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CANDIDATO DERROTADO DA VENEZUELA, HENRIQUE CAPRILES, TENTA POR FOGO NAS RUAS E DEIXAR O PAÍS EM GUERRA CIVIL

Capriles tenta levar no grito a eleição

Capriles tenta levar no grito a eleição

Direita venezuelana promove ataques violentos na noite desta segunda-feira.

Renata Mielli, de Caracas/ agências

Muitas manifestações marcaram esta segunda-feira em toda a Venezuela. Convocados à rua pelo candidato derrotado Henrique Capriles, seus partidários fizeram atos, passeatas e também agiram com violência, principalmente nos estados do interior do país. Em Caracas, às 20:00hs, ouviu-se um panelaço em toda a cidade.

 Durante a noite, sedes do PSUV no interior foram incendiadas, chegam notícias de ataques contra Centros de Diagnósticos Integrados que fazem parte da Missão Bairro Adentro (Saúde), escritórios do Conselho Nacional Eleitoral, prédios de emissoras de comunicação públicas e agressões contra jornalistas. Há notícias de feridos e mortos.
 
Durante o dia, o principal canal de televisão do país convocava aos venezuelanos a não reconhecerem as eleições e o “presidente ilegítimo”.
 
Os chavistas também ocuparam as ruas para comemorar a vitória de Nicolás Maduro, a sua proclamação como presidente eleito constitucionalmente e defender o resultado da eleição.
 
Maduro em seu discurso de proclamação e na coletiva de imprensa que concedeu à noite denunciou a tentativa da direita em golpear, mais uma vez, a democracia da Venezuela e disse que o governo e o povo estão preparados e sabem como se defender destas tentativas.
 
Com estas manifestações, a direita quer desestabilizar o governo e gerar fatos para serem trabalhados pela imprensa internacional, visando colocar a opinião pública contra a Venezuela. “As manifestações e atos violentos são uma forma de alimentar os meios de comunicação, porque isso é o que será a primeira página de muitos periódicos em todo o mundo, que querem transmitir a ideia de que a Venezuela vive uma situação de instabilidade”, avaliou Ignácio Ramonet em entrevista à TeleSur. (Texto Integral)
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INCÊNDIOS SELETIVOS: FAVELAS EM ÁREAS VALORIZADAS PEGAM MAIS FOGO DO QUE FAVELAS EM REGIÕES DESVALORIZADAS

Fatalidade ou Crime?

Da Carta Capital
Crianças expulsas por incêndio na favela Moinho
“João Finazzi, pesquisador do Programa de Educação Tutorial do curso de Relações Internacionais da PUC-SP, recentemente publicou um artigo que comprova o que boa parte dos urbanistas denuncia há tempos. Primeiro, ele verificou a distribuição das mais de 1,5 mil favelas existentes no território paulistano. Depois, mapeou as ocorrências de incêndio mais recentes (São Miguel, Alba, Buraco Quente, Piolho, Paraisópolis, Vila Prudente, Humaitá, Areão e Presidente Wilson). O episódio na favela do Moinho só ficou de fora porque o artigo foi escrito antes da tragédia. Conclusão: as chamas atingiram regiões que concentram apenas 7,28% das favelas da cidade. Em outras áreas, que concentram mais de 21% dos assentamentos irregulares da capital, como Capão Redondo, Jardim Ângela, Campo Limpo e Grajaú, nenhum incêndio foi registrado.
O estudo, coordenado pelo professor Paulo Pereira, identificou ainda que as áreas atingidas pelos incêndios sofreram grande valorização imobiliária entre 2009 e novembro de 2011, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). “Todas as nove favelas citadas estão em regiões de valorização imobiliária: Piolho (Campo Belo, 113%), Vila Prudente (ao lado do Sacomã, 149%) e Presidente Wilson (a única favela do Cambuci, 117%). Sem contar com Humaitá e Areião, situadas na valorizada Marginal Pinheiros, e a já conhecida Paraisópolis, vizinha incômoda do rico bairro do Morumbi”, afirma Finazzi. “Onde não houve incêndio, a valorização imobiliária foi bem menor nos últimos anos, em alguns casos até decrescente, como Grajaú (-25,7%) e Cidade Dutra (-9%)”. (Veja Texto integral na Carta Capital)
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