Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos da Categoria: TEMAS CAPITAIS

Professor defende redução de imposto para a classe média e taxação de super-ricos | CartaCampinas

Fonte: Professor defende redução de imposto para a classe média e taxação de super-ricos | CartaCampinas

Tragédia anunciada: estudo da Unesp mostra que política de segurança do PSDB disseminou a violência no estado de São Paulo

EXCLUSIVO! Um estudo, feito por pesquisadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT/Unesp), e apresentado em evento More…

Einstein chocado: Brasil descobre que SUS não funciona porque médicos desafiam lei da física

O maior problema do SUS é a consulta médica. Isso todo brasileiro sabe. Mas agora o Brasil está descobrindo porque o Sistema Único de Saúde (SUS), apesar de suas qualidades, não funciona nesta área. O SUS More…

São necessários quatro empresários brasileiros para produzir o que um americano produz

Quatro empresários brasileiros são necessários para atingir a mesma produtividade de um empresário americano. O dado é do Conference Board, organização More…

Terceirização total é ‘regressão ao trabalho escravo’, diz professor da Unicamp Ricardo Antunes

O professor Ricardo Antunes, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, afirmou que o Projeto de Lei 4330, que regulamenta a terceirização nas empresas brasileiras e autoriza que as companhias terceirizem também suas atividades-fim equivale, mantidas as  More…

De volta à Idade Média: Comissão de Agricultura da Câmara aprova proposta que legaliza trabalho escravo

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (15) uma proposta que na prática vai legalizar o trabalho degradante e análogo More..

Agora vai para Cuba: enquanto tolos xingam Cuba, empresários brasileiros ganham dinheiro na ilha

Enquanto tolos xingam Cuba pelas redes sociais e nas ruas, empresários brasileiros ganham dinheiro e começam a dinamizar o comércio entre os (continue…)

Ministro de Dilma (PT), Joaquim Levy prefere taxar quem trabalha e não quem é rico

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, do governo petista de Dilma Rousseff, prefere taxar quem trabalha e não quem é muito rico. Para ele, a taxação de grandes fortunas arrecada pouco e não traz grandes More…

Dilma mantém no BNDES professor da Unicamp que concentrou ainda mais o mercado brasileiro

AG BRLuciano Coutinho continua no BNDES A Secretaria de Imprensa do Palácio do Planalto informou que o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, vai permanecer More…

Ministro Gilmar Mendes é flagrado pela PF ao ficar indignado com prisão de acusado de corrupção

Reportagem da revista Época relata que o ministro do Supremo Tribunal Federal,Gilmar Mendes, ficou indignado com a prisão do governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), acusado de corrupção pela Polícia (mais…)

Rede Globo: revolucionária nos costumes, reacionária na política e na economia

A Rede Globo tem tido nos últimos anos uma papel tão importante no comportamento sexual da sociedade brasileira quanto na polícia. Mas esse papel se revela em dois lados de (Mais…)

Brasil dos oligopólios: em 50 anos, país consolidou uma economia dominada por cartéis

Você nem percebe, mas quase tudo que faz no seu cotidiano passa pela conta bancária dos oligopólios e cartéis econômicos que amarram e dominam a economia brasileira. Muitos foram formados nos anos More…

Massa falida: 8,1% dos brasileiros são donos de quase 90% de toda a riqueza do país

Um estudo do economista Róber Iturriet Avila, pesquisador da Fundação de Economia e Estatística (FEE) e professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, publicado pelo site Brasil Debate, mostra More…

Futuros médicos do Brasil e seu inacreditável racismo, misoginia e grosseria

Alunos de medicina da USP de Ribeirão Preto fizeram uma inacreditável letra de música de tão estúpida, grosseira e horrenda. O texto mostra racismo, misoginia e reificação da (Continue lendo…)

Colunistas do Uol adivinharam: ‘Lobão aceitou o papel de bufão do conservadorismo’

A participação de Lobão na reunião de pessoas em defesa de um Golpe de Estado, após eleição presidencial no último domingo, mostra que ex-cantor e agora líder do ‘nonsense’ More…

Banco Central independente está na raiz da crise hipotecária dos EUA e da Europa

A crise de hipotecas (garantias) de imóveis dos Estados Unidos em 2008, e que se alastrou pela Europa, tem afetado praticamente todo o mundo desde aquele período. Na raiz desse problema está a independência de Bancos Centrais como o Federal Reserve (Banco Central dos EUA) e o Banco (Continue lendo…)

Enquanto classe média baba, evangélicos conservadores tomam o poder no Brasil

A briga alimentada pela grande mídia entre PT e PSDB já dura 12 anos. A grande mídia e setores conservadores acreditam a cada eleição que vencerão os laços petistas na sociedade brasileira e comprometem assim uma discussão mais ampla sobre a política.
Destilam rancor com colunistas e fazem todo tipo de malabarismo jornalístico para recuperarem o poder. Enquanto isso (continue lendo…)

7 x 1: o fascínio do futebol está em surpreender a todos, até os alemães

O esporte que mobiliza multidões e milhões de dólares em todo o mundo tem suas razões de ser o que é.

Uma delas é a derrota do Brasil nesta terça-feira (8) no Mineirão por 7 x 1 para a Alemanha.

Nem o mais otimista dos alemães nem o (Continue lendo…)

Vexame da imprensa! Copa faz estrangeiros conhecerem a manipulação da mídia brasileira

A Copa do Mundo de futebol está fazendo algo inesperado no campo do jornalismo e da mídia brasileira. Com a presença grande de turistas e jornalistas do mundo todo no Brasil, a mídia internacional está descobrindo a falta de profissionalismo (Continue Lendo…)

O horror: Band pergunta se Haddad não aprendeu a lição e diz que sem tetos são privilegiados

Na voz e tom editorializado de Fabio Panuzzio, a Rede de TV Band, uma concessão pública, afirmou nesta segunda-feira (16), durante o Jornal da Band, que o Plano Diretor de São Paulo, que pode ser legitimamente aprovado pela Câmara de Vereadores (diga-se de passagem um poder público eleito pelo povo) vai privilegiar o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). Sim, é isso mesmo! Eles dizem que o MTST são uns privilegiados e eles (Continue lendo….)

Polícia de Alckmin joga spray de pimenta no olho de manifestante dominado

A abertura da Copa do Mundo foi uma bonita festa no estádio Itaquerão e sem problemas de organização, mas uma imagem ficou marcada novamente pelo despreparo e violência da Polícia Militar de São Paulo, comandada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Em total covardia, um manifestante dominado (Continue Lendo…)

Sabesp e Petrobrás devem ser as estrelas das próximas eleições

A Sabesp e a Petrobrás devem ser as estrelas das próximas eleições. As duas empresas representam, de certa forma, o modelo de administração pública na economia de PSDB (que comanda a estatal Sabesp há 20 anos) e do PT (que comanda a Petrobrás há 12 anos). Ambas empresas de economia mista. A diferença básica entre as duas empresas (Continue Lendo…)

Lei de Patentes atual impede preços baixos e produção de medicamentos no Brasil

Especialistas foram unânimes em defender, nesta quinta-feira (3), alterações na Lei de Patentes (Lei 9.279/96) para baixar os preços de remédios. O acesso a medicamentos a preços acessíveis foi discutido em audiência pública (Continue Lendo…)

HÁ ALGO DE ESTRANHO NA LAVAGEM CEREBRAL QUE A GLOBO FEZ NA SOCIEDADE COM A MORTE DE CINEGRAFISTA

As imagens mostradas durante a semana do autor de lançar o rojão são muito diferentes da pessoa (Caio Silva de Souza) que foi presa como autora do acidente(Continue lendo…)

DEMOCRACIA PRECISA CHEGAR AO QUARTEL: QUANDO A POLÍCIA VAI PARAR DE MATAR E TORTURAR COMO NO TEMPO DA DITADURA?

polícia e tráfico

O vício da guerra

Não há lei nas delegacias de polícia do Brasil. E também raramente há leis nas abordagens policiais.

Nas últimas semanas, com a cobertura da grande imprensa, forçada pela cobertura da internet, o Brasil assiste aos métodos de tortura e assassinato da polícia que se iniciaram na ditadura e até hoje persistem.

Paraná, São Paulo, Rio, Minas Gerais, etc. Por todo Brasil há casos de tortura e assassinato na mãos de policiais, mesmo após mais de duas décadas depois do fim do regime criminoso que durou até a eleição de Fernando Collor de Mello.

Certa vez, um amigo foi abordado por um policial militar na linha vermelha do Rio de Janeiro, tentou conversar. Ao citar uma legislação que conhecia, o policial ficou enlouquecido com um discurso de que “o policial também é a lei, o juiz não está na rua”. Esse é o slogan de regimes fascistas, mas é o que se ouve ainda hoje. Meu amigo se calou porque não sairia vivo se continuasse a argumentar.

Policiais honestos e democratas, quando denunciam colegas, são fuzilados, assim como são fuzilados pobres, pretos e prostitutas pelas periferias de São Paulo e do Brasil.

A guerra do tráfico impede que os policiais ajam de forma mais civilizada. Eles estão o tempo todo em guerra, percorrendo ruas, enfrentando um inimigo em qualquer canto. É quase impossível ter uma polícia mais democrata e respeitadora do cidadão na situação de rua em que são colocados os policiais. Eles agem com o cidadão comum, muitas vezes, em estado de guerra. Na periferia é a própria guerra. Daí as “justificativas” do sequestro e da tortura que deveriam ser atividades exclusivas de “foras da lei”.

A guerra contra as drogas alimenta a ideologia do Estado de violência, que funciona como um narcótico. Quanto mais viciado, mais violência policial precisa. E assim, esse estado vai produzindo, em cada esquina, os Amarildos da vida e a execução das famílias de policiais.

É uma overdose e o vício aumenta. Os grupos de poder alimentam a necessidade de mais armas, mais munição, mais prisões, como uma droga sem fim. Na base, o soldado que vai para a rua é o grande viciado e sem luz no fim do túnel.

As consequências desse estado de guerra, provocado pela desigualdade perversa e pela criminalização das drogas, é uma polícia que não consegue e nunca vai chegar ao Estado de Direito.

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PASSE LIVRE É VIP! O QUE ACONTECERIA SE O TRANSPORTE PÚBLICO EM SÃO PAULO SE TORNASSE GRATUITO?

Ônibus de graça é um luxo!

Ônibus de graça é um luxo!

Aconteceriam muitas coisas, veja só:

1. A primeira seria a economia de quase todas empresas da cidade que têm empregados. Sem a necessidade de gastar com vale-transporte, o empresário aumenta a sua lucratividade.

2. As madames dos jardins e as pessoas que precisam de serviço doméstico também sairiam ganhando porque também economizariam em torno de 30% no custo do empregado. Seria uma ótima notícia para os bairros nobres,  ainda mais agora que o Brasil da Dilma Rousseff garantiu direitos trabalhistas para as empregadas domésticas.

3. Os trabalhadores em geral e os trabalhadores domésticos também sairiam ganhando porque não se anda de ônibus apenas de casa para o trabalho, mas para muitas outras coisas, inclusive para médicos, escola, lazer, etc. A população teria mais acesso à cultura.

4. Além disso, uma empresa com vários funcionários poderia contratar mais só com a economia do dinheiro do transporte. Bom para as empresas e para quem está desempregado.

5. Com a gratuidade, muita gente que tem carro poderá deixar o carro em casa. Como o sistema é muito ruim, isso com certeza levará algum tempo, mas logo se notará uma melhora no trânsito, com a diminuição do número de automóveis.

6. Diminuindo o número de automóveis, a velocidade aumenta e os congestionamentos diminuem, podendo até acabar. Isso geraria uma economia enorme para a cidade. Melhorando o fluxo, as madames dos jardins e áreas nobres não precisariam pegar o busão, mas andar tranquilamente com seu carrão, sem trânsito. Uau! Que luxo!

7. Isso sem contar com a facilidade e melhora na agilidade do atendimento de ambulâncias, policiais e do corpo de bombeiro.

8. Tudo lindo, mas quem vai pagar a conta? A conta deve ser paga por quem está ganhando. As empresas e os mais endinheirados. É, além de tudo, uma ótima forma de se fazer justiça social, cobrando uma taxa para o transporte público de quem anda de helicóptero, grandes empresas e áreas nobres.

9. Sendo gratuito, os cobradores não seriam mais necessários. Sim, isso geraria desemprego, mas poderá ser absorvido pelos novos empregos que serão gerados, inclusive como motorista de ônibus, visto que será necessário aumentar o número de ônibus com o aumento da demanda.

10. As empresas de ônibus ganhariam muito mais. O número de ônibus seria muito maior para atender a demanda.

11. E mais importante, o transporte público gratuito mudaria uma política que dá errado há mais de 50 anos. Por mais que se faça, o trânsito de São Paulo só piora, mesmo com gastos estratosféricos em ruas, avenidas, rodoanel, pontes, etc, etc. Então, faz muito sentido testar uma alternativa. E se não der certo? Bom, aí empatou.

12. Pensando bem, e por tudo isso, acho que essa proposta é vip e beneficiaria os mais ricos (rs…rs…), mesmo que eles paguem por essa mudança.

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MODELO NEOLIBERAL DE MILTON FRIEDMAN PODE TER CHEGADO AO FIM NO BNDES DE LUCIANO COUTINHO

Será o fim do neoliberalismo no BNDES?

Será o fim do neoliberalismo no BNDES?

Inflação resistente, concentração de capital, aumento dos juros e piora na balança comercial. Esse é o cenário que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ajudou a construir no Brasil nos últimos anos com sua política que parece ter saído do neoliberalismo do consenso de Washington. Enquanto os governos Lula/Dilma avançavam na distribuição de renda, o BNDES comandado por Luciano Coutinho, concentrava empresas e capital.

Nos últimos anos, o banco torrou dinheiro público para financiar a concentração do mercado, ao formar grandes grupos como os frigoríficos JBS e Marfrig, Fibria (papel), OI (telecomunicação), Brasil Foods (Sadia/Perdigão) e LBR (laticínios). A aposta, como já era de se esperar, foi um fiasco para o banco e para o Brasil. Apenas esses seis conglomerados pegaram do banco R$ 13 bilhões para concentrar renda e capital. E nesse valor não está computado o juro abaixo do mercado, conforme informação de Samantha Maia, em reportagem da Carta Capital.

A ilusão do banco era incentivar as exportações, mas obviamente deu tudo errado. O número de empresas exportadoras diminuiu com essa concentração e com problemas externos. O banco que teve um lucro via BNDESpar de R$ 4,3 bilhões em 2011 caiu para R$ 298 milhões no ano passado. Além disso, esses grandes conglomerados cresceram demais, se endividaram e o banco está correndo o risco de tomar enormes prejuízos junto com o povo brasileiro, que vai pagar a conta. Sem contar o número de demitidos que acontecem quando há concentração de capital. Se o BNDES fosse uma empresa, Luciano Coutinho, já teria sido demitido. Não é, e isso explica um pouco as dificuldades do governo Dilma Rousseff com a inflação, os juros e a balança comercial.

A reportagem de Samantha Maia diz que o banco decidiu mudar de rumo depois de tantos erros e pretende investir em empresas com potencial tecnológico. Essa ideia é um grande acerto, mas não deveria ser só isso. O BNDES deveria ser o cérebro da ação prática da política econômica do governo federal, atuando junto com o Banco Central no combate à inflação, na redução dos juros e dinamização da economia brasileira.

Com todo o arsenal de dados e informações disponíveis no governo, é possível fomentar investimentos em áreas de inflação resistente, multiplicando o número de empresas que produzem itens inflacionados ou itens de dependência tecnológica (e não o contrário, concentrando o mercado com o financiamento de fusões e aquisições).

Outra aposta de combate à inflação é a multiplicação de médias empresas que utilizam matéria-prima agrícola de consumo das famílias brasileiras ou financiando empresas e cooperativas de agricultores. Há uma infinidade de atuações que o banco poderia desenvolver com os dados presentes no próprio governo a fim de contribuir com o desenvolvimento não só econômico, mas também social do país.

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GUERRA CONTRA AS DROGAS: A HUMANIDADE PARTIU PARA A IGNORÂNCIA, MAS SERÁ ESSA A ÚNICA NÃO-SOLUÇÃO?

Milhares passam fome e milhõe$ combatem as drogas

Milhares passam fome e milhõe$ combatem as drogas

Quando duas pessoas saem no tapa ou partem para a briga, é comum usar a expressão popular: “eles partiram para a ignorância”. Partir para a ignorância é romper toda a capacidade de diálogo, é a guerra. Quando o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, declarou guerra às drogas, há 40 anos, e levou vários países a seguir essa estratégia, ele também decidiu partir para a ignorância.

É por isso que até hoje a chamada guerras às drogas não acabou e os países continuam a “partir para a ignorância” sem fim. E provavelmente passaremos mais 40 anos na pancadaria contra as drogas. Há 4 décadas, todas as polícias de praticamente todos os países combatem as drogas com armas de fogo pesada, equipamentos de guerra, tapas, pontapés e assassinatos. E o resultado? Não, não há resultado.

O tráfico e o consumo de drogas só tem aumentado, na maioria das vezes com a complacência e parceria de quem deveria combater.

Não seria hora de pensar em uma nova guerra contra as drogas? Não seria mais inteligente combater as drogas de outra forma, visto que essa não tem dado resultado?

Que tal uma guerra humanitária e política contra as drogas? Por que não investir pesado em uma região dominada pelo tráfico, que normalmente são regiões pobres, como favelas? No lugar de intervir, investir. Assim, os combatentes contra as drogas seriam outros, pessoas comuns. Veja só:

O primeiro batalhão de artilharia poderia ser de arquitetos e engenheiros que, armados de pranchetas e cálculos, em parceria com a comunidade, desenharia um plano de urbanização, com casas decentes para todos os moradores, ruas, escolas, hospitais, locais de lazer, para comércio, indústria e até para agricultura de hortaliças. Em seguida, um batalhão armado com retroescavadeiras, pás e enxadas para erguer um novo bairro por etapas, com a consonância dos moradores.

Na sequência entram mais três batalhões para fuzilar as drogas.

Um batalhão seria das secretarias de Educação, Saúde, Esporte e Lazer, com atendimento das crianças de zero a 18 anos, programando educação e atividades escolares, culturais e esportivas.

Outro batalhão entraria para financiar pequenos negócios, profissionalização e assistência social para os adultos. Esse seria um batalhão persistente e implacável com a miséria social e econômica.

E, por último, um postinho da polícia comunitária.

Será que daria resultado? Por que não testar?

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FUNDAMENTALISTAS DO MERCADO E DO LUCRO FÁCIL PRESSIONAM GOVERNO E BANCO CENTRAL PARA AUMENTAR OS JUROS

Dilma sob pressão

Não é só de felicianos e de fundamentalistas religiosos que vive a política brasileira. Há também os fundamentalistas do mercado, que pressionam o governo Dilma Rousseff para o aumento dos juros, que lhes trará milhões de rendimentos.

Depois de décadas de lutas para baixar os juros, os fundamentalistas do mercado, impulsionados pela grande mídia, tentam a todo o custo fazer com que os juros voltem a patamares elevados, impedindo a produção e aumentando os gordos lucros dos financistas.

Notícias espalham o terror na população. É o preço do tomate, da cebola etc etc. É a inflação que subiu 0,5% etc etc. Isso vira um tsunami de informações, uma pressão arrasadora sobre o governo.

É lamentável ver a grande mídia fazendo esse papel sujo a serviço da economia financeira que desde os anos 80 vem destruindo mercados e economias. No entanto, esse serviço é bastante explicável pela partidarização que tomou conta da grande imprensa nos últimos anos.

Ao aumentar os juros, os rentistas ricos ficam mais ricos e o crescimento econômico também cai, enfraquecendo o governo para as próximas eleições. Dessa forma, os interesses econômicos, político-eleitorais das empresas de mídia e de setores conservadores da sociedade ganham mais fôlego para ficar mais à vontade no poder.

Com certeza existem outras medidas para baixar a inflação e o governo pode e deve investir em medidas alternativas, ainda mais em um momento em que os juros estão baixos no mundo inteiro.

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REDAÇÃO EM PROVA DO ENEM, QUE TEM 6 MILHÕES DE INSCRITOS, SÓ COMPLICA E DEVERIA SER TROCADA POR QUESTÕES DE LITERATURA

fOTO: WIKIPEDIA ENEMAs últimas notícias sobre a prova de redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), em que alunos escreveram receitas de miojo e o hino do Palmeiras só reforçam a ideia de que a prova de redação é desnecessária.

É evidente que a avaliação de produção de texto é importante, mas essa opção deveria ser reavaliada em uma prova ampla, que tem abrangência nacional e conta com 6 milhões de inscritos.

Desde o início do Enem, a prova de redação é usada por interessados em destruí-lo. Além disso, a redação tem sido um foco de problemas, inclusive jurídicos, para o exame, que é de fundamental importância para o país e estabelece igualdade entre jovens ricos e pobres, de norte a sul do país.

A prova de redação é provavelmente o item mais caro para a correção, visto que exige um batalhão de corretores para avaliar 6 milhões de redações. E qual é realmente sua eficácia? A avaliação da escrita deve ser feita nas escolas, em salas com poucos alunos, em que o professor acompanha de forma individualizada cada aluno.

Num grande exame nacional, essa avaliação poderia ser substituída por respostas curtas ou por uma boa prova de literatura, em que o aluno deveria demonstrar conhecimento de romances e poesia brasileira, com livros pré-estabelecidos. Se o aluno tem uma bola leitura, certamente ele também terá uma boa escrita. Isso é um conhecimento redundante na prática educacional. Quem não lê, não escreve, diz o ditado.

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