Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos Mensais: outubro 2013

BLACK BLOC PÕE EM CHEQUE O ESTADO DE DIREITO POLICIAL, NÃO O ESTADO

Os Black Bloc e os protestos em geral estão colocando em cheque o Estado de Direito Policial, não o Estado de Direito. O Estado Policial é o estado em que a polícia é a própria lei.

As ações dos Black Blocs e as manifestações estão expondo de forma vergonhosa as obscenidades do Estado de Direito Policial que se firmou no Brasil com a Ditadura de 64 e vive impunemente no interior da democracia.

A democracia foi reestabelecida, mas a herança do horror da ditadura permanece no cotidiano das ruas, das favelas, da periferia.

O aparelho do Estado Policial que torturava e matava militantes políticos não foi destruído com a volta das eleições democráticas.

O aparelho do Estado Policial foi transferido para o combate nas periferias, matando e torturando pobres e negros, principalmente, e chantageando jovens brancos da classe média. Esse Estado se mantém em permanente guerra civil contra as drogas. O mesmo soldado que é jogado nessa guerra do tráfico é o que atende a população. É um Estado que coloca o soldado em estado de guerra permanente.

O Estado de Direito Policial está presente no cotidiano, na existência aberrante de uma Justiça Militar, na dificuldade de se apurar os crimes da ditadura, nas torturas de inocentes em delegacias, no discurso vazio e sem contexto do “vandalismo”, no discurso da “ordem”, na criminalização de movimentos sociais.

Quem já não sentiu na pele um policial dizendo que a polícia também é a lei para jogar a lei na lata do lixo e estabelecer a barbárie. Ou seja, o Estado Policial persiste desde a Ditadura, mas estava restrito à periferia.

Quantos jovens, negros, trabalhadores, inocentes não foram mortos nesses últimos 30 anos por policiais nas periferias? Quem se lembra da Favela Naval e tantos outros casos de assassinatos?

Talvez o filme mais idiota da cinematografia brasileira, O Tropa de Elite, expõe de forma evidente esse Estado Policial e sua filosofia.

Os Black Blocs trouxeram esse Estado Policial para o centro da cidade, o colocaram em contato com a classe média, expuseram suas entranhas e sua violência por meio de celulares.

O PT, partido que surgiu e lutou contra esse Estado Policial, está hoje em um impasse. Uns, mais governistas e preocupados exclusivamente com as eleições do ano que vem, estão se filiando ao discurso bélico da extrema direita; outros, tentam encontrar uma saída. Nos protestos de Junho, o governo Dilma Rousseff conseguiu avançar, mas conseguirá agora ou vai retroceder e reforçar o Estado Policial?

É hora de rever o Estado Policial e a desigualdade social que se mantém sob a mira da bala e do cassetete. A polícia não pode ser a lei, ela deve cumprir a lei. É bom lembrar que tudo começou com uma ação criminosa da Polícia Militar de São Paulo em Junho deste ano.

VEJA BEM O VÍDEO: SERÁ QUE AGRESSÃO AO CORONEL DA PM FOI ARMAÇÃO DA POLÍCIA DO GOVERNO GERALDO ALCKMIN?

Parece num primeiro momento uma agressão horrível, mas observe bem o vídeo. As pancadas com paus parecem sair com pouca força e normalmente nas costas do coronel, não na cabeça.

A última, principalmente, o agressor usa uma prancha e deitada nas costas, típica agressão para não machucar. É estranho…

Um coronel sozinho no meio da manifestação?

Um coronel indefeso, frágil, agachando para se proteger?

Um policial infiltrato saca a arma? Por que não sacou antes? 

Muitos ficam em volta sem fazer nada, só tumultuando, uns gritam…É estranho…

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PETISTA JOSÉ DIRCEU E TUCANO ALOYSIO NUNES JUNTOS CONTRA O VOTO ABERTO NO CONGRESSO

Quem diria? O petista José Dirceu e o tucano Aloysio Nunes juntos contra a transparência parlamentar.

Parte do PT a cada dia se aproxima da pior direita brasileira.

Aloysio Nunes não é de se espantar ser contra o voto aberto no Congresso, aliás de Nunes nada se pode esperar.

O que mais surpreende são os argumentos esdrúxulos contra o voto aberto de parlamentares e que os dois estão de acordo. Ainda que esteja numa situação complicada, Dirceu ainda é referência dentro do Partido dos Trabalhadores.

Para Nunes e Dirceu o parlamentar vai ser perseguido. Caramba, não temos um estado de direito, ou ele será perseguido por quem? Pela presidenta que se recusaria a dar verba para um parlamentar que votaria escondido contra o governo, um traíra?

Dirceu diz que a pressão  seria do Executivo, judiciário, do monopólio da mídia. Então o monopólio da mídia já é uma instância imutável e aceita pelo PT? Isso não tem solução?  É um PT conformado com o monopólio da mídia ou acovardado? Pressão do judiciário? Mais do que Dirceu sofreu no processo do mensalão?

Por fim, diz José Dirceu:

“Faz bem Aloysio ao lembrar que “as duas únicas ocasiões em que foi imposto ao Congresso o voto aberto a vetos (presidenciais) foi em 1937 na Polaca, que instituiu o Estado Novo (ditadura Vargas), e com o ato institucional (AI-5) que impôs ao país duríssimo regime autoritário”.

Bom, aí está PT e PSDB juntinhos contra a população. Mas vale ressaltar que este último argumento de José Dirceu e Aloysio Nunes é na verdade o melhor argumento para o voto aberto.

Isso porque o voto aberto se instituiu numa ditadura e não numa democracia. Então será a primeira vez que teremos voto aberto numa democracia. O Congresso pode fazer história!

Nada melhor do que isso.  Ou será que nossa democracia, com a presidenta Dilma Rousseff eleita no poder, é uma ditadura como o Estado Novo ou como o período do AI-5?

FLAGRANTE DE RESPEITO AO POVO: POLICIAL MILITAR SE RECUSA A ATACAR MANIFESTANTES E É DESARMADO POR COMANDANTE

IMPERDÍVEL: DISCUSSÃO SOBRE COBERTURA DA MÍDIA NOS PROTESTOS DOS PROFESSORES DO RIO DE JANEIRO

Assista dos 23 aos 36 minutos.

Debate do Youpix com Pedro Dória (Editor Executivo de Plataformas Digitais do jornal O Globo), Rodrigo de Almeida (editor do portal IG), Alexandre Inagaki (jornalista, blogueiro e consultor de mídias digitais), Rafucko (videomaker e manifestante, chamado por Caetano Veloso de Cohn-Bendit de 2013), membros da Mídia Ninja do Rio e mediação de David Butter (jornalista e produtor independente com passagens pela Globo e G1).

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BLACK BLOC OU MAHATMA GANDHI: A REALIDADE PARECE MAIS COMPLICADA DO QUE SER A FAVOR OU CONTRA

black blocLonge do discurso da ordem da mídia brasileira e dos governantes que classificam os black blocs simplesmente como vândalos, “minoria que estraga a manifestação” etc, há uma certa dialética que impede de se pensar simplesmente em ser contra ou a favor.

Ora, governos e grande mídia satanizam os black blocs porque o discurso jornalístico e o discurso político de Estado são discursos de poder, que necessitam manter a ordem vigente. Vândalos, nos termos usados são definições para violência gratuita, sem sentido, estúpida. Na verdade, há muitas razões para a violência dos black blocs, diferente de muitas outras atitudes violentas como, por exemplo, brigas em campos de futebol.

Também é difícil ser a favor de black blocs quando as imagens os mostram destruindo pontos de ônibus, lixeiras e outros espaços que servem a população.

Mas os black blocs, inevitavelmente, falam a língua do sistema, a língua do poder. Uma manifestação pacífica, no limite, é uma manifestação de carneirinhos. E isso não traz resultado algum de imediato, talvez não traga nenhum resultado a longo prazo. Seria preciso ter milhares de pessoas com a tenacidade de Mahatma Gandhi. Parece impossível.

Já as manifestações com certa dose de violência, principalmente o exemplo daquela quinta-feira de junho, quando fez acender uma luz de emergência na sonolenta burocracia de poder, dão resultado. Ainda que pequenos, os resultados podem ser vistos:  votações de projetos parados na Câmara e Senado, redução do preço das passagens e urgência no programa Mais Médicos são alguns exemplos.

Isso não significa apoiar ou não apoiar os black blocs, mas qual a saída diante do país mais desigual do mundo? Como votar em eleições compradas por corporações privadas por meio do financiamento de campanha? Como reagir diante da informação de que uma empresa que explora uma concessão pública sonega R$ 1 bilhão? Afinal, onde estão os vândalos?

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O GATO COMEU A LÍNGUA: DIREITA BRASILEIRA (PSDB, PSB E PIG) NÃO TEM O QUE DIZER SOBRE O LEILÃO DE LIBRA

Português: Angra dos Reis (RJ) - Presidente Lu...

A direita brasileira (Mídia, PSDB, PSB) está muda com relação ao leilão do campo de Libra. Não há o que falar, nem sabem o que falar.

A disputa política está entre dois campos de visão situados mais à esquerda. De um lado a visão do governo petista de Dilma Rousseff, que defende o leilão como a maneira de alavancar de forma mais rápida o investimento com a participação de petroleiras associadas à Petrobrás. Lembrando que está dentro da lei para o pré-sal do governo Lula a garantia de pelo menos 30% dos negócios para a Petrobrás, mesmo que o consórcio liderado pela Petrobrás perca o leilão.

De outro, a visão de setores mais nacionalistas e dos petroleiros que defendem que o campo de Libra deve ser dado para a Petrobrás como uma ação estratégica para o país, visto que o campo já tem comprovada uma quantidade muito grande de petróleo , equivalente a tudo o que a Petrobrás produziu até hoje. Nessa visão, a Petrobrás assumiria 100% do campo e do investimento.

Longe da discussão, os ideólogos da venda da Petrobrás (ou Petrobrax) do governo de Fernando Henrique Cardoso do PSDB para petroleiras estrangeiras, estão mudos. Dizer o quê?

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APAGÃO DA CULTURA: O PROBLEMA DO GOVERNO DILMA NÃO ESTÁ NA INFRAESTRUTURA, MAS NA SUPERESTRUTURA

Uma das dificuldades da oposição ao governo federal é a incapacidade de entender os reais problemas do governo da presidenta Dilma Rousseff. A oposição só ataca onde Dilma Rousseff acerta. Esta semana mesmo só saíram números positivos: inflação sob controle, reservas cambiais em alta, obras do PAC em andamento, investimentos etc etc.

Assim que saem as notícias boas da economia,  vem a oposição e afirma que Dilma Rousseff não sabe investir em infraestrutura, que há descontrole, perigo, a economia vai mal etc.  Com uma oposição dessa, não precisa de base aliada. Dilma vence sozinha as próximas eleições. É inacreditável, mas eles (coloca a Marina Silva junto) negam a realidade para criticar o governo.

Mas Dilma tem um ponto fraco, que está blindado pela incompetência da oposição. A oposição não enxerga que o problema de Dilma Rousseff não é a infraestrutra, mas o retrocesso na área cultural e educacional em relação ao governo Lula. Claro que não se compara ao governo FHC, que foi na verdade um desgoverno. Mas com relação ao governo Lula, a questão cultural foi jogada no lixo.

Exemplos não faltam, a começar com o Ministério da Cultura que com Ana de Hollanda praticamente destruiu todos os avanços da gestão anterior. Marta Suplicy assumiu, mas trabalha dentro da perspectiva da direita civilizada, com subsídio ao acesso à cultura mercantil. Outro exemplo é o ciência sem fronteira, que foi bloqueado para as ciências humanas. É um governo tacanho na área cultural e os números começam a aparecer.  Parafraseando o PIG (Partido da Imprensa Golpista), há um apagão na superestrutura.

Acabou o sonho e a fantasia de construir um país de cultura horizontalizada que era mais ou menos alimentada e fomentada no governo Lula com avançadas políticas de software livre, direitos autorais flexíveis etc. Talvez por isso os protestos recentes tenham tido tanto sucesso. Dilma cumpre a agenda da oposição, que é a infraestrutura, e sem o patamar de real transformação social, que é a cultura.

A pesquisa que acaba de sair mostrando que os trabalhadores do setor cultural diminuíram nos últimos cinco anos expõe em números os graves problemas do governo Dilma Rousseff (PT), mas que são apagados no debate político. O número de trabalhadores do setor cultural caiu 12,6% entre 2007 e 2012. Os dados são do Sistema de Informações e Indicadores Culturais, apresentada hoje (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A população ocupada na cultura era 4,2 milhões em 2007 e passou para 3,7 milhões em 2012, enquanto a população ocupada no Brasil passou de 89,9 milhões para 94,7 milhões no mesmo período (aumento de 5,3%). A participação da cultura na população ocupada caiu de 4,6% em 2007 para 3,9% em 2012. Os dados foram extraídos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).”

O descaso cultural ou insensibilidade política para fomentar a arte e a cultura agora aparecem em números. Mas a infraestrutura vai bem. Veja os números do PAC2, melhores do nunca.

VÂNDALOS DO ESTADO: POLICIAL PEGA PEDRA NA RUA PARA ‘PROVAVELMENTE’ INCRIMINAR MANIFESTANTE

VÂNDALOS DO PODER: POLICIAL INFILTRADO COM ESTILINGUE NO BOLSO TENTA LEVAR JOVEM PARA A PM

DIA DO PROFESSOR NO RIO DE JANEIRO DE EDUARDO PAES E SÉRGIO CABRAL

BRASIL NA OBSCURIDADE: MARINA SILVA EMPOLGA EVANGÉLICOS COM ADESÃO AO PSB

malafiaSe você acha que o poder obscurantista dos evangélicos é muito grande no governo de Dilma Rousseff (PT), imagina o que vai ser se uma evangélica como Marina Silva (ex-PT, PV, Rede e agora PSB) estiver na vice-presidência da república.

Seria praticamente o começo do fim do estado laico no Brasil. As políticas seriam determinadas ou no mínimo respaldadas pelo poder dos pastores mais retrógrados. Veja que esta não é uma questão de religião, mas de política.

Marina Silva já saiu recentemente em defesa de Marco Feliciano (PSC), quando este atacou as relações homoafetivas. Para ela, Marco foi injustiçado porque era evangélico. Deus! Em notícia recente, a Rede de Marina coletou assinatura nas passeatas anti-gays do pastor Silas Malafaia. Há também inúmeros ataques desses grupos a negros, católicos e mulheres.

Imagina tudo no Brasil que promove direitos sociais, religiosos, humanos, afetivos, de mulheres e de negros esbarrar nesse tipo de discurso do preconceito evangélico.

O Brasil tem agora a chance de retroceder aos períodos mais obscuros da Idade Média e se igualar aos países teocráticos do oriente. Seria a vitória da política do ódio.

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EMPÁFIA NO SBT BRASIL E PROPAGANDA SUBLIMINAR PARA CRIANÇAS SÃO O PADRÃO NO CANAL DO SÍLVIO

sbt-brasilO SBT Brasil, jornal do SBT ancorado por Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade, é uma espécie de resumo da empáfia do jornalismo da grande mídia.

Assista e perceba no editorialismo panfletário o tom que mistura arrogância com ignorância, o que leva à empáfia. Falam como se fossem os donos da verdade do mundo, que se expressam não nas opiniões rasteiras, óbvias e conservadoras, mas no tom e no ritmo da voz.  Numa das últimas opiniões, criticaram os juízes que, atentos à lei, votaram contra a criação do partido de Marina Silva. A erguidinha no queixo, a indignação superficial na fala e no olhar…É uma coisa.  Pode se criticar a Globo, mas normalmente ela é mais sofisticada.

Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade são os apresentadores do mesmo canal de TV que faz propaganda subliminares para crianças e adultos. Há meses que essa emissora faz propagandas subliminares de menos de um segundo durante a programação, inclusive em programas como Chiquititas e Carrossel, e o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, não faz nada.

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JUNHO DE 2013, O MÊS QUE NÃO TERMINOU: POR TODO BRASIL OCUPAÇÕES E LUTAS DA POPULAÇÃO PERSISTEM

brasildefato

O mês de Junho de 2013 pode ter ficado para a história como Maio de 68. E parafraseando o grande jornalista Zuenir Ventura, junho de 13 é o mês que não terminou. Por todo o Brasil há localizados protestos e ocupações, ainda que a cobertura seja centrada no Rio e em São Paulo.

Havia no Brasil, antes de junho, uma vida muito fácil para os políticos. Bastava se eleger, trabalhar nos gabinetes sofrendo pressão apenas dos lobbies econômicos, e tentar se reeleger depois de 4 anos. Mas parece que há uma mudança, uma insistência em protestos com ocupações e paralisações. E isso vai exigir, esperamos, um pouco mais dos políticos.

E isso já está aparecendo quando obriga políticos a tomar posições, sejam mais democráticas (dialogar com os protestos, reformular propostas etc) ou sejam mais autoritárias (mandar a polícia resolver e calar os manifestantes). Antes de junho, todos os políticos eram pardos. Agora, com os protestos, tendem a mostrar o lado.

No cerne dos protestos, há o abismo entre o mundo que controla o dinheiro (seja poder público de todos os níveis ou empresariado) e uma massa da população. Esse abismo é uma desigualdade persistente e perversa. E é essa desigualdade, refletida nos péssimos serviços de saúde, educação e transporte, que parece agora ter emergido desde junho de 13.

Ou retrocedemos com a pancadaria e repressão policial ou avançamos com distribuição de renda e investimentos que façam da educação, saúde e transporte serviços públicos de qualidade.

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QUE OPOSIÇÃO É ESSA? AÉCIO NEVES (psdb) VAI À TELEVISÃO E DIZ QUE VAI DAR DINHEIRO PÚBLICO PARA RURALISTAS

Uma coisa é certa. Com essa oposição, só mesmo o MPL (Movimento Passe Livre) pode perturbar a presidenta Dilma Rousseff.

Em comercial na televisão, o candidato a presidente do PSDB, Aécio Neves, vai a Sorriso (MT) e diz que vai dar dinheiro público para os ruralistas. Que eles produzem muito, mas falta infraestrutura. É aquela velha conversa, quem quer conversar?

E depois acrescenta que vai negar recursos para o povo:  “vamos dizer o que dá e o que não dá para fazer e por quê”. Pela propaganda, ele já explica para onde vai o dinheiro público.

É a ideologia da infraestrutura, ou seja, a ideologia de levar dinheiro público para a iniciativa privada. Essa é a pressão que o PIG e que a oposição fazem ao governo.

Querem que o dinheiro público financie investimento privado, quando se deveria propor o contrário. Dinheiro privado para financiar o desenvolvimento público.

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