Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 31 março, 2012

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ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO PROTESTARAM NA ÚLTIMA QUINTA-FEIRA CONTRA A FALTA DE REAJUSTE DAS BOLSAS

Pós-graduandos: quatro anos sem reajuste

Na última quinta-feira (29/03), estudantes de pós-graduação de universidades de todo país organizaram um protesto utilizando o twitter e fazendo panfletagens e aulas públicas durante o dia para denunciar a falta de reajuste nas bolsas de pós-graduação, que, há pelo menos quatro anos, não têm o valor atualizado pelo governo federal.

As bolsas oferecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) giram em torno de R$ 1,2 mil para o estudante de mestrado e R$ 1,8 mil para o de doutorado.

Levando em conta que o reajuste nos valores não acontece há quatro anos e que, em contrapartida, os outros setores de serviços tiveram seus valores devidamente ajustados, o estudante de pós-graduação é obrigado a fazer sacrifícios pessoais para continuar suas pesquisas, diz notícia publicada pelo Terra, e arcar com as suas desposas pessoais e também de formação, o que inclui cursos, livros, material, e uma série de outras coisas.

A notícia do Terra cita ainda que a Capes informou, por meio de sua assessoria, que considera legítima a demanda dos estudantes, mas que a decisão não depende só da Agência, além disso, eles alegam que apesar do valor das bolsas não ter aumentado, a quantidade de bolsas concedidas aumentou de 2008 pra cá.

No entanto, a quantidade de bolsas não aumentou para todas as áreas. Inclusive, depois que a presidente Dilma Rousseff assinou um decreto dizendo que a prioridade no incentivo à pesquisa no Brasil será para as áreas de ciência e tecnologia, a área das ciências humanas, por exemplo, saiu sensivelmente prejudicada.

Sem contar que, se fizermos uma comparação, veremos que o valor das bolsas concedidas pelas agências que financiam a pesquisa em nível estadual é maior e possui muito mais benefícios do que a bolsa do governo federal. Diante desse cenário, os estudantes têm mesmo que se organizar, pois parece que em um país que quer ser visto como desenvolvido, a pesquisa e a educação não parecem estar recebendo a atenção que merecem.

Veja trecho da notícia sobre o assunto:

Sem reajuste há 4 anos, alunos de pós-graduação fazem protesto
Da Redação do Terra

Estudantes de universidades de todo o País realizam um protesto nesta quinta-feira para cobrar do governo federal o reajuste das bolsas de pós-graduação. O valor pago aos estudantes de mestrado e doutorado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é o mesmo há quatro anos.

Segundo a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), o valor das bolsas está totalmente defasado e obriga os estudantes a sacrifícios pessoais para continuarem suas pesquisas. “Para se dedicarem exclusivamente aos estudos, os pós-graduandos contam apenas com o valor da bolsa para se manter e investir em sua formação, o que torna os atuais valores insuficientes”. Para mestrado, a bolsa é de R$ 1,2 mil e para doutorado o valor fica em R$ 1,8 mil.

Durante o dia, os estudantes de diversas universidades fazem panfletagens e aulas públicas. A partir das 16h foi agendado uma mobilização no microblog Twitter para divulgar a demanda dos estudantes. (Texto completo)

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