Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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Grande mídia se alia ao pior do Congresso Nacional para impedir qualquer avanço social

Depois de o jornal Estadão e a revista Veja atacarem de forma grotesca o decreto presidencial (8.243/14) sobre a Política Nacional de Participação Social, que prevê um arejamento e possibilidade de maior participação social nas políticas de governo, a senha foi dada (Continue lendo…)

O MUNDO IDEAL DA REVISTA VEJA MOSTRA A CARA: “GOIÁS É OMISSO E INOPERANTE OU ENVOLVIDO COM ASSASSINOS”, ACUSA MINISTRA

Para a revista Veja, que muito incautos ainda veem, Carlinhos Cachoeira é um empresário bem sucedido que consegue bons grampos para virar notícia, Demóstenes Torres (ex-DEM) é um paladino da ética e Marconi Perillo (PSDB) é, assim como outros governadores do PSDB, um exemplo de gestão pública. Ainda bem que o Brasil não adotou o ideal da Veja, ainda!

Maria do Rosário: Goiás está mergulhado no submundo

Maria do Rosário: Goiás está mergulhado no submundo

Goiás é ‘omisso, inoperante ou envolvido’ com assassinatos, acusa ministra

Durante anúncio de federalização dos crimes contra 29 moradores rua em Goiânia, Maria do Rosário faz duros ataques à falta de atuação do estado no combate a grupos de extermínio

Por: João Paulo Soares, da Rede Brasil Atual

São Paulo – A secretária nacional de Direitos Humanos, ministra Maria do Rosário, fez ontem críticas duras à falta de atuação do Estado de Goiás no combate aos grupos de extermínios que desde agosto do ano passado mataram 29 moradores de rua na capital Goiânia, a 200 quilômetros de Brasília, sem que ninguém até agora tenha sido preso.

Ao pedir a federalização de todo o processo de investigação policial e judicial sobre as mortes, a ministra acusou, em tom de desabafo, o aparelho de Estado goiano de “omissão, inoperância ou envolvimento” com os crimes.

Goiás é governada por Marconi Perillo (PSDB), que foi flagrado pela Polícia Federal em conversas e negócios comprometedores com o ex-senador do DEM Demóstenes Torres e o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O bicheiro é acusado, nas operações Vegas e Monte Carlo da PF, de comandar o crime organizado em torno de máquinas caça-níqueis no país – cuja base seria justamente Goiás. As investigações vieram a público há um ano. O senador, que também é de Goiás e lá atuava como promotor público, foi cassado; o governador foi poupado. No Congresso Nacional, uma CPI foi instalada para aprofundar as relações políticas e empresariais com o esquema. A CPI do Cachoeira terminou meses depois sem relatório final e “abafada”, na grande imprensa, pelo julgamento da Ação Penal 470, conhecida por mensalão, no mesmo período.

Em nenhum momento, durante o pronunciamento de ontem, Maria do Rosário citou o nome de Perillo ou o episódio Cachoeira. Mas foi bem clara em suas afirmações.

“Não basta federalizarmos, neste caso, a investigação. Não se trata de a Polícia Federal entrar ali para apoio ao estado. Se trata de verificarmos se em Goiânia e em Goiás nós temos no tecido do estado o envolvimento de pessoas com o crime. Portanto (…) precisamos que o inquérito seja federal, que a denúncia seja por parte do Ministério Público Federal e que o julgamento seja por parte das autoridades federais”, afirmou a ministra durante entrevista coletiva na sede da prefeitura de São Paulo, onde esteve para assinar acordos na área de Direitos Humanos com o prefeito Fernando Haddad (PT).

Ela lembrou que entre os três moradores de rua assassinados em Goiânia na semana passada havia uma criança de 11 anos. E disse que o governo da presidenta Dilma Rousseff colocou à disposição do estado e da prefeitura (governada por Paulo Garcia, do PT) programas federais de assistência social, saúde e habitação. “Mas isso não basta”, disse.

“É, de um lado, a ausência de política pública, de acolhida e atendimento [pelo governo de Goiás]; mas, de outro lado, de inoperância ou envolvimento de agentes do estado com a morte desses moradores que estão nas ruas, dado o fato de a investigação não levar à responsabilização de ninguém. Não há ninguém preso, responsável por esses crimes. Será que a vida de uma pessoa que está nas ruas vale menos do que a vida de uma outra pessoa? Nós realmente estamos indignados e mobilizados”, disse Maria do Rosário. “Nós temos criminosos agindo ao mesmo tempo em que as autoridades [estaduais] fecham os olhos e os mantêm impunes”.

Segundo a ministra, ela vai solicitar a federalização dos crimes ainda nesta semana ao procurador geral da República, Roberto Gurgel – que, por sua vez, é acusado de ter “sentado em cima” por dois anos do relatório da PF contra Perillo e Demóstenes Torres, no caso Cachoeira.

Maria o Rosário explicou que o pedido é um procedimento formal e adiantou que já teve uma conversa preliminar com Gurgel.

“O que nos resta, como governo federal e como Secretaria de Direitos Humanos, no dia de hoje, é estarmos peticionando junto ao Ministério Público Federal para a  federalização desses crimes, uma vez que nem a polícia, nem o ministério público, nem o judiciário do estado de Goiás demonstram estar à altura da missão que têm de manter a ordem e os direitos humanos de sua população”, afirmou.

De acordo com ela, além do caso dos moradores de rua, Goiás tem um histórico de violação dos direitos humanos no “período democrático”. Deu como exemplo o “número absurdo” de pessoas que teriam desaparecido depois de serem atendidas pela polícia do estado.

“Então não é natural, não é normal, no estado democrático de direito, viver ou a inoperância ou a omissão ou uma responsabilidade, também, que precisa ser esclarecida”.

A federalização se dará pelo instrumento jurídico IDC – Instituto de Deslocamento Competência. Só houve um caso desses até hoje no Brasil, em 2010, quando o governo federal chamou para si a investigação sobre o assassinato do ex-vereador Manoel Mattos (PT), ocorrido um ano antes numa área de divisa entre Pernambuco e Paraíba. Mattos atuava no enfrentamento a grupos de extermínio nos dois estados.

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Serra/Kassab: 8 anos de desprezo por São Paulo

Carta Maior/ Saul Leblon

Que nome dar a isso?

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Oito anos de consórcio Serra/Kassab na cidade de São Paulo e, só agora, com a administração Haddad, vem à luz o resultado dramático de um abandono apenas intuído. 

Ele não explica sozinho a deriva em que se encontram os serviços e espaços públicos da cidade. Obra meticulosa e secular de elites predadoras. 

Mas ajuda a entender por que motivo a Prefeitura se consolidou aos olhos da população como uma ferramenta irrelevante, incapaz de se contrapor à tragédia estrutural e ao desastre cotidiano. 

O artigo do secretário de educação, Cesar Callegari, publicado na Folha, nesta 5ª feira, faz o balanço das causas profundas desse estado de espírito na área da educação. 

É arrasador. 

Acerta a administração Haddad se fizer disso um compromisso: expor em assembleias da cidadania, organizadas pelas administrações regionais, a radiografia objetiva do que significou, em cada serviço, e em cada bairro, a aplicação da ‘excelência administrativa’ daqueles que, de forma recorrente, avocam-se a missão de submeter o país a um ‘choque de gestão’.

Somente a compreensão de suas causas pode desfazer a tragédia que se completa com o descrédito da população em relação ao seu próprio peso na ordenação pública da cidade. 

A missão mais difícil do prefeito Fernando Haddad é sacudir esse olhar entorpecido de uma cidadania há muito alijada das decisões referentes ao seu destino e ao destino do seu lugar.

Expor o custo desse alijamento, meticulosamente construído, é um primeiro passo.

É o que o secretário Callegari faz ao mostrar que:

a)São Paulo ocupa o 35º lugar entre os 39 municípios da região metropolitana em qualidade da educação, medida pelo Ideb; 

b) 28% das crianças paulistanas concluem o 1º ciclo do ensino fundamental, aos 10 ou 11 anos de idade, sem estar alfabetizados; 

c) em 2012, a rede municipal contabilizou 903 mil faltas de professores desmotivados e doentes; 

d) há 97 mil crianças na fila, sem creche ;

e) a construção de 88 escolas foi contratada ‘criativamente’, sem terrenos; 

f) 50 mil alunos ficaram sem livros didáticos este ano, porque não foram solicitados ao MEC, ‘por um lapso’ da administração anterior.

Engana-se, porém, quem atribuir esse saldo à força de uma inépcia especializada na área educacional. 

Troque-se a escola pela a saúde.

Reafirma-se o mesmo padrão. 

A seguir, alguns números pinçados também de uma reportagem da Folha, desta 5ª feira, que, por misterioso critério da Secretaria de Redação, deixou de figurar na manchete da 1ª página:

a) a Prefeitura de SP pagou, em 2012, R$ 2,1 bilhões a entidades privadas de saúde, ‘sem fins lucrativos’ — fórmula de terceirização de serviços públicos elogiadíssima por Serra na disputa eleitoral contra Haddad; 

b) 530.151 consultas deveriam ter sido realizadas por esse valor; mas apenas 347.454 foram de fato executadas;

c) não foi um ponto fora da curva: em 2011, as mesmas entidades deixariam de realizar 41% dos atendimentos previstos. Repita-se 41% do atendimento terceirizado não foi feito;

d) apesar disso, receberam integralmente os repasses estipulados nos dois anos. Sem ônus, sem fiscalização, sem inquérito, sem arguição pelo descalabro.

Qual é o nome disso?

O nome disso é desprezo pela sorte da população. 

O nome disso é uma esférica certeza na impunidade ancorada no torpor das vítimas, desprovidas dos meios democráticos para reagir. 

Mas também é o reflexo de um conluio inoxidável com a mídia de São Paulo, que, agora denuncia, mas nunca lhes sonegou o acobertamento na hora decisiva da urna. 

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OS ‘VAGABUNDOS’ DO BOLSA FAMÍLIA

ARQUITETURA DEMOTUCANA: UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL DISCURSOS PARA EXPLICAR A POLÍTICA SOCIAL DO PSDB/DEM

Às vezes é difícil entender a política, mas algumas imagens podem nos ajudar. Quando se tem um problema social, seja ele qual for, há várias maneiras de resolver, dependendo do grupo político que está no poder.

No caso dos mendigos e dos moradores de rua, a solução encontrada pela parceria PSDB/DEM é o apartheid, ou seja, a segregação ao impedir que esses indivíduos fiquem em determinadas regiões da cidade, seja por meio de obstáculos, leis ou mesmo reprimindo. Para o PSDB/DEM, morador de rua, mendigo, drogados, pobres etc… são efeitos colaterais do ótimo sistema social que vivemos. Nesse sentido, o melhor é reprimir esses efeitos.

Outra solução talvez fosse entender o problema social e tentar construir uma sociedade que evite tal problema. Esse deveria ser o papel do governante. Para isso é preciso enfrentar a elite poderosa, mas não há coragem para isso. O mais fácil é enfrentar mendigos e moradores de rua. É a política da covardia que se define pelo enfrentamento ao elo mais fraco da sociedade.

Mas fiquem com essas obras de arte da arquitetura demotucana:

O Banco antimendigo do Kassab

A primeira iniciativa do gênero foi a chamada “rampa antimendigo”, instalada num dos mais movimentados túneis da cidade. As obras, anunciadas sob protestos em abril de 2005, foram inauguradas cinco meses depois. Tratava-se de construções de concreto, com piso de chapisco, na passagem subterrânea que liga as avenidas Paulista e Doutor Arnaldo. A superfície das rampas, áspera e irregular, impedia a permanência de moradores de rua, às portas de um cartão-postal da metrópole.

inda que a intenção de “limpar” a área estivesse explícita, Andrea Matarazzo, subprefeito da região Sé e homem forte do governo Serra, alegou combate à alta incidência de furtos e roubos na região. “Os moradores de rua têm direito de ir e vir, mas não podemos permitir esses pontos de assalto. Isso nada tem a ver com higienismo. Não podemos confundir bandidos com moradores de rua”, declarou Matarazzo, sem explicar por que o combate à criminalidade não contou com reforço de segurança — só com a rampa antimorador de rua.

O sucessor de Serra e atual prefeito paulistano, Gilberto Kassab, do DEM, deu sequência ao descaso, à perseguição — e às obras “antimendigo”. Em 21 de fevereiro de 2007, por exemplo, a Praça da República foi reinaugurada com quatro novos bancos de madeira, que tinham barras de ferro como divisórias, para impedir que pessoas dormissem sobre sua superfície. “Se não dá para deitar no banco, a pessoa deita na grama, que é até mais confortável”, chegou a provocar o mesmo Andrea Matarazzo. (Vermelho)

Viaduto com sistema antimorador de rua

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSDB), investiu orgulhosamente 6 mil reais no revestimento da área abaixo de um viaduto com pedras gnaisse. Pra que? Evitar que moradores de rua possam dormir no local. Por que? Desgraça pouca é bobagem!
Pra quem duvida, diretamente do site da prefeitura:
“Realizamos esta obra com o objetivo de evitar que o espaço público seja transformado em área de ocupação irregular”, disse. Para a efetivação da obra foram colocados 144 metros quadrados de pedra gnaisse e investidos cerca de seis mil reais.”. (facebook de Luiza Freire)

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SERÁ QUE O SENADOR DEMÓSTENES TORRES FALAVA EM NOME DE CARLINHOS CACHOEIRA NESTE TÍTULO DA REVISTA VEJA?

Essa notícia da revista Veja, páginas amarelas para Demóstenes Torres (Ex-DEM), mostra duas possíveis situações da  revista:
1. Jornalismo de péssima qualidade é não ter faro para saber com quem se está falando
2. Jornalismo mau caráter (talvez bandido) é saber com quem se está falando e mesmo assim tentar enganar o leitor e beneficiar o crime organizado.

O mais interessante é o título, visto que pode ter um duplo sentido proposital, se foi feito em nome da quadrilha.

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REPORTAGENS COM DENÚNCIAS SOMEM DAS CAPAS DA REVISTA VEJA APÓS PRISÃO DE QUADRILHA NA OPERAÇÃO MONTE CARLO DA PF

Veja abaixo as últimas capas da Revista Veja, publicado pelo site Amigos do Presidente Lula. Desde a prisão do bicheiro conhecido como Carlinhos Cachoeira, na operação Monte Carlo, deflagrada pela PF (Polícia Federal), as matérias de denúncia sumiram.

A revista está sendo acusada de se aproveitar de um esquema criminoso para publicar falsas reportagens investigativas. As informações não seriam fruto de reportagens investigativas, mas dossiês preparados pela quadrilha presa.

Sem Cachoeira, sem denúncia

 

Desde que Carlinhos Cachoeira foi preso, no dia 29 de fevereiro de 2012, na operação Monte Carlo da Polícia Federal, a revista Veja já soltou 6 edições, e nenhuma capa é dedicada a denúncias de corrupção.

Mas há uma pauta abundante neste período envolvendo o senador Demóstenes Torres e o governador Marconi Perillo, tratada, sobretudo, pela revista Carta Capital, mas não só por ela. Até o Jornal Nacional tem se dedicado ao tema. (Amigos do presidente Lula)

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Português: Senador Marconi Perillo

Por que será que Cachoeira disse ao governador Perillo que estava fora do crime? Que intimidade!

Vejam só esse trecho da matéria que saiu no Globo, mas parece que agora está fora do ar. No entanto, é possível encontrá-la ainda no yahoo notícias. É uma festinha na casa do Demóstenes Torres (DEM). Só tem gente fina: o Cachoeira, o Demóstenes e o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

A conversa também é bastante republicana. É sobre a criminalidade. Apesar de ser uma estratégia de defesa, a notícia parece provar que o governador de Goiás sabia das atividades ilícitas de Carlinhos Cachoeira.

Quem, se não for parceiro ou íntimo, vai lhe contar que não está mais na criminalidade? Vejam só a intimidade entre Cachoeira e o governador Perillo.

Na realidade, a conversa parece uma piada bastante engraçada. Veja trecho da notícia.

Segundo o governador, o contato que teve com Cachoeira foi muito esparso para que a relação seja considerada de amizade.

– Tivemos pouquíssimos encontros em ocasiões festivas, aniversários ou jantares, acho que três vezes. Eu não posso dizer que tenho uma amizade com uma pessoa com quem conversei pouquíssimas vezes. E nunca, em tempo algum, em hipótese alguma ele teria coragem de falar comigo sobre qualquer atitude relacionada a contravenção, sobre qualquer pedido de emprego ou de nomeação. Eu nunca dei liberdade para isso – alegou.

Perillo contou que, em uma ocasião, em uma festa na casa de Demóstenes, Cachoeira teria dito a ele que estava fora do crime há muitos anos.

– Que coisa boa! – ele teria respondido.

 Coloque agora uma boa gargalhada entre eles depois dessa conversa. Não encaixa direitinho?

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Demóstenes

Demóstenes tem foro superprivilegiado: emprega a filha de Gilmar Mendes - que república pequena!!!

O escândalo do Senador Demóstenes Torres, do DEM,  abala a república na sala de estar da alta cúpula do poder judiciário e os jornais falam de amenidades.

O Senador Demóstenes Torres, que a revista Veja chamou de paladino da moralidade do Congresso Nacional, fez  cerca de 300 ligações para um bicheiro detido pela Polícia Federal.

A Carta Capital revela que Demóstenes ficava com ficava com30% do dinheiro do bicheiro. Que comissão heim!! Coitado do bicheiro!!

O Senador foi protagonista do grampo sem áudio, a história de uma conversa gravada entre ele e, vejam só, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. A revista Veja revelou esse grampo sem áudio e ajudou a impedir a investigação da Polícia Federal, estabelecendo um discurso de que todo mundo no Brasil estava sendo grampeado. O grampo nunca apareceu e nunca existiu.

Agora é revelado que o ministro do Supremo Gilmar Mendes, conhecido mundialmente por ter dado dois habeas corpus a um banqueiro preso por corrupção em menos de 24h dentro da mais alta corte do país, tem uma filha (enteada) que trabalhara para ninguém menos do que Demóstenes Torres, o senador do DEM que é suspeito de ser sócio de um bicheiro.

Fora isso, denúncias contra Demóstenes estão na Procuradoria Geral da República, nas mãos de Roberto Gurgel, que nada fez desde 2009.

Para PHA e muitos brasileiros, Gilmar Mendes não tem condições morais nem intelectuais para estar no Supremo. Aliás, levar para o supremo um Advogado Geral da União só podia dar caca. O procurador da República precisa também se explicar porque “esqueceu” da denúncia contra Demóstenes.

Ou seja, o poder judiciário contribuindo para o crime organizado e os jornais dizendo que José Serra tem o apoio de FHC para ser prefeito. É piada!!

Salve Eliana Calmon!!!

Esse blog tem dito há tempos. O problema grave da corrupção no Brasil não está no legislativo. A corrupção só existe nestes níveis porque é acobertada pelo poder judiciário.

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VÍDEO DO DEM ACUSA KÁTIA ABREU E PSD DE CORONELISMO E CLIENTELISMO: ENTREGA DE CESTA BÁSICA PARA FORMAR PARTIDO POLÍTICO

Para o DEM, antigo partido da senadora Kátia Abreu, ela é uma coroné

O DEM sabe o que diz. É o partido que veio da Arena, antiga frente que sustentava a ditadura militar e pátria do coronelismo. Veja o vídeo, publicado pelo Estadão, e acompanhe a exploração da miséria do povo brasileiro.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

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BANCADA DA DESTRUIÇÃO: RURALISTAS ESTÃO QUIETINHOS DEPOIS DA TRAGÉDIA NO RIO DE JANEIRO

Código Florestal precisa ser mais rígido e ampliar áreas de proteção

Quem ainda não falou nada sobre a tragédia no Rio de Janeiro foram os  ruralistas, que defendem a ocupação no topo de morros, na beira dos rios e em qualquer lugar que exista e se possa lucrar.

A bancada ruralista, uma das maiores do Congresso Nacional, foi durante os últimos anos a ferrenha defensora da revisão do Código Florestal no sentido de diminuir a proteção ambiental.

As grandes empresas de comunicação poderiam ouvir a senadora Kátia Abreu (DEM), líder dos ruralistas, para que ela comentasse sobre a plantação em morros e margens de rios e também sobre a tragédia no Rio.

A tragédia do Rio de Janeiro mostra que é preciso rever as alterações no projeto de código florestal que está no Congresso Nacional e aumentar as garantias ambientais, principalmente às margens de rios e nos topos de morros.

Veja trecho de matéria da Folha de ontem:

As mudanças propostas pelo projeto de alteração do Código Florestal -pensadas para o ambiente rural e florestas- ampliam as ocupações de áreas sujeitas a tragédias em zonas urbanas.
O texto em tramitação no Congresso deixa de considerar topos de morros como áreas de preservação permanente e libera a construção de habitações em encostas.
Locais como esses foram os mais afetados por deslizamentos de terra na semana passada na região serrana do Rio, que mataram mais de cinco centenas de pessoas.
O projeto ainda reduz a faixa de preservação ambiental nas margens de rios, o que criaria brecha, por exemplo, para que parte da região do Jardim Pantanal, área alagada no extremo leste de São Paulo, seja legalizada.
A legislação atual proíbe a ocupação em áreas de encostas a partir de 45 de inclinação, em topo de morro e 30 metros a partir das margens dos rios -a distância varia de acordo com a largura do rio.
A proposta já foi aprovada por uma comissão especial e deve ser votada pelo plenário da Câmara em março. Se aprovada, vai para o Senado. (Texto integral, para assinante)

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INCRÍVEL, ATÉ OS FAZENDEIROS NÃO AGUENTAM MAIS A PEQUENEZ DE RACIOCÍNIO DA BANCADA RURALISTA

INACREDITÁVEL: COLEGA DE PARTIDO DE ÍNDIO DA COSTA, VICE DO SERRA, REGISTROU CANDIDATURA DE DENTRO DA CADEIA; ETA PARTIDO FICHA LIMPA!

Não caiu a ficha (limpa). Colega de Índio da Costa está Preso

O DEM é mesmo algo inacreditável. Um candidato do partido em São Paulo, que registrou patrimônio de R$ 92 milhões, um dos mais ricos do Brasil, está preso.  Segundo matéria da Folha de S.Paulo, o candidato do DEM registrou sua candidatura de dentro da cela da cadeia. Uau!!

Pelo texto da reportagem, pode-se perceber que o DEM realmente não tem ligação com facção criminosa, o próprio partido já faz o trabalho sujo. O partido, que mantém como vice, o deputado Índio da Costa, diz que o PT tem ligações com o crime.  Agora está explicado porque ele diz isso. Capite?

Veja trecho abaixo sobre o colega de partido de Índio da Costa e aliado de José Serra.

Segundo matéria da Folha de S.Paulo, o ” Selmo Santos (DEM-SP) registrou sua candidatura de dentro da cadeia. O postulante a uma vaga na Câmara está preso preventivamente por estelionato desde 27 de janeiro no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros, em São Paulo.
Ele foi preso por agentes do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), que cumpriram mandado de prisão expedido pela 24ª Vara Criminal de São Paulo, onde Santos responde a processo por estelionato. Dois meses depois, foi condenado, também por estelionato, em outro processo.” (Texto Integral– só para assinante)

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Falar o que dessa gente do DEM?

Por Chico Cerrito

José Serra e o vice Índio da Costa, do Demo

Falar o que dessa gente do DEM? É só analisar a Folha Corrida dos líderes e figuras proeminentes dessa Capitania Hereditária chamada de DEM:
– Jorge Bornhausen, foi nomeado governador biônico durante a ditadura militar, a qual apoiou com entusiasmo até a última hora, sempre a favor dos ricos e poderosos, colocou seu irresponsável e inexpressivo filho deputado Paulinho como membro ilustre da hierarquia do partido.
– ACM Neto, pois é, é neto do coroné ACM, ex-dono da Bahia, mentor, apoiador e ministro da ditadura militar.
– Efraim de Morais, envolvido em escândalos com nomeações em seu próprio gabinete, relatou-se que o senador Efraim Moraes manteve 52 funcionários fantasmas em seu gabinete nos últimos quatro anos.
Ele também colocou seu filho, deputado, como figura ilustre do DEM.
– Agripino Maia, apoiador de longa data e mentor da ditadura militar, “Os rabos de palha de um filhote da ditadura – o senador Agripino Maia é apresentado pela mídia grande como um ícone da moral, sempre entrevistado para denunciar as mazelas do Governo Lula e pontificar sobre ética política. Seu passado, porém, não abona.” É tão grande sua folha, mais no link: http://newsgroups.derkeiler.com/Archive/Soc/soc.culture.brazil/2008-05/msg00078.html
Seu filho deputado Felipe Mais também já desponta para nos assombrar.
– César Maia, o menino maluquinho, já trocou de partido inúmeras vezes, sempre ao sabor de seus interesses, além de ter sido um péssimo prefeito do Rio de Janeiro, e agora, nos brindou com a nomeação de seu filho Rodrigo, mais um da capitania hereditária, como presidente do DEM.
– Heráclito Fortes, dizer o que de um senador que sorteia passagens para Europa e presenteia “jornalistas amigos” com Notebooks, pagos com dinheiro público? A OAB diz que Heráclito Fortes pode ter diploma cassado, pois está coma a Ficha Suja por ter sido condenado pelo TJ-PI por “conduta lesiva ao patrimônio público” quando era prefeito de Teresina (1989-1993). A filha de FHC foi sua funcionária fantasma por anos e anos, recebendo a quantia módica de vários milhares de reais por mês sem precisar aparecer para trabalhar. Precisa mais?
– José Roberto Arruda, o ex-senador e ex-governador de Brasília, pego com a boca na botija, foi convenientemente “saído” do DEM não por ter desviado recursos, mas por ter sido pego de forma tão vergonhosa.
Esses são os líderes maiores desse partido, o mesmo que entrou no STF com uma ADIN pedindo a extinção do PROUNI. Quer também impedir o Plano Nacional de Banda Larga, a mudança no modelo de exploração do petróleo para o PRE SAL, etc., é um partido claramente lesivo aos interesses nacionais.
A virtual extinção pelo voto, desse agrupamento a margem do iluminismo, de figuras dignas do sistema feudal, nas próximas eleições será uma benção de dimensões descomunais para o Brasil.

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O SONHO SOCIAL-DEMOCRATA ACABOU E FOI FHC QUEM LEVOU O PSDB AO ÍNDIO DA COSTA E À EXTREMA-DIREITA

A responsabilidade pela presença de Índio da Costa (deputado do DEM já apelidado de Sarah Palin, vice republicana nas últimas eleições dos EUAS e que representa a ala mais conservadora) como vice de José Serra é de Fernando Henrique Cardoso e remonta à eleição de 1994. Fernando Henrique é o grande articulador que colocou o PSDB na extrema-direita. Não era para menos, Plínio conta como FHC traiu quem lutava contra a ditadura.

O PSDB era para ser um partido como o próprio nome diz, social-democrata, mas o destino diz lhe reservou outra posição na política. Em 1994, ao articular uma aliança com os setores mais conservadores e atrasados do Brasil, muitos crescidos na política à sombra da ditadura militar, FHC jogou o PSDB no caminho da extrema-direita. FHC estava interessado em poder, em ser presidente da República, e sacrificou o PSDB para isso. O governo de Fernando Henrique foi um governo dos sonhos do DEM, com desemprego, concentração de renda, liberalismo exacerbado, privatizações e pressão intensa contra as conquistas sociais da população, seja no campo do trabalho ou do bem-estar social. Depois de FHC, o PSDB criou uma identidade próxima ao DEM.  Além disso, o crescimento do PT em todo o Brasil fez com que os dois partidos não pudessem mais se separar.

O PSDB sonhou um dia em ser o que o PT é hoje, um partido liberal-democrata com um viés social. O PT está completamente integrado ao liberalismo e isso irrita profundamente os tradicionais ideólogos do PSDB. Esse deveria ser o papel do PSDB, mas a aliança os 16 anos com o DEM (ex-Arena, PDS, PFL) provocou um amálgama ideológico inseparável. Atualmente não é possível saber se José Serra é mais ou menos à direita do que Sarah Palin ou Índio da Costa. Acusar o estado Boliviano de traficante, acusar o PT de ligação com às Farcs, narcotráfico etc mostra que não há política públicas para o país, mas fantasmas. O DEM é o fantasma do PSDB e o sonho social-democrata acabou, se é que um dia existiu.

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Se Brasil tiver sorte, DEM será extinto nas próximas eleições

O DEM é o partido símbolo da desigualdade social do Brasil. É partido do ex-governador de Brasília, José Roberto Arruda, que foi flagrado em vídeo recebendo maços de dinheiro. Mas essa cena de Arruda por de baixo do pano, por incrível  que pareça, causa menos mal ao Brasil do que as atitudes visíveis e oficiais do DEM.

Como exemplo, veja as declarações desse jovem chamado Índio da Costa, que é o vice de José Serra. É só baixaria. A mente desse deputado, que poderá ser o presidente do Brasil, caso Serra fique impossibilitado por algum motivo, é a política do delírio: fala da oposição como traficantes, comunismo etc. É o discurso terrorista tradicional, estagnado no pós-segunda Guerra Mundial. Discurso de quem não tem nada a dizer.

Esse também é o caso da ação que o DEM promove contra o Plano Nacional de Banda Larga, que busca fazer uma grande inclusão digital, assim como está ocorrendo nas grandes economias do mundo. O Brasileiro paga dez vezes mais pela internet banda larga, tem um serviço ruim, e o DEM entra com ação para defender esse péssimo serviço. Na cara dura! Veja matéria abaixo sobre o assunto: Saiba mais

DE COTADO PARA VICE DE JOSÉ SERRA, JOSÉ ROBERTO ARRUDA AGORA ESTÁ NA CADEIA

O governador José Roberto Arruda (sem partido), protagonista do escândalo do panetone, em Brasília, foi preso a pedido do Supremo Tribunal de Justiça. Arruda era o único governador do DEM, parceiro do PSDB, e era cotado a ser vice de José Serra na campanha presidencial de 2010. Agora está atrás das grades. É uma inestimável vitória da justiça séria do Brasil.  Veja notícia na Folha de S. Paulo.

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Poder Judicário: talento para dizer que não tem nada a ver com a corrupção

Os vídeos em que aparecem o governador do Distrito Federal,  José Roberto Arruda (DEM), recebendo dinheiro de Durval Barbosa, assim como outros vídeos desse grande filme da corrupção de Brasília, tem como grande roteirista o Poder Judiciário.

A revolta contra Arruda é uma ação por instinto e não vai resolver muita coisa para o país. Pode ser bom para os opositores ao governo do DEM, mas vai passar e tudo continua na mesma. Imagina em quantos governos isso não acontece todos os dias.

O governador Arruda é apenas um grande ator de um jogo político em que não há punição para corruptos.

O eleitor não pode ser culpado por colocar políticos corruptos no poder; na verdade, a população é dependente da honestidade do político, visto que estão sempre impunes. O problema é que tanto o honesto quanto o desonesto sempre dirão que são honestos e fica impossível distingui-los durante uma campanha eleitoral.

Somente um sistema de controle e transparência do poder público pode diminuir os índices de corrupção. Foro privilegiado, lentidão do Judiciário e as últimas atuações do Supremo Tribunal Federal, que nunca puniu sequer um político, mostram que o grande fomentador da corrupção é, no fundo, o próprio Poder Judiciário.

Não há hoje no Poder Judiciário brasileiro uma vontade de justiça, uma vontade de fazer valer a lei em defesa da sociedade. Há, na verdade, ao contrário, uma vontade de dar total liberdade ao acusado. A Justiça brasileira hoje transforma o criminoso ou acusado em vítima. Veja o caso de Daniel Dantas, condenado pela Justiça, mas livre e milionário. Veja o juiz Fausto de Sanctis e o delegado Protógenes Queiroz, que acabaram se transformando em acusados depois que decidiram botar na cadeia gente graúda.

Esse é o sistema do Poder Judiciário, arrogante, paquidérmico, engravatado, ostentador, lento, e sempre com algum tentáculo em parceria com a corrupção política.

O grande chefe, presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes é o defensor da total liberdade para o acusado. Não há uma liderança no judiciário que encampe uma utopia de justiça que faça valer a construção de uma sociedade mais digna e menos desigual.

Para diminuir essa indústria cultural da corrupção, é preciso de uma grande reforma no judiciário.

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Reforma agrária da senadora Kátia Abreu é modelo invertido de distribuição

Em reportagem de Leandro Fortes para a Carta Capital. Nela, um exemplo invertido de política social.  Políticos com poder expulsam pequenos agricultores e criam grandes fazendas. (mais)

IG PUBLICA VÍDEO COM GOVERNADOR DE BRASÍLIA, JOSÉ ROBERTO ARRUDA, COM DINHEIRO; VEJA VÍDEO PREMONITÓRIO DE CAMPANHA POLÍTICA TAMBÉM

VEJA QUEM É O DEM E O PSDB; DEPUTADOS ATUAM COMO LOBISTAS DE MULTINACIONAIS DO PETRÓLEO NO CONGRESSO

Folha de S.Paulo mostra que políticos do DEM e do PSDB atuam como lobistas de empresas pretrolíferas dentro do Congresso. Eles apresentaram emendas preparadas pelas próprias empresas petrolíferas para limar a Petrobrás e, consequentemente, a tecnologia do povo brasileiro do pré-sal. Com DEM/PSDB, o Brasil não precisa de Ministério da Defesa, eles entregam tudo.

Segundo a reportagem,
“Três deputados federais de oposição apresentaram separadamente emendas aos projetos do pré-sal que, além de coincidirem com os interesses das grandes empresas do setor petrolífero, têm redação idêntica, segundo reportagem de Ranier Bragon, Fernanda Odilla e Valdo Cruz, na edição da Folha desta sexta-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
As propostas foram apresentadas pelos deputados José Carlos Aleluia (DEM-BA), Eduardo Gomes (PSDB-TO) e Eduardo Sciarra (DEM-PR). Segundo a Folha, as emendas clonadas eram parte de versões preliminares preparadas por petrolíferas e repassadas aos deputados por consultores e representantes de empresas. Entre as modificações em relação ao projeto do governo está a de que a Petrobras não seja a operadora exclusiva dos campos.” (Folha)

Essa é uma explicação bem simples que mostra porque o Brasil só patinou quando o PSDB e o DEM  ficaram 8 anos no poder durante governo Fernando Henrique.

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GOVERNADOR DO PSDB, CÁSSIO CUNHA LIMA, É CASSADO POR COMPRA DE VOTOS

Por unanimidade, TSE cassa mandatos do governador e do vice-governador da Paraíba

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Por unanimidade, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aprovou nesta quinta-feira a cassação dos mandatos do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), e de seu vice José Lacerda Neto (DEM). Ambos são acusados de utilizar programas sociais para a distribuição irregular de dinheiro, via cheques, em um processo denominado Caso Fac (Fundação de Ação Comunitária).

O presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, disse que a decisão deverá ser cumprida a partir da publicação do acórdão e cassada também a decisão liminar –que mantém Cunha Lima e Lacerda Neto nos cargos.

Cunha Lima e Lacerda Neto podem ainda recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra a decisão. Nesta quinta-feira foi julgado o recurso ingressado pela defesa que tentou garantir a manutenção dos mandatos de ambos, sem risco de cassação. O recurso foi julgado ontem.

Inicialmente, o ministro-relator do processo, Eros Grau, recomendou pela rejeição das sete questões preliminares –levantadas pela defesa– considerando-as improcedentes. Depois, votou pela cassação dos mandatos de Cunha Lima e Lacerda Neto.

“Não há dúvidas por parte do governador a distribuição de cheques”, afirmou o relator. “Há largo abuso do poder político com conteúdo econômico”, disse. “Uma das testemunhas disse que recebeu um cheque e uma mensagem: “Esse é um presente do governador, lembre-se dele. Com os cumprimentos, Cássio Cunha Lima, governador”, afirmou o ministro.

Segundo o ministro Joaquim Barbosa, alguns dados contidos no processo são “estarrecedores”. Para ele, era fundamental cassar a liminar –que assegura a manutenção de Cunha Lima e Lacerda Neto atualmente nos cargos.(Texto Completo/ Folha On line)

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