Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 17 novembro, 2010

CRIATIVA RELEITURA DE IMAGENS CLÁSSICAS FASCINAM PELA SIMPLICIDADE E GRAÇA

Qual a melhor forma de reler imagens clássicas? Como representá-las de forma que se resgate aquilo que elas têm de mais essencial e, ao mesmo tempo, não se caia em uma imitação barata? Talvez a resposta tenha algo a ver com criatividade e saber olhar à sua volta, percebendo a beleza das coisas simples!

Aceitando o desafio, o programador de computador e fotógrafo britânico Mike Stimpson usou bonequinhos Lego para reler algumas imagens que se tornaram célebres, mundialmente conhecidas e comentadas por todos.

O resultado é cheio de graça e dotado do frescor do novo, afinal, o que vem do eterno, e não do velho, sempre permanece jovem!

Almoço da vertigem protagonizado por 11 operários que construíram um arranha-céu em Nova York. A cena entrou para a história nas lentes de Charles Ebbets, em 1932, e avança na pós modernidade com os bonecos de Mike.

O inesquecível beijo em plena Times Square para festejar o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945 foi registrado por Alfred Eisenstaedt e agora foi materializado em corpos de brinquedo que, em um exercício de personificação, vivem a mesma emoção!

O Soldado Tombando, 1936, foto de Robert Capa que virou símbolo da Guerra Civil Espanhola e da luta contra o autoritarismo também ganou sua releitura.

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ESPECIALISTAS AFIRMAM QUE A INTERNET E NÃO A IMPRENSA FOI A RESPONSÁVEL PELO SEGUNDO TURNO DAS ELEIÇÕES

Internet na tela da urna!

Que a velha mídia já não anda mais em terreno firme e confortável, já deu pra perceber. O mundo mudou, as coisas mudaram. Hoje, com a internet nos computadores e nos celulares a informação anda quase na velocidade da luz, há espaço para expressar diversas opiniões, construir outras, interferir na realidade social, política e cultural.

A internet não pode ser controlada, não depende do governo, de concessão, deste ou daquele partido. A internet é livre e múltipla, guarda o bom e o ruim em uma mesma plataforma e é bom que seja assim.
Com todo esse poder e liberdade, a internet foi considerada por muitos especialistas como a principal responsável por ditar os rumos nas eleições 2010, uma das mais movimentadas por fofocas e invenções, levando a disputa para o segundo turno.

Eles ainda dizem que o papel da internet foi subestimado pela imprensa tradicional que continuou fazendo seu jogo partidário e mesquinho como se nada de mais fosse acontecer. De fato, não se pode negar o poder da velha mídia brasileira e o ‘empurrãozinho’ dado por ela em direção ao segundo turno. No entanto, é incrível perceber que o poder da mídia vem sendo construído há décadas, enquanto o poder da internet além de recente vem crescendo a passos largos.

Os caminhos já mudaram! A mídia pode até influenciar, ainda, a opinião pública. Mas, até os especialistas confirmam, ela já não o faz sozinha!

Veja texto sobre o assunto publicado no Observatório do Direito à Comunicação:

Papel da internet nas eleições foi subestimado pela mídia
Por Lia Segre

Especialistas em internet que estiveram à frente das campanhas presidenciais mais votadas acreditam que a internet foi essencial para o desenrolar das eleições. Sem ela não teria acontecido segundo turno, acredita Caio Túlio Costa, jornalista, consultor de novas mídias e coordenador de campanha de Marina Silva (PV). A internet possibilitou a criação de novo polo formador de opinião, Marcelo Branco, ativista pela liberdade do conhecimento – como se define – e coordenador da campanha de Dilma Roussef (PT) nas mídias sociais. “Pela primeira vez temos um terceiro bloco formador de opinião. Os blocos tradicionais sempre foram os partidos e candidatos, e do outro lado a imprensa. Eles formavam a impressão do leitor”, contou no 4º Seminário Internacional de Jornalismo Online (MediaOn), que aconteceu dias 9, 10 e 11 na capital paulista. Também participou da mesa a coordenadora da campanha online de José Serra (PSDB), ex-vereadora da cidade Soninha Francine.

Caio Túlio acredita que foi a internet que fez Marina Silva atingir 20 milhões de votos – algo que apontou como inédito no país em se tratando de um 3º colocado no pleito. Inicialmente com um desconhecimento de 60% por parte dos eleitores e com apenas 1 min e 23 s na TV contra 12 min de Dilma e 9 min de Serra, montaram estratégia eficiente na internet, com uso intenso de redes sociais dividida em 12 frentes como Blog, Twitter, sistema de arrecadação online entre outros. Esse trabalho levaou a condidatura a arrecadar 170 mil reais, doados por 2 mil pessoas, em 58 dos 242 dias que duraram sua campanha na internet. Caio segmentou os eleitores por rede social: “no Orkut a gente falava com os evangélicos, Facebook falávamos com classe média intelecutalizada, no twitter falamos com vanguarda da internet”. (Texto Completo)

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