Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF) BAIXOU OS JUROS, BENEFICIOU O POVO BRASILEIRO E TERÁ O MAIOR LUCRO DA HISTÓRIA

Reduziu os juros e terá o maior lucro da história

Reduziu os juros e terá o maior lucro da história

Quando a presidenta Dilma Rousseff decidiu enfrentar os juros exorbitantes, o PIG (Partido da Imprensa Golpista) e o PSDB disseram que havia o risco de quebrar os bancos públicos, destruir os bancos privados, uma catástrofe.

Fazem a mesma coisa na defesa do lucro dos acionistas das empresas de energia elétrica. Mas a realidade é bem diferente do discurso do medo sobre a política. A Caixa Econômica Federal (CEF) deve fechar este ano com o maior lucro da história. Reduziu os juros, beneficiou o povo e terá o maior lucro da história. Se não se dissociar do PIG, o PSDB vai ter o mesmo destino do DEM.

A dificuldade do PSDB como partido é que ele perdeu totalmente o rumo. É um partido que mais se parece com um lobby do mercado de capitais e das elites mais conservadoras.  A associação com a mídia fez o partido perder o foco e defender os mesmos interesses promotores da desigualdade social. Veja trecho de reportagem

Lucro da Caixa Econômica sobe 17,7% nos primeiros 9 meses do ano

 R7

A Caixa Econômica Federal, segundo maior banco estatal do país, obteve nos primeiros nove meses do ano um lucro líquido recorde de R$ 4,1 bilhões, valor 17,7% superior ao do mesmo período de 2011, informou a empresa nesta segunda-feira. O banco atribuiu o lucro histórico dos três primeiros trimestres do ano a sua decisão de reduzir as taxas de juros para incentivar os créditos.

A redução dos juros permitiu à Caixa elevar sua carta de crédito em setembro para R$ 324,5 bilhões, com um crescimento de 43% frente ao mesmo mês do ano passado. Da mesma forma, a participação da Caixa Econômica Federal no mercado de crédito subiu 11,8% em setembro de 2011 para 14,5% no mesmo mês deste ano. Em um ano, os créditos destinados a imóveis subiram 34,9% e somaram R$ 190,6 bilhões em setembro. Apesar do aumento dos empréstimos, a taxa de inadimplência do banco, que se refere aos créditos vencidos há mais de três meses sem pagamento, permaneceu inalterada, em 2,06%. (texto integral)

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BANCOS PRIVADOS REDUZEM JUROS PORQUE GOVERNO USOU ARMAS CAPITALISTAS CONTRA O OLIGOPÓLIO DOS BANQUEIROS

BB e CEF decidiram competir com os bancos privados

A campanha publicitária intensiva das últimas semanas da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco do Brasil (BB), uma usando a atriz Camila Pitanga e a outra o ator Reynaldo Gianecchini, foi um choque de capitalismo no feudo da banca. Pela primeira vez o governo reduziu os juros dos bancos públicos e foi pra cima para conquistar mercado. Não adianta fazer discurso contra banqueiro sem atuar no mercado.

Quem vê as propagandas da Camila Pitanga e do Gianecchini, junto com o governo sinalizando que quer redução dos juros, sente vontade de sair dos bancos privados e correr para a CEF e o BB.  Bancos públicos decidiram competir com os privados e é isso que fez com que os banqueiros reduzissem os juros.  E não as reclamações do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Competição é uma linguagem que o capitalista entende.

Mas isso é muito pouco e frágil. Com o tempo, esse modelo tende a se deteriorar. O governo precisa criar mecanismos e mais competição no setor, assim como nas telecomunicações (dois setores oligopolizados e cheios de reclamações e problemas). É preciso pensar a longo prazo numa estrutura que não dependa da vontade do governo de plantão.

É preciso impedir a fusão de bancos e incentivar a operação de créditos por outras empresas, entidades etc. É preciso gerar mecanismos pulverizados de financiamento, com controle rigoroso.  Na verdade, esse oligopólio de poucos grandes bancos foi criado pelo próprio governo e sociedade que permitiram nas últimas década essa absurda concentração bancária. Claro que com o apoio dos analistas econômicos da mídia que urram como cães a qualquer redução de juros. É inacreditável.

Aliás, quando mais concentrado um setor da economia, mais poder e influência sobre a mídia e o governo. Por que  o governo precisa conversar com banqueiros? Porque não tem nem capitalismo no setor. Veja se o governo chama os donos de padaria para que baixem o preço do pãozinho.

É preciso criar um pouco de capitalismo no setor, com maior concorrência e com bancos públicos atuando de forma pró-ativa.

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Hoje a Caixa Econômica Federal divulgou um lucro  de quase R$ 900 milhões no trimestre e fico pensando em qual partido votar?

Banco do Brasil do Lula teve de salvar Banco quebrado pelo PSDB

Banco do Brasil do Lula teve de salvar banco quebrado pelo PSDB

O PT e PSDB são dois partidos muito parecidos hoje, respeitam os contratos, a livre iniciativa, a democracia brasileira. Muitos eleitores não conseguem distinguir a diferença entre os dois, mas vale a pena pegar o exemplo da gestão pública dos bancos estatais.

O PSDB pegou o Banespa mal das pernas, não conseguiu recuperá-lo e entregou para os espanhóis do Santander, assim como o fez com a Telesp que foi vendida para a Telefônica.

O PSDB está há quase 16 anos no governo de São Paulo e conseguiu nesse período quebrar outro banco público, a Nossa Caixa.

O governador José Serra teve de pedir socorro ao governo do presidente Lula, que o atendeu ao fazer com que o Banco do Brasil comprasse a Nossa Caixa.

O presidente Lula pode socorrer São Paulo porque os bancos administrados hoje pelo governo petista estão entre os mais lucrativos, mesmo praticando juros mais baixos do que a concorrência privada e bem mais baixos do que na época do governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal escaparam por pouco da privatização de FHC. Hoje estão tirando o Brasil da crise econômica.

Esses são fatos, dados da realidade brasileira. Votar é uma opção. Se o leitor não se importa com a quebra e venda de bancos públicos e gosta de pagar  juros altos, já sabe em quem votar nas próximas eleições.

E viva a democracia!

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Fácil: Foi só baixar um pouco os juros em mercado cartelizado

Para Mantega foi fácil: só baixar um pouco os juros em mercado cartelizado

A área econômica do governo Lula, liderada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, acertou em cheio com relação aos bancos durante a crise econômica.

Mantega pôs o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal para emprestar dinheiro, abriu concorrência razoável com os bancos privados nacionais e deu de lavada.

O Banco do Brasil ultrapassou o Itaú Unibanco e voltou a ser o maior banco do país, além de ter um crescimento de lucratividade de 41% no segundo trimestre deste ano, em relação ao mesmo perído do ano passado. Emprestou mais barato e lucrou mais.

Os dados podem ser visto em repotagem da Folha de S. Paulo. O governo, além de debelar a crise, emprestou dinheiro mais barato para empresários e para população e fez o banco público tomar mercado de um sistema bancário viciado em ganho fácil.

Veja abaixo trecho da matéria da Folha

O Banco do Brasil registrou um lucro líquido de R$ 2,348 bilhões no segundo trimestre deste ano, um crescimento de 42,8% em relação ao mesmo período de 2008, e de 41% na comparação com o período de janeiro a março deste ano. No primeiro semestre, o banco lucrou R$ 4,014 bilhões, 0,55% acima do registrado no mesmo período do ano passado (quando o lucro foi de R$ 3,992 bilhões).

Em ativos, o banco voltou a ocupar a liderança no país, superando o Itaú Unibanco, conforme reportagem de Guilherme Barros para a edição de hoje da Folha. Segundo o balanço da instituição, divulgado nesta madrugada, os ativos do Banco do Brasil chegaram a R$ 598,8 bilhões, ante R$ 596,4 bilhões do Itaú Unibanco. (Notícia da Folha)

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