Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 18 maio, 2011

PARABÉNS PROFESSORA AMANDA GURGEL, MAS PARABÉNS NÃO BASTA, É PRECISO INVESTIR EM EDUCAÇÃO E NÃO FICAR NOS PARABÉNS

Olha só esse vídeo. Seria ótimo a oposição ao governo Dilma ver este vídeo. A oposição está perdida? Olha como se orientar, defendam a educação, invistam em educação.

Mas não dá, o estado da professora Amanda é o Rio Grande do Norte, governado pelo DEM.

A professora Amanda diz: “sai governo, entra governo e sempre a mesma história…” Nenhum partido pode resolver esse problema?

Veja o vídeo, vale a pena

Vi no Com Texto Livre

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ENQUANTO O PAÍS CRIA CADA VEZ MAIS EMPREGOS, A ECONOMIA SE VÊ ÀS VOLTAS COM O CHAMADO “EXCESSO DE DEMANDA”

Se antes o problema era a falta de consumo, agora, as pessoas consomem demais!

A ideia de que há excesso de demanda na nossa economia já foi tida como certa pelos economistas do governo. Esse excesso de demanda eleva a inflação e, para controlá-la, o governo já vem aumentando a taxa de juros e o próximo passo será reduzir as despesas para tentar controlar o crédito e, como consequência, diminuir o consumo das famílias, ou seja, a pressão da demanda.

Todo esse dominó econômico é alimentado pela crescente geração de emprego que, pelo menos à priori, é algo positivo. A previsão para esse ano é que se gere cerca de 3 milhões de empregos, como mostra notícia publicada pela Rede Brasil Atual.

O fato é que, entre tiros da oposição e da imprensa, o governo precisa estruturar de forma sólida a sua política econômica e promover algumas mudanças, caso contrário, o que antes era um benefício passará a ser tido como vilão, sem contar que, com juros tão altos, será difícil alcançar as tão sonhadas elevadas taxas de crescimento.

Veja trecho de texto sobre o assunto publicado pela Carta Maior:

Mudanças na política econômica?
Por Amir Khair

O governo comprou a idéia de que há excesso de demanda que tem que ser combatido através de redução das despesas para gerar forte superávit primário (receitas menos despesas, exclusive juros). Afirma que é necessário reduzir a despesa de custeio para expandir o investimento e abrir caminho para a redução dos juros básicos. Ora, o que está elevando a despesa são principalmente os juros. Sua redução dependa da redução da Selic, abrindo espaço para elevar investimentos e programas de distribuição de renda, que é o que mais interessa em termos de desenvolvimento econômico e social. O artigo é de Amir Khair.

Nada mais desgastante na política e na economia do que a inflação, mais até do que o desemprego, pois atinge a todos, especialmente os de renda média e baixa. É por essa razão que os governos a elegem como prioridade absoluta na formulação e implementação da política econômica.

Além disso, a própria inflação acaba por criar o desemprego, com certa defasagem, ao retirar poder aquisitivo das camadas de renda média e baixa, reduzindo as vendas, produção e investimentos.

A oposição, vazia de propostas, já tomou a inflação como tema central de seus ataques ao governo e assumiu como solução ao problema o mesmo receituário ortodoxo da redução de despesas do governo federal e aumento da Selic para conter o consumo, que seria o vilão inflacionário. Assumiu a mesma terapia aplicada durante o governo FHC, só que usou Selic bem superior à do governo Lula e realizou superávits primários segundo as exigências do FMI para salvar a iminente débâcle das contas internas e externas ocorrida no início de 1999 (segundo mandato de FHC).

Com inflação em elevação, a base de apoio ao governo no Congresso Nacional passa a ser mais exigente para aprovar a criação ou modificação das propostas do Executivo e a mídia passa a martelar duramente o governo.

Isso está levando o governo a modificar sua política inicialmente traçada na posse da presidente de crescer com inflação sob controle e reduzir a Selic para conter a avalanche de dólares que está causando estragos na competitividade das empresas e ampliação dos rombos nas contas externas. (Texto completo)

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