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mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL FEZ ESCOLA: JOVEM DIZ QUE PODE ATÉ MATAR, MAS DEPOIS PAGA PROPOPINA, OU MELHOR, FIANÇA

Português do Brasil: Brasília - O presidente d...

Peluso: contra o CNJ e R$ 700 mil

Justiça, a cínica.

A melhor interpretação da justiça brasileira:

“Como a lei no país é tão frouxa, não tá nem aí, eu também não tô nem aí com o país e com a lei”, diz jovem Luan de 22 anos, que aprendeu muito bem o exemplo dado pelo Supremo e pelos tribunais superiores do Brasil. Veja vídeo abaixo.

O Brasil precisa de uma mãos limpas, como na Itália, para afastar os juízes corruptos e lenientes.

O CNJ (Corregedoria Nacional de Justiça) foi criada justamente para diminuir a corrupção no judiciário. Mas o presidente do Supremo, Cezar Peluso, quer acabar com o poder de investigação do CNJ.

Gilmar Mendes, outro ministro do Supremo, quando presidente da principal corte deu dois habeas corpus para um banqueiro acusado de corrupção em menos de 48 horas.

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ALGEMAS NO BRASIL SÃO SÓ PARA NEGROS, POBRES… E VOCÊ SABE…. ESTÃO RINDO DA JUSTIÇA BRASILEIRA

GOVERNO LULA DEVERIA RETIRAR 15% DO ÁLCOOL PRESENTE NA GASOLINA E FORÇAR QUEDA DOS PREÇOS DO ÁLCOOL ETANOL

Foto: Maria Hsu/ creative commons

Governo precisa regular o mercado do etanol

As usinas de açúcar e álcool no Brasil funcionam de forma semelhante à Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), no sentido de serem capazes de controlar os preços ao reduzir a produção. Mas os usineiros (ou melhor, os líderes do setor) já foram mais burros que dirigentes da Opep. Na década de 80, em busca de ganho fácil e sem visão de longo prazo, deixaram de fabricar álcool prejudicando o Programa Nacional do Álcool combustível (pró-álcool). Ninguém mais queria ter carro a álcool e os usineiros ficaram sem um mercado milonário que poderia estar hoje muito mais avançado em pesquisa e tecnologia.

Com a chegada do veículo bi-combustível (que roda com gasolina e álcool), o problema foi resolvido para o consumidor, mas parece que os usineiros não mudaram. Não é só o preço do açúcar no mercado internacional que fez subir o preço do álcool, é também uma estratégia de diminuição da produção. Existem áreas reservadas para plantar cana-de-açúcar que ficaram paradas.  As empresas arrendaram, mas não plantaram na espera da alta dos preços.

O mercado interno deve ser prioridade do governo para a manutenção do mercado dos próprios usineiros. É esse mercado que vai garantir ganhos em tempos ruins no mercado internacional. O governo poderia reduzir ainda mais a presença de etanol na gasolina, por exemplo, mais 10%. Isso sem trazer nenhum problema, visto que o petróleo está com preços baixos no mercado internacional.

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UNIVERSDIDA DE SÃO CARLOS PESQUISA SISAL PARA PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL

Fibra de futuro
Sisal, já utilizado em polímeros, poderá ser usado na produção de etanol
sisal poderá produzir álcool combustível

Sisal poderá produzir álcool combustível

Líder mundial no segmento de biocombustíveis, com a produção de bilhões de litros de etanol da cana-de-açúcar e biodiesel, o Brasil terá uma possível opção, dentro de alguns anos, de produzir etanol a partir do sisal, uma fibra vegetal abundante no país, muito resistente e usada para confecção de cordas, tapetes e peças artesanais. Além disso, móveis, estantes, peças para barcos e componentes automotivos, como painéis e revestimentos internos, podem utilizar como matéria-prima essa mesma fibra. Estudos nesse sentido são conduzidos pela química Elisabete Frollini, professora do Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP), no interior paulista. A equipe que ela coordena desenvolve placas poliméricas com fibras vegetais e está conquistando bons resultados na hidrólise do sisal, processo relativo à primeira etapa da produção de etanol, quando a glicose e outros açúcares fermentáveis usados na fabricação de álcool são obtidos a partir da celulose e de outros componentes das fibras vegetais.

O trabalho da pesquisadora está centrado na valorização das chamadas fibras lignocelulósicas e de seus três principais macrocomponentes: lignina, celulose e hemicelulose. Sisal e cana-­-de-açúcar são exemplos desse tipo de fibra. O interesse pelo sisal, segundo a pesquisadora, se deu porque o Brasil é o maior produtor e exportador global da fibra. Em 2007, a produção mundial atingiu 240,7 mil toneladas, das quais quase metade (113,3 mil toneladas) foi cultivada no país, que pode facilmente dobrar sua produção em curto espaço de tempo. Originária do México, o sisal (Agave sisalana) é uma planta cultivada em países em desenvolvimento e no Brasil as plantações estão concentradas nos estados da Paraíba e da Bahia. Depois de beneficiado, o sisal é exportado principalmente para os Estados Unidos, Canadá, Europa, Irã e países do Leste Europeu. China e México são os principais compradores da fibra virgem. A cultura do sisal tem uma área plantada de 154 mil hectares no país, com produtividade próxima a 800 quilos por hectare.

Outros dois aspectos vantajosos da fibra do sisal são o fato de ela não ser usada como fonte de alimento e, ao mesmo tempo, apresentar alto teor de celulose, cerca de 10% a mais do que o bagaço de cana. Considerando também a hemicelulose, a fibra de sisal tem cerca de 90% de material gerador de açúcares fermentáveis, que formam etanol a partir do processo de fermentação. “Esses açúcares são gerados a partir da hidrólise, que de forma simplificada pode ser considerada como uma reação em que são rompidas as ligações que unem muitas unidades de glicose na celulose e também unidades de outros açúcares na hemicelulose”, explica Elisabete. “No Brasil, os processos de hidrólise visando à produção de etanol estão centrados na utilização de cana-de-açúcar. Nosso trabalho está demonstrando que é possível usar o sisal para esse fim. Queremos contribuir para que o Brasil continue se destacando no setor de biocombustíveis e acreditamos que o sisal possa ser também uma matéria-prima importante.” (Texto Integral na Revista Fapesp)

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