Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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Sociedade civil cobra ministro Gilmar Mendes sobre ‘corrupção legalizada’ nas eleições

No que depender das entidades e militantes que participaram do ato público pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, realizado na noite de ontem (26) na sede da OAB do Rio de (Continue Lendo…)

E AÍ COXINHA: EMPRESAS PODEM PRATICAR CORRUPÇÃO NO BRASIL E LEI PARA PUNI-LAS DORME NO CONGRESSO HÁ QUATRO ANOS

A pressão popular precisa estar aqui.

A pressão popular precisa estar aqui.

Nas manifestações pelo Brasil tem muita gente criticando a corrupção da forma mais tosca possível. É a velha e batida lenga-lenga dos programas humorísticos populares, que insistem que o político é o corrupto. E acreditam que o problema do Brasil é o político corrupto. Não é. Se o problema fosse o político corrupto, o Brasil seria uma Suíça.

Imaginem um político bem corrupto. Para cada obra, ele cobra de 5% a 10% do contrato. Ainda que condenável, isso não afeta em nada o desenvolvimento do Brasil. Em construção civil essas diferenças são normais mesmo em construções privadas. O dono de uma empresa que faz apartamentos ou construções comerciais pode ter perdas bem superiores na compra de material, furtos da obra, mudança de empregados etc.

O problema do Brasil são as empresas que não fazem a obra como deveria ser feita, mas sim com péssima qualidade. Veja as escolas, asfaltos, hospitais com material de péssima qualidade e mal feitos, mesmo com projeto definindo padrões mínimos de qualidade. Essa é a corrupção que destrói o Brasil. A obra da empresa corruptora em poucos anos precisa ser refeita ou reformada. Então, em uma obra de R$ 10 milhões, o povo perde 10% para o político e 100% com o empresário. E tem coxinha gritando com bandeira do Zorra Total e da Praça é Nossa, que o problema do Brasil é o político corrupto.

E o inacretitável é que há quatro anos está parado no Congresso um projeto que pune empresas corruptoras. E os manifestantes não vão lá brigar para que seja aprovada. Veja matéria abaixo:

Projeto contra corrupção esbarra em empresários no Congresso

por Nicolau Soares, especial para a RBA

Relator de projeto em tramitação há quase quatro anos avalia que alta presença do empresariado no Legislativo é principal foco de resistência à primeira medida para punir corporações

São Paulo – Uma das respostas da presidenta Dilma Rousseff às reivindicações contra a corrupção que aparecem difusamente nas manifestações pelo Brasil deverá acelerar a tramitação da Lei Anticorrupção. Enviada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Congresso em 2010, a proposta ataca uma das pontas mais escondidas das denúncias de corrupção: as empresas. O projeto permite punir pessoas jurídicas envolvidas em crimes contra a administração pública, e não apenas seus funcionários, como normalmente ocorre hoje.

Se aprovado, o projeto corrigirá uma lacuna histórica na legislação brasileira, pois pela primeira vez o país terá meios mais efetivos para punir diretamente as empresas – e seus proprietários – envolvidas em atos de corrupção ou outras práticas criminosas. Se transformado em lei, o texto permitirá a responsabilização das empresas e não apenas de seus funcionários ou de políticos envolvidos em casos de corrupção. Assim, prevê a aplicação de multas e o ressarcimento de recursos desviados pelas pessoas jurídicas, muitas vezes as maiores beneficiárias de processos de corrupção. “Não existe corrupto sem corruptor. A lei coloca o Brasil no patamar dos países mais desenvolvidos em termos de combate à corrupção”, lembra o deputado Carlos Zarattini, relator da proposta na Câmara e responsável por apresentar um substitutivo ao texto original. (Texto Integral)

Veja mais:

VEJA COMO SÃO FEITAS AS PLANILHAS DAS EMPRESAS DE ÔNIBUS QUE PRESTAM SERVIÇO PÚBLICO

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Como as empresas de ônibus maquiam custos

Ex-analista de crédito de banco revela sinais de fraude contábil, uso de “laranjas” e formação de máfias por parte do cartel que controla transporte público 

Por Fernando Souto, no blog do Nassif

Não vou comentar muito sobre as falas do meu xará Haddad. Vou me concentrar no que sei e que vi, para dizer que em grande parte dos estudantes estão sim certos.

Fui analista de crédito num banco privado em 2006/7 em São Paulo, e neste banco, muitas empresas de ônibus eram clientes. muitas mesmo. e havia um jeito bem especial de lidar com elas.

Ocorre que para uma empresa ganhar empréstimo, ela tem de ter fundamentos econômico financeiros – ou seja capacidade de pagar.  E aí é que o bicho pega: pelas demonstrações contábeis oficiais, praticamente nenhuma empresa de ônibus teria condição de pegar empréstimos. E por que? Porque são estas são as demonstrações (balanços e dres) exibidas para os governos, a partir das quais geram-se as planilhas de custo e, em seguida, as tarifas.

Havia coisas estranhas, das quais dois pontos eu me lembro com maior atenção: O ativo imobilizado era muito baixo (ativo imobilizado é o que a empresa tem de propriedade, portanto seriam frotas de ônibus e propriedades das empresas). Muitas, mas muitas, apresentavam patrimônio liquido negativo – ou seja acumulavam, por anos consecutivos, prejuízos que superavam o capital social da empresa. As contas nunca fechariam — as receitas seriam baixas perante as despesas. Além disto, as empresas possuem passivos muito maiores que ativos, e como ativo tem de ser igual ao passivo mais patrimônio liquido, este tinha de ser negativo.

Com uma situação financeira dessas, uma empresa não toma emprestado. E aí vai o pulo do gato (que dá medo de contar): é óbvio que estas informações estão deturpadas (sendo gentil), e vou explicar como. Tanto era assim que nós tínhamos uma planilha em excel que fazia o calculo do real balanço destas empresas.

Os pontos são os seguintes: o ativo imobilizado não está declarado nestes balanços. É como se a ideia do pequeno empresário que não distingue o próprio bolso do caixa da empresa fosse levada às alturas. Donos de empresas têm parte da frota em nome próprio (ou de laranjas). Ou, então, compram em nome da empresa e depois “revendem”  para terceiros (sócios), após quitados os financiamentos. Os terrenos nos quais estão as garagens das empresas são de propriedade dos sócios e também não aparecem no balanço. Por fim, essas empresas não pagam encargos trabalhistas, adiando-os ao máximo, para aproveitar, quando aparece, uma renegociação. Fazem isso para aumentar muito o exigível de longo prazo, propositalmente, além de ganhar caixa extra pago pelo governo.

Cientes dessas informações, para fazer a análise consolidávamos o patrimônio dos sócios (que na verdade seriam das empresas) com o das empresas. É claro que elas davam lucro na realidade – afinal estes empresários seriam tão idiotas de continuar pra sempre num setor com altos fluxos de dinheiro se tivessem sempre prejuízos? Mas tem mais…

Àquela época, e ainda hoje, existem várias empresas que atendem o transporte urbano – em São Paulo, Rio de Janeiro e outras tantas cidades –, mas são poucas famílias que controlam de fato esta estrutura. Fazem isso indiretamente, através de sociedades.  Em São Paulo, se não me engano, eram cinco famílias, que tomaram o setor na privatização da CMTC. Quando estas empresinhas começam dar muitos problemas, elas fecham e abrem outro CNPJ, com outros sócios. Fornecedores e especialmente funcionários ficam a ver navios. Por falar em funcionários, lembram do que falei sobre os direitos? Pois bem, deixem-me explicar uma coisa que acontecia até com os gerentes do banco, quanto mais com os funcionários. No dia a dia, esses empresários são representados por “gerentões” armados. Se eles não querem atender alguém, e no contato comum todos os funcionários, são esses representantes que cuidam da negociação. Então, por exemplo — isso já ouvi próprios motoristas comentando no Rio — quem vai entrar na justiça pra cobrar direitos, na melhor das possibilidades nunca mais trabalhara em qualquer outra empresa de ônibus. Se encher muito o saco, vai buscar o direito e não volta.

Para quem acha que eu estou exagerando, ficam 2 dicas: procurem noticias sobre assassinatos de sindicalistas de onibus. de vez em quando tem um. E outra: no final do debate de 2004 na rede globo, naquela eleição fatídica em que marta perdeu do josé serra, ela comenta que teve de entrar com colete a provas de balas numa reuniao com empresas de onibus (trabalhei com um cara da alta cupula do governo dela, e ele comentava que ela e o secretario sempre iam de colete, e que os empresarios levavam seguranças armados e que sempre tinham de passar detectores de metais para tirar as armas dos caras).

Enfim, o que eu queria dizer é o seguinte: sei que o Haddad fez mestrado na minha faculdade de Economia, portanto não é de todo inábil com números e devia abrir as tais planilhas de custo. Seria bom puxar um bom auditor pro lado dele, e usar as críticas como legitimação pra rever esse lamaçal todo. Seria uma forma de aproveitar esta pressão contra estas empresas. A não ser que realmente seja só o apoio de financiamento em época de eleição que valha a pena… Em suma, é uma grande máfia, e não vai ser fácil desarmá-la – só que também, se for pra defendê-las, poder-se-ia ter mantido o Serra, certo?

E realmente não são só vinte centavos. Acho que a força desta garotada que está na rua – e que une Istambul, Occupy wallstreet, 15m na Espanha e todos os outros – vem do cansaço de ver todas as decisões importantes de intresse público serem dominadas por grandes interesses de pequenos grupos privados – e em todos os casos, defendidos na porrada por um Estado policialesco.

E pra não dizer que não falei das flores, fiquem com essa pequena pérola de genialidade empreendedora baronesca do imperadores do transporte publico do Brasil. Na Veja, claro, em 1998. (se o setor não dá lucro, porque eles estão tão ricos?)

http://veja.abril.com.br/280198/p_064.html

E sobre um barao especifico (um dos mais poderosos), no Rio de Janeiro. (ps1: parece que é o sogrão do Paes. ps2: vejam quantos sócios ele tem três como em outro baronato, a família comprou uma empresa de aviação).

http://www.milbus.com.br/revista_portal/revista_cont.asp?1448

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0881/noticias/a-dificil-decolagem-do-cla-barata-m0116513

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MODELO NEOLIBERAL DE MILTON FRIEDMAN PODE TER CHEGADO AO FIM NO BNDES DE LUCIANO COUTINHO

Será o fim do neoliberalismo no BNDES?

Será o fim do neoliberalismo no BNDES?

Inflação resistente, concentração de capital, aumento dos juros e piora na balança comercial. Esse é o cenário que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ajudou a construir no Brasil nos últimos anos com sua política que parece ter saído do neoliberalismo do consenso de Washington. Enquanto os governos Lula/Dilma avançavam na distribuição de renda, o BNDES comandado por Luciano Coutinho, concentrava empresas e capital.

Nos últimos anos, o banco torrou dinheiro público para financiar a concentração do mercado, ao formar grandes grupos como os frigoríficos JBS e Marfrig, Fibria (papel), OI (telecomunicação), Brasil Foods (Sadia/Perdigão) e LBR (laticínios). A aposta, como já era de se esperar, foi um fiasco para o banco e para o Brasil. Apenas esses seis conglomerados pegaram do banco R$ 13 bilhões para concentrar renda e capital. E nesse valor não está computado o juro abaixo do mercado, conforme informação de Samantha Maia, em reportagem da Carta Capital.

A ilusão do banco era incentivar as exportações, mas obviamente deu tudo errado. O número de empresas exportadoras diminuiu com essa concentração e com problemas externos. O banco que teve um lucro via BNDESpar de R$ 4,3 bilhões em 2011 caiu para R$ 298 milhões no ano passado. Além disso, esses grandes conglomerados cresceram demais, se endividaram e o banco está correndo o risco de tomar enormes prejuízos junto com o povo brasileiro, que vai pagar a conta. Sem contar o número de demitidos que acontecem quando há concentração de capital. Se o BNDES fosse uma empresa, Luciano Coutinho, já teria sido demitido. Não é, e isso explica um pouco as dificuldades do governo Dilma Rousseff com a inflação, os juros e a balança comercial.

A reportagem de Samantha Maia diz que o banco decidiu mudar de rumo depois de tantos erros e pretende investir em empresas com potencial tecnológico. Essa ideia é um grande acerto, mas não deveria ser só isso. O BNDES deveria ser o cérebro da ação prática da política econômica do governo federal, atuando junto com o Banco Central no combate à inflação, na redução dos juros e dinamização da economia brasileira.

Com todo o arsenal de dados e informações disponíveis no governo, é possível fomentar investimentos em áreas de inflação resistente, multiplicando o número de empresas que produzem itens inflacionados ou itens de dependência tecnológica (e não o contrário, concentrando o mercado com o financiamento de fusões e aquisições).

Outra aposta de combate à inflação é a multiplicação de médias empresas que utilizam matéria-prima agrícola de consumo das famílias brasileiras ou financiando empresas e cooperativas de agricultores. Há uma infinidade de atuações que o banco poderia desenvolver com os dados presentes no próprio governo a fim de contribuir com o desenvolvimento não só econômico, mas também social do país.

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IMBECEO, A PRAGA DO NEOLIBERALISMO QUE FAZ A ALEGRIA DA GRANDE MÍDIA E DOS MERCADOS DE CAPITAIS

Imagem: latuffAs grandes empresas não têm mais hoje o presidente ou o dono da empresa. Com o mercado de ações e a pulverização das participações das grandes empresas, os controladores profissionalizam a gestão e contratam um executivo que será o presidente ou uma espécie de principal executivo. Ele é denominado atualmente de CEO (acrônimo de Chief Executive Officer). A função dele é aumentar a lucratividade dos acionistas, verdadeiros donos, que fazem parte do conselho de administração.

Nessa situação não é difícil o CEO se tornar um Imbeceo, que é a nova praga do capitalismo de mercado de capitais. O imbeceo é uma espécie de executivo ignorante, é o imbecil do neoliberalismo.  O Imbeceo faz a empresa crescer extraordinarimente em pouco tempo, mas provoca danos nos parceiros, trabalhadores e consumidores. Mais que isso, pode quebrar a economia dos países como ocorreu nos Estados Unidos e Europa em 2008. Protegido pela grande mídia, o imbeceo se prolifera nas grandes empresas.

Ele atua como uma erva daninha tentando prejudicar tudo e todos para tirar o maior lucro possível e impossível, independente das consequências. E isso pode ser feito massacrando funcionários e colaboradores, falsificando produtos, baixando a qualidade ao máximo, fazendo publicidade enganosa, alterando quantidade de produtos, comprando governos e funcionários públicos.

Tudo vale para se tornar o executivo que aumentou a lucratividade , ganhou enormes bônus e ficou conhecido no meio empresarial.  O problema são as consequências para a população e para as economias dos países. Produtos de baixa qualidade, recall, contaminações e todo tipo de degradação tendem a se intensificar com os imbeceos.

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LUCIANO COUTINHO, DO BNDES, E MEGA EMPRESAS VÃO LEVAR O BRASIL PARA O BURACO CAVADO NOS ESTADOS UNIDOS

Coutinho concentrou renda no BNDES

Os EUA criaram um grande buraco, que está sugando os recursos da própria sociedade. Esse buraco foi apostar, durante os governos, principalmente republicanos, na criação de mega-hiper-grandes-empresas.

As grandes multinacionais, os chamados players globais, etc. Isso tem gerado um dano enorme para as populações, que praticamente deixam de receber impostos dessas empresas. As empresas crescem tanto e se tornam tão grandes que fica impossível negociar com elas, cobrar impostos, etc. Elas mandam nos governos, quando não derrubam os governos. Elas compram justiça e o que tiver pela frente.

O pior é que essa tem sido a política do BNDES, com Luciano Coutinho a frente. O Banco continuou concentrando renda no país mais desigual do mundo. O banco empresta bilhões de reais da população brasileira para criar mega-hiper-empresas como o Frigorífico (JBS), telefonia (Broi) e outras, que por serem tão grandes fogem do controle. Outra barbaridade é dar dinheiro público para multinacionais  fabricantes de automóveis, cujo faturamento muitas vezes é maior do que o PIB brasileiro.

Essas megaempresas  ficam com privilégios que nenhum empresário brasileiro, seja médio ou grande, tem. Elas conversam diretamente com o ministro, quando não com o presidente.

Quantos empresários brasileiros não pagam impostos e podem se encontrar com o ministro para “tratar” do assunto?

Veja a dificuldade que o governo está tendo para implantar o Plano Nacional de Banda Larga. As megaempresas de telefonia tratam diretamente com o ministro, entram na justiça, plantam matérias em grandes jornais etc. Um abuso.

Agora é a Vale do Rio Doce, que não quer pagar imposto (royalties), como todo brasileiro paga. É uma megaempresa, importante para o Brasil,mas não vale nada (desculpe o trocadilho) se não pagar imposto.

A Vale foi multada por não pagar imposto. O que aconteceu?Afastaram os fiscais e marcaram encontro com o ministro!!!

É preciso um basta nesta criação fantasiosa de megaempresas brasileiras. Deveríamos caminhar no sentido contrário, mas estamos criando megaempresas que vão sugar diretamente o governo e o dinheiro e o sangue do povo brasileiro ainda mais. É assim que fazem nos EUA. Sem regulamentação e controle, quebraram os Estados Unidos.

Muito diferente disso, toda megaempresa, seja brasileira ou estrangeira, deveria pagar um imposto extra. Uma taxa extra que criaria um fundo para incentivar empresas menores nos mesmos setores. Dependendo do faturamento ou da fatia que detém do mercado (40% ou mais, por exemplo), deveria pagar uma taxa anti-monopólio. Isso até evitaria que as  médias e grandes empresas brasileiras fossem compradas por estrangeiras para controlar o mercado. Isso é capitalismo. Mas te pergunto: que grande empresa quer capitalismo? Nenhuma. Elas querem monopólio.

Veja abaixo o privilégio em trecho de matéria da Folha de S.Paulo

Em mais um capítulo da disputa com a Vale, o governo cobra da mineradora uma dívida de quase R$ 4 bilhões de royalties pela exploração de minério de ferro.
A cobrança gerou mais um atrito na relação da empresa com o governo na semana passada, contornado após conversa por telefone entre o presidente da Vale, Roger Agnelli, e o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
Os dois devem se encontrar nesta semana, em Brasília, para buscar um acordo sobre a cobrança dos royalties do setor -a CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais).
Segundo a Folha apurou, o DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), responsável pela fiscalização da cobrança de royalties, cobra uma dívida de R$ 900 milhões pela exploração de minério no Pará e cerca de R$ 3 bilhões pela mineração em Minas Gerais.
A Vale não concorda com o valor e diz que sua dívida, se procedente, não passa da metade desse montante, disse à Folhaum técnico envolvido nas negociações.
Na semana passada, procurada, a empresa não quis se manifestar oficialmente sobre o assunto. (texto integral)

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Tecnologia da Informação
Estudo sobre empresas do setor em Minas demonstra que mais da metade do crescimento delas se deve à decisão de investir em P&D

Do site Inovação/Unicamp

Investir em tecnologia gera lucro

Um estudo ainda não publicado sobre 83 empresas de Tecnologia da Informação de Minas Gerais mostra estreita correlação entre o crescimento das companhias e seus investimentos em inovação, de produto ou de processo. Segundo cálculos feitos pelos autores do estudo, 58,1% do crescimento dessas empresas se explica pela decisão de investir em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Além disso, as empresas que estabeleceram parcerias com universidades, centros de tecnologia e de capacitação cresceram mais do que as outras.

Os resultados desse estudo serão apresentados no livro “Inovação Tecnológica e Seus Impactos no Desempenho de Empresas do Setor de Tecnologia da Informação: Um Estudo Empírico em Minas Gerais”, coordenado por Ian Campos Martins, Cid Gonçalves Filho, Gustavo Quiroga Souki e Kamila Torres Madureira. Martins é presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional Minas Gerais (Assespro-MG). A edição do livro está sendo finalizada para lançamento.

Inovação obteve acesso a uma versão preliminar do estudo, cujo objetivo, explicam os autores na introdução, é “conhecer melhor a questão da inovação de processos e produtos no setor de Tecnologia da Informação em Minas Gerais, tentando identificar o que gera inovação”. (Texto completo)

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