Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

INACREDITÁVEL: HUGO CHÁVEZ, O PARLAMENTAR GEORGE GALLOWAY E O QUE A MÍDIA FAZ COM A CABEÇA DE UM JOVEM ESTUDANTE

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10 Respostas para “INACREDITÁVEL: HUGO CHÁVEZ, O PARLAMENTAR GEORGE GALLOWAY E O QUE A MÍDIA FAZ COM A CABEÇA DE UM JOVEM ESTUDANTE

  1. Rodrigo 12 março, 2013 às 1:07 pm

    O lado bom é ver que todo essa teatralidade vige não apenas nos EUA, no Brasil, sendo presente também na Europa. Achei que situação andasse “feia” só “pra banda de cá”…
    Suspiros, gestos… “Joga pra galera”… Ofende a parte, mas não ataca seus argumentos, tergivensando…
    Aparentemente segue à risca a cartilha do falso ofendido, que se esconde atrás da turba ou de uma falsa discriminação…
    E, olha só: vale-se da mesma linha de argumentação que cunhou a “ditabranda”, ao dizer que Chavez admitia 30 partidos de oposição…
    Falou de homossexuais na Venezuela, mas a pergunta era sobre o Irã…
    Não falou das redes de tv fechadas à força…
    Palmas pra ele, pois sabe levar a multidão no “gogó”.
    No mais, ante tantos jovens, somente posso me lembrar da realidade tucana e de governos prévios, face aos meus anseios ao votar no PT: feliz do homem que acreditou em ‘esquerdistas’ (nos falsos, diga-se de passagem) até seus 20 e poucos anos e infeliz daquele que continou a neles acreditar após tal idade.
    Os jovens estão certos, pois estão na idade de achar que há alguém realmente diferente do status quo, que realmente existe ideologia político-partidária, que realmente há dicotomia entre partidos ditos de “esquerda” e os ditos de “direita”.
    O mal é a desilusão que se segue…

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    • Ingsson 17 abril, 2013 às 9:46 pm

      Ele respondeu sobre o Irã quando disse ser contra a morte em qualquer país, época ou sob quaisquer motivos.
      Falou indiretamente das redes de TV quando disse que 95% das Redes era privadas, que tipo de país poderia ter um número tão alto se tivesse as redes fechadas sob comando do próprio presidente?
      Sinto dizer-lhe, mas não é ele que está tentando levar pessoas no gogó, mas sim o senhor, caro Rodrigo. Passar bem.

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      • Rodrigo 18 abril, 2013 às 9:10 am

        Como cantaram Pedro Luís e a Parede e Ney Matogrosso: “cada ser tem sonhos à sua maneira…”.
        Mas te indico um vídeo outro de Galloway, intitulado “Galloway meets Saddam”. No início, em entrevista, ele nega sua adoração por Saddam, ao que, após, é confrontado com o registro de sua visita e discurso muito elogioso a Saddam – também do youtube: http://www.youtube.com/watch?v=LzWNXEtwHUc&feature=youtube_gdata_player. Se não for tomar muito de seu tempo, vale a pena assistir.
        Só espero que a amnésia dele não seja seletiva, nem
        que ele goste de Chávez por conta de admirar ditadores.
        E obrigado pelos bons votos. Passe, também, sempre muito bem!

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  2. Da Silva 12 março, 2013 às 2:36 pm

    Os jovens da universidade parece que já conheciam o aluno que estavam falando. Eles riam enquanto ele argumentava. Acreditar que a estupidez de um jovem, que sequer consegue interpretar o palestrante e sequer conhece o país que está falando, é realmente inacreditável. Não há como argumentar. Bandidos que têm emissoras de TV devem ser presos, ou a prisão seria só para pobres, putas e pretos? Comparar um regime democrático, com eleições diretas para presidente e com imprensa livre com o regime ditatorial brasileiro é inacreditável também. Aí fica difícil, meu!

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    • Rodrigo 12 março, 2013 às 4:05 pm

      Ô, Sêo, Denorex também parece, mas não é.
      E nada contra as prisões serem ocupadas por pessoas das mais variadas faixas de renda. Pelo contrário! A “democratização” das prisões é algo em muito louvável e, como eu sempre digo, ficarei muito satisfeito ao ver que não há “discriminação”, mesmo a partidária, quanto aos futuros hóspedes – antes de “pobres” e “ricos”, “capitalistas” e “socialistas”, somos todos seres humanos e devemos ser igualados, levanto em conta nossas desigualdades, como cunhou Ruy Barbosa.
      No mais, difícil mesmo é ser prontamente um bandido, por criticar, sendo amigo o que indiscriminadamente afagar, agora vigendo o “falem bem e falem de mim” ou “exponha-me e eu te controlo”.

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  3. Rodrigo 13 março, 2013 às 3:07 pm

    E olha só o que a internet nos reserva… FHC cunhou o “Esqueçam o que escrevi”, Lula o “eu não sabia de nada” e qual será a de Galloway? Talvez: “o jovem de Oxford colocou essas palavras na minha boca!”
    Eis o vídeo “George Galloway meets Saddam Hussein”, no qual, ao dizer que era um dos poucos oponentes do regime iraquiano, é contraditado por sua própria fala no vídeo que segue, no qual parabeniza Saddam, o saúda, sendo ao fim aplaudido pelo ditador:

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  4. Da Silva 13 março, 2013 às 3:08 pm

    Meu, vc julga o parlamentar como um ator, ou seja, mentiroso, “falso ofendido”. Como pode? Não faça isso porque não é argumento. No entanto, os fatos mostram o contrário. O Parlamentar tem razão e conhecimento no que diz, já o jovem não tem e fala besteira. Os estudantes riem da besteira do estudante e vc leva a sério!!

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  5. Rodrigo 13 março, 2013 às 4:08 pm

    Não julgo, Sêo. Digo que ele se vale das mesmas técnicas de retórica e oratória que nossos políticos, de qualquer partido, que qualquer um que não queira contra-argumentar, mas apenas atacar. Uma técnica muito em voga em Tribunais do Júri, seja por alguns defensores, seja por alguns acusadores, por sinal.
    Isso ou ele não destratou o aluno e eu entendi tudo errado.
    E viu o vídeo com muitos elogios a Saddam, Da Silva? Espero que o elogio a Chavez não seja uma decorrência lógica do elogio e congratulações a Saddam, mesmo porque não consegui entender a posição dele: inicia a entrevista dizendo ser opositor, quanto ao regime iraquiano, ao que na sua visita a Saddam ele é elogioso. Afinal, ele se esqueceu do que falou ou “abandonou o barco que furou”?
    Mas, novamente, seguindo FHC e Lula, quanto às pérolas de cada um, ele pode cunhar: “Colocaram palavras na minha boca, Sêo jornalista mais jornalista que o editor-chefe”; “é meu irmão gêmeo”; “é uma edição do PIG”; “assim como Jesus, Lincoln e Jango, eu sou perseguido”.

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