Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 9 junho, 2011

PLANO LANÇADO PELO GOVERNO PODE REDUZIR TRÁFICO DE DROGAS E CRIMES AMBIENTAIS NAS FRONTEIRAS

Proteger-se é sempre uma boa estratégia

O Plano Estratégico de Fronteiras lançado ontem, dia 8/06, pelo governo federal, promete aumentar a segurança, intensificando o patrulhamento nos mais de 16 mil quilômetros que separam o território brasileiro de outros países da América do Sul.

O Plano é importante haja vista a quantidade de crimes que ocorrem com cada vez mais frequência nas fronteiras brasileiras. As ações vão desde tráficos de drogas, produtos e pessoas, até crimes ambientais e homicídios. O policiamento efetivo e organizado das nossas fronteiras além de impedir ou, pelos menos, diminuir incidência de muitos desses crimes, representa um elemento essencial para garantir a soberania nacional e a interlocução com outros países se for bem executado.

Vale lembrar que a faixa de fronteira brasileira se projeta por 150 quilômetros para dentro do território nacional, a partir da linha divisória com os dez países vizinhos, compreendendo 11 estados, 710 municípios e abrangendo uma população de 10,9 milhões de pessoas. Todas essas 10,9 milhões de pessoas estão atualmente à mercê da insegurança que tem se espalhado nas fronteiras em função da falta de policiamento. Que o Plano venha realmente para mudar essa situação e garantir a presença do estado brasileiro em uma área que, é sempre bom lembrar, também faz parte dele.

Apesar do Plano não resolver todos os problemas, ele já compõe uma das pontas da solução.

Veja texto sobre o assunto publicado pelo Agência Brasil:

Governo lança plano para combater crimes nas fronteiras
Por Pedro Peduzzi e Yara Aquino

Brasília – Com o objetivo de enfrentar o crime praticado nos mais de 16 mil quilômetros de fronteiras, o governo federal lançou hoje (8) um plano que pretende intensificar o patrulhamento nessas regiões. O Plano Estratégico de Fronteiras terá operações integradas e coordenadas pelos ministérios da Justiça (MJ) e da Defesa – em especial as Forças Armadas e os órgãos de segurança pública federais, como a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Segurança Pública e a Força Nacional de Segurança Pública.

O plano tem por base duas operações: a Sentinela e a Ágata. De acordo com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a Operação Sentinela “será remodelada e terá caráter permanente com elevação de 100% do efetivo empregado atualmente pelo MJ”. Nela, atuarão em conjunto as polícias Federal, Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança com apoio logístico das Forças Armadas.

“A Operação Ágata será realizada de forma pontual e com duração determinada em locais definidos como áreas que necessitam de ações naquele momento”, acrescentou. Será criado também um Centro de Operações Conjuntas (COC) onde estarão reunidos comandantes das forças que atuam nas operações Ágata e Sentinela para fazer o planejamento e acompanhamento das ações desenvolvidas.

Esse centro de gestão integrada funcionará no Ministério da Justiça. “As operações pontuais serão acompanhadas online pelo centro de controle onde estarão operando em conjunto os comandantes”, explicou o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Segundo ele, já foram identificados 34 pontos vulneráveis na região de fronteira que servirão de base para que o COC planeje as operações. (Texto completo)

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