Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

NÚMERO DE ASSENTAMENTOS DA REFORMA AGRÁRIA CAI 24% ESTE ANO

Reforma agrária: número de assentados cai 24% em 2012

Hermano Freitas/ Portal Terra, sugerido por Igor Felippe

Assentamento no Pará

A reforma agrária teve forte desaceleração em 2012 no País. Até o início de outubro, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) assentou pouco mais de 4 mil famílias, número cerca de 24% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo dados do órgão. A greve de servidores públicos federais e a troca de presidente podem explicar o resultado, considerado ruim pelos movimentos sociais ligados ao campo.
O número de famílias beneficiadas pela reforma agrária cai desde 2008. Naquele ano, o Incra assentou 62.683 famílias, recuando para 51 mil em 2009 e 37.352 em 2010. Em 2011 o resultado foi de 21.933 famílias acomodadas em fazendas que passaram por desapropriação – o pior resultado desde 1994. Em 2012, até agora, o governo assentou 1,3 mil famílias a menos que no ano passado.
Cada família é uma unidade de aproximadamente quatro pessoas. De acordo com o Incra, o último trimestre é o período com maior número de assentamentos na série histórica, portanto o resultado pode melhorar até o final do ano. O Ministério do Desenvolvimento Agrário não coloca metas, mas a expectativa no início do ano, antes do contingenciamento de 70% do orçamento, era atingir até 40 mil famílias assentadas até o final de 2012. A criação de novos assentamentos, no entanto, ainda exige disponibilidade de crédito e acesso aos serviços básicos. (texto completo)

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2 Respostas para “NÚMERO DE ASSENTAMENTOS DA REFORMA AGRÁRIA CAI 24% ESTE ANO

  1. Pingback: ESTA IMAGEM OU ARTE DE BANKSY, O ARTISTA DE RUA BRITÂNICO, VALE MAIS DO MIL PALAVRAS « Educação Política

  2. Rodrigo 20 novembro, 2012 às 3:42 pm

    Há dados sobre o aumento ou redução do número de famílias a pleitear assentamento?
    Caso haja reduzido, é natural que tenha havido redução no número de assentamentos, havendo ainda de ser observada a proporcionalidade entre ambos.
    Caso haja aumentado o número de famílias, há dados acerca dos critérios para assentamento? Estão sendo identificadas famílias que não tenham qualquer intimidade com a lida rural, que estejam aventurando-se?
    O INCRA está preparado para quem não tenha intimidade alguma com o trabalho rural? Oferece acompanhamento devido?
    Houve aumento ou redução de propriedades improdutivas, seja por deficiência na fiscalização, seja pelo aumento da produtividade?
    Todas essas questões precisam ser enfrentadas, a fim de não incorrermos no adágio: “Há três espécies de mentiras: mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas”. Bastaria, pois, escolher-se o fim que se quer encontrar, para então definir-se a metodologia de minha pesquisa.

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