Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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Prefeito do PSDB do interior prova que governo Alckmin foi irresponsável com a água

“É racionamento, não é racionamento, é restrição hídrica, não é restrição hídrica”. É mais ou menos assim que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) tem explicado a lambança que fez na administração da água potável que abastece São Paulo e cidades da região de Campinas, como Itatiba, More…

Estratégia de Alckmin pode colocar Sistema Cantareira em colapso, diz diretor da ANA

O diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, questionou a estratégia do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de evitar o racionamento de água em São Paulo. (Continue lendo….)

GERALDO ALCKMIN SENSACIONAL: DISSE QUE IA SE INFORMAR EM 2011 E PROCESSA UMA ÚNICA(?) EMPRESA POR CARTEL(?) EM 2013

O VANDALISMO E A BADERNA DO SR. GERALDO PINHEIRINHO ALCKMIN: TEATRO DE ÓPERA, EDUCAÇÃO E SAÚDE

Canetada contra o povo

Canetada contra o povo

Os protestos nas ruas de São Paulo são uma demonstração inequívoca da insatisfação popular da juventude. Não são os 20 centavos da passagem que geram tanta insatisfação no movimento Passe Livre.

Pela quantidade de pessoas presentes no protesto, não dá para afirmar que são simplesmente “baderneiros e vândalos”, como afirmou Geraldo Pinheirinho Alckmin.

É com certeza uma das mais novas rebeldias. Acabou a lua de mel com o PT, que deve colocar as barbas de molho, e é também o resultado de quase 20 anos de políticas de sustentação da desigualdade e da manutenção da pobreza por parte do PSDB e de Geraldo Pinheirinho Alckmin.

A mesma violência que o sr. Alckmin imprimiu na desocupação do Pinheirinho e outros terrenos estão agora nas ruas de São Paulo. Quem cresce na violência, também reproduz a violência. E essa violência inicial é do próprio Estado.

A violência pode não ser o cacetete de borracha, como querem os saudosos da ditadura, mas um simples ato administrativo como o que o sr. Alckmin fez recentemente ao liberar R$ 80 milhões (!!!!) para a construção de um teatro de ópera em Campinas, após um presente (de grego) de um escritório de arquitetura, que cedeu “gratuitamente” (kkk) o projeto para a cidade.

Assim como a péssima situação da educação e da saúde em São Paulo, o sr. Pinheirinho Alckmin comete esse vandalismo com o dinheiro público. O dinheiro que será torrado neste teatro, que é apenas um exemplo, daria para construir 80 teatros menores e mais pequenos centros de cultura por toda a cidade, principalmente na periferia. Isso é vandalismo e baderna.

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GOVERNADOR ALCKMIN, O SR. COLOCARIA SEU FILHO EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE SÃO PAULO DEPOIS DE 17 ANOS DE GOVERNO DO PSDB?

Político em mandato deve ser atendido no SUS (Sistema Único de Saúde) e colocar o filho na escola pública. Só assim, educação e saúde devem melhorar.  Imagina

Veja no vídeo abaixo o caso do governador Geraldo Alckmin (PSDB) que em breve completará 8 anos como governador, dos quase 20 do PSDB em São Paulo.  É exemplar.

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Estilo: extrema direita no governo e violência sem limites nas ruas

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Violência contra moradores de rua em Goiás mostra situação ‘fora de controle’

Marconi Perillo nega atuação de grupos de extermínio, mas ativistas dos direitos humanos afirmam que governo do PSDB permitiu agravamento da situação e sugerem intervenção

Por: Raimundo Oliveira, da Rede Brasil Atual

São Paulo – “A crise de segurança no estado de Goiás fugiu ao controle.” A constatação, motivada pelos recentes episódios violentos contra moradores de rua em Goiânia, se alastra. A mesma declaração foi dada à RBA pelo vereador de Goiânia Tayrone Di Martino (PT) e pelo coodenador do Centro de Referência em Direitos Humanos João Bosco Burnier, Eduardo Mota.

No último sábado (6), dois moradores de rua foram assassinados na capital – uma criança de aproximadamente 11 anos e um adulto de 31. Ambos foram executados a pauladas no crânio. Com eles, o número de moradores de rua assassinados no estado desde agosto do ano passado, quando foi registrada a primeira ocorrência do tipo, chegou a 27.

No mesmo sábado, uma força-tarefa da Secretaria Nacional de Direitos Humanos esteve em Goiânia e o secretário Gabriel Rocha, de acordo com informações da Agência Brasil, afirmou que há uma política de extermínio em curso naquele estado e que, em pelo menos parte das mortes há indícios de participação de agentes públicos nas execuções. A mesma interpretação é feita pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Wadih Damous.

Segundo informações dos jornais O Popular, pelo menos dez dos moradores de rua foram mortos a tiros. Outros relatam a presença de uma caminhonete de cor prata nos locais e horários onde ocorreram parte dos crimes.

Em menos de seis meses, o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), já promoveu duas trocas de comando nas forças policiais do estado. No final de novembro, a troca foi geral, nos comandos de Polícia Militar, Polícia Civil e na agência do Sistema de Execução Penal. No mês passado, apenas o comando da PM foi trocado.

O governo, por meio da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Justiça, nega a existência de grupos de extermínio de moradores de rua no estado. “Modus operandi, armas utilizadas e motivações dos casos esclarecidos não têm conexão entre si. Portanto, até agora não há indícios da ação de grupo de extermínio de moradores de rua em Goiânia”, diz o comunicado.

De acordo com a assessoria, em 12 dos casos as pessoas foram mortas a tiros,  dez foram esfaqueadas e em cinco as vítimas foram mortas a pauladas ou pedradas. A assessoria informa que dois casos são suspeitos de terem sido cometidos por uma mesma pessoa.

Segundo a assessoria, no dia 6 a PM iniciou uma operação para tentar desarmar a população e considera a presença da Secretaria de Direitos Humanos no estado como benéfica, pois isso poderá ajudar nas políticas de ação social para moradores de rua.

Segundo Eduardo Mota, porém, além dos indícios de execução de moradores de rua na capital e cidades do interior de Goiás, também há demonstrações de intimidação por parte da Polícia Militar sobre grupos de direitos humanos e ameaças de morte a pessoas e organismos de combate à violência no estado.

Para ele, a situação de violência contra moradores de rua é o lado mais visível e cruel da crise de segurança que atinge Goiás nos três últimos anos – período em que os números da criminalidade não param de crescer.

O coordenador do centro João Bosco Burnier afirma que, assim como cresceram os casos de assassinatos de moradores de rua no estado, também aumentaram os casos de violência envolvendo agentes das forças públicas nos últimos anos. “Além destes casos, com vítimas encontradas, identificadas ou não, há muitos outros de pessoas desaparecidas, em que não há encontro de cadáveres e, portanto, não há configuração de homicídios.”

Mota diz que, durante recente reunião realizada na sede do centro de referência, antiga Casa da Juventude, com representantes de grupos de direitos humanos do Rio de Janeiro e de São Paulo, cerca de 20 viaturas da PM passaram em frente ao local com sirenes e luzes ligadas. Ele afirma que pretende encaminhar à Organização dos Estados Americanos (OEA) denúncia de violação dos direitos humanos contra o governo de Goiás.

Segundo o vereador Tayrone Di Martino, a situação da violência em Goiás extrapolou todos os limites nos últimos meses e chegou a uma situação inadmissível com os dois últimos assassinatos. “Nós chegamos a uma situação nunca vivida antes no estado. A violência em Goiás está fora de controle e precisamos rever a política de ação social em relação aos moradores de rua no país”, disse. A Câmara de Goiânia vai fazer amanhã (10) uma audiência pública para discutir a situação.

De acordo com Di Martino, já estão confirmadas as presenças de representantes da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, da Assembléia Legislativa, do Ministério Público estadual e de entidades de proteção aos direitos humanos.

Segundo informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Pública e Justiça de Goiás, a polícia já concluiu e enviou ao Judiciário dez inquéritos sobre as mortes de moradores de rua. Outros oito casos estão em fase de conclusão, com autoria definida.

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É possível pensar menos no marketing e mais na política?

O PSDB está mais perdido do que agulha no palheiro da política.

Pensando nisso, vamos dar nossa contribuição para que o partido tenha chance nas próximas eleições presidenciais.  Como diz Millôr Fernandes, basta andar descalço para encontrar uma agulha no palheiro. Falta ao PSDB andar descalço, apesar de Fernando Henrique Cardos pensar diferente e sugerir ao partido que esqueça o povo.

Dos três pré-candidatos do PSDB ao planalto em 2014, Serra, Aécio e Alckmin, o que tem mais condições é o atual governador de São Paulo e  justamente por isso. Alckmin tem na mão o poder executivo do maior estado brasileiro e também de maior visibilidade nacional.

José Serra parece uma barata tonta tentando achar um lugar para se colocar dentro do próprio PSDB. Aécio, a se tomar pelo discurso dos 100 da presidenta Dilma Roussef, mostrou que é um pote vazio e vai precisar melhorar muito o discurso no Senado, mesmo com o apoio da mídia. Mas aí é só discurso.

Diferente está Alckmin, que iniciando um mandato como governador, é o único que pode incomodar e ter chances de chegar ao Palácio do Planalto. A receita para Alckmin é muito simples, já que ele está com a faca e o queijo na mão. O problema é que precisa inverter a lógica de José Serra na campanha de 2010 (a campanha da bolinha de papel).

Em vez de apostar no marketing e apoio da grande mídia exclusivamente, deve apostar em políticas públicas sociais efetivas. Alckmin poderia centrar esforços na Educação e na Saúde com algumas medidas simples.

A primeira é proibir a corrupção nas pastas de Saúde e Educação. Parece estranho, mas é isso mesmo: estabelecer critérios e avisar aliados que não serão aceitos serviços de péssima qualidade nessas áreas e nem corrupção para enriquecimento da burocracia peessedebista. Mas isso somente em Saúde e Educação. Entendido, né?

A segunda é investir pesado nessas duas áreas de maneira universal e honesta: com construção, compra de equipamentos, pagamento de melhores salários, promover melhores condições de trabalho e aperfeiçoamento profissional. Eliminar o plano de carreira opressivo imposto por Serra quando governador. Além disso, fazer uma acompanhamento de cada aluno do estado, com equipe de psicólogos, assistentes sociais e outras especialidades. Isso teria um efeito estrondoso na melhoria da Segurança Pública.

Se fizer isso, Serra e Aécio seriam totalmente excluídos disputa e Alckmin teria algo real para mostrar à população brasileira. Mas quem acredita que ele poderia fazer isso?

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Voorwald quis dizer: Serra foi um desastre na educação

A comprovação de que o PSDB destruiu a educação de São Paulo, além de também destruir a profissão de professor, não vem do PT, nem do PIG e nem dos blogs sujos. É de dentro do próprio governo do PSDB.

O novo secretário da Educação do governador Geraldo Alckmin, Hermam Voorwald, afirma em entrevista na Folha, com outras palavras, que PSDB fez tudo errado.”O sentimento é ruim”, diz.

Veja só: “Pretendo resgatar a dignidade dos professores, o que passa por salário e carreiras dignos. Se conseguir dar um passo nesse sentido, acho que trarei algo novo”, disse Voorwald.

Parece um bom começo do governo Alckmin reconhecer os próprios erros e principalmente os de José Serra. Veja outros trechos:

Como o sr. avalia a rede, em termos de infraestrutura, de organização pedagógica?
Ainda não conheço as escolas. Vamos fazer um diagnóstico, objetivando que a infraestrutura seja a ideal. De qualquer forma, tive um sentimento da rede de absoluto desconforto de como a administração entende o processo de educação. O sentimento é muito ruim. Senti uma desmotivação, uma leitura de desconsideração do papel do professor.

O PSDB está há quase 20 anos no poder. O que levou a esse quadro de desestímulo que o senhor aponta?
Não sei dizer se foram apenas implicações econômicas ou de prioridade. (texto integral para assinantes)

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