Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 8 abril, 2011

TRAGÉDIA EM REALENGO, NO RIO DE JANEIRO, EXPÕE A IDEOLOGIA TACANHA DA REVISTA VEJA: DESARMAR VAI ARMAR!

A capa da revista Veja, na época do referendo sobre armas, mostra que ideologia da revista transformou o jornalismo em algo tosco e tacanho.

Basta ver a capa na época e não precisa dizer mais nada.

Michel Moore diz que a melhor arma da extrema-direita é o medo que consegue impor à população. Quanto mais medo a população tiver, mais a extrema-direita vai ter sucesso eleitoral e as desigualdades vão continuar aumentando.

Isso me fez lembrar da Regina Duarte.

Racioncínio complexo da Veja: desarmar vai armar!!!!

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O ESTADO DE S.PAULO MANIPULA DADOS PARA FABRICAR UMA SUPOSTA CRISE DO MST E FRAGILIZAR MOVIMENTOS SOCIAIS NO CAMPO

Ele não toma jeito!

A cada dia que passa a velha mídia dá mostras de como seu jornalismo vem se deteriorando ao longo do tempo. O último atentado contra a credibilidade da informação e o direito das pessoas ao conhecimento dos fatos foi praticado pelo jornal O Estado de S. Paulo ao manipular dados para criar uma suposta atmosfera de crise no MST e demais movimentos sociais do campo.

A receita para confundir a opinião pública e criar cenários favoráveis à concentração de terra, desigualdade social e a uma sociedade autoritária e conservadora é sempre a mesma. Informações descontextualizadas, números equivocados, falta de cuidado ao distinguir o significado de certas palavras – no caso da suposta crise do MST, o jornal deixa de considerar a diferença de termos como ocupação e assentamento – tendência à generalização e falta de profundidade e, como dizem no jornalismo, real apuração dos fatos.

Veja trecho de matéria publicada no Portal Vermelho sobre a nova “invenção” do jornal O Estado de S. Paulo:

Estadão manipula dados sobre acampamentos e ocupações de terra
Do Blog da Reforma Agrária

Os dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) apontam que, em 2009, havia 36 acampamentos e foram feitas 290 ocupações de terras. No ano anterior, em 2008, havia 40 acampamentos e foram realizadas 252 ocupações de terra.
A edição do ano passado do relatório da CPT explica a diferença:

“Ocupações são ações coletivas das famílias sem terra que, por meio da entrada em imóveis rurais, reivindicam terras que não cumprem a função social”.

“Acampamentos são espaços de luta e formação, fruto de ações coletivas, localizados no campo ou na cidade, onde as famílias sem terra organizadas reivindicam assentamentos”.

Ou seja, a diferença de acampamento e ocupação é o local onde as famílias vivem.

A medida da base social do movimento de trabalhadores sem terra, que organiza acampamentos e fazem ocupações, se dá pela soma dessas duas categorias. Até porque essas situações variam muito até a criação do projeto de assentamento.

O jornal O Estado de S. Paulo publicou uma matéria e, em consequência, um editorial e uma série de artigos, nos quais se lambuza com uma suposta crise do MST. (Texto Completo)

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