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O JORNALISMO

SENSACIONAL: REPÓRTER DIZ QUE POPULAÇÃO QUER SABER QUE NEGÓCIO É ESSE DE PRIVATARIA TUCANA, PORQUE NÃO ENCONTRA INFORMAÇÃO NA GRANDE MÍDIA

Protesto contra a "Folha de S. Paulo"...

Muita gente está ouvindo falar dessa tal  privataria tucana, mas não o que é. Ainda não viu nenhuma notícia na Folha, na Veja, na Época, no Estadão, na Globo, na Band, no SBT, CBN, Band News etc.

 E isso porque  o livro que trata do tema é o maior best seller dos últimos tempos, vendeu 15 mil exemplares em 48 horas e trata do maior escândalo político da história do país.

Veja em certo momento do vídeo abaixo que o repórter relata que muitas pessoas na livraria gostariam de saber do que se trata esse assunto.  Esse é o melhor momento dessa ótima matéria da Record.  Não precisava dizer mais nada.

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AGÊNCIA EP NOTÍCIA

CONSTRUÇÃO DE ANEL ÓPTICO INTERLIGANDO PAÍSES DA AMÉRICA DO SUL PROMETE DIMINUIR DEPENDÊNCIA DOS EUA E BARATEAR CUSTOS

Hoje não há redes de dados conectando os países da América do Sul, as ligações são apenas transcontinentais

Atualmente, a comunicação entre os países da América do Sul só ocorre por meio de cabos submarinos ligados a outros continentes, principalmente, aos EUA. Enquanto na Europa, por exemplo, quase todo tráfego fica concentrado no limites das proprias fronteiras, no Brasil, entre 75% e 85% do tráfego regional passa por Miami, incluindo o conteúdo produzido nos países latino-americanos, como revelam dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

Pensando em diminuir a dependência dos EUA e baratear o custo do serviço de transmissão de dados entre os países da região, uma proposta de criação de uma Rede de dados da Unasul (União das Nações Sul-americanas) está sendo discutida nesta terça-feira em Brasília com os ministros das Comunicações dos países envolvidos.

Como revela notícia publicada pelo Portal Vermelho, o ministro Paulo Bernardo diz que o objetivo maior com a construção do anel de fibra óptica interligando toda América do Sul é “baixar os preços, estender a abrangência territorial do serviço e aumentar a largura de banda disponível para a população”.

A dependência em relação aos EUA, que faz com que um provedor sul-americano pague pelo menos três vezes mais pela conectividade internacional do que um provedor localizado nos Estados Unidos, é absurda para o contexto atual em que a transmissão de dados e informações praticamente comanda não só as relações econômicas entre os países, como também as relações sociais entre a população.

Veja trecho de notícia sobre o assunto:

Rede de dados da Unasul tornará região menos dependente dos EUA

A integração das redes de fibra ótica dos países da América do Sul para a transmissão de dados na região permitirá que diversas prestadoras de serviços de telecomunicações possam utilizar a estrutura, sem precisar recorrer às redes dos Estados Unidos. A proposta de criação dessa rede de dados está sendo discutida nesta terça-feira (29), em Brasília, na reunião de ministros das Comunicações dos 12 países que formam a União das Nações Sul-americanas (Unasul).

“Queremos baixar os preços, estender a abrangência territorial do serviço e aumentar a largura de banda disponível para a população”, afirmou o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante a reunião.

Segundo o ministro, pela necessidade de trafegar por redes que passam pela América do Norte, atualmente um provedor sul-americano paga, pelo menos três vezes mais pela conectividade internacional, do que um provedor localizado nos Estados Unidos.

“Essa não é uma situação racional, seja do ponto de vista econômico, seja do ponto de vista estratégico e da proteção de nossas informações”, completou.

Segundo o ministro, o custo estimado para a integração das redes existentes na América do Sul nos próximos dois anos é de apenas R$100 milhões. Além disso, o governo brasileiro estuda a implantação de dois novos cabos submarinos ligando o País à Europa e aos Estados Unidos.

“Mas de pouco adiantaria um país se beneficiar com a chegada de um cabo transcontinental em seu território se o país vizinho não contar com forma de acesso à mesma infraestrutura em condições economicamente viáveis”, acrescentou Bernardo.

O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, destacou que a maior integração física entre as nações do continente possibilitará à região enfrentar com mais capacidade os atuais desafios da economia mundial. “A iniciativa também favorece a implantação de uma matriz própria do continente na área de tecnologia da informação”, concluiu. (Texto Completo)

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