Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

O horror: Band pergunta se Haddad não aprendeu a lição e diz que sem tetos são privilegiados

Na voz e tom editorializado de Fabio Panuzzio, a Rede de TV Band, uma concessão pública, afirmou nesta segunda-feira (16), durante o Jornal da Band, que o Plano Diretor de São Paulo, que pode ser legitimamente aprovado pela Câmara de Vereadores (diga-se de passagem um poder público eleito pelo povo) vai privilegiar o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). Sim, é isso mesmo! Eles dizem que o MTST são uns privilegiados e eles (Continue lendo….)

4 Respostas para “O horror: Band pergunta se Haddad não aprendeu a lição e diz que sem tetos são privilegiados

  1. Irineu xavier 17 junho, 2014 às 7:07 am

    O quê esperar de uma emissora que leva o nomes de bandido errantes que saíram Brasil afora saqueando,matando,roubando,estuprando? Lamentável como esses indivíduos se tornaram nomes de ruas,avenidas,rodovias e até de tv!

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  2. marielfernandes 19 junho, 2014 às 12:26 pm

    Não tem coitadinhos nessa história. Nenhum dos lados é inocente, nem Band, nem Carta, nem MST, muito menos o PT, que vendeu esperança e entregou mensalão. Agora, mesmo sendo uma concessão, a Band tem o direito de dizer, mostrar e cobrir da forma que entende melhor e dentro da sua concepção de realidade, como fazem, por exemplo, a Carta Capital e a Veja, dois lados da mesma moeda. No mais, o outro leitor do Glauco está certo: a opinião ficou confusa entre o que seria “nós”, “eles” e todos os etc.

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  3. Ricardo A Parkis 21 junho, 2014 às 10:28 am

    Mariel também não é inocente nessa história. Carta Capital e Veja, dois lado da mesma moeda é a coisa mais absurda que já li. Sou leitor da Carta Capital leio muitas críticas ao governo, com grandes espaços em matérias para Aécio e Eduardo Campos. Mas nunca vi na Carta Capital associação com criminosos e disseminação do ódio com colunistas como na Veja. Todos os colunistas de Carta Capital são ponderados e analíticos. E outra, a Band não pode dizer o que quer e, nesse caso, defendeu seus próprios interesses econômicos por meio de uma concessão pública e mais, em tom arrogante e de ameaça a um Prefeito. Veja o vídeo do jornal daquele dia.

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    • marielfernandes 21 junho, 2014 às 6:55 pm

      Ricardo, você está muito certo, não tenho nada de inocente, mas talvez eu tenha sido pouco claro. Quando digo que Carta e Veja são dois lados da mesma moeda entendo que as duas publicações dão suas versões dos fatos, em acordo com o que acreditam, com quem as patrocina, suas noções de isenção e tipos de abordagem. Seria absurdo não entender assim o jornalismo que ambas praticam. Sou leitor de ambas: é preciso conhecer a lógica empregada pelos nossos formadores de opinião, ou seremos massa de manobra, concordamos nisso? O que infelizmente posso afirmar é que, de modo geral (para abrir um fio de esperança nessa conversa), nenhuma publicação resiste à uma lupa ética e, sem que eu conheça excessão, todas defendem de frente ou no obscuro das coisas os seus próprios interesses e modo de ver o mundo. Como acredito, a imprensa pode sim dizer o que quer, como eu e você, ainda que eu e você não sejamos uma concessão. Você tem razão: ela foi arrogante e -de fato- usa de uma violência típica dos imbecis. Mas existem recursos jurídicos pra isso, inclusive o de permite a retirada da concessão. É um processo democrático. Tenho certeza que você defende o princípio. Obrigado pela gentileza da resposta. Abraço, Mariel.

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