Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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Augusto de Campos destrói a Folha de S. Paulo: ‘Viva Dilma, vaia aos vips’

Publicando, a pedido de Augusto de Campos, carta ao jornal Folha de S.Paulo: “Prezados Senhores.
Esse jornal utilizou, em 14 de junho de 2014, com grande destaque, o poema VIVA VAIA, de minha autoria, (Continue lendo…)

PARA ENTENDER FERNANDO HADDAD E O DISTANCIAMENTO DO PT DAS RUAS

Haddad: um desastre na comunicação

Texto de Rodrigo Vianna/Escrevinhador

Para entender o que se passa com a gestão de Fernando Haddad em São Paulo, peço sua atenção. E alguma paciência. Haddad, em sete atos…

1) Junho de 2012. Festa de aniversário de um bom amigo, advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) – a mesma onde estudou o prefeito. À época da festa, Haddad era um candidato que patinava, nos 5% de intenção de voto. Lá pelas duas da manhã, um dos advogados senta no sofá perto de mim, e a conversa é sobre o petista. Quero saber como era o Haddad na época da faculdade. “O Haddad tem duas características fortes: ele não ouve ninguém, quando você fala parece que ele não está ouvindo de verdade; mas, por outro lado, ele é um sortudo sem tamanho, sempre teve muita sorte”, diz meu interlocutor, relembrando as peripécias de Haddad e outros estudantes, nas disputas pelo Centro Acadêmico no começo dos anos 80.

2) Algumas semanas depois (2012 ainda), a campanha de Haddad procura um grupo de blogueiros: o petista queria “conversar” sobre Comunicação, sobre a cidade. Haddad seguia em baixa nas pesquisas (um dos levantamentos chegara a apontá-lo com 3% de intenções de voto). A assessoria do candidato fez o favor de divulgar a conversa, reservada, como se fosse um “ato de apoio dos blogueiros à campanha petista”. Bela assessoria… Além disso, naquela noite, tive a comprovação de que Haddad não é mesmo muito treinado para ouvir – como dissera meu interlocutor na festa. Educado, escutava perguntas e observações, sem preocupação de travar um diálogo. Estava ali pra ser escutado.

3) Em setembro, reta final da campanha, o petista comprovou que também era sortudo. Ficaria de fora do segundo turno, se não fosse uma declaração desastrada de Russomano sobre Transporte. Haddad aproveitou o delize do adversário para ir ao segundo turno contra Serra. Virou prefeito – graças também a mobilizações que reuniram milhares de pessoas em atos na praça Roosevelt (centro de São Paulo), convocados pelas redes sociais.

4) Na semana seguinte à eleição, alguns daqueles blogueiros (que Haddad buscara quando estava com 3%) procuraram o prefeito eleito: queríamos conversar, sugerir políticas de comunicação inovadoras para o homem que ganhara o pleito com o discurso de “homem novo”. Haddad não recebeu ninguém, mandou dizer que a política e os nomes para a área de comunicação já estavam decididos. E avisou que essa área de inovação digital, e de incentivo à diversidade informativa, ficaria sob os cuidados de uma subsecretaria na área de Cultura.

Esse é o Nunzio…

Logo entendemos o jogo. Haddad nomeou para a secretaria de Comunicação Nunzio Briguglio Filho… Quem? A função dele, basicamente, seria manter boas relações com a mídia convencional. Ou seja, o “homem novo” achava que política de comunicação para São Paulo seria dar uns telefonemas para a “Folha”, a “Globo” e a “Abril”. Ah, eu já ia esquecendo: cabe à secretaria do Nunzio, também, a distribuição das verbas públicas de publicidade. Hum…

5) Os meses passam. Haddad mostra-se um desastre de comunicação durante as manifestações de junho. Perde a chance de reduzir as tarifas diante do Conselho municipal, mostra ali certa arrogância professoral (“não sabe ouvir”). Depois, vai a reboque de Alckmin e anuncia a redução da tarifa de forma tão atrapalhada que, ao final da coletiva no Palácio dos Bandeirantes, um repórter até pergunta: “mas então voltou pra 3 reais ou não?”.

6) Os meses avançam. Haddad toma então duas medidas que me parecem corretas: muda a tabela do IPTU, com aumentos substanciais nos bairros mais ricos (ok, nem todo mundo que mora nessas regiões é “rico”, e alguns nem remediados são) e redução nas áreas mais pobres da cidade; cria dezenas de quilômetros de corredores exclusivos para ônibus.

A imprensa (rádios, jornais, TVs) parte para um jogo de desinformação. Haddad não consegue explicar que o IPTU vai subir para alguns, mas baixar para outros. Sofre um massacre. Contava com as “boas relações” com a velha imprensa. Hum…

No caso dos corredores, o mesmo: motoristas de carros, irritados, vêem o espaço para os automóveis cair nas avenidas. E as faixas de ônibus, por princípio corretas, parecem ficar vazias a maior parte do tempo. A Prefeitura não fala, não se explica. Conta com a “Folha” e a “Globo”. Hum…

7) Agora, vem o escândalo dos auditores. Está claro que Haddad foi no caminho correto. Enfrentou a máfia, que parece ter-se instalado em gestões anteriores. Na sexta passada (8/11), a “Folha” saiu-se com manchete histórica: “Prefeito sabia, diz auditor investigado…” Quem passava pelas bancas e lia só a manchete logo entendia que Haddad sabia de tudo, participava do esquema. Só que, na gravação, estava claro que o auditor investigado e grampeado se referia ao prefeito anterior – Kassab.

Nas redes sociais e nos blogs deu-se gritaria contra a “Folha”, o jornal de colunistas (e manchetes) rotweiller. O que fez Haddad? Finalmente gritou também contra a manipulação midiática. Ah, percebeu ali que poderia se reaproximar das redes, dos ativistas digitais… Uma virada na comunicação, certo?

Nada disso. A virada não durou 48 horas. Domingo (10/11), Haddad já estava na “Folha” a bater em Kassab… Erro duplo: chamou Kassab diretamente para a briga e, de quebra, legitimou a “Folha” como foro onde se dá o debate político em São Paulo.

Quem conhece a imprensa, sabe o que deve ter acontecido depois da manchete absurda de sexta. O tal Nunzio passa a mão no telefone e liga pra redação da Folha: “poxa, assim vocês me arrebentam, que manchete foi aquela”. Do outro lado, o editor matreiro: “que é isso, estamos à disposição pro prefeito falar; abrimos espaço pra uma exclusiva, ele explica tudo”.

E lá se foi o Haddad. Mordeu a isca da “Folha”, o que significa morder a isca do Serra.

Agora, Haddad demitiu o secretário de governo, Antônio Donato. Pautado pela Globo! Um investigado, membro da máfia, disse que pagou propina a Donato quando ele era vereador (ou seja, ainda na gestão Kassab). Só que Donato está (ou estava) no centro do governo petista.

A mídia paulista transformou um escândalo investigado por Haddad num escândalo que ameaça se voltar contra o governo petista. Onde está Mauro Ricardo, o secretário da gestão Serra? Sumiu das manchetes. Mas o petista Donato foi para o olho do furacão.

Ok, o petista Donato tem que se explicar. Ok, o escândalo dos auditores é um escândalo do Serra e do Kassab. Mas outro escândalo é Haddad – o “homem novo” – achar que pode governar São Paulo sem mexer na comunicação. Os sinais que surgem da Prefeitura são péssimos. Há quem diga que as denúncias contra Donato teriam chegado às redações pelas mãos de gente ligada à Comunicação da Prefeitura. Fogo amigo?

Lula está preocupado. Fez chegar a Haddad a seguinte avaliação: “mexa na sua comunicação, troque. Você está perdendo o jogo.”

Mais que isso: monitoramento nas redes sociais aponta que o governo Haddad tem, a essa altura, 73% de avaliação negativa, 17% de positiva e só 10% de avaliação neutra. Desastre.

Haddad agora vai ter que mostrar se é um “sortudo”, como dizia o ex-colega da faculdade de Direito. E ter sorte, a essa altura, significa enfrentar aquela outra característica forte: não ouvir ninguém.

O prefeito é um homem inteligente, e parece bem intencionado. Mas resolveu jogar no campo dos adversários: seguiu a tradição petista de não confrontar com a mídia. E ainda enveredou pelo discurso moralista dos escândalos. Esqueceu que escândalo e moralismo seletivo são a especialidade do outro lado.

Na mão de Nunzios e outros gênios, Haddad seguirá dando verbas e entrevistas exclusivas para a velha mídia. Sem perceber que o objetivo é transformá-lo num Pitta. Dá tempo de mudar. Tomara que Haddad seja mesmo um homem de sorte, porque do outro lado está a turma que conhecemos tão bem…

 

SANTA DITADURA DA MÍDIA! ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE A GLOBOPAR NOS JORNAIS FOLHA DE S. PAULO E ESTADÃO SÃO DE 2012

Emporcalhou a mídia

Emporcalhou a mídia

Uma rápida pesquisa na busca dos sites Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo mostra que a útlima matéria sobre a Globopar é do final do ano passado. Por sinal, é a mesma notícia.

Até agora, os jornalões de São Paulo estão caladinhos. Nenhuma indignação! Não falaram nada sobre o que está bombando na internet, ou seja, a sonegação de R$ 600 milhões da Globo.

Afinal, o que são R$ 600 milhões?! Nadinha.

Veja abaixo o resultado da pesquisa feita no próprio site dos jornais

Estadão

HILARIANTE: DATENA TOMA INVERTIDA DA POPULAÇÃO COM SEU JORNALISMO DEPRIMENTE

BANCOS E FOLHA DE S. PAULO FINANCIARAM A TORTURA E ATENTADOS TERRORISTAS, DIZ EX-DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL, CLÁUDIO GUERRA

SP: ex-delegado diz que ditadura fez atentados para desmoralizar esquerda

Ex-delegado: Folha financiava operações na ditadura; Frias visitava o DOPS, era amigo pessoal de Fleury  (Via Vi o Mundo)

Do portal Terra

O ex-delegado da Polícia Civil Claudio

Ex-delegado Cláudio Guerra: terrorismo de Estado

Ex-delegado Cláudio Guerra: terrorismo de Estado

Guerra afirmou nesta terça-feira, à Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, que foi o autor da explosão de uma bomba no jornal O Estado de S. Paulo, na década de 1980, e afirmou que a ditadura, a partir de 1980, decidiu desencadear em todo o Brasil atentados com o objetivo de desmoralizar a esquerda no País.

“Depois de 1980 ficou decidido que seria desencadeada em todo o País uma série de atentados para jogar a culpa na esquerda e não permitir a abertura política”, disse o ex-delegado em entrevista ao vereador Natalini (PV), que foi ao Espírito Santo conversar com Guerra.

No depoimento, Guerra afirmou que “ficava clandestinamente à disposição do escritório do Sistema Nacional de Informações (SNI)” e realizava execuções a pedido do órgão.

Entre suas atividades na cidade de São Paulo, Guerra afirmou ter feito pelo menos três execuções a pedido do SNI. “Só vim saber o nome de pessoas que morreram quando fomos ver datas e locais que fiz a execução”, afirmou o ex-delegado, dizendo que, mesmo para ele, as ações eram secretas.

Guerra falou também do Coronel Brilhante Ustra e do delegado Sérgio Paranhos Fleury, a quem acusou de tortura e assassinatos. Segundo ele, Fleury “cresceu e não obedecia mais ninguém”. “Fleury pegava dinheiro que era para a irmandade (grupo de apoiadores da ditadura, segundo ele)”, acusou.

O ex-delegado disse também que Fleury torturava pessoalmente os presos políticos e metralhou os líderes comunistas no episódio que ficou conhecido como Chacina da Lapa, em 1976.

“Eu estava na cobertura, fiz os primeiros disparos para intimidar. Entrou o Fleury com sua equipe. Não teve resistência, o Fleury metralhou. As armas que disseram que estavam lá foram ‘plantadas’, afirmo com toda a segurança”, contou.

Guerra disse que recebia da irmandade “por determinadas operações bônus em dinheiro”. O ex-delegado afirmou que os recursos vinham de bancos, como o Banco Mercantil do Estado de São Paulo, e empresas, como a Ultragas e o jornal Folha de S. Paulo. “Frias (Otávio, então dono do jornal) visitava o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social), era amigo pessoal de Fleury”, afirmou.

Segundo ele, a irmandade teria garantido que antigos membros até hoje tivessem uma boa situação financeira.

‘Enterrar estava dando problema’

Segundo Guerra, os mortos pelo regime passaram a ser cremados, e não mais enterrados, a partir de 1973, para evitar “problemas”. “Enterrar estava dando problema e a partir de 1973 ou 1974 começaram a cremar. Buscava os corpos da Casa de Morte, em Petrópolis, e levava para a Usina de Campos”, relatou.

Veja mais:

DITABRANDA DO INFERNO: DITADURA BRASILEIRA TORTUROU BEBÊ DE 1 ANO, QUE SE SUICIDOU SEMANA PASSADA, APÓS 40 ANOS DE TRAUMA

fOTO: Rodrigo Vianna blog Vi o mundo/ Rodrigo Vianna

Morrer aos poucos

Carlos Alexandre Azevedo  pôs fim a sua vida no sábado (16), aos 40 anos de idade. Ele foi provavelmente a vítima mais jovem a ser submetida à violência por parte dos agentes da ditadura. Tinha apenas um ano e oito meses quando foi arrancado de sua casa e torturado na sede do Dops paulista. Carlos era filho do jornalista Dermi Azevedo, que acaba de lançar um livro sobre sua participação na resistência à ditadura.

Luciano Martins Costa, no Observatório da Imprensa, reproduzido na Carta Maior

Este texto é um comentário para o programa radiofônico da OI, 18/2/2013

O técnico de computadores Carlos Alexandre Azevedo morreu no sábado (16/2), após ingerir uma quantidade excessiva de medicamentos. Ele sofria de depressão e apresentava quadro crônico de fobia social. Era filho do jornalista e doutor em Ciências Políticas Dermi Azevedo, que foi, entre outras atividades, repórter da Folha de S. Paulo.

Ao 40 anos, Carlos Azevedo pôs fim a uma vida atormentada, dois meses após seu pai ter publicado um livro de memórias no qual relata sua participação na resistência contra a ditadura militar. Travessias torturadas é o título do livro, e bem poderia ser também o título de um desses obituários em estilo literário que a Folha de S.Paulo costuma publicar.

Carlos Alexandre Azevedo foi provavelmente a vítima mais jovem a ser submetida a violência por parte dos agentes da ditadura. Ele tinha apenas um ano e oito meses quando foi arrancado de sua casa e torturado na sede do Dops paulista. Foi submetido a choques elétricos e outros sofrimentos. Seus pais, Dermi e a pedagoga Darcy Andozia Azevedo, eram acusados de dar guarida a militantes de esquerda, principalmente aos integrantes da ala progressista da igreja católica.

Dermi já estava preso na madrugada do dia 14 de janeiro de 1974, quando a equipe do delegado Sérgio Paranhos Fleury chegou à casa onde Darcy estava abrigada, em São Bernardo do Campo, levando o bebê, que havia sido retirado da residência da família. Ela havia saído em busca de ajuda para libertar o marido. Os policiais derrubaram a porta e um deles, irritado com o choro do menino, que ainda não havia sido alimentado, atirou-o ao chão, provocando ferimentos em sua cabeça.

Com a prisão de Darcy, também o bebê foi levado ao Dops, onde chegou a ser torturado com pancadas e choques elétricos.

Depois de ganhar a liberdade, a família mudou várias vezes de cidade, em busca de um recomeço. Dermi e Darcy conseguiram retomar a vida e tiveram outros três filhos, mas Carlos Alexandre nunca se recuperou. Aos 37 anos, teve reconhecida sua condição de vítima da ditadura e recebeu uma indenização, mas nunca pôde trabalhar regularmente.

Aprendeu a lidar com computadores, mas vivia atormentado pelo trauma. Ainda menino, segundo relato da família, sofria alucinações nas quais ouvia o som dos trens que trafegavam na linha ferroviária atrás da sede do Dops.

Para não esquecer

O jornalista Dermi Azevedo poderia ser lembrado pelas redações dos jornais no meio das especulações sobre a renúncia do papa Bento 16. Ele é especialista em Relações Internacionais, autor de um estudo sobre a política externa do Vaticano, e doutor em Ciência Política com uma tese sobre igreja e democracia.

Poderia também ser uma fonte para a imprensa sobre a questão dos direitos humanos, à qual se dedicou durante quase toda sua vida, tendo atuado em entidades civis e organismos oficiais. Mas seu testemunho como vítima da violência do Estado autoritário é a história que precisa ser contada, principalmente quando a falta de memória da sociedade brasileira estimula um grupo de jovens a recriar a Arena, o arremedo de partido político com o qual a ditadura tentou se legitimar.

A morte de Carlos Alexandre é a coroa de espinhos numa vida de dores insuperáveis, e talvez a imposição de tortura a um bebê tenha sido o ponto mais degradante no histórico de crimes dos agentes do Dops.

A imprensa não costuma dar divulgação a casos de suicídio, por uma série controversa de motivos. No entanto, a morte de Carlos Alexandre Azevedo suplanta todos esses argumentos. Os amigos, conhecidos e ex-colegas de Dermi Azevedo foram informados da morte de seu filho pelas redes sociais, por meio de uma nota na qual o jornalista expressa como pode sua dor.

A imprensa poderia lhe fazer alguma justiça. Por exemplo, identificando os integrantes da equipe que na noite de 13 de janeiro de 1974 saiu à caça da família Azevedo. Contar que Dermi, Darcy e seu filho foram presos porque os agentes encontraram em sua casa um livro intitulado Educação moral e cívica e escalada fascista no Brasil, coordenado pela educadora Maria Nilde Mascellani. Era um estudo encomendado pelo Conselho Mundial de Igrejas.

Contando histórias como essa, a imprensa poderia oferecer um pouco de luz para os alienados que ainda usam as redes sociais para pedir a volta da ditadura.

*****

do blog do Rovai:

LUTO

Meu coração sangra de dor. O meu filho mais velho, Carlos Alexandre Azevedo, suicidou-se na madrugada de hoje, com uma overdose de medicamentos. Com apenas um ano e oito meses de vida, ele foi preso e torturado, em 14 de janeiro de 1974, no DEOPS paulista, pela “equipe” do delegado Sérgio Fleury, onde se encontrava preso com sua mãe. Na mesma data, eu já estava preso no mesmo local. Cacá, como carinhosamente o chamávamos, foi levado depois a São Bernardo do Campo, onde, em plena madrugada, os policiais derrubaram a porta e o jogaram no chão, tendo machucado a cabeça. Nunca mais se recuperou. Como acontece com os crimes da ditadura de 1964/1985, o crime ficou impune. O suicídio é o limite de sua angústia. 

Conclamo a todos e a todas as pessoas que orem por ele, por sua mãe Darcy e por seus irmãos Daniel, Estevao e Joana, para que a sua/nossa dor seja aliviada.

Tenho certeza de que Cacá encontra-se no paraíso, onde foi acolhido por Deus. O Senhor já deve ter-lhe confiado a tarefa de consertar alguns computadores do escritório do céu e certamente o agradecerá pela qualidade do serviço. Meu filhinho, você sofreu muito. Só Deus pode copiosamente banhar-te com a água purificadora da vida eterna. 

Seu pai

Dermi

FOLHA DE S. PAULO E O JORNALISMO À MODA AL CAPONE

JORNALISMO À MODA DE AL CAPONE

iMAGEM: bessinha-41O que é mais incrível não é a Folha de S.Paulo mandar uma repórter “enviada especial” a Goiânia para cobrir o casamento de um mafioso com uma mulher indiciada por chantagear um juiz federal para tirá-lo da prisão, e sequer citar esse fato.

Carlinhos Cachoeira, vocês sabem, tem trânsito livre na imprensa brasileira.

Dava ordens na redação da Veja, em Brasília, e sua turma de arapongas abastecia boa parte das demais coirmãs da mídia na capital federal.

Andressa, a noiva, foi indiciada por corrupção ativa pela Polícia Federal por ter tentado chantagear o juiz Alderico Rocha Santos.

Ela ameaçou o juiz, responsável pela condução da Operação Monte Carlo, com a publicação de um dossiê contra ele. O autor do dossiê, segundo a própria ? Policarpo Jr., diretor da Veja em Brasília.

(Que o Odarelo Cunha não indiciou. – PHA)

Mas, nada disso foi sequer perguntado aos pombinhos. Para quê incomodar o casal com essas firulas, depois de um ano tão estressante?

O destaque da notícia foi o mafioso se postar de quatro e beijar os pés da noiva, duas vezes, a pedido dos fotógrafos.

No final, contudo, descobre-se a razão de tanto interesse da mídia neste sinistro matrimônio no seio do crime organizado nacional.

Assim, nos informa a Folha:

“Durante o casamento, o noivo recusou-se a falar sobre munição que afirma ter contra o PT: ‘Nada de política. Hoje, só falo de casamento. De política, só com orientação dos meus advogados’.”

É um gentleman, esse Cachoeira.

Leandro Fortes

( vi no Converda Afiada)

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SUPREMOCRACIA: ATÉ A FOLHA DITABRANDA DE S. PAULO FAZ EDITORIAL AFIRMANDO QUE SUPREMO EXTRAPOLOU SUAS FUNÇÕES

Maia confronta poder absoluto da Supremocracia

Do Brasil 247 

bessinhaO Supremo Tribunal Federal, na sessão de ontem, extrapolou. Ao decidir cassar mandatos de parlamenteres, abusou de seus limites e violou o harmônico equilíbrio da Praça dos Três Poderes desenhada por Oscar Niemeyer, invadindo a seara de um outro poder. Este é o argumento do principal editorial da Folha desta terça-feira, mas o jornal da família Frias prega que, apesar da violência antidemocrática, a decisão deve ser respeitada.
No entanto, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), que já argumentou que o Brasil não vive mais numa ditadura (nem numa ditabranda), decidiu reagir. Em relação à decisão que cassa parlamentares, ele prepara consulta à Advocacia Geral da União para encontrar embasamento jurídico para não cumpri-la – a decisão que, além de equivocada (segundo a Folha), é precária. Foi decidida por cinco votos a quatro e novos ministros do STF, como Teori Zavascki e o próximo a ser indicado por Dilma Rousseff, podem vir a votar.
Este, no entanto, não é único ponto. O presidente da Câmara também decidiu confrontar a decisão do ministro Luiz Fux, que determinou o que o Congresso pode ou não votar, ao decidir na questão dos royalties do petróleo – segundo Fux, o veto desta questão só pode ser analisado depois que outros tiverem sido apreciados. “Isso não é impedimento porque podemos votar todos os vetos. Não há dificuldades para votar amanhã ou quarta-feira. Já votamos aqui dois mil vetos de uma só vez”, disse Maia. O presidente do Senado, José Sarney, argumentou que Fux interferiu no regimento do Senado.
Há ainda um terceiro aspecto da crise desnecessária criada pelo Supremo, que pode se voltar contra o próprio STF. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, os parlamentares poderão apressar a votação de projetos que tratam das prerrogativas do Judiciário. “Tem uma lista de projetos na Câmara dos Deputados que estão tramitando há algum tempo que tratam das prerrogativas do STF. Não tenha dúvida de que, nessa linha que vai, esses projetos andarão certamente dentro da Câmara com mais rapidez”, disse Maia.

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VERGONHOSO, SUPREMO ESTÁ DANDO O GOLPE PARAGUAIO: LUIZ FUX, GILMAR MENDES E MARCO AURÉLIO MUDAM DE IDEIA NO MENSALÃO

 

QUE HORROR! AMEAÇA DE MORTE DE CANDIDATO DO PSDB FAZ JORNALISTA DA FOLHA DE S.PAULO DEIXAR O PAÍS

Essa história me fez lembrar a história de Vladimir Herzog durante a ditadura. Depois de sua morte, a imprensa de São Paulo enxergou o monstro que tinha ajudado a criar.

Até quando a grande mídia vai apoiar um partido político que mantém uma polícia nos moldes da ditadura e que mata mais do que toda a polícia dos EUA? Quais os limites dos interesses econômico da imprensa em detrimento da sociedade?

Um repórter ameaçado de morte

Por Eliane Brum – Revista Época

Eliane Brum: o que significa isso?

André Caramante, um dos mais respeitados jornalistas brasileiros na área da segurança pública, foi obrigado a mudar de país e esconder-se. Em entrevista, ele conta o que a situação de exceção vivida por ele e por sua família revela sobre a intrincada relação entre poder e violência

Em 14 de julho, André Caramante, repórter da Folha de S.Paulo, assinou uma matéria com o seguinte título: “Ex-chefe da Rota vira político e prega a violência no Facebook”. No texto, de apenas quatro parágrafos, o jornalista denunciava que o coronel reformado da Polícia Militar Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada, candidato a vereador em São Paulo pelo PSDB nas eleições do último domingo, usava sua página no Facebook para “veicular relatos de supostos confrontos com civis”, sempre chamando-os de “vagabundos”. Em reação à matéria, Telhada conclamou seus seguidores no Facebook a enviar mensagens ao jornal contra o repórter, a quem se referia como “notório defensor de bandidos”. A partir daquele momento, redes sociais, blogs e o site da Folha foram infestados por comentários contra Caramante, desde chamá-lo de “péssimo repórter” até defender a sua execução, com frases como “bala nele”. Caramante seguiu trabalhando. No início de setembro, o tom subiu: as ameaças de morte ultrapassaram o território da internet e foram estendidas também à sua família.

O que aconteceu com o repórter e com o coronel é revelador – e nos obriga a refletir. Hoje, um dos mais respeitados jornalistas do país na área de segurança pública, funcionário de um dos maiores e mais influentes jornais do Brasil, no estado mais rico da nação, está escondido em outro país com sua família desde 12 de setembro para não morrer. Hoje, Coronel Telhada, que comandou a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) até novembro de 2011, comemora a sua vitória nas eleições, ao tornar-se o quinto vereador mais votado, com 89.053 votos e o slogan “Uma nova Rota na política de São Paulo (texto completo)

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INACEITÁVEL: REVISTA VEJA PROMOVEU UM CRIMINOSO COMO SENADOR DA REPÚBLICA, CONFIRMA DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL

Os brasileiros podem confiar em Demóstenes Torres, diz a revista Veja

Delegado da Polícia Federal, Matheus Mela Rodrigues, confirma que a Revista Veja sabia das relações espúrias de Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres.

O pior de tudo isso é que O Globo e a Folha de S. Paulo agem como máfia, na defesa da revista.

O Brasil, no entanto, consegue respirar com reportagens da Carta Capital e da Rede Record.

Veja Vídeo:

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PARA FOLHA DE S. PAULO, R$ 160 VALE MAIS DO R$ 1,6 MILHÃO

O jornalismo da Folha de S. Paulo está fantástico. O jornal acredita que R$ 160 é mais importante do que R$ 1,6 milhão. Por isso, a Folha deu manchete para R$ 160 e escondeu R$ 1,6 milhão.

O primeiro é o valor do passaporte diplomático, que beneficiou o filho do ex-presidente Lula. Nesse caso ganhou manchete (veja imagem ao lado). O benefício custou à união de R$ 160.

Já o ex-governador do Paraná, Álvaro Dias, do PSDB, tenta tungar dos cofres públicos R$ 1,6 milhão e não recebeu manchete. Álvaro Dias é o quase ex-vice-de José Serra. O valor na boca do Álvaro Dias é 10 mil vezes maior do que o valor do passaporte diplomático.

É por essas e outras que o jornalismo vai mal e o Brasil também.

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DISCUSSÃO SOBRE MODA E SUMIÇO DE OBJETOS FAZEM PARTE DO DESCONTROLE VIVIDO PELO JORNAL FOLHA DE S.PAULO

PIG: até o esgoto é mais limpo!

A Folha de S.Paulo surtou de vez. Texto publicado no Blog do Miro e reproduzido pelo Conversa Afiada mostra o nível a que a velha-desesperada mídia é capaz de chegar. O PIG luta com as armas que tem e estas são as mais baixas, mesquinhas e fúteis possíveis!

É bom Dilma ir se preparando, pois se objetos religiosos e figurinos pessoais já estão dando o que falar, imagine quando algum problema mais sério, típico de todo e qualquer governo, aparecer. Dos factóides atuais eles vão evoluir para a mais homérica das tragédias!

Veja texto publicado no Blog do Miro:

Bíblia, crucifixo e moda. A Folha surtou
Por Altamiro Borges

A Folha pirou de vez. Num único dia, neste domingo (9), o jornal da famiglia Frias publicou duas matérias ridículas. Com chamada de capa e título escandaloso – “Bíblia e crucifixo são retirados do gabinete de Dilma no Planalto” –, noticiou que “em sua primeira semana, Dilma Rousseff fez mudanças em seu gabinete. Substituiu um computador por um laptop e retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede. Durante a campanha eleitoral, a então candidata se declarou católica e foi atacada pelos adversários sob a acusação de ter mudado suas posições religiosas”.

O monstruoso factóide, que visa instigar preconceitos religiosos junto à parcela mais tacanha dos seus leitores, não se sustentou por alguns minutos. Graças a quatro curtas mensagens no Twitter, a ministra Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social (Secom), desmontou as três mentiras grotescas.

1- “Pessoal, só esclarecendo: a presidenta Dilma não tirou o crucifixo da parede de seu gabinete. A peça é do ex-presidente Lula e foi na mudança”.

2- “Aliás, o crucifixo, que Lula ganhou de um amigo no início do governo, é de origem portuguesa. Mais: Dilma também não tirou a bíblia do gabinete”.

3- “A bíblia está na sala contígua, em cima de uma mesa – onde, por sinal, a presidenta já a encontrou ao chegar ao Planalto”.

4- “Um último detalhe: embora goste de trabalhar com laptop, a presidenta não mudou o computador da mesa de trabalho. Continua sendo um desktop”.

Dilma ameaça a moda brasileira

Na mesma edição, Alcino Leite Neto, editor da Publifolha, garante que “look da presidente põe em xeque projeto de prêt-à-porter brasileiro de prestígio” – um alerta da mais alta relevância para a soberania nacional. Após destacar que “ter uma mulher na presidência é uma espécie de revolução”, ele dá uma recaída para os piores mexericos, para mais pura futilidade. Critica Dilma Rousseff pela “decisão que tomou de vestir na posse uma roupa feita por uma costureira particular pouco conhecida, e não um modelo criado por algum dos principais criadores ou grifes brasileiros”. (Texto Completo)

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VÍDEO HILARIANTE: A FALHA DA FOLHA DE S.PAULO

O vídeo abaixo traz o depoimento de Lino Bocchini, um dos criadores do blog Falha de S.Paulo, que parodiava a Folha”ditabranda” de S.Paulo.

A Folha moveu uma ação de 88 páginas contra o blog porque não achou graça e, com isso, estabeleceu uma censura jurídica ao retirar o blog do ar. A Folha, que considerou a nossa ditadura um regime político de suaves assassinatos, não acha graça na liberdade de expressão.

Da mesma forma que Fernando Sarney, filho do senador José Sarney, processou o Estado de S.Paulo impedindo-o de divulgar matéria sobre seu processo na justiça, a Falha (desculpe, Folha) fez o mesmo contra dois humorista.

Mas pelo jeito, eles não perderam a graça. Nesse depoimento há coisas bem engraçadas. Além disso, os dois já criaram um novo blog: Desculpem a nossa FAlha.

Veja também outros depoimentos mostrando a intolerância da Folha de S.Paulo. Esse tipo de processo ainda será muito comum no Brasil. Há uma cultura coronelista no país difícil de combater. Há uma sensação nas classes mais abastadas, que percorre o seio da classe média saudosa do autoritarismo, de que cada macaco deve ficar no seu galho. Ou seja, liberdade de expressão e de imprensa é só para alguns. Mas aos poucos eles se acostumam…esperamos…

Veja outros depoimentos sobre o caso Falha de S. Paulo.

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Lógica da velha mídia: a minha liberdade de expressão começa onde termina a do outro!!

Da Agência Educação Política

Os últimos editoriais da Folha de S.Paulo nestas semanas que antecederam as eleições foram um verdadeiro festival em que palavras e argumentos foram utilizados para transformar a manipulação de dados e informações praticados pelo Jornal, em atentado contra a liberdade de expressão por parte do governo do presidente Lula.

A Folha e grande parte da velha mídia, com todo jogo linguístico e semiótico de que é capaz, fez grande parte da população acreditar que Dilma representava a continuação de um govenro autoritário, ditadorial, que não respeita sequer a liberdade de expressão. A consequência foi o bom desempenho de Marina Silva no primeiro turno que acabou ficando com votos do eleitor que já conhece Serra e o modelo de governo do PSDB, por isso não o quer novamente, mas também não quer uma candidata ‘golpista’ que não respeita sequer a liberdade de expressão, imagem vendida pela velha mídia.

O resultado da eleição está aí para mostrar que o poder da velha mídia é inegável, ela influencia e dita rumos, não importando para que lado. O problema é a natureza da influência exercida pela velha mídia. O que ela tem feito, nos últimos dias, foi nada menos do que atentar contra a própria liberdade de imprensa e expressão, pois informar pela metade, informar de forma parcial, informar de forma direcionada e partidária não é liberdade de informação é fabricação da informação, construção de uma outra realidade, e essa é a receita básica das piores ditaduras: dizer não o que deve ser dito, mas o que se quer que seja dito.

Até aí, o que temos é uma filosofia diante dos recentes acontecimentos. Até aí nada de muito concreto para desmascarar a essência dessa velha mídia, apenas uma rede de argumentos e opiniões. No entanto, eis que surge um fato novo. O defensor maior da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa, o grande cuidador das liberdades individuais, o mais perfeito símbolo de imparcialidade e democracia, ou seja, o jornal Folha de S.Paulo decidiu tirar do ar, sob pena de pagamento de uma multa, um pequeno site independente com viés humorístico que criticava, por meio da sátira, algumas atitudes tomadas pelo Jornal e levava como nome, o interessante e sugestivo ‘Falha de S.Paulo’.

O paladino da democracia e da liberdade de expressão alegou que o motivo para mover ação judicial contra um pequeno site independente seria o uso indevido da marca, é tão ridículo que chega a ser engraçado! A Folha está aprendendo a lição de casa com os tucanos, disfarça muito bem suas ações autoritárias escondendo-as sob panos recheados de boas intenções.

O pequeno site que movimentou a grande e complexa estrutura jurídica da Folha de S.Paulo não está usando a marca do Jornal, caso estivesse seu nome seria literalmente ‘Folha de S. Paulo’ e não ‘Falha de S.Paulo’. Caso os exímios advogados da Folha não saibam, o que o site fez foi apenas o uso de um intertexto, como se chama no bom português. Intertexto está distante de plágio, é apenas uma referência indireta que se faz a outro texto ou nome, que aparece como figura de linguagem e recurso de estilo.

Mas estilo é uma coisa que a Folha não tem. Tampouco coerência. Como conciliar editorais e mais editoriais em defesa da liberdade de expressão com uma atitude exagerada e autoritária de censura? Mais ainda, como entender que a Folha de S.Paulo, sendo o jornal que é, iria perder tempo e dinheiro com um pequeno site independente, que está exercendo o seu total direito de expressão e crítica dentro de uma sociedade plural e democrática? Lembram editorialistas da Folha? Ou vocês são daqueles que escrevem e esquecem?

A Folha de S.Paulo acha que ela tem o direito de publicar notícias parciais e manipular a informação e que ninguém pode falar nada, pois ela está protegida pela liberdade de expressão. O fato é que se o que vale é mesmo a liberdade de expressão, seguindo a lógica, os outros também teriam o direito de falar o que quiserem e ninguém, inclusive ela, poderia falar nada. Mas isso seria se o jornal tivesse um pouco de coerência e real respeito à democracia, o que já mostrou que não tem. A liberdade de expressão para eles é algo tão ajustável, quanto as informações publicadas em suas matérias.

Engraçado, a Folha não suporta o presidente Lula, classificado por ela como o controlador, o censor…
Mas, talvez, ela deva repensar o rótulo que anda servindo tão bem a ela mesma!!

Saiba mais sobre o caso de censura ao site “Falha de S.Paulo” aqui.

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JORNALISMO NO FUNDO DO POÇO: FOLHA DE S.PAULO, A ESCANDALOSA

Veja que escândalo na Folha de S.Paulo. Matéria não diz que contas de Dilma Rousseff foram aprovadas. É o jornalismo da Veja que chegou para ficar na Folha de S.Paulo.

Dilma Rousseff dá uma aula de jornalismo: candidata a presidente fica indignada com a qualidade do jornal paulista.

Daqui a pouco as peixarias vão recusar a Folha de S.Paulo. Não dá nem pra embrulhar o peixe. É lamentável, um jornal chegar a esse ponto de partidarização, desespero.

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A faixa já diz tudo!

A vontade da velha mídia em desqualificar Dilma Rousseff é tanta que grandes jornais do país parecem estar se esquecendo de regras básicas presentes em seus manuais de jornalismo: como a apuração e a checagem de dados!

Em matéria publicada na última quinta-feira, 16 de setembro, sobre as denúncias envolvendo o filho da ex-ministra da casa civil, Erenice Guerra, o Jornal fala de um financiamento feito no BNDES pela empresa do filho de Erenice mediante um acerto de comissão por resultado e de ajuda para a campanha da candidata Dilma Rousseff.

No entanto, com a mesma rapidez com que se construiu a denúncia, ela já começa a desmoronar. Um dos primeiros pontos de questionamento da matéria publicada pela Folha diz respeito ao valor do pedido de financiamento que, segundo o Jornal, seria de R$ 9 bi, mas que o bando diz ser de não mais que R$ 2,25 bilhões. Além dessa contradição, outras polêmicas surgem em relação à reportagem que é um ótimo exemplo de como a velha mídia anda desesperada por aí, esquecendo-se até de checar dados, imaginem só!

BNDES contesta matéria da Folha
Redação Carta Capital

O BNDES respondeu hoje à matéria publicada na Folha de S.Paulo nesta quinta-feira 16. Na matéria de capa do jornal, uma empresa de consultoria ligada ao filho da ex-ministra Erenice Guerra, Israel Guerra, é apresentada como intermediária de um pedido de financiamento ao Banco, mediante um acerto de comissão por resultado e de ajuda para a campanha da candidata Dilma Rousseff..

Segundo o Banco, o pedido de financiamento seria de R$ 2,25 bilhões e não de R$ 9 bi, como afirmou o consultor entrevistado pela Folha e que falou pela empresa ERDB. Ao repudiar a insinuação de favorecimento, a nota oficial do BNDES diz que o projeto foi analisado em reunião com 14 superintendentes, todos eles funcionários de carreira da instituição, e recusado por falta de garantias financeiras que o sustentassem.

O Banco acrescenta que sequer foi apresentado no projeto da ERDB o local para a implantação do parque de energia solar, o que seria indispensável para a obtenção da licença ambiental. (Texto completo)

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Olha como ficou o ex-presidiário na Folha de S.Paulo, que pose de banqueiro!!

A Folha de S.Paulo resolveu fazer o jornalismo Boa Noite Cinderela, um antigo programa apresentado pelo Silvio Santos, em que meninas pobres recebiam um caminhão de brinquedos e se transformavam em princesas.

Há também um coquetel de drogas que se chama Boa Noite Cinderela. É a droga do jornalismo da Folha.

A foto publicada no jornal diz tudo. Não é um príncipe? Olha a pose.

Um sujeito que é filiado ao PSDB, como ele mesmo afirmou em reportagem da Rede Globo, e que ficou preso por dez meses e foi acusado de coerção de testemunha (que fino trato!) e receptação de produtos roubado foi tratado pelo jornal como consultor e empresário.

E mais, ele se disse horrorizado com o pagamento de propina. kkkkkkkkk (Parem de rir, continuem lendo por favor). Veja a condenação do “consultor da Folha” no Nassif.

A Folha de S.Paulo é a empresa que perdeu a concorrência para a impressão da prova do Enem porque não garantia a segurança.  A Folha de S.Paulo é a empresa que mantém a gráfica que vazou a prova do Enem e perdeu contrato com o governo.

Veja no Escrevinhador

Em um boxe pequeno, o jornal admitia que esse poço de virtudes – cuja palavra era a única prova que apresentava – tinha dois inquéritos por golpes na praça (interceptação de carga roubada e posse de dinheiro falso) e passara dez meses preso em 2007. Essa é a única fonte na qual o jornal se baseou para a denúncia. (Escrevinhador)

Veja a inspiração do jornalismo político da Folha de S.Paulo. É o vale tudo da mídia!

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Uma trapalhada que ajudou o Brasil

Veja como é a história de um país. O Brasil poderia estar ainda hoje no mesmo atoleiro que o PSDB o deixou se não fosse talvez uma ilegalidade. O Brasil começou realmente a mudar e a se desenvolver com a saída do ex-ministro, Antônio Palocci, do governo Lula, após ser acusado de quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.

É possível que o presidente Lula conseguisse êxito mesmo tendo Palocci como ministro, mas com certeza não seria o êxito que tem hoje em diversos setores, mas principalmente na área econômica. O melhor representante da direita petista no governo Lula deixou o governo em “grande estilo” e abriu caminho para uma mudança de rumo na política econômica, até então totalmente igual a do governo anterior.

É provável que outro ministro da Fazenda aplicasse o mesmo programa no início de governo para conseguir melhores fundamentos econômicos. No entanto, o problema de manter Pallocci seria conseguir fazer a guinada diante de um ministro que estaria poderoso no governo, mesmo diante de um crescimento medíocre. Palocci seria um forte componente para diminuir o sucesso do governo Lula.

O interessante é que com esse currículo, o ex-ministro vire articulista de um grande jornal. É o que a Folha de S.Paulo pode oferecer para seus leitores como novidade no pensamento econômico brasileiro. Quem sabe uma saída repentina de Palocci da Folha faça o jornal mudar de rumo.

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Luis Nassif vira concorrente da Folha de S.Paulo

O que está por trás da matéria da Folha de S. Paulo contra Luis Nassif é a possibilidade de novos concorrentes no mercado editorial brasileiro. O Portal de Luis Nassif e outros tornaram-se grandes âncoras críticas dos jornais brasileiros, principalmente a Folha.

A Folha já enxerga Nassif como concorrência na disputa por recursos do Estado, mas pode também se dar indiretamente por recursos da própria iniciativa privada.

Sempre houve um acordo tácito entre os jornais. Ninguém fala de ninguém e cada um fica no seu canto. Assim, é uma concorrência morna porque se sabe dos percalços do concorrente, mas se omite. A situação de grandes sites como o do Nassif mudou esse plano de acomodação midiática dos jornais.

A maior ofensa (!) de Nassif à Folha de S.Paulo foi retirá-la de sua capacidade de mediação social (link sobre mediação do portal Vermelho) e colocá-la como um ator político em vários momentos de suas matérias e edições. A mídia ficou nua. A própria matéria da Folha comprova que a empresa usou do mesmo expediente de contratação com o governo de São Paulo (leia-se José Serra)  feito pela EBC com Luis Nassif.

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LEANDOR FORTES: FOLHA DE S.PAULO DÁ ESPAÇO PARA SOCIÓLOGO CHAMAR SEUS PRÓPRIOS JORNALISTAS DE DELINQUENTES

Repórteres no pelourinho

Por Leandro Fortes/Brasília Eu Vi

Folha: os negros são responsáveis pela escravidão?

A direção da Folha de S.Paulo, simplesmente, autorizou a um elemento estranho à redação (mas não aos diretores), o sociólogo Demétrio Magnoli, a chamar de “delinquentes” dois repórteres do jornal, autores de matéria sobre a singular visão do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) da miscigenação racial no Brasil. Vocês, não sei, mas eu nunca vi isso na minha vida, nesses 24 anos de profissão. Nunca. Por tabela, também o colunista Elio Gaspari, que desceu a lenha no malfadado discurso racista de Demóstenes Torres, acabou no balaio da delinquencia jornalística montado por Magnoli.

Das duas uma: ou a Folha dá direito de resposta aos repórteres insultados (Laura Capiglione e Lucas Ferraz), como, imagino, deve prever o seu completíssimo manual de redação, ou encerra as atividades. Isso porque Magnoli, embora frequente os saraus do Instituto Milleniun, não entende absolutamente nada de jornalismo e confundiu reportagem com opinião. A matéria de Laura e Lucas nada tem de ideológica, nem muito menos é resultado de “jornalismo engajado” (contra o DEM, na Folha??). A impressão que se tem é que houve falha nos filtros internos da redação e deixaram passar, por descuido ou negligência, uma matéria cujas conseqüências aí estão: o senador Torres, sujeito oculto da farsa do grampo montada em consórcio entre a Veja e o STF, virou, também, o símbolo de um revisionismo histórico grotesco, no qual se estabelece como consensual o estupro de mulheres negras nas senzalas da Colônia e do Império do Brasil.

Saiba mais

NASSIF: FOLHA DE S. PAULO NÃO SABE FAZER CONTA

Jornalistas realmente não gostam de matemática, mas isso já é demais. Veja como a Folha  faz conta e, pior, a conta equivocada é reproduzida por outros veículos de comunicação. Hoje rádios e emissoras de TV alertavam para a queda da classe média. Esqueceram de dizer que diminuiu porque foi para a classe alta.  É piada.

Título da Folha: “Crise faz classe média encolher em 2009 pela 1ª vez em seis anos”. Agora veja o post no Nassif, alertado por Nikolaos.

Por Nikolaos

Nassif

já viu a notícia da folha online, sobre o encolhimento da classe média em 2009.

Uma breve leitura da matéria já põe abaixo a manchete. A classe média encolheu 0,23%, em compensação a classe AB cresceu 2%, a D também cresceu, 1,4%, porém a E enconlheu 1,5%.

Só com esses números já dá pra imaginar onde foram parar os brasileiros da classe média.

Segue o link:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u692145.shtml

Comentário

Não tem jeito. A quantidade de informações tecnicamente incorretas tornou-se epidêmica.

Segundo dados da própria matéria:

Classe AB: subiu 0,33 pontos

Classe C: caiu 0,23 pontos

Classe D: subiu 1,4%

Classe E: caiu 1,5%.

Se classes AB aumentaram 0,33 ponto percentual, de onde vieram esses novos classes média alta? Do céu? Da classe E? Evidente que foi da faixa de classe mais próxima, a C. Portanto a redução da classe C (média baixa) ocorreu por migração de uma parcela para as classes AB.

Do mesmo modo, o aumento da classe D foi similar à queda da classe E, significando melhoria de renda.

(Blog do Nassif)

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A Folha de S.Paulo jogou a toalha. O jornal não acredita mais que José Serra tenha chances nas próximas eleições para presidente. A única alternativa é partir para a baixaria. Pela postura da empresa de comunicação, Serra está fora da disputa.

É isso que Serra também pensa quando adia a entrada na disputa. Ele não quer entrar no jogo podendo ser massacrado eleitoralmente no próximo ano. Serra vai esperar e ver se vale a pena. A Folha, pelo jeito, acha que não tem jeito.

Nas últimas eleições para prefeito, a campanha de Marta Suplicy perguntava se a população de São Paulo conhecia Kassab, onde morava, se era cadado, etc. A imprensa ficou enfurecida com a campanha publicitária. Agora a Folha publica o artigo de Cesar Benjamin dizendo que Lula é um tarado, após ter publicado a ficha falsa de Dilma. É o fino da coerência.

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Folha sente o baque dado pelos jornalistas do Estadão

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GRÁFICA DA FOLHA NÃO DÁ ENTREVISTA PARA JORNAL DA FOLHA

Os jornalistas da Estadão que avisaram o ministro da Educação, Fernando Haddad, sobre o vazamento da prova do Enem deram um tombo sem tamanho na Folha de S.Paulo.

A Folha  está perdidinha. Passou a ficar na retranca com o vazamento que saiu de dentro de empresas de que é sócia-proprietária.

Os acusados pelo crime foram indiciados pela Polícia Federal e são ligados à políticos do PMDB e PSDB (Desabafo País).

Veja abaixo a situação da Folha de S.Paulo, tentando se defender e citando a matéria do  Estadão e agora o programa Fantástico da Rede Globo. É um vexame.

Dentro de suas próprias barbas, tem de fazer jornalismo citando os concorrentes. A Folha não sabe o que a gráfica da Folha vai fazer. É incrível.

Gráfica (da Folha!) nega que investigado por vazar Enem seja seu funcionário

A gráfica paulista contratada pelo consórcio Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção) para a impressão das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) negou que um dos investigados pelo vazamento do caderno de questões seja seu funcionário. O exame, que ocorreria neste fim de semana, foi adiado.

A Plural, uma parceria do Grupo Folha com a empresa americana Quad/Graphics, afirma em nota divulgada ontem que foi procurada pela Polícia Federal para prestar informações sobre um dos investigados.

“Após levantamentos, a Plural informou à polícia que tal pessoa não é e nunca fez parte de nosso quadro de funcionários e colaboradores”, diz a nota assinada pelo diretor geral da gráfica, Carlos Jacomine.

A gráfica ressalta na nota que “cumpriu rigorosamente” todas as determinações do contrato em relação à segurança, como também tomou medidas adicionais às previstas. A empresa também se colocou à disposição das autoridades e informa que tem colaborado com as investigações.

Indiciamento

Ontem, a Polícia Federal indiciou o empresário Luciano Rodrigues e o DJ Gregory Camillo de Oliveira Craid por suspeita de vazar a prova do Enem. Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” publicada neste domingo, eles foram ouvidos ontem pela PF de São Paulo e liberados.

Segundo o jornal, Gregory afirmou que teria sido Felipe Pradella quem conseguiu as provas e as repassou a ele. O plano era vender o exame “para repórteres” e “levantar um dinheiro”. (Texto integral na Folha)

Outra:

Gráfica (da Folha!) vai entregar 1.200 horas de gravações à PF para ajudar na investigação do Enem (segundo o Fantástico, da Rede Globo!)

A gráfica Plural, contratada pelo Connasel (Consórcio Nacional de Avaliação e Seleção) para a impressão das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), vai entregar 1.200 horas de gravações das câmeras de segurança no local para a Polícia Federal, segundo o programa “Fantástico”, da TV Globo. (Texto integral na Folha)

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