Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos de tags: 2012

O PECULIAR HUMOR DE GARFIELD PARA O PRIMEIRO DIA DE 2012

A mulher pergunta:

Alguma resolução de Ano Novo, Garfield?

A feição do mais famoso gato das tirinhas é a mesma de sempre. Nenhuma expressão, nada a declarar, se fosse algo seria um certo desprezo, mas talvez nem chegue lá. Talvez possa estar pensando: que papo é esse de resolução. Coisa inútil!

Veja mais em Educação Política:

SENSACIONAL: CARNAVAL 2012 DA ESCOLA DE SAMBA DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DO BRASIL, UNIDOS DA IMPUNIDADE
HUMOR: PRIVATARIA TUCANA CHEGA ÀS TELAS DE CINEMA COM ROTEIRO COMPLEXO QUE ENVOLVE MÍDIA E POLÍTICA
SENSACIONAL: CAPA DA REVISTA VEJA EM 1888, ÀS VÉSPERAS DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
HUMOR: UMA FOTOGRAFIA INACREDITÁVEL DE ROBERTO REQUIÃO COM CARA DE POODLE E APOSENTADORIA DE EX-GOVERNADOR

2011 FOI O ANO EM QUE DILMA MOSTROU A QUE VEIO E A OPOSIÇÃO AMARGOU DIVISÕES INTERNAS E MÁS NOTÍCIAS

Agora é esperar 2012...

O primeiro ano de governo representava um desafio para a presidente Dilma Rousseff, mas ela parece ter respondido muito bem a ele, como mostra texto de Marcos Coimbra publicado pela revista Carta Capital. Driblando as crises, a presidente mostrou a que veio e não só deu continuidade aos avanços do governo Lula, como também aprofundou muitos deles.

A presidente foi firme no combate à corrupção, o que lhe rendeu simpatia de diversos setores da sociedade. Resistiu às pressões feitas pela direita e por parte dos meios de comunicação, soube comandar o país com segurança e passou essa imagem para os países ao redor do mundo.

Dilma aprofundou programas sociais, está atenta a problemas de saúde pública, como a questão do crack, aprovou a Comissão da Verdade, está indo contra as pretensões do STF e, na medida do possível, vem se tornando uma aliada da opinião pública que, pelo menos até agora, não tem motivos para se indignar contra ela, como lembra o texto de Coimbra.

Obviamente, um presidente da república não faz milagres. Também não devemos nos iludir e acreditar que as intenções de Dilma serão prontamente atendidas e que o Brasil do seu governo é um paraíso. Quando fala-se bem de um governo não é porque tudo esteja uma maravilha, e sim porque este parece estar no caminho certo para resolver os problemas sociais e históricos de seu país, corrigindo desigualdades e injustiças nos mais diversos níveis.

Dilma parece estar fazendo tudo isso. Já a oposição não tem muito o que comemorar de 2011. Os partidos de oposição viram seu espaço no Câmara e no Senado diminuir consideravelmente, o PSDB se dividiu internamente e seu discurso está cada vez mais confuso entre as conquistas de Lula ou o legado de FHC. Aliás, com este último talvez a oposição nem possa mais contar depois das denúncias de privataria que abalaram a estrutura da direita nacional. Assim, se em 2011 Dilma ganhou feições próprias, a oposição surpreendeu-se sem forma no jogo político nacional.

Veja trecho inicial do texto:

Drible nas crises
Por Marcos Coimbra

O ano de 2011 foi bom para o governo. Mas poderia ter sido melhor. Para a oposição, trouxe principalmente más notícias.

Quando começou o ano, o maior desafio que Dilma Rousseff tinha pela frente era assumir o lugar de Lula e não deixar que a maioria da população, que o aprovava enfaticamente, sentisse saudade. Ficasse com a sensação de haver perdido algo que prezava.

Isso, ela conseguiu e não foi um feito desprezível.

Se Lula tivesse terminado o mandato com perto de 90% de aprovação popular “apenas” pelas realizações objetivas de sua administração, a tarefa de Dilma já seria grande. Mas ele era também um presidente querido. O País sentia por ele afeição, seja pela história de vida, seja por sua capacidade de estabelecer uma comunicação calorosa com o cidadão comum. Para qualquer político, por mais experiente e habilidoso que fosse, seria um problema suceder alguém como Lula. Imagine-se para ela.

No exterior, Dilma é considerada uma importante liderança, que assumiu com naturalidade o papel de porta-voz de um Brasil com mais protagonismo. Dentro do País, seu trabalho à frente da Presidência é aprovado por cerca de 80% dos brasileiros. Quatro em cada cinco estão satisfeitos com o que ela faz. Os que reprovam o governo representam algo perto de 10%, um cidadão em cada dez.

Dilma chega ao fim de 2011 com muito que comemorar.

Resistiu ao desgaste de uma série de problemas que começaram em junho, com a demissão do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, e continuaram durante todo o segundo semestre. Seis ministros acabaram substituídos, quase todos por suspeita de irregularidades, algumas graves, outras menores. Em nenhum episódio foi vista como conivente ou tolerante. Atravessou-os como a maior interessada no seu esclarecimento, como quem queria aproveitar cada um para aprofundar a “faxina” na administração federal. (Texto completo)

Leia mais em Educação Política:

CORREGEDORA DO CNJ, ELIANA CALMON, ABALOU AS ESTRUTURAS DO CENTRO IRRADIADOR DA DESIGUALDADE SOCIAL E ECONÔMICA
BRASIL JÁ É A SEXTA ECONOMIA MUNDIAL, NO ENTANTO, PADRÃO DE VIDA EUROPEU SÓ SERÁ ALCANÇADO ENTRE 10 E 20 ANOS
EDITOR DO LIVRO ´PRIVATARIA TUCANA` CONSULTOU TRÊS ADVOGADOS, UM MEMBRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO E FEZ QUESTÃO DE OBTER AS PROVAS ORIGINAIS DOS DOCUMENTOS
CPI DA PRIVATARIA TUCANA REVELA AS DIVISÕES INTERNAS DO PT: MENOS DA METADE DAS ASSINATURAS QUE PEDEM A COMISSÃO É DE MEMBROS DO PARTIDO
%d blogueiros gostam disto: