselho Superior de Audiovisual, da França.

A história já está ficando repetitiva. Todas as vezes em que se fala de medidas para regular a veiculação de conteúdo audiovisual a reação de uma parcela da grande mídia é a mesma: o governo quer censurar a imprensa e a liberdade de expressão. O que ficou claro, no entanto, a partir de uma série de experiências reguladoras apresentadas no seminário “Comunicações eletrônicas e convergência de mídias”, encerrado nesta quarta (10) em Brasília, foi justamente o contrário. Especialistas da França, Inglaterra, Portugal, Espanha, Estados Unidos e Argentina e também de organismos como a Unesco e a União Européia reafirmaram a importância de regras para a exibição de conteúdos no rádio e na TV para a garantia da pluralidade e o respeito aos direitos humanos, pilares de sociedades democráticas. (Texto Completo)

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