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PARA ALÉM DE CACHOEIRA, É PRECISO DE UMA CPI DO PÉSSIMO JORNALISMO OU DO JORNALISMO SEM CARÁTER

Impressionante o comentário no blog do Nassif sobre o péssimo jornalismo praticado pela revista Veja. Para além de uma CPI que apure as relações da Veja com o crime organizado, no caso da CPI do Carlinhos Cachoeira, é necessário uma CPI sobre a ética no jornalismo.

Mais que isso: o jornalismo pode até atentar contra a inteligência, mas não pode atentar contra a saúde pública. Uma coisa é errar, e todos nós estamos sujeitos. Outra é colocar a vida das pessoas em risco de forma possivelmente deliberada e travestida de jornalismo.

O comentário abaixo poderia ser um bom motivo para uma séria investigação da Polícia Federal.

As capas médicas de Veja e os laboratórios

Enviado por luisnassif, qui, 26/04/2012 – 14:22

Por Pedro Saraiva

Comentário do post “ A pseudociencia de Veja

Concordo com tudo que foi escrito no texto, porém como médico, tenho uma visão um pouco diferente sobre a matéria. Também compartilho da opinião de que a Veja seja um veículo conservador ao extremo e, como tal, elitista, preconceituoso e com discurso que beira o fascismo. Todavia, não consigo ter a visão inocente de que matérias como esta da última edição sejam apenas fruto de mentes burguesas reacionárias. Acho que o buraco é mais embaixo. Acho que podem existir outras forças por trás desta reportagem.

Para explicar meu ponto de vista é preciso retornar a Setembro de 2011. Todos devem se lembrar de outra polêmica matéria, também sobre aparência e aceitação social, onde a revista faz uma descarada propaganda para a droga Liraglutida, comercializada pela empresa farmacêutica Novo Nordisk, sob o nome comercial Victoza® (http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/3287/486D/0132/8CF7/A977/57AB/veja…). Esta medicação aprovada mundialmente apenas para uso no diabetes foi tratada como milagrosa no combate à obesidade, em uma das reportagens mais irresponsáveis que já vi a nossa imprensa publicar. Na época, houve grande repercussão no meio médico e inúmeros especialistas e entidades médicas criticaram abertamente a revista. Até a ANVISA solicitou uma nota de esclarecimento à Veja.

p>Tenho um colega endocrinologista que, incomodado com a matéria, questionou um dos representates da Novo Nordisk que costuma fazer visitas ao seu consultório. A resposta do rapaz foi a esperada, que a empresa nada tinha a ver com a matéria, que a mesma era de responsabilidade total do jornalista que a escreveu. O próprio representante reforçou que o uso do Victoza® para tratar o excesso de peso não está aprovado e não é encorajado oficialmente pela Novo Nordisk. Bom, o fato é que os pacientes foram pressionar seus médicos e as vendas da droga explodiram. Até faltou remédio para os diabéticos, aqueles que realmente tinham indicação de tomar o medicamento.

O problema é que uma semana depois, apesar de todas as críticas, a Revista Mdemulher, também da Editora Abril, trouxe uma outra reportagem, assinada por outra jornalista, com a mesma falsa propaganda sobre a droga (http://mdemulher.abril.com.br/dieta/reportagem/dietas/victoza-remedio-em…). Para completar ao circo, em Novembro, outra publicação da Abril, a Revista Claudia, em nova reportagem, assinada por uma terceira jornalista, faz novamente irresponsável apologia ao uso do Victoza® como remédio para emagrecer (http://claudia.abril.com.br/materia/o-efeito-victoza/?p=/beleza/corpo). Tudo muito estranho.

Mas o que a reportagem desta semana tem a ver com estes fatos? Bom, a empresa farmacêutica Novo Nordisk atua basicamente em apenas 3 áreas da saúde: diabetes, distúrbios da coagulação e… distúrbios do crescimento.

Quem leu a matéria da Veja pode notar como é enfatizado a importância do crescimento na infância. Agora, pensem nas mães de crianças baixinhas lendo esta matéria, imaginando que seus filhos não serão tão bem sucedidos se não atingirem o “padrão de qualidade” citado pela revista. A revista quase que avisa: a hora de intervir é agora, este é o momento mais importante do crescimento. Como médico acostumado a lidar com modismos de saúde impostos pela grande imprensa, imagino quantas mães não estão questionando os pediatras sobre o que pode ser feito para o filho crescer mais.

Me desculpem, mas do mesmo modo que o atual padrão de magreza imposto pelos meios de comunicação social é um incentivo ao uso desregrado de moderadores do apetite e drogas emagrecedoras, este tipo de reportagem é, indiretamente, um estímulo ao uso sem indicação de GH (hormônio do crescimento) em crianças baixinhas.

Obviamente que baseado apenas nestas reportagens convenientes não se pode acusar a empresa Novo Nordisk de ter comprado espaço nas publicações da Editora Abril para fazer propaganda travestida de jornalismo. A gente sabe que a qualidade das apurações da Veja é lastimável e isso tudo pode ser somente mau jornalismo. Mas que é estranho, isso é.

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Falta tudo: de ética à criatividade

O Ministério Público precisa investigar o gasto de dinheiro público dos governos municipais, estaduais e federal com a revista Veja.  A última tentativa de invasão em hotel de Brasília para investigar o ex-ministro José Dirceu, segundo o próprio ex-ministro, demonstra que a revista não pode receber dinheiro público, principalmente sendo acusada de crime e com o histórico que tem de péssimo jornalismo.

Aplicar dinheiro público na Veja deveria ser improbridade administrativa.

Não é possível que o governo, incluindo as estatais, não tenha o mínimo de critério jornalístico para a aplicação do dinheiro do povo.  Nenhum governo pode investir em empresas acusadas de ações criminosas, por uma questão de ética pública. O governo deve evitar o gasto público com empresas nessa situação até que as questões sejam esclarecidas. É uma precaução com o dinheiro público.

A revista Veja pode fazer a bobagem que quiser, pode cometer crimes em busca de reportagem como o magnata Murdoch e se entenderá com a Justiça.  Mas há o problema das finanças públicas. O governo não pode aplicar dinheiro do povo em publicidade numa revista já com um histórico de manipulação.

É preciso se estabelecer critérios jornalísticos para a aplicação do dinheiro público e não apenas publicitários e de circulação.  Imagine o governo sendo sócio de uma usina de etanol que emprega trabalho escravo. Ninguém aceitaria. Então também não deve fazer publicidade em veículos com graves problemas éticos e legais. Veja a dinheirama do povo que vai para o bolso dos donos da Veja.

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CONDENAR A CORRUPÇÃO PELA QUESTÃO MORAL É UMA GRANDE ILUSÃO E ESSE ENGANO POUCO AJUDA A COMBATÊ-LA

A corrupção, tão presente nas democracias modernas, é muitas vezes vista por nós, seus críticos, como um problema moral, ético. É comum pensarmos que o sujeito, seja político, empresário, trabalhador ou funcionário público, apropria-se do dinheiro alheio ou do dinheiro público porque não tem caráter, ou seja, é um ladrão, corrupto, desonesto, sem vergonha. Quando nos referimos assim aos políticos, por exemplo, estamos colocando a questão da corrupção no âmbito da moralidade.

É dessa forma que muitas vezes somos levados a pensar quando reportagens televisivas mostram um cidadão (gari, taxista etc) que encontra uma grande soma de dinheiro e devolve ao dono. A atitude do cidadão que devolve o dinheiro nos expõe de forma tão evidente que a corrupção é uma questão moral quanto quando olhamos para o sol e imaginamos que ele gira em torno da terra.

Condenar a corrupção no aspecto moral é uma ilusão, um grande engano e que ajuda pouco no combate a esse grave problema das democracias contemporâneas.

A moralidade é uma pequena parte do problema, que muitas vezes tomamos pelo todo. Isso porque a corrupção é mais profunda e se revela mais como um problema humano, inerente ao homem, que com certeza envolve uma infinidade de aspectos além do moral. É por isso, inegavelmente, que desde a bíblia, reproduzimos a expressão: “atire a primeira pedra quem nunca pecou”, ou seja, quem reproduz essa frase acredita que é muito possível que todo mundo, em algum momento, cometeu alguma deslize, alguma atitude desprezível na vida.

E é esta natureza humana que permite aos corruptos dormirem tranquilos, cuidarem dos seus filhos e continuarem a fazer falcatruas. Ele justifica sua consciência com frase do tipo: “se eu não fizer, outro faz” ou “todo mundo tem o rabo preso”, “todo homem tem seu preço”. Ou seja: atire a primeira pedra…

Em um texto intitulado “O que os professores e os lutadores de sumô têm em comum?”, Steven Levitt, economista norte-americano, desvenda estatisticamente a natureza da corrupção e pergunta em certo momento: “Quem trapaceia? Ora, praticamente todo mundo, se a oportunidade for propícia. Você pode dizer a si mesmo: “eu não, seja qual for a situação”. Depois, talvez se lembre de quando trapaceou, digamos, no jogo de damas. (Freakonomics, Editora Elsevier, 2005). Alguém acredita que há um local mais propício para a corrupção que a administração pública? Da mesma forma, Espinoza já alertava que a cidade que depende de um governante honesto está perdida.

Todos estamos sujeitos à corrupção porque ela está inscrita na própria natureza humana. Mas não precisamos ser deterministas como os corruptos praticantes que, para ter paz de consciência, a justificam como inexorável. A habilidade ao esporte também é algo humano, mas nem todos os humanos praticam esporte. A habilidade para o aprendizado é humana, mas nem todos gostam de aprender. A corrupção é algo humano, mas nem todos querem isso como sua prática constante e inelutável.
Há também nos humanos a habilidade da racionalidade, que nos permite criar soluções para, por exemplo, combater a corrupção. A partir do momento que temos conhecimento de que a corrupção não é um problema moral, mas humano, pode-se construir mecanismos mais eficientes de combate a esse problema.

A corrupção se expressa de forma mais evidente nas democracias contemporâneas. Claro, nos estados autoritários ou monárquicos não há a res pública, a coisa pública. Há uma mistura entre o privado e o público e, por isso, o benefício pessoal, de grupos e amigos é algo legal. Nas democracias contemporâneas, essa relação se manifesta na corrupção. Ela é uma espécie de efeito colateral das democracias, mas que pode ser combatido.

Se a corrupção é humana e não um problema moral, então todos os que chegam aos cargos públicos são potencialmente corruptos. E muitos desenvolverão essa potencialidade. Então precisamos de mecanismos muito rigorosos, transparentes e duros com relação ao dinheiro público. Temos de dar total transparência às contas públicas. Ou seja, precisamos de mecanismos de combate a corrupção no poder público que tome como princípio que todos os administradores são corruptos, ainda que tenhamos a sorte de eleger eventualmente um sujeito honesto.

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Pensem na hora do voto

Por Ricardo Guilherme Fonseca

1- Quanto vale seu voto? Uma cesta básica? Uma consulta ao dentista? Um som? Um trabalho? Uma nota fiscal fria? Fazer vista grossa com os esquemas de corrupção nas escolas?

2- Você votaria em alguém com ficha suja na policia? Que já matou? Já roubou? Assaltou? Usou drogas?

3- Você votaria em um candidato processado por corrupção? Que já roubou merenda escolar das crianças?Que nada fez para sua comunidade? Que somente pensa em mudar nomes de ruas ou avenidas? Que não tem projetos sociais? Saiba mais

SOMOS TODOS CORRUPTOS: A CORRUPÇÃO DE TODOS OS DIAS, DE TODOS OS ATOS COTIDIANOS

Alimentamos a corrupção com pequenos gestos

Por Cristiane Vianna Grumper

Alimentamos a corrupção com pequenos gestos, com nossas ações, com nosso mal exemplo, esquecemos sempre que vivemos em uma sociedade.

É necessário trabalharmos com varias mudanças de comportamento, exemplos básicos de corrupções básicas: JOGAR LIXO NO CHAO. Para que uma corrupção tão suja como essa?

Porque muitas pessoas jogam lixo no chão? Educação? Também…. Mas acima de tudo uma reflexão básica. Jogamos lixo na sala de nossa casa? Jogamos lixo na nossa cama? Penso que não!!! E porque jogamos no chão, nos parques, nos mares, nas praias? Porque somos CORRUPTOS também!

Porque furamos fila? Porque somos CORRUPTOS TAMBEM!

Porque não fazemos reclamações éticas? Porque somos CORRUPTOS também!

Porque não fazemos tudo com o tal jeitinho?Porque somos CORRUPTOS também!

Porque não respeitamos os idosos? Porque somos CORRUPTOS também!!

Porque fumamos em locais proibidos? Porque somo CORRUPTOS também!

Porque usamos a cola nas escolas? Porque apreendemos deste cedo que ser CORRUPTO é ser ESPERTO!

Porque não cuidamos com amor e dedicação a natureza? Porque somos CORRUPTOS também!

Porque gastamos água, energia sem precisar? Porque somos CORRUPTOS também!

Porque agradamos aos Políticos e votamos sempre no errado? Porque somos CORRUPTOS TAMBEM!

Porque votamos em Políticos desonestos? Porque somos CORRUPTOS também!

Porque aceitamos tudo de olhos fechados? Porque somos CORRUPTOS também!

Porque usamos os telefones, os fax no serviço publico? Porque somo CORRUPTOS também!!

Porque não queremos saber o que esta se fazendo com nossos impostos? Porque somos CORRUPTOS Também!

CORRUPÇAO não é somente a Política nem os Políticos, fazemos parte dela, talvez bem mais que eles. CORRUPÇAO vamos acabar com ela ao nosso redor para depois tentarmos falar de Política e Políticos.Vamos apreender a VOTAR….

ROSSANA BRASIL KOEPF
COMISSAO DA MULHER ADVOGADA.FORTALEZA.OAB
“UM GOVERNO SEM CORRUPÇÃO E A EDUCAÇÃO COMO PRIORIDADE É UM SONHO A SER REALIZADO.”

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SERÁ QUE A GRANDE MÍDIA VAI REPERCUTIR MATÉRIA DA CARTA CAPITAL SOBRE GILMAR MENDES?

Gilmar vai vir com tudo sobre Carta Capital

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Os sites dos grandes portais ainda não deram uma linha sobre a matéria da Carta Capital sobre Gilmar Mendes. A situação foi diferente quando a Veja deu matéria sobre o improvável grampo entre o ministro do Suprermo e o senador Demóstenes Torres (Demo-GO). Mas é provável que façam o regitro nos próximos dias, apenas para efeito burocrático. (Este texto foi postado às 15h do sábado)

Os grandes jornais embarcaram na repotagem da Veja sobre o grampo, mas até hoje não se tem prova, nem testemunha, nem fonte, nada. Ou seja, a mídia repercutiu uma matéria que até agora não se tem uma prova sobre sua veracidade. É provável que seja ficção.

A Carta Capital que segure as pontas. Gilmar vai vir com tudo para cima da revista. Ele já avisou em matéria da Agência Brasil e provavelmente contará com o auxílio da revista Veja.

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