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TEMAS CAPITAIS

FHC, O MÁGICO, E 10 ANOS DO PT: NO GOVERNO FEDERAL, PSDB VENDEU ESTATAIS, AUMENTOU IMPOSTOS E DEIXOU O BRASIL MAIS POBRE!

O colunista João Sicsú, da Carta Capital, publicou dois gráficos que mostram exatamente o tamanho da responsabilidade FISCAL e da responsabilidade SOCIAL dos governos do PSDB (Fernando Henrique Cardoso) e do PT (Lula e Dilma Rousseff).

O mais impressionante é a responsabilidade fiscal do PSDB. Veja em azul (primeiro gráfico) o crescimento da dívida pública no governo desse senhor chamado FHC, o mágico. O governo federal do PSDB/FHC pegou o Brasil com 30% de dívida, vendeu estatais, aumentou impostos e entregou com 60% de dívida em relação ao PIB. É mágica! É um governo que vendeu, arrecadou, não investiu e ficou mais pobre!!! Não estão nos gráficos abaixo, mas os impostos no governo de FHC saltaram da casa dos 20% para os 30%, um aumento de 50%.

Talvez por isso se diz com toda razão que FHC deixou uma herança maldita.  Lula pegou o país com 60% de dívida em relação ao PIB e entregou com 35%, reduziu a dívida e aumentou o gasto social (gráfico 2). Deve ser também por isso que os fanáticos da seita neoliberal estão histéricos nas emissoras de TV.

Fonte: Carta Capital

Fonte: Carta Capital

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O JORNALISMO

RODA VIVA DA TV CULTURA VIRA FÓRUM DO PSDB: PRIMEIRO FOI O FILÓSOFO, DEPOIS O ESTRATEGISTA, AGORA SÓ FALTA O PAI DE SANTO

Giannotti: é preciso controlar o mercado

O programa Roda Viva da TV Cultura se transformou em uma espécie de fórum para entender o que acontece com a oposição e especialmente o PSDB, que governa o estado de São Paulo, mas está em um processo de dissolução parecido com o do DEM, partido em que militava o paladino da ética da revista Veja, o senador Demóstenes Torres.

Há algumas semana o programa convidou o filósofo José Artur Giannotti, pensador renomado e conhecido pela participação no Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), junto com Fernando Henrique Cardoso e  parte da intelectualidade do PSDB, que acreditou que um dia o partido seria social-democrata.

Ao se ouvir Giannotti, vê-se uma tentativa da direita paulistana de ir mais a fundo na questão que envolve a incapacidade do partido tucano para compreender o atual momento político em que vive o Brasil. Mas Giannotti jogou um balde de água fria. Ele disse ser a favor de cotas raciais e que é preciso controlar o mercado. Ou seja: até o filósofo do Cebrap não aguenta o PSDB.

Se não dá para contar com filósofo, vai-se ao estrategista. Ontem o Roda Viva convocou um especialista em eleições, em pesquisa e em análise da realidade brasileira. No centro do programa esteve o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, que talvez seja o homem com o maior número de informações sobre o Brasil. Infelizmente, ele também não ajudou muito e se recusou a fazer prévias sobre as eleições em São Paulo.

Na próxima semana é possível que apareça um pai de santo no centro do Roda Viva. Quem sabe surja alguma luz?  Mas com José Serra caminhando para mais uma campanha obscurantista, dificilmente haverá solução diante de tamanha escuridão. Está complicado entender o Brasil para os tucanos.

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TEMAS CAPITAIS

SERÁ A TERCEIRA VIA? AÇÃO DO GOVERNO DILMA ROUSSEFF SOBRE JUROS BANCÁRIOS ABRE CAMINHO PARA O BRASIL ESTABELECER UM NOVO PROJETO POLÍTICO-ECONÔMICO

Seriam Dilma Rousseff e Lula os iniciadores da terceira via?

A ação de Dilma Rousseff, colocando a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, para reduzir os juros e estabelecer medidas que possam baratear o custo do dinheiro pode ser o caminho de fato de uma “terceira via” política-econômica.

Dilma Rousseff se utiliza de empresas estatais para atuar de forma a equilibrar o mercado oligopolizado por três ou quatro grandes bancos privados. Ou seja, temos um país em que há uma forte presença do capital privado (bancos como Itaú, Bradesco, Santander etc) e uma forte presença do capital do Estado (Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, BNDES etc). Nesse ambiente, a ação governamental, com regras de mercado e com regras precisas de Estado, parece ser algo bastante diferente do que as velhas opções entre estatizar ou privatizar.

Nos tristes tempos do governo de Fernando Henrique Cardoso e da hegemonia do pensamento único liberal se falou muito em uma “terceira via’.  Essa proposta foi propalada a quatro cantos principalmente por Bill Clinton, Tony Blair e Fernando Henrique Cardoso. Isso não é uma grande piada para quem conhece os governos de Clinton, Blair e FHC, mas essa terceira via era apenas discurso vazio. Ninguém sabia exatamente o que era porque não era nada. Não houve sequer uma única prática política desse trio de patéticos governos para que se estabelecesse uma “terceira via”.

Na verdade, Inglaterra e Estados Unidos são os sumos representantes da primeira via, ou seja, do capitalismos de grandes corporações privadas controlando o Estado e a política do país. Do outro lado temas Cuba e, principalmente, a China com um capitalismo de Estado forte (antes a Rússia e o bloco socialista) .  Depois de décadas de guerra fria (estatal contra o privado) e depois de décadas de hegemonia liberal, após a queda do muro de Berlin em 1989,  parece que se pode realmente elaborar um modelo novo.  (Claro que isso só acontece  se a revista Veja deixar ou descobrir que acabou a guerra fria)

Esse modelo poderia ser construído por países com total liberdade econômica para o grande capital como o Brasil, mas que reserve também uma boa presença do estado em setores estratégicos da economia.  Para isso é preciso ter empresas estatais bem estruturadas e com transparência, para não se tornarem ineficientes.

No caso do setor bancário, o Brasil é forte com os bancos Estatais e também com grandes bancos privados. No setor de combustíveis também, o país tem grandes empresas privadas e a Petrobrás com grande poder de mercado. A presença estatal no mercado de combustível permitiu ao país uma grande estabilidade nos preços dos combustíveis nos últimos anos, graças aos governos do ex-presidente Lula e a continuação com Dilma Rousseff.

Por que então não ter liberdade econômica com presença forte do mercado para controlar e administrar setores estratégicos ou importantes? Por que não ter uma grande empresa estatal no setor de comunicação, telefonia e internet disputando mercado com as companhias privadas, assim como acontece com os bancos e empresas de combustível?

Essa talvez seja uma terceira via de fato, mas com outro nome, porque a expressão “terceira via” virou pó na mão de Tony Blair e FHC.

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EDUCAÇÃO POLÍTICA VOCÊ FAZ

OS ESQUECIMENTOS DE FHC (FERNANDO HENRIQUE CARDOSO) E O QUE FAZER COM O SEU GOVERNO: ESQUECER OU DEFENDER?

O INVEJOSO, SURTOU!

Por Jussara Seixas

Dilema do PSDB: esquecer ou defender?
Dilema do PSDB: esquecer ou defender?

O ex-presidente FHC (ex- é ótimo) surtou. Ele não está mais suportando o imenso sucesso do governo do presidente Lula. Ainda mais agora, depois de saber que o presidente Lula vai receber em Londres o prêmio Estadista do Ano (Chatham House 2009), concedido pelo Instituto Real de Relações Internacionais do Reino Unido.
Escreveu um artigo que está sendo publicado nos jornais com o titulo “Para onde vamos?”. Ele ataca no atacado. As declarações do presidente Lula, as frases ditas pelo presidente Lula, todas as decisões do governo Lula.
Está furioso com o pré-sal, com o imenso sucesso da Petrobras, que ele, Serra e o PSDB queriam e querem privatizar. FHC não reconhece sua incompetência, sua negligência: por não investir na Petrobras, provocou o afundamento da maior plataforma de extração de petróleo do mundo na época, a P36. Não se conforma com o fato de que o presidente Lula transformou o Brasil em um imenso canteiro de obras com as obras do PAC, que geram empregos e renda e vão beneficiar milhões de brasileiros.

Cita a Transnordestina, a Norte-Sul, a Transposição do São Francisco, o Trem-bala. Fala do programa Minha Casa Minha Vida como se tudo fosse apenas publicidade, fala como se nada existisse, se tudo fosse miragem. Insano, compara o governo Lula ao regime militar.

Diz que o presidente Lula fala impropérios quando empresários e jornalistas ousam descordar do “Brasil potência”. Antes falasse. Mesmo sendo atacado diariamente pela mídia, mesmo tendo sido chamado de assassino por um psicanalista charlatão, colunista da Folha, um tal F. Daudt, quando ocorreu o acidente com o avião da TAM, o presidente Lula nada fez contra o psicanalista louco ou contra o jornal.
Não abriu nenhum processo. Diferente da coleguinha de partido de FHC, Yeda Crusius, do PSDB, amiguinha do Serra, que mandou invadir a sede de Federação Anarquista para censurar material que a criticava, com toda a truculência digna da ditadura militar.

O estadista Lula também agiu com paciência e tolerância quando A. Virgilio e Aceminho disseram que dariam uma surra no presidente. A que ponto chega o ódio dessa gentinha contra o melhor presidente que o Brasil já teve, que ostenta mais de 80% de apoio popular, é elogiado e reconhecido mundialmente.

FHC não se lembrou de comentar a queda na desigualdade social do país graças ao governo Lula, não se lembrou de falar do PROUNI, não se lembrou de falar que no governo Lula as classes D e E passaram a ser classe média. Não se lembrou de falar que no governo Lula não teve apagão: muito ao contrário, o governo Lula levou energia elétrica a milhões de pessoas que viviam isoladas nos rincões de nosso imenso país.

FHC não se lembrou de falar do sucesso do presidente Lula ao lidar com crise econômica mundial: o Brasil não quebrou, diferentemente de quando FHC foi presidente (quebrou o Brasil três vezes!). O Brasil ainda saiu bastante fortalecido da crise, fato reconhecido e invejado mundialmente.

FHC não soube lidar com as crises, foi incompetente, quebrou o país, fez imensa divida com o FMI, foi responsável pelo maior desemprego que o país já viveu, por juros estratosféricos, e deixou um saldo de 54 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza. FHC está desesperado, como estão o PSDB, o Serra e seus rabos, o DEM e o PPS — aliás, a patética figura do boçal-mór Roberto Freire, do PPS, pediu publicamente que o PSDB do Serra esconda FHC, o desastrado governo de FHC.
Jussara Seixas

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