Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos de tags: alimentação

OLIVER VENCE DISPUTA CONTRA McDONALDS AO PROVAR USO DE CARNE IMPRÓPRIA E HIDRÓXIDO DE AMÔNIA

Jamie Oliver

Chef Jamie Oliver Vence Demanda Judicial Contra McDonald’s

Do Iest

O chef Jamie Oliver justo acaba de vencer uma batalha contra a mais poderosa cadeia de Junk Food do mundo. Uma vez que Oliver demonstrou como são produzidos os hambúrgueres, McDonald’s anunciou que mudará a receita.

De acordo com Oliver, as partes gordurosas da carne são “lavadas” com hidróxido de amônia e, em seguida, são utilizadas na fabricação do “bolo” de carne para encher o hambúrguer. Antes deste processo, de acordo com o apresentador, essa carne já não era apropriada para o consumo humano.

Oliver, chef ativista radical, que assumiu uma guerra contra a indústria de alimentos, diz: estamos falando de carne que tinha sido vendida como alimento para cães e após este processo é servida para os seres humanos. Afora a qualidade da carne, o hidróxido amônia é prejudicial à saúde.

Qual dos homens no seu perfeito juízo colocaria um pedaço de carne embebido em hidróxido amônia na boca de uma criança?

Em outra de suas iniciativas Oliver demonstrou como são feitos os nuggets de frango: Depois de serem selecionadas as “melhores partes”, o resto- gordura, pele, cartilagem, víceras, ossos, cabeça, pernas –  é submetido a uma batida –  separação mecânica –  é o eufemismo usado por engenheiros de alimentos, e, em seguida, essa pasta cor de rosa por causa do sangue é desodorada, descolorida, reodorizada e repintada, capeadas de marshmallow farináceo e frito, este é refervido em óleo geralmente parcialmente hidrogenado, ou seja, tóxico.

Nos EUA, Burger King e Taco Bell já abandonaram o uso de amônia em seus produtos. A indústria alimentar utiliza hidróxido de amônia como um agente anti-microbiano, o que permitiu ao McDonald’s usar nos seus hambúrgueres, carne, de cara, imprópria para o consumo humano.

Mas ainda mais irritante é a situação que essas substâncias à base de hidróxido de amônia sejam consideradas “componentes legítimos em procedimentos de produção” na indústria de alimentos, com a bênção das autoridades de saúde em todo o mundo. Portanto, o consumidor nunca poderá se informar quais produtos químicos são colocados em nossa comida.

Traduzido e adaptado de: http://diariocronica.com.ar/94020-el-chef-jamie-oliver-gana-demanda-contra-mcdonalds.html

Veja mais:

MUITO ALÉM DO PESO: DOCUMENTÁRIO MOSTRA O ATAQUE DA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS E DA MÍDIA CONTRA CRIANÇAS E PAIS

LAVAGEM DE ROUPAS SINTÉTICAS PODE LIBERAR RESÍDUOS QUE DOS ESGOTOS CAEM NO MAR E DO MAR ENTRAM NA CADEIA ALIMENTAR DOS PEIXES PODENDO CHEGAR À NOSSA MESA

Em cadeia: da máquina de lavar à mesa do dia a dia

Em um mundo onde o ecologicamente correto ganha cada vez mais espaço, sem deixar de ser necessário, os fabricantes de roupas devem prestar atenção aos tecidos sintéticos. Da máquina de lavar,os resíduos dos sintéticos podem chegar à mesa dos brasileiros e, sem deixar de ser incrível, não se trata de mágica!

Da Carta Capital

Pedaços de roupa à mesa
Por Edgard Catoira

A informação vem da American Chemical: a lavagem de roupas confeccionadas com tecidos que tenham viscose, rayon, acetato, poliéster, nylon e acrílico provoca poluição dos mares e, consequentemente, a morte de “centenas de espécies marinhas”.

A empresa fez uma pesquisa e concluiu que resíduos de tecidos sintéticos se desprendem das peças durante a lavagem e passam pelos esgotos diretamente para o mar. Por serem detritos microscópicos, acabam sendo ingeridos pelos animais marinhos, e, além de tudo, entram na cadeia alimentar de peixes maiores, com grandes possibilidades de acabar chegando à mesa humana.

Os técnicos da instituição lembram que esse estudo confirma outro, feito por cientistas europeus, que coletou, há cerca de 15 anos, partículas em praias onde deságuam dejetos de estações de tratamento. Isso foi feito em 18 regiões dos seis continentes. Conclusão: as partículas eram idênticas às lançadas pelas máquinas de lavar roupa – antes de passarem pelo tratamento para serem jogadas na natureza. E já que é para aterrorizar, quanto maior a cidade, maior é também a quantidade dessas partículas. Para finalizar, a American Chemical divulga que cada peça de roupa pode liberar mais de 1.900 fragmentos por lavagem.

Esse dano todo, claro, não leva em conta os sabões e solventes que usamos.

Para não nos sentirmos assassinos inveterados, ou devemos parar de lavar roupa, ou temos que responsabilizar os confeccionistas. Eles serão os criminosos até que ofereçam roupas feitas com tecidos ecologicamente corretos. Afinal, o consumidor comum jamais vai saber quando um tecido é misto ou sintético. Tudo é roupa! (Texto completo)

Leia mais em Educação Política:

DESENVOLVIMENTO EM QUESTÃO: MORADORES SÃO VÍTIMAS DA POLUIÇÃO CAUSADA POR SIDERÚRGICA NA BAÍA DE SEPETIBA (RJ)
EM UM ANO, 600 MILHÕES DE SACOLAS PLÁSTICAS DEIXARAM DE SER CONSUMIDAS PELA POPULAÇÃO NO RIO DE JANEIRO
DESCOBERTA DE AGROTÓXICO NO LEITE MATERNO LEVANTA DISCUSSÃO SOBRE A NECESSIDADE DE UMA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO NO BRASIL
ESPECIALISTAS REVELAM QUE A QUESTÃO DA FALTA DE ÁGUA NO BRASIL ESTÁ MAIS LIGADA À GESTÃO DO QUE À ESCASSEZ

DESCOBERTA DE AGROTÓXICO NO LEITE MATERNO LEVANTA DISCUSSÃO SOBRE A NECESSIDADE DE UMA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO NO BRASIL

O uso de agrotóxicos para produção de alimentos vem sendo cada vez mais discutido por biólogos e pesquisadores. Esses produtos que fazem o grão crescer mais rápido e mais forte são vistos por alguns como uma das maravilhas do agronegócio contemporâneo, no entanto, o uso de agrotóxicos possui um outro lado, não tão bem sucedido e louvável.

A onda de produtos orgânicos cresce justamente devido ao desejo e preocupação da população em consumir um alimento saudável, livre desses venenos agrícolas, próximo daqueles que eram consumidos antigamente, quando as famílias tinham a sua pequena plantação e dali tiravam a sua subsistência, quando ainda se vivia em uma sociedade majoritariamente rural.

No entanto, com a industrialização crescente das lavouras, eles, os agrotóxicos, vieram para ficar e, como toda e qualquer invenção, logo mostraram os benefícios e também os custos de seu uso. Esses custos ficam evidentes quando vemos os resultados de uma pesquisa realizada pela mestranda Danielly Palma, da Universidade Federal do Mato Grosso.

Entre o químico e o orgânico!

A pesquisa aconteceu na cidade de Lucas do Rio Verde, conhecida por ser uma das maiores produtoras de grãos do Mato Grosso. Não por acaso, a cidade expõe seus habitantes a um nível de agrotóxicos muito maior do que a média encontrada em outros municípios brasileiros. A pesquisa de Danielly começou depois do ano de 2006, quando um acidente por pulverização aérea contaminou toda a cidade. Coube a ela examinar os resíduos de agrotóxicos presente no leite materno de 62 mães e o resultado detectou, de fato, a presença de pelo menos um tipo de agrotóxico em 100% das amostras analisadas.

A maioria das substâncias encontradas no leite materno são de alta toxicidade, algumas até têm seu uso proibido no Brasil. O fato é que o resultado desta pesquisa revela um problema gravíssimo. Se agrotóxicos são encontrados até no leite materno, isso significa que muitas crianças recém-nascidas estão sujeitas à contaminação o que, em última instância, gera uma espécie de cadeia de contaminação interminável.

Ao mesmo tempo, esse tipo de pesquisa levanta questões a respeito de uma efetiva política de alimentação no nosso país. Um controle do uso de agrotóxicos e um barateamento do preço dos produtos orgânicos são questões essenciais para que a população brasileira tenha acesso a alimentos de qualidade e, consequentemente, possa gozar de boa saúde e de uma melhor qualidade de vida!

Veja trecho de entrevista publicada no Viomundo feita pela repórter Manuela Azenha com a pesquisadora Danielly Palma sobre o trabalho realizado por ela com as mães de Lucas do Rio Verde:

Viomundo – A sua pesquisa faz parte de um projeto maior?

Danielly Palma – Minha pesquisa foi um subprojeto de uma avaliação que foi realizada em Lucas do Rio Verde e eu fiquei responsável pelo indicador leite materno. Mas a pesquisa maior analisou o ar, água de chuva, sedimentos, água de poço artesiano, água superficial, sangue e urina humanos, alguns dados epidemológicos, má formação em anfíbios.

Viomundo – E essas pesquisas começaram quando e por que?

Danielly Palma – Começamos em 2007. A minha parte foi no ano passado, de fevereiro a junho. Lucas do Rio Verde foi escolhido porque é um dos grandes municípios produtores matogrossenses, tanto de soja quanto de milho e, consequentemente, também é um dos maiores consumidores de agrotóxicos. Em 2006, quando houve um acidente com um desses aviões que fazem pulverização aérea em Lucas, o professor Pignati, que foi o coordenador regional do projeto, foi chamado para fazer uma perícia no local junto com outros professores aqui da Universidade Federal do Mato Grosso. Então, começaram a entrar em contato com o pessoal e viram a necessidade de desenvolver projetos para ver a que nível estava a contaminação do ambiente e da população de Lucas.

Viomundo – E qual é o nível de contaminação que a população de Lucas se encontra hoje? O que sua pesquisa aponta?

Danielly Palma – Quanto ao leite materno, 100% das amostras indicaram contaminação por pelo menos um tipo de substância. O DDE, que é um metabólico do DDT, esteve presente em 100%, mas isso indica uma exposição passada porque o DDT não é utilizada desde 1998, quando teve seu uso proibido. Mas 44% das amostras indicaram o beta-endossulfam, que é um isômero do agrotóxico endossulfam, ainda hoje utilizado. Ele teve seu uso cassado, mas até 2013 tem que ir diminuindo, que é quando a proibição será definitiva. É preocupante, porque é um organoclorado que ainda está sendo utilizado e está sendo excretado no leite materno. (Texto Completo)

Leia mais em Educação Política:

EFICÁCIA DA LEI MARIA DA PENHA FAZ SURGIR UMA NOVA FORMA DE VER E COMBATER A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER
TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO PRECISA SER FEITA COM CUIDADO PARA QUE O CARÁTER SOCIAL DA OBRA NÃO SIRVA AOS INTERESSES DO MERCADO ESPECULATIVO
MICHAEL MOORE É GENIAL EM SICKO; É O CHARLES CHAPLIN QUE OS EUA NÃO PODEM EXPULSAR
PARA SÉRGIO REZENDE, GOVERNO LULA FOI O MELHOR MOMENTO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO BRASIL


PARA FABRICANTES DE ALIMENTOS COM ALTO TEOR DE AÇÚCAR, LUCRO É MAIS IMPORTANTE QUE SAÚDE DO CONSUMIDOR

E as indústrias querem que continue assim!

A guerra de fato é do açúcar contra a informação. Em pleno século XXI, fabricantes de alimentos com baixo valor nutritivo e elevada quantidade de sódio, açúcar e gorduras, querem derrubar resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que prevê como obrigatória a veiculação de mensagens de advertência que alertem o consumidor para o tipo de produto que ele está consumindo nas propagandas de rádio e televisão.

O fato dos fabricantes estarem lutando judicialmente contra a resolução da Anvisa demonstra um total desrespeito com o consumidor. As empresas só pensam em seus próprios lucros e querem preservá-los a todo custo, nem que para isso seja preciso sacrificar a própria saúde do consumidor. Para elas, pouco importa que o consumidor saiba exatamente o que ele está consumindo, o que importa é vender a marca, fazer o lucro.

Nisso tudo, a Anvisa cumpre o seu papel e faz o mínimo que se espera de um órgão público, justamente garantir e defender o direito que o consumidor tem à informação. E neste caso, é o direito à informação mesmo que se deve garantir. Se, mesmo sabendo que o produto pode causar danos à sua saúde, o consumidor optar por adquirí-lo, é um direito dele, mas, ao menos, a informação foi oferecida.

Já a atitude dos fabricantes revela como nós, consumidores, somos cada vez mais reféns dessa publicidade que engana e esconde, como se isso fosse a coisa mais natural do mundo! É o ato de esquecer o ser humano e abraçar o lucro.

Veja trecho de matéria sobre o assunto publicada originalmente no Correio Braziliense Online e reproduzida pelo Fórum Nacional pela Democratização da Informação (FNDC):

A guerra é do açúcar contra a informação
Por Carolina Khodr

Fabricantes de produtos com baixo teor nutricional se unem para derrubar resolução da Anvisa que obriga a veiculação de mensagens de advertências nas propagandas de rádio e de televisão

A indústria de alimentos se uniu contra a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que regula a publicidade e a promoção de produtos com baixo teor nutricional e elevadas quantidades de sódio, açúcar e gorduras. De acordo com a norma, publicada em julho de 2010, as propagandas de rádio e de televisão deveriam, desde dezembro, ser veiculadas com alertas para a população sobre os riscos do consumo habitual desses produtos. As liminares movidas pela Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia), Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir) e Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) foram acatadas pela Justiça Federal, mas a Anvisa recorreu da decisão.

De acordo com a gerente de monitoramento e fiscalização de propaganda da Anvisa, Maria José Delgado, são três os principais argumentos utilizados pelas associações: sob o aspecto formal, a Anvisa não teria competência para expedir normas sobre publicidade de alimentos e bebidas não alcoólicas; sob o aspecto material, os parâmetros utilizados pela resolução não estariam fundamentados cientificamente; e, com a norma, os produtores estariam veiculando propaganda contra eles próprios. (Texto Completo)

Leia mais em Educação Política:

AUMENTO NO PREÇO DOS ALIMENTOS INDICA QUE O PROBLEMA ESTÁ NA DISTRIBUIÇÃO E NÃO NA PRODUÇÃO
QUANTIDADE DE FAMINTOS NO MUNDO CAI PELA PRIMEIRA VEZ EM QUINZE ANOS, MAS DECISÕES POLÍTICAS NÃO SÃO A CAUSA DA DIMINUIÇÃO
BRASIL TEM DIFICULDADE DE BANIR AGROTÓXICOS DANOSOS À SAÚDE
MUNICÍPIOS TÊM DIFICULDADE DE TORNAR TRANSPARENTE RECURSOS PARA MERENDA ESCOLAR

MUNICÍPIOS TÊM DIFICULDADE DE TORNAR TRANSPARENTE RECURSOS PARA MERENDA ESCOLAR

 Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo e Tocantins) vão ficar sem o repasse financeiro do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) do Ministério da Educação. O mandato dos Conselhos de Alimentação Escolar (CAE) dessas localidades estão vencidos e por isso não há como apresentar a prestação de contas referente a 2008 até a data limite, 28 de fevereiro. O levantamento é do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pela execução do programa de merenda escolar. A cada início de ano, estados e municípios devem enviar a documentação para prestação de contas ao CAE, entidade responsável pelo acompanhamento dos recursos para a merenda escolar. Os documentos deveriam ter sido entregues até 15 de janeiro para que os conselhos enviassem um parecer conclusivo ao FNDE até o dia 28. Em 2009, o Pnae tem um orçamento de R$ 2,02 bilhões para o atendimento dos alunos de educação básica da rede pública. Em 2008, a transferência atingiu R$ 1,49 bilhão chegando a 34,6 milhões de alunos. O FNDE recomenda aos municípios e estados que ainda não enviaram os documentos para o CAE que o façam o mais rápido possível. Logo que a prestação de contas chegar e for aceita pelo fundo, o repasse é restabelecido. No caso dos municípios que estão sem conselho, uma nova eleição deve ser feita para que os membros possam analisar e dar parecer sobre a prestação de contas. O CAE deve ser constituído por sete membros, entre eles representantes de professores, pais de alunos e da sociedade civil. A coordenadora-geral do Pnae, Albaneide Peixinho, explica que sem um conselho para aprovar essa prestação o município tem o benefício suspenso. “O conselho deve observar por exemplo se o número de alunos que o município diz que atendeu bate com o de matrículas, ou se a alimentação oferecida é mesmo aquela especificada. Por isso o processo é feito ao longo do ano e não apenas nesse período, o conselho precisa visitar as escolas. E se o ator [CAE] não existe, como a ação pode ser executada?”, questiona. Caso o município tenha o benefício suspenso, mesmo que temporariamente, deve arcar com os custos integrais da merenda escolar. “É direito constitucional de todo aluno receber alimentação escolar. Se o gestor não tiver recebido ele precisa bancar, até porque as aulas já começaram”, aponta Albaneide. Se os municípios comprovarem que mantiveram a alimentação escolar com recursos próprios durante este período, o FNDE pode pagar as parcelas retroativamente a título de ressarcimento. Mais informações no site do FNDE ou pelo telefone 0800 616161.

Leia também em Educação Política:

MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO MOSTRA DIFICULDADE DE ALCANÇAR METAS IMPORTANTES PARA MELHORAR A EDUCAÇÃO NO BRASIL

ALUNOS QUE CURSAM SÉRIES INCOMPATÍVEIS COM A IDADE MOSTRAM REALIDADE RUIM DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PODEM AGORA CURSAR A MESMA SÉRIE NOS PAÍSES DO MERCOSUL

%d blogueiros gostam disto: