Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

ESQUEÇAM OS PIRATAS: O DIREITO AUTORAL, COMO EXISTE HOJE, VAI ACABAR E NÃO SERÁ A PIRATARIA QUE VAI DESTRUÍ-LO

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6 Respostas para “ESQUEÇAM OS PIRATAS: O DIREITO AUTORAL, COMO EXISTE HOJE, VAI ACABAR E NÃO SERÁ A PIRATARIA QUE VAI DESTRUÍ-LO

  1. Jefferson Ramos da Silva 23 abril, 2012 às 5:24 pm

    Na verdade o resultado solitário de algo inovador de modo pleno e total não existe. Assim as ideias circulam como o ar. Quanto mais livre menos fica pesado e cheio de mau cheiro (mofo). Que no caso chama-se a arrogância com o segredo somado a solidão; um medo que perderá se não registrar como fonte de renda. Arte ou desejo de comunicar para outros sobre a vida, coisas, objetos e pessoas. É uma vontade antiga remonta a Pré-História – as pinturas nas cavernas – uma vontade de transcender o tempo para mandar uma garrafa jogada para o futuro cheio de incognitas geradoras da criatividade oriunda da beleza da memória, prima da fruição – em que o direito autoral está no olhar, ouvir e sentir o seus comtemporâneos ou predecessores. E juntar num copy cola pontas soltas de contextos e pretextos que ganham novos meios de existência.
    O mercado cultural produz agora a capacidade de unir por meio de bits uma rede complexa e fluída de pessoas interagindo para além de algo compreensível sob o campo do lucro, que visa retenção por meio de exclusividade de acesso. Atualmente temos a capacidade viral de transformar pela reprodutibilidade um texto, ideia, imagens para alcançar o maior número de pessoas e produzir um impacto que pode durar alguns minutos ou meses. Contudo a grande dificuldade é a questão da temporalidade, ou seja, o que veio antes ou depois. Isto é importante não para garantir quem criou primeiro, mas o que começou, quais origens, que influências possui. Essas perguntas levam a buscar um entendimento mais amplo. Não mergulhando tudo no eterno presente. O vazio de muito ver e pouco entender. De tudo escutar e nada ouvir. Descartar algo porque não é novo. A validade dos bens da cultura está na capacidade de gerar questões para movimentar o pensar a reinvenção do diálogo entre os olhos e a cabeça e nesse intervalo o criativo surge…visando o apreender para autonomia do gesto no exercício saudável da liberdade.

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  2. Jorge da Matta 26 abril, 2012 às 11:01 am

    Espero que, mais uma vez, a arte esteja na vanguarda de novos tempos, que essa libertação se dê também em outras esferas sociais. Poderia haver uma forma de subsídio aos artistas e criadores, sem intermediários, visto que a arte é um bem coletivo e deve cumprir a sua finalidade como bem, alcançar a todos e não só quem tem dinheiro para pagar por ela. Outras formas também podem ser pensadas. Excelente artigo.

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