Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

O VANDALISMO E A BADERNA DO SR. GERALDO PINHEIRINHO ALCKMIN: TEATRO DE ÓPERA, EDUCAÇÃO E SAÚDE

Canetada contra o povo

Canetada contra o povo

Os protestos nas ruas de São Paulo são uma demonstração inequívoca da insatisfação popular da juventude. Não são os 20 centavos da passagem que geram tanta insatisfação no movimento Passe Livre.

Pela quantidade de pessoas presentes no protesto, não dá para afirmar que são simplesmente “baderneiros e vândalos”, como afirmou Geraldo Pinheirinho Alckmin.

É com certeza uma das mais novas rebeldias. Acabou a lua de mel com o PT, que deve colocar as barbas de molho, e é também o resultado de quase 20 anos de políticas de sustentação da desigualdade e da manutenção da pobreza por parte do PSDB e de Geraldo Pinheirinho Alckmin.

A mesma violência que o sr. Alckmin imprimiu na desocupação do Pinheirinho e outros terrenos estão agora nas ruas de São Paulo. Quem cresce na violência, também reproduz a violência. E essa violência inicial é do próprio Estado.

A violência pode não ser o cacetete de borracha, como querem os saudosos da ditadura, mas um simples ato administrativo como o que o sr. Alckmin fez recentemente ao liberar R$ 80 milhões (!!!!) para a construção de um teatro de ópera em Campinas, após um presente (de grego) de um escritório de arquitetura, que cedeu “gratuitamente” (kkk) o projeto para a cidade.

Assim como a péssima situação da educação e da saúde em São Paulo, o sr. Pinheirinho Alckmin comete esse vandalismo com o dinheiro público. O dinheiro que será torrado neste teatro, que é apenas um exemplo, daria para construir 80 teatros menores e mais pequenos centros de cultura por toda a cidade, principalmente na periferia. Isso é vandalismo e baderna.

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7 Respostas para “O VANDALISMO E A BADERNA DO SR. GERALDO PINHEIRINHO ALCKMIN: TEATRO DE ÓPERA, EDUCAÇÃO E SAÚDE

  1. Rodrigo 12 junho, 2013 às 11:17 pm

    Então a destruição do patrimônio público, a exemplo de bases da PM, estações de metrô, lixeiras (muito emblemático, para ser exposta a “sustentabilidade de ocasião”), bem como de propriedade privada a exemplo de veículos, bancas de revista, bares e restaurantes, não é vandalismo e baderna?
    O fato de tais pessoas, que denigrem uma petição justa, prontamente surgirem com R$ 3.000,00 para fiança, não há de ser levado em conta? Quem está pagando tais fianças? Há alguém financiando essa parcela de “integrantes” do movimento?
    Importa ressaltar que, não apenas quem usa o transporte público, mas grande parcela dos brasileiros, dificilmente terá em conta corrente (posto não ser aceito cheque ou cartão de débito/crédito, para o depósito da fiança), tanto dinheiro à pronta disposição para saque.
    A crítica a Alckmin aparenta ser justa. Mais teatros, claro, serão mais úteis, pulverizando cultura. A menos que baderneiros resolvam incendiá-los, alegando que, falsamente, integrem movimento justo em sua essência, mas contaminado em seus atos executórios.
    Mas, se quiser continuar com críticas justas, pesquise sobre a licitação do transporte público em Vitória da Conquista-BA (sob comando petista há 16 anos e, confirmo, ainda sem opção melhor para a troca). Pesquise sobre quantos milhões foram destinados para o novo presídio da cidade, enquanto obras seguem paradas e maquinário furtado (só não repito seu “kkk” por saber que o valor será novamente debitado em nossos bolsos).
    Pesquise sobre os postos de saúde da zona rural que, incrivelmente, foram inaugurados sem ligação de água e esgoto – o edital não previa… Mas quem faz o edital? Não foi o tucano, nem Marina Silva.
    Mais, pesquise sobre o novo aeroporto da cidade. Jaques “PTágio” Wagner, a nova versão do Covágio, disse que, caso eleito (eleito, mas não reeleito), traria o aeroporto. Eleito e reeleito, o vice disse que o novo aeroporto local era um “sonho de boteco”, ao que o eterno candidato da oposição, em seu programa de rádio, deitou e rolou em cima de tal infâmia.
    Agora Dilma alocou dois ex-Carlistas em posições de peso no Governo: Geddel na CEF e César Borges nos Transportes; imaginemos que a CEF libere empréstimo para a obra do aeroporto (que Geddel já reclama paternidade), ao que o Ministério dos Transportes toque a obra…
    Precisa dizer mais sobre tal incrível tiro no pé?
    O inferno não são os outros; somos todos nós, homens, lobos dos homens. Bicudos e vermelhinhos, ateus e religiosos, homo e heterossexuais etc.
    Quem sabe no dia em que deixarmos de aceitar a posição de estandartes ambulantes, entendendo que, pagando tributos, temos mais que direito, mas verdadeiro dever de cobrar todos os políticos quanto à malversação dos recursos públicos, deixando de perdoar as absurdas falhas de nossos companheiros, esse país melhore.
    P.S.: e qual outro apelido poderíamos dar a Jaques “PTágio” Wagner, ante o aumento de 318% no homicídio de jovens negros na BA, durante o governo em questão? Poderia ele ser “Jacques Bandeirante”? “Jaques Exterminador do presente”?
    Macaco senta no rabo… E usa a muleta do “tem tucano há 500 anos no Brasil/Tem carlista há 100 anos na BA”, enquanto dá uma banana para o povo.
    P.S.2.: o adágio do tucano Rubens Ricúpero é mais vivo do que nunca: “o que é bom a gente mostra e o que é ruim a gente esconde”.

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  5. genivaldo 13 junho, 2013 às 2:43 pm

    Pinheirinho foi uma ocupação irregular ,ninguém tem direito de ocupar o que não é seu,simplesmente se cumpriu a lei que em um pais como o Brasil chega ser um crime,antes de criticarem a policia por ter feito o trabalho dela ,observem o que esse pessoal do pinheirinho fez tambem,outro no caso do onibus todos sao contra o vandalismo,inclusive a sociedade que depende dos onibus,chega de hipocrisia.

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