Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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QUANTA DIFERENÇA!! VEJA A ENTREVISTA DE FERNANDO HADDAD E DE CELSO RUSSOMANNO NO SPTV E TIRE SUAS CONCLUSÕES

Tralli faz pergunta que distorce informação

Celso Russomanno começa bem, mas perde o controle na metade da entrevista.

O mais interessante é o medo da Globo em relação à Universal, que significa Rede Record, sua principal concorrente.

César Tralli faz três perguntas seguidas sobre a Universal.

***

Fernando Haddad também recebeu todas as perguntas de forma negativa, algumas com erros de informação, mas não perdeu o controle. O mais interessante é a resposta sobre o buraco do metrô. Haddad mostra como a pergunta do repórter da Globo embute a manipualação da informação. Para a Globo, se alguém furta a sua casa, você é culpado.

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D’Urso, organizador dos interesses da elite paulistana, é vice de Russomanno

O movimento reacionário Cansei da elite paulistana, que surgiu após a Folha de S.Paulo publicar um texto de um articulista, que não me lembro o nome (não vale a pena), acusando o ex-presidente Lula de ter derrubado o avião da TAM em 2007, pode chegar ao poder com uma eventual vitória de Celso Russomanno.

O candidato a vice-prefeito de Celso Russomanno é nada menos do que Luiz Flávio Borges D`Urso, um dos organizadores do movimento Cansei. Prot(agonizado) por celebridades, o movimento era uma reação da elite que estava descontente com a incapacidade do PSDB de fazer oposição e com o governo do ex-presidente Lula que trazia avanços sociais em várias áreas, inclusive levando o povão a andar de avião.

No fundo no fundo, a lotação dos aeroportos parece ter sido a principal causa do movimento, que se caracterizou por questionar o ‘caos aéreo’, a corrupção e pagamento de impostos. E foi ironizado até por Fernando Henrique Cardoso. Veja abaixo entrevista de Conceição Lemes sobre D’urso e o Cansei.

Mas, em entrevista à repórter Conceição Lemes, o presidente do Cremesp desmentiu o Cansei e o que foi publicado no site da OAB-SP. Em 13 de agosto, ele enviou ao presidente da OAB-SP, Luiz Flávio Borges D’ Urso, uma carta solicitando a correção do “mal entendido”. O pedido foi ignorado. Até o dia 25 de setembro, véspera da publicação da entrevista abaixo, o nome do Conselho Regional de Medicina continuava lá.
Segue a entrevista da repórter:

Conceição Lemes — Afinal de contas, o Cremesp apóia ou não o “Cansei”?
Henrique Carlos Gonçalves – Absolutamente não apóia.

Conceição Lemes — Mas o senhor posou para fotos. É quem segura o cartaz que mostra o único negro que participa da campanha, além do cantor e compositor Seu Jorge.  Em release à imprensa, constava o Cremesp como apoiador…

Regina (Com Medo) Duarte e outras politizadas celebridades

Henrique Carlos Gonçalves — O que aconteceu foi o seguinte. O doutor D’Urso, presidente da OAB, convidou o presidente do Cremesp para o lançamento de uma campanha cívica que ocorreria na Ordem dos Advogados do Brasil, na sede da Praça da Sé. Numa retribuição de gentileza, fui a essa reunião. Só que, na verdade, era uma coletiva de imprensa e não uma reunião. Imagine a situação. Eu te convido para um evento no Cremesp. Você comparece. E, aí, de repente, sem a tua autorização, eu solto um release, dizendo que você apóia o meu movimento. Isso não se faz. Primeiro, eu nem sabia o que era o tal movimento cívico. Segundo, a adesão do Conselho enquanto instituição a qualquer tipo de movimento se dá por decisão da Diretoria e da Plenária. Se quisessem o nosso apoio, teriam que fazer isso de maneira formal. Até porque advogado faz tudo de maneira formal. Isso não foi feito. Portanto, houve por parte dos organizadores do “Cansei” certa imprudência, para não usar outros termos, de colocarem o nome do Cremesp como apoiador. É um direito da Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo], da Associação Comercial de São Paulo, da Ordem, dos publicitários fazerem uma campanha. Mas não se alinha às posições que o Cremesp tem adotado. (texto integral)

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A lista (veja abaixo) é encabeçada pelo PMDB, com 18 deputados, e pelo PP, com 16. Em seguida, vêm o PR, com seis nomes, e o PTB, com três.

Russomanno: votou contra o ficha limpa e lidera pesquisas em São Paulo

Dos 12 destaques, nove ficaram para ser analisados na próxima terça-feira (11). Dois dos três derrubados ontem afetavam profundamente a aplicação do projeto, cujo texo-base foi aprovado anteontem (4).

Primeiro, os deputados derrubaram (362 votos a 41) a possibilidade de retirar do projeto o período em que um político se tornaria inelegível por compra de votos ou abuso de poder econômico. Na visão de deputados favoráveis ao ficha limpa, como Flávio Dino (PCdoB-MA), essa manobra poderia fazer com que a matéria viesse a ser questionada futuramente em relação à sua constitucionalidade.

Afinal, uma das máximas do direito diz que toda conduta reprovável precisa ter uma pena determinada. Essa alteração foi proposta pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Depois, os parlamentares rejeitaram (377 votos a favor, dois contra e duas abstenções) a retirada da principal característica do projeto: tornar inelegível o candidato condenado por órgão colegiado judicial (tribunal de justiça estadual ou federal). Atualmente, o político só fica impedido de se candidatar quando é condenado em última instância na Justiça, ou seja, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A corte constitucional jamais condenou um político. Esse destaque foi proposto pelo líder do PTB, Jovair Arantes (GO), que não participou da votação.

veja a relação dos deputados que tentaram inviabilizar a proposta:

Tentaram retirar o período pelo qual um político se tornaria inelegível por compra de votos ou abuso de poder econômico:

Alagoas 
Joaquim Beltrão  (PMDB)

Bahia
José Rocha (PR)
Marcelo Guimarães Filho (PMDB)
Maurício Trindade (PR)
Veloso  (PMDB)

Ceará
Aníbal Gomes (PMDB)
Arnon Bezerra (PTB)
Zé Gerardo (PMDB)

Espírito Santo
Camilo Cola  (PMDB)

Maranhão
Davi Alves Silva Júnior (PR)
Waldir Maranhão  (PP)

Minas Gerais
João Magalhães  (PMDB)
Marcos Lima  (PMDB)

Mato Grosso
Eliene Lima (PP)

Mato Grosso do Sul
Antonio Cruz  (PP)

Paraná 
Chico da Princesa (PR)
Dilceu Sperafico  (PP)
Giacobo  (PR)
Nelson Meurer  (PP)
Odílio Balbinotti  (PMDB)
Ricardo Barros  (PP)

Pará
Asdrubal Bentes  (PMDB)
Gerson Peres  (PP)
Wladimir Costa  (PMDB)

Rio de Janeiro
Alexandre Santos (PMDB)
Dr. Paulo César  (PR)
Eduardo Cunha  (PMDB) – autor do destaque
Leonardo Picciani  (PMDB)
Nelson Bornier  (PMDB)
Solange Almeida  (PMDB)

Rondônia
Marinha Raupp (PMDB)

Roraima
Neudo Campos  (PP)

Rio Grande do Sul
Afonso Hamm  (PP)
Paulo Roberto Pereira (PTB)
Vilson Covatti  (PP)

São Paulo  
Aline Corrêa  (PP)      
Beto Mansur  (PP)      
Celso Russomanno  (PP)      
Paulo Maluf  (PP)      
Vadão Gomes  (PP)
     
Tocantins
Lázaro Botelho  (PP)

Votaram pela manutenção do segundo destaque da noite, que, na prática, acabava com a proposta do ficha limpa:
Beto Mansur (PP-SP)
Edinho Bez (PMDB-SC)
Abstiveram-se:
Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Leonardo Piccianni (PMDB-RJ)
Autor do destaque: Jovair Arantes (PTB-GO) – não votou (Texto integral no Congresso em Foco)

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