Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 14 janeiro, 2012

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EDITORA PORTUGUESA APROVEITA BOM MOMENTO DA ECONOMIA NACIONAL E CHEGA AO BRASIL

Uma das coleções de destaque da editora é a de literatura de viagem com nomes como Mark Twain

A editora portuguesa Tinta-da-china é a grande novidade para o mercado editorial brasileiro. Conhecida no cenário europeu pelo caráter independente, a editora tem um catálogo pequeno, lança em média 40 livros por ano, mas preza pela qualidade do que publica.

Em 2008, a Tinta-da-China ganhou o prêmio de melhor editora portuguesa justamente por combinar a qualidade editorial à gráfica, apostar em bons materiais e manter essa forte coerência em todos os seus livros, como mostra notícia publicada pelo jornal O Globo.

A chegada de uma nova opção, e com perfil diferenciado, ao concorrido e cada vez mais fechado mercado editorial brasileiro é boa não só por representar mais uma alternativa para quem quer publicar sua obra, como também por viabilizar a publicação e disseminação de autores não tão conhecidos do grande público e que, por uma razão ou outra, ainda não foram publicados por aqui.

Por falar em novos nomes, o primeiro livro da editora deve sair em março e vai trazer uma seleção de crônicas de Ricardo Araújo Pereira, um dos grandes fenômenos do humor português.

Duas coisas atraíram a Tinta-da-china para o Brasil: o bom momento da economia nacional e a crise no continente europeu, além disso, o fato de a língua no Brasil ser a mesma da editora, o português, abre espaço para que autores portugueses ainda não publicados por aqui possam ser.

No entanto, a Tinta-da-china não quer se limitar aos nomes portugueses. A editora pretende estrear no universo infantil com uma autora brasileira e publicar obras de referência na literatura internacional que não se encontram disponíveis no Brasil.

Veja trecho de notícia sobre o assunto:

Bom momento do Brasil motiva chegada de editora portuguesa
Por O Globo/Cultura

RIO – Logo em sua estreia, em 2005, a editora portuguesa Tinta-da-china movimentou o mercado editorial de seu país com o lançamento de “O pequeno livro do grande terramoto”, de Rui Tavares, sobre o terremoto que destruiu Lisboa em 1755. A obra ganhou o prêmio de melhor ensaio do ano, esgotou cinco edições e projetou o autor, que se elegeu deputado do Parlamento Europeu. De lá para cá, a editora ganhou prestígio e lançou quase 180 títulos.

Seleção de crônicas

Agora, a Tinta-da-china desembarca no Brasil, atraída pelos bons ventos da economia local e impulsionada pela crise europeia.

— A Europa está numa crise tremenda — diz Bárbara Bulhosa, que foi livreira por dez anos antes de fundar a Tinta-da-china. — Pensamos: “Para onde expandir? Onde poderíamos ter mais receptividade?”. Para o Brasil. E não só porque o país está crescendo, incentivando a leitura, criando uma camada nova de leitores. Mas é também porque é nossa língua, interessa-me divulgar autores portugueses que não estão aqui.

O primeiro livro sai em março. É uma seleção de crônicas de Ricardo Araújo Pereira, um dos grandes fenômenos do humor português, convidado do festival Risadaria deste ano, em São Paulo. Em seguida, é a vez do romance “O retorno”, de Dulce Maria Cardoso, considerado um dos livros de 2011 em Portugal pelo jornal “Público” e pelas revistas “Ler” e “Time Out”. E, depois, “E a noite roda”, romance de estreia de Alexandra Lucas Coelho, correspondente do “Público” no Brasil. (Texto completo)

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