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CINEMA BRASILEIRO FOI O GRANDE HOMENAGEADO DA 65ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE CANNES QUE TERMINA HOJE

Quem ilustrou o cartaz desta edição do Festival foi a atriz Marilyn Monroe, morta há 50 anos.

O cinema brasileiro foi o principal homenageado deste 65ª edição do Festival Internacional de Cannes, na França. Convidado de honra, o cinema brasileiro garantiu espaço com o filme A Música Segundo Tom Jobim, que foi exibido em sessão especial, do cineasta Nelson Pereira dos Santos, de 84 anos, que também foi homenageado no evento.

Como mostrou notícia publicada pela Agência Brasil, o Brasil também foi destaque no Festival com “o longa metragem de Walter Salles, Na Estrada, baseado no livro On the Road, de Jack Kerouac, e Glauber Rocha, com Terra em Transe e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro”.

O filme de Nelson Pereira dos Santos conta um pouco da trajetória musical de Tom Jobim e fala sobre seu processo de criação, mas tudo através da música. O inesquecível e peculiar ritmo que consagrou Tom Jobim como um dos criadores da Bossa Nova é o que dá o tom do filme em belíssimas interpretações. Veja texto em que comentamos sobre o filme aqui no Educação Política.

Veja techo de notícia da Agência Brasil contando os primeiros momentos desta 65ª edição de Cannes:

Começa Festival de Cannes, que faz homenagem especial ao cinema brasileiro
Por Renata Giraldi

Brasília – A 65ª edição do Festival Internacional de Cannes, na França, começou ontem (16) e vai até o dia 27. O cinema do Brasil será o principal homenageado, como convidado de honra. O cineasta Nelson Pereira dos Santos, de 84 anos, deverá receber uma homenagem durante o festival. O filme A Música segundo Tom Jobim, de Santos, será exibido em sessão especial.

Em abril, a decisão foi anunciada pelo diretor do festival e responsável pela programação de filmes do evento, Thierry Frémaux. Segundo ele, o filme A Música segundo Tom Jobim é uma “homenagem” ao compositor, que chamou de “criador da bossa nova”.

O filme de Santos conta a trajetória e a forma de criar de Antonio Carlos Jobim por meio da música e do pensamento do compositor. Frémaux citou ainda diretores brasileiros, como Cacá Diegues, que representa o chamado Cinema Novo com fillmes clássicos – Xica da Silva e Quilombo -, além de Ruy Guerra, que dirigiu Ópera do Malandro e Os Deuses e os Mortos, entre outros.

No Festival de Cannes, o Brasil será destaque com o longa metragem de Walter Salles, Na Estrada, baseado no livro On the Road, de Jack Kerouac, e Glauber Rocha, com Terra em Transe e O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro.

Ontem (16), a abertura do festival foi dedicada ao filme Moonrise Kingdom, do norte-americano Wes Anderson. A atriz francesa Bérénice Béjo, que se tornou mais conhecida por sua atuação no filme O Artista, fez a apresentação do evento. Em seguida, o cineasta italiano Nanni Moretti, vencedor da Palma de Ouro em 2001 e diretor do júri do festival, elogiou a França pelo evento. (Texto completo)

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