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EMPRESÁRIOS CHUTAM TUCANO MORTO: DIRETOR DA FIESP DESTRÓI GERALDO ALCKMIN E O PSDB DE SÃO PAULO DE FORMA IMPLACÁVEL

Carlos Calvalcanti, diretor da Fiesp

Carlos Calvalcanti, diretor da Fiesp

Os empresários estão descobrindo o que significa o partido PSDB. O diretor de Infraestrutura da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Carlos Cavalcanti, deu uma aula sobre o preço da energia elétrica no Brasil e, de quebra, destruiu os tucanos paulistas em entrevista ao Jornal da Terra. Cavalvanti deu a entrevista antes da redução anunciada pela presidenta Dilma Rousseff (Veja abaixo o vídeo)

Os empresários parecem que estão descobrindo que o PSDB é tucano morto, ou melhor, cachorro morto.

Veja algumas frases do vídeo:

“A CABEÇA DO GOVERNADOR (GERALDO ALCKMIN) É DESSE TAMAINHO”

“A GENTE FICA COM VERGONHA DO GOVERNO (psdb) QUE TEM”

“O GOVERNADOR (GERALDO ALCKMIN) DEVE VIR A PÚBLICO EXPLICAR PORQUE ESTÁ PREJUDICANDO 44 MILHÕES (DE PAULISTAS)”

“ELES (PSDB) ESTÃO DESTRUINDO A CESP, ESTÃO SENDO DE UMA IRRESPONSABILIDADE JAMAIS VISTA”

Do Beatrice

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Fiesp pede para Dilma Rousseff endurecer com o PSDB

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O PSDB afirma que há perigo em reduzir a conta da energia elétrica, mas o partido pode mostrar ao povo brasileiro os verdadeiros ri(s)cos do setor elétrico.

O governadores do PSDB de São Paulo, Minas Gerais e Paraná poderiam detonar o PT e provar ao povo brasileiro que não são os verdadeiros representantes da desigualdade econômica que reina no Brasil. O PSDB poderia provar que são honestos na defesa dos acionistas e milionários que investiram suas suadas economias nessas empresas. O PSDB poderia provar que fala a verdade.

Para isso, basta abrir as contas das empresas de energia elétrica Cemig, Cesp e Copel.  Assim, eles provariam de forma cabal que a situação realmente é perigosa,  que as empresas correm riscos, que os acionistas estão pobres, que Dilma Rousseff está querendo quebrar o Brasil.

Essas empresas poderiam passar por uma auditoria suprapartidária, com representantes sociais e ficar provado de forma cabal que há esse perigo. Mas os governadores do PSDB não farão isso, porque o perigo não é mostrar os risco, e sim os ricos do setor elétrico.  Até os industriais não suportam mais o PSDB.

Veja abaixo nota da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) sobre o PSDB:

Nota à imprensa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), via e-mail

“O governo federal não deve reabrir negociações com quem não aderiu à antecipação de contratos prevista na MP 579, que possibilita o desconto nas contas de luz. Deve levar esses ativos a leilão no final dos contratos, e garantir a redução de 20% para todos. Não se pode frustrar o povo brasileiro trocando esses 20%, uma vitória de todos nós, por 16,7%.”

Essa foi a reação do presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, à notícia de que três estatais do setor elétrico – Cemig (MG), Copel (PR) e Cesp (SP) –  decidiram recusar a antecipação de contratos com desconto, proposta pelo governo federal.

“A presidente Dilma Rousseff anunciou 20% de desconto médio em rede nacional. As estatais que se recusam a aderir ao desconto vão ter que arcar com as consequências de frustrar os brasileiros e mais ainda: de não colaborar para que o Brasil se torne um país mais competitivo.”

Para a Fiesp, que há dois anos encabeça a campanha Energia a Preço Justo, o Brasil não pode perder a oportunidade de promover essa queda na conta de luz de todos os brasileiros.

Segundo a Fiesp, o governo federal deveria aumentar a redução de encargos de forma transitória, entre 2013 e 2015, para garantir o desconto de 20%. A partir dos novos leilões, com a queda no preço da energia, a situação poderia ser reequilibrada. “O importante agora é não abrir mão dessa conquista, que é de todos os brasileiros, ainda que essas estatais estejam jogando contra”, termina Paulo Skaf. (Vi o Mundo)

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