Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 29 julho, 2011

CAPITALISMO SENSACIONAL: CONSUMIDOR PAGA R$ 5.800,00 POR UM LITRO DE TINTA DAS IMPRESSORAS EPSON

Cartucho com etiqueta de preço da loja: 5ml por R$ 29,00

Consumo

A compra de uma impressora Epson, modelos T, pode ser uma fria sem tamanho para o consumidor.

Os cartuchos de tinta, que custam cerca de R$ 29,00, contém apenas 5 ml, isto mesmo, 5 ml. Isso equivale a um custo de R$ 5.800,00 por litro de uma simples tinta de impressão. Em alguns lugares é mais caro. Num país decente, isso deveria ser um escândalo.

Incrível, um litro da tinta para impressora da Epson sai por cinco mil e oitocentos reais.

As impressoras custam em média R$ 250,00. A troca de um jogo de cartucho de 5 ml, que não dá para imprimir quase nada, sai por cerca de R$ 120,00.

O consumidor poderia comprar um cartucho genérico, mas não há regulação nos genéricos de tinta e as impressoras da Epson não aceitam outro tipo de cartucho, a não ser os da própria marca.

Portanto, só há uma solução. Jogue a impressora fora e compre de outra marca que tenha um custo menor de impressão.

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TÍMIDA QUEDA DAS TAXAS DE DESEMPREGO PODE SER REFLEXO DA DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA, SEGUNDO SEADE E DIEESE

O setor industrial foi um dos que mais fechou vagas em comparação com o ano passado. São 28 mil vagas a menos

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (27) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade, de São Paulo) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que em comparação com o ano passado a taxa de desemprego ficou praticamente estável nas sete regiões do país. Apenas em São Paulo passou de 10,7% no mês de maio para 11% no mês de junho.

Apesar de não configurarem um cenário negativo, a timidez dos dados surpreendeu os pesquisadores, pois esperava-se uma diminuição maior das taxas de desemprego. A pouca diminuição somada ao crescimento praticamente nulo da população economicamente ativa (PEA) que foi de 0,1% de maio para junho, são um sintoma, segundo os pesquisadores, da desaceleração da economia. Esta termina por  provocar certo arrefecimento do mercado de trabalho que, por sua vez, atravessa um cenário de  incerteza que apenas diminui contratações e investimentos.

Da Rede Brasil Atual

Desemprego não cai, e Dieese vê sinais de preocupação no mercado de trabalho
Seade e Dieese esperavam resultados melhores. Comparação anual ainda é positiva, mas mostra desaceleração

Por Vitor Nuzzi

São Paulo – Os resultados de pesquisa divulgada nesta quarta-feira (27) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade, de São Paulo) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) preocuparam os técnicos. A taxa média de desemprego de junho não diminuiu como o esperado para este período. Pelo contrário, registrou leve alta na região metropolitana de São Paulo, a maior das sete áreas pesquisadas.

Pode ser um ajuste, depois de dados relativamente positivos de maio, mas a explicação mais apropriada parece ser a dos reflexos da desaceleração da economia no mercado de trabalho. “Ainda é positivo, mas bem menos do que a gente observou em 2010”, afirmou o economista Sérgio Mendonça, técnico do Dieese.

Na média das sete regiões, a taxa de desemprego ficou praticamente estável, passando de 10,9% em maio para 11% no mês passado, bem menor do que em junho de 2010 (12,7%). Em São Paulo, passou de 10,7% para 11%. “Normalmente se espera queda em junho. São Paulo foi a região que apresentou o movimento mais inesperado”, observou Mendonça. De positivo, os 11% de junho representaram a menor taxa para o mês desde 1989 (9,7%).

Mas os indicadores revelam um mercado de trabalho fraco. De maio para junho, a população economicamente ativa (PEA) praticamente não cresceu (0,1%), com 26 mil pessoas a mais em um universo de 22,1 milhões. A ocupação ficou estável, com apenas 8 mil pessoas a mais. Com isso, o número de desempregados teve pequeno acréscimo de 0,7%, com 17 mil a mais. (Texto completo)

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