Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

ENTIDADE PRODUZ VÍDEO SOBRE ABORTO E SAÚDE PÚBLICA


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7 Respostas para “ENTIDADE PRODUZ VÍDEO SOBRE ABORTO E SAÚDE PÚBLICA

  1. Rodrigo 30 março, 2012 às 3:52 pm

    Conforme cediço, a legislação permite a interrupção da gravidez nos casos de risco à vida e de gravidez resultante de estupro (neste caso, particularmente, penso ser difícil de defender, mas mais difícil ainda, por toda a questão psicológica envolvida, recriminar). E, jurisprudencialmente, é autorizada a interrupção nos casos em que o ser não terá condições de manter sua vida após o parto (a exemplo da anencefalia).
    Então a mulher, ser consciente e dotado da mesma capacidade de raciocínio que o ser do gênero masculino, tem plena consciência do fato de, nas demais hipóteses, o aborto revelar um crime.
    É a mulher capaz, livre e responsável, dotada de raciocínio lógico, sabidamente dona, sim, de seu próprio corpo e decisões pessoais, familiares, religiosas/agnósticas/ateísticas etc. Sabedora dos métodos contraceptivos e anticoncepcionais, inclusive a partir da gratuita distribuição e instrução sobre os mesmos em postos de saúde e ONGs.
    Mas há aquelas que usam o mesmo raciocínio violento, que tanto criticam nos homens. Equivocadamente, julgam-se donas, além de seu próprio corpo, do corpo de um ser outro, neste caso um em formação, que não tem a possibilidade de se defender; quando da gestação e após o parto, os pais são responsáveis pelo ser, mas não donos dos mesmos e de seus corpos.
    Achar tão simples ter uma relação sexual sem os devidos cuidados e, após, simplesmente interromper a geração de vida alheia, pode levar a uma visão da mulher extremamente oposta àquela decorrente de todas as conquistas por elas alcançadas.
    Se escolhe livremente se submeter a intervenções em clínicas clandestinas, infelizmente está sujeita à sanção legal correspondente. Se dirige sua ação livre e consciente para a prática de ato ilícito que, mais, põe em risco sua própria vida, não pode furtar-se à consequência legal.
    Mais que isso, põe em risco sua própria vida, conscientemente, depois tendo de recorrer ao SUS, gerando gasto que não seria necessário do dinheiro público, já tão parco.
    Então que seja defendido sempre o direito de escolha quanto ao que realmente à mulher pertence, mas não a indivíduo outro, ainda que em gestação.

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  3. thalitagallucci 5 abril, 2012 às 8:33 am

    glauco, muito obrigada , esse post apareceu na hora mais oportuna para mim, esse será o meu tema de tcc para livro-reportagem, gostaria muito de poder trocar uma ideia com você sobre o tema e o trabalho, se possivel…

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