Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

EDUCAÇÃO É TUDO MESMO: PESQUISA REVELA QUE EDUCAÇÃO FAZ VIVER MAIS, SER MAIS FELIZ E TER MAIOR CONSCIÊNCIA SOCIAL E POLÍTICA

Educação é tudo

Educação é tudo

Uma pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e realizado em 15 países membros da organização – do qual o Brasil não faz parte, explica porque o Brasil não investe em educação.

As pessoas que estudam tendem a ter maior consciência política e participação social. Além disso, são mais felizes e vivem mais. Ora, isso é tudo que parte da elite brasileira não quer e, com certeza, é por isso não temos boas escolas públicas.

Vale a pena lutar por educação porque ela é tudo mesmo.

Veja trecho sobre a pesquisa a seguir:

“Segundo o estudo, as pessoas que estudam mais são mais felizes porque tem maior satisfação em diferentes esferas de sua vida. Esse nível de satisfação pessoal é de, em média, 18% a mais para que têm nível superior em relação àquelas que pararam no ensino médio.

Em relação ao aumento da expectativa de vida, o estudo mostra que um homem de 30 anos, por exemplo, pode viver mais 51 anos, caso tenha formação superior, enquanto aquele que cursou apenas o ensino médio viveria mais 43, ou seja, oito anos menos. Essa disparidade é mais acentuada na República Tcheca, onde os graduados podem viver 17 anos a mais.

Participação política

Em outro capítulo desse mesmo levantamento, realizado com um grupo de 27 países, a OCDE chegou à conclusão de que 80% dos jovens com ensino superior vão às urnas, enquanto o número cai para 54% entre aqueles que não têm formação superior. Os adultos mais escolarizados também são mais engajados quando o assunto é voluntariado, interesse político e confiança interpessoal. (Texto Completo)

Veja mais em Educação Política:

5 Respostas para “EDUCAÇÃO É TUDO MESMO: PESQUISA REVELA QUE EDUCAÇÃO FAZ VIVER MAIS, SER MAIS FELIZ E TER MAIOR CONSCIÊNCIA SOCIAL E POLÍTICA

  1. Rodrigo 15 fevereiro, 2013 às 11:28 am

    Já que o blog fala sobre educação, dentre outros temas, buscando a imparcialidade, da mesma forma que critica – e deve contitnuar a fazê-lo, sempre que houver razões para tanto -, pode também louvar ótimas notícias, a exemplo do uso de produtos da agricultura familiar na merenda escolar (já postada) e da boa notícia que segue, quanto à educação estadual em SP.
    Como sempre digo, assim como na religião, se na política apenas procurarmos motivos para nos dividirmos, mas não para nos unirmos em prol do que realmente interessa, não chegaremos a lugar algum, sempre escondendo a trave no nosso olho para falar do cisco no olho do próximo.
    No caso que segue, a boa idéia, que sempre pode receber melhorias, pode e deve ser levada adiante pelos demais governos e prefeituras, não se procurando apenas pensar em quem fez, mas no quê podemos fazer para uma escola verdadeiramente campeã, que não seja a de samba.

    Notícia de hoje, da Folha:

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/1231062-enfim-uma-boa-noticia-de-alckmin.shtml

    gilberto dimenstein

    15/02/2013 – 08h21
    Enfim uma boa notícia de Alckmin

    O governo Alckmin é uma sucessão de notícias ruins, especialmente na questão da segurança. Mas, agora, ele está prestes a anunciar uma boa notícia: os resultados de uma experiência educacional em sua gestão. E, certamente, uma notícia de repercussão nacional entre educadores.

    No ano passado, ele testou um modelo de educação em tempo integral em 16 escolas. Nelas, além do currículo mais arejado e estímulo ao protagonismo dos alunos, os professores passaram a ganhar uma valor extra em seu salário ( 75%) com uma condição: deveriam ter dedicação exclusiva. Além disso, a escola tem o direito de remanejar os professores que não estejam funcionando de acordo com as expectativas.

    Foi realizada uma avaliação no ano passado em que os alunos demonstraram uma expressiva –em torno de 40%– de melhoria em português e matemática. Descobri que essa tendência se confirmou na prova de avaliação da rede estadual (Saresp), que será divulgada no final de março.

    Neste ano, mais 69 escolas entrarão nesse sistema de educação em tempo integral –e, no próximo, mais 148 escolas.

    Ainda falta muito, claro. Mas é uma luz no fim do túnel. Alunos que ficam mais tempo em sala de aula, currículo mais próximo do cotidiano, professores com salários melhores e com dedicação exclusiva. Some-se a isso avaliação do mérito do professor e os estímulos para que os alunos sejam protagonistas. Nessas escolas, as atividades culturais são comandadas pelos alunos, organizados em grêmios.

    É o feijão com arroz que dá certo em qualquer lugar do mundo. O que tem de fazer é universalizar no Brasil.
    Gilberto Dimenstein

    Gilberto Dimenstein ganhou os principais prêmios destinados a jornalistas e escritores. Integra uma incubadora de projetos de Harvard (Advanced Leadership Initiative). Desenvolve o Catraca Livre, eleito o melhor blog de cidadania em língua portuguesa pela Deutsche Welle. É morador da Vila Madalena.

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