Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 8 junho, 2011

SENADOR ÁLVARO DIAS FICA À VONTADE EM TV TUCANA E SOLTA UMA PÉROLA: “BOLSA FAMÍLIA ESTIMULA A PREGUIÇA”

Aposentadoria de R$ 24 mil é digna, bolsa família de R$ 100 estimula a preguiça

O  tucano Álvaro (aposentadoria de R$ 1,4 milhão) Dias,  quase vice de José (Bolinha de Papel) Serra, afirma o que bolsa família é coisa para estimular a preguiça, ou seja, torna o sujeito vagabundo.

O Senador é a pessoa certa para afirmar isso. No ano passado ele buscava uma aposentadoria como governador de R$ 24 mil por mês e mais R$ 1,4 milhão retroativos, mas isso era para estimular o seu trabalho, imagina-se.  Os R$ 100 do bolsa família é coisa de vagabundo.

Durante a campanha presidencial, o PSDB afirmava que iria dar décimo terceiro para o bolsa família e aumentar o valor. Depois da eleição, a verdade da consciência tucana.

Vi no Azenha.

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APÓS A QUEDA ANUNCIADA DE PALOCCI ATENÇÃO SE CONCENTRA AGORA NO PERFIL DA NOVA MINISTRA

A alternativa para a inevitável queda de Palocci

Entre a ausência de passado político e a facilidade de trânsito no congresso. As opiniões em relação à nova ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), divergem em relação a essas duas questões. Alguns consideram bom o nome da nova ministra justamente por ela não ter um passado político tão expressivo quanto já era o do ex-ministro Palocci. Outros julgam que a falta de experiência política no executivo pode dificultar o trânsito da ministra pelo congresso.

De todo, parece que a decisão da presidente Dilma foi acertada. Depois dos recentes acontecimentos envolvendo Palocci que, pela segunda vez, deixou que a sua vida privada interferisse de forma negativa na sua vida pública, o ideal é que o perfil da nova ministra seja menos influente e com menos facilidade de trânsito; e mais discreto, atento aos limites entre o privado e o público, quase invisíveis ao seu antecessor.

Veja trecho de notícia sobre o assunto publicada pela Carta Capital:

Especialistas divergem sobre perfil de nova ministra
Por Matheus Pichonelli e Fernando Vives

Cientistas políticos consultados por CartaCapital divergem sobre a escolha de Dilma para a sucessão de Antonio Palocci na Casa Civil. Para Otaciano Nogueira, professor aposentado do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), a opção pela senadora Gleisi Hoffmann é acertada por dois motivos: capacidade de interlocução política e o baixo “passivo político”, qualidades que, segundo o especialista, faltavam ao ex-ministro.

“Ela tem condições de fazer uma interlocução política melhor do que fazia o Palocci. O próprio ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, não tem boa relação com a Câmara. A Gleisi não tem um passado político, o passivo dela é pequeno”, explica o professor. “O Palocci entrou com um passivo enorme desde que foi prefeito de Ribeirão Preto, teve casos traumáticos. A Gleisi deve ser mais discreta: é uma senadora de primeiro mandato e congressista, ou seja, se relaciona com a Casa. É um perfil que Dilma está precisando no momento”.

Já a coordenadora de pós-graduação em ciências sociais da PUC-SP, Vera Chaia, vê com cautela a escolha de uma novata para a função. “Talvez pela vivência dela dentro do partido, por ser mulher do Paulo Bernardo, que é um aspecto positivo de conhecimento das estruturas internas de Brasília. Mas o desempenho dela, só vendo”.

A professora avalia que o próprio Paulo Bernardo teria um perfil mais adequado para a função, por ter acumulado experiência no governo e por ter trânsito no Congresso. “Ele tem mais esse perfil. No governo Lula, não havia um ‘senão’ ao trabalho dele”. (Texto completo)

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