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mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Diários: 17 julho, 2013

QUE ABSURDO! MINISTÉRIO PÚBLICO SE CALA CONTRA FRAUDE DE R$ 600 MI DA GLOBO, MAS AGE EM INTERESSE INDIVIDUAL DE MINISTRO

Gilmar-Mendes-Carta-CapitalUma denúncia esquisita e que atenta contra a liberdade de expressão está em curso. O nosso Ministério Pública está cada dia mais parecido com o Doi-codi.

Vejam só, é algo esdrúxulo e esquisito. O MP defendendo os interesses privados de um indivíduo, no caso um possível crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes. Mas o mesmo MP ficou quietinho com relação ao interesse da população, quando houve o crime de mais de R$ 600 milhões em roubo de processo de sonegação fiscal da Rede Globo.

Se o ministro se sentiu ofendido, ele deveria entrar diretamente com ação e pedir indenização pelo dano, não o MP.  Que privilégio é esse? A notícia é tão estranha que parece falsa.

Veja texto abaixo.

MP denuncia Carta Capital por acusação a Gilmar

O Ministério Público Federal apresentou no início do mês denúncia contra Mino Carta e Leandro Fortes, dono e repórter da revista Carta Capital, respectivamente, e os empresários Dino Miraglia Filho e Nilton Antonio Monteiro pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal; eles são acusados de vincular o nome do ministro a uma lista de pessoas que receberam dinheiro de um esquema de caixa 2 em campanha política para o governo de Minas Gerais
O Ministério Público Federal apresentou no início do mês denúncia contra Mino Carta e Leandro Fortes, dono e repórter da revista CartaCapital, respectivamente, e os empresários Dino Miraglia Filho e Nilton Antonio Monteiro pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A acusação é que eles vincularam o nome do ministro a uma lista de pessoas que receberam dinheiro de um esquema de caixa 2 em campanha política para o governo de Minas Gerais.
A reportagem em que as alegações são feitas foi publicada pela CartaCapital em agosto de 2012. Assinado por Leandro Fortes, o texto afirma que Gilmar Mendes recebeu R$ 185 mil de um esquema financeiro montado pelo empresário Marcos Valério para abastecer o caixa 2 da campanha de reeleição de Eduardo Azeredo, hoje deputado federal pelo PSDB mineiro. A prova apresentada por Fortes é um documento fornecido à revista por Dino Miraglia e Nilton Monteiro, cuja veracidade não foi verificada pela revista. O MP afirma que os papéis são falsos.
O tal “documento” apresentava duas listas. Uma com doadores de campanha, com a quantia que cada um doou, e outra, com os beneficiários da campanha, com as importâncias que cada um recebeu. Tudo com o selo da SMP&B. O caso chegou ao Ministério Púbilco depois de representação apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, representado nos autos pelo advogado Rodrigo Mudrovitsch. (Veja texto Completo)
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