Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 21 maio, 2012

DIREITO AUTORAL OU INDUSTRIAL? CANTORA SERTANEJA, ROBERTA MIRANDA, QUE VENDEU 15 MILHÕES DE CÓPIAS, DIZ QUE NUNCA SOBREVIVEU DA VENDA DE DISCO

Roberta Miranda diz que pirataria acabou com a indústria, mas não com o artista

Em entrevista ao Programa do Amary JR, a cantora sertaneja Roberta Miranda faz uma revelação bombástica sobre direito autoral. A cantora que vendeu 15 milhões de cópias e, segundo Amaury JR, está em quinto lugar no ranking dos artistas que mais venderam discos no Brasil, afirma: “nunca sobrevivi da venda de disco”.  Isso na época em que não havia internet.

Ela confirma que a “pirataria” acabou com a indústria fonográfica, mas que isso não mudou muito para o artista. Para Roberta Miranda, o artista sempre sobreviveu dos shows.

Sula Miranda, que também é entrevistada no programa, concorda.

Agora imagina um jovem músico que sonha com o direito autoral. O direito autoral é na verdade, como confirma Roberta Miranda, um direito da indústria e não do artista.

Veja a partir do décimo terceiro minuto:

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UMA EM CADA CINCO MENINAS ENGRAVIDA ATÉ OS 18 ANOS E SÃO AS MAIS JOVENS AS QUE MAIS SE SUJEITAM A ABORTOS ILEGAIS

A gravidez precoce ainda continua bastante expressiva no mundo, segundo dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os dados mostram que uma em cada cinco meninas engravida até os 18 anos. Anualmente, 16 milhões de adolescentes, entre 15 e 19 anos, dão a luz um bebê, como mostra notícia da Agência Brasil.

Os fatores que contribuem para a gravidez precoce muitas vezes são culturais, vêm da própria organização de certas sociedades em que a mulher se casa mais cedo e logo torna-se mãe, mas também continuam relacionados à pobreza e à educação.

Mulheres com mais anos de educação engravidam mais tarde porque neste caso outros fatores, como a realização profissional, influenciam na decisão de não engravidar tão cedo. A falta de informação em relação a métodos de prevenção da gravidez ainda continua alta o que revela a necessidade de políticas de informação e acesso a métodos contraceptivos principalmente junto à população mais pobre.

A notícia divulgada pela Agência Brasil também lembra que a gravidez em adolescentes pode gerar problemas de saúde para a mãe e a criança, e que o número de abortos é maior entre as mulheres mais jovens que, muitas vezes, não se sentem preparadas para ser mãe.

Veja trecho:

Uma em cada cinco meninas engravida até os 18 anos no mundo, alerta OMS
Por Carolina Pimentel

Brasília – A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o grande número de mães adolescentes em todo o mundo, na véspera das comemorações pelo Dia das Mães. Calcula-se que uma em cada cinco meninas fica grávida até os 18 anos. Anualmente, 16 milhões de adolescentes, entre 15 e 19 anos, dão a luz um bebê.

Em muitos locais do mundo, as mulheres são pressionadas a casar-se e ter filhos com pouca idade, o que justifica os altos índices de gravidez na adolescência. Nos países pobres, mais de 30% das jovens casam-se antes de completar 18 anos.

A pouca escolaridade também contribui para a gravidez precoce. “As taxas de gestação entre mulheres com menos estudo é maior em comparação à das mulheres com mais anos de educação”, diz comunicado da OMS.

De acordo com a organização, muitas adolescentes não sabem como evitar uma gravidez ou não têm acesso aos métodos contraceptivos.

Outra preocupação é quanto aos problemas de saúde provocados por uma gestação na adolescência. Complicações na gravidez e no parto são a primeira causa de morte entre meninas de 15 a 19 anos em países pobres.

“Ter bebês durante a adolescência traz sérias consequências para a saúde da garota e da criança, especialmente em locais onde os sistemas de saúde são deficientes. Em alguns países, as adolescentes recebem menos cuidados durante e depois do parto em comparação às adultas”. (Texto completo)

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