Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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AGU pede investigação de promotora que tentou quebrar sigilo da Presidência

A promotora Márcia Milhomens Sirotheau Corrêa, do Ministério Público do Distrito Federal, que tentou quebrar o sigilo do Palácio do Planalto e, consequentemente, da presidenta Dilma Rousseff, poderá ser investigada pelo Conselho Nacional do Ministério Público. (Continue lendo…)

POR ONDE ANDARÁ GILMAR MENDES, O MINISTRO DO SUPREMO QUE CONDENOU O ‘ESTADO POLICIAL’ JUNTO COM DEMÓSTENES TORRES?

Seria Gilmar Mendes um amigo do "estado policial" que denunciou?

A nação brasileira aguarda há dias um pronunciamento, uma entrevista, uma grande fala do ministro do Supremo Gilmar Mendes sobre o “estado policial” em que vivemos e proporcionado, ao que tudo indica, pelo seu amigo, o senador Demóstenes Torres (funcionário de Carlinhos Cachoeira).

No entanto, fiz uma pequena busca na Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, jornais que sempre noticiaram em primeira mão as entrevistas exaltadas do excelentíssimo ministro. Mas nada. Nenhuma palavra sobre essa situação criminosa, esses grampos, esse “estado policial”.

O ministro Gilmar Mendes foi quem denunciou o “estado policial” quando a Justiça e a Polícia tentavam prender corruptos na ocasião da operação Satiagraha. Como diz Janio de Freitas sobre o episódio:

” Protógenes e o então juiz Fausto De Sanctis eram os alvos imediatos da exaltada acusação do ministro Gilmar Mendes, à época da Satiagraha, de que vivíamos “um Estado policial”. Como provava, dizia ele, a gravação grampeada de um telefonema seu, no próprio Supremo Tribunal Federal. Com quem era o telefonema? Com o senador Demóstenes Torres, que confirmou: “Sim, eu conversei por telefone com o ministro Gilmar”. E nada mais disse nem lhe foi perguntado, por ninguém. Nem ao menos para saber se tinha ideia de como fora feita a gravação. Sobre a qual também Gilmar Mendes não teve ou não pode dar qualquer esclarecimento” (link).

Esse grampo do “estado policial” de Gilmar Mendes nunca foi encontrado.  E pior, o interlocutor do ministro é o grande agente do “estado policial” dentro do Congresso Nacional, segundo investigações da Monte Carlo.  Mais que isso, o ministro Gilmar Mendes também havia empregado sua afilhada no gabinete de Demóstenes Torres.

Seria Gilmar Mendes um grande inocente útil em sua amizade com Demóstenes? Ou será que a CPMI (Comissão parlamentar mista de investigação) do Carlinhos Cachoeira pode revelar mais coisas sobre o poder judiciário e os grampeadores do “estado policial’? Por que Gilmar Mendes ficou tão exaltado naquele momento com o “estado policial” e agora se cala?

Com a palavra, o ministro Gilmar Mendes.

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PRESENTE DE NATAL: COMO FAZER UM IMPEACHMENT DE GILMAR MENDES? GRAMPO SEM ÁUDIO EQUIVALE A TORTURA NA ÉPOCA DA DITADURA

A revista Veja mostra em reportagem seus métodos jornalísticos

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, foi um desastre como presidente do Supremo. Ele deixou evidente quando o presidiu que o problema da democracia não está no Legislativo nem no Executivo, mas no judiciário (letra minúscula). É o judiciário que está emperrando o desenvolvimento do Brasil, a justiça, a igualdade e o limite razoável de paz social.

Para evitar esses avanços na sociedade brasileira, todo e qualquer recursos são usados.

A farsa do grampo, promovida pela revista Veja, é um dos maiores escândalos da redemocratização.

Isso porque ela afeta diretamente duas trincheiras do atraso: o empolado judiciário e o monopólio familiar da grande mídia. O episódio do falso grampo, no qual a A POLÍCIA FEDERAL teria concluído que não houve grampo ilegal nos telefones do então presidente do STF, Gilmar Mendes, no episódio em que foi divulgado diálogo com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) (Veja no Nassif), expõe a associação espúria entre o judiciário e o sistema das organizações de mídia, que atuaram em conjunto dando ar de veracidade em uma história falsa.

O grampo sem áudio é um grito de desespero de um judiciário que não pode mais se sustentar e de uma mídia que parece ter perdido uma fatia do monopólio da fala.

O grampo sem áudio equivale à tortura na ditadura porque trabalha sobre o desconhecimento da população, no submundo, na ilegalidade, na animalidade mais torpe do ser humano; ele funciona na cabeça dos que o cometeram da mesma forma que a tortura foi para a ditadura: “o trabalho sujo precisa ser feito para manter nossos privilégios”.

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Gilmar tem que ser processado

Do blog do Nassif

O sistema jurídico do país está suficientemente maduro e civilizado para que não haja intocáveis? O Brasil pode se perfilar ao lado das maiores democracias do mundo e se considerar um país em que a Justiça não seleciona os alvos de processos?

Então não tem como poupar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, do crime de denunciação caluniosa, no caso dos falsos grampos, trama da qual participou acusando a ABIN.

Sem provas sequer de que o crime havia sido cometido, sem nenhuma evidência sobre a autoria dos grampos, Gilmar acusou expressamente funcionários públicos de autoria, comprometeu investigações contra acusados de crimes maiores. Agora, que não se apurou um indício sequer da exstência do grampo, pergunto: a Justiça vai fingir que nada ocorreu?

O fato de ser presidente do STF agrava o provável crime cometido. Não poderá alegar ignorância sobre pressupostos jurídicos básicos, como a presunção da inocência, o ônus da prova para quem acusa.

Gilmar atropelou princípios básicos de direito. A Justiça brasileira vai aturar imperadores intocáveis? Seus colegas de Supremo vão permitir essa mancha na história da instituição? Ou chegou a hora de mostrar que a Justiça brasileira é suficientemente madura, inclusive para cortar na própria carne.

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Da Folha

Perícia descarta prova de suposto grampo no STF

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

A perícia nos documentos e computadores apreendidos nas casas de investigadores da Operação Satiagraha não revelou nenhuma evidência ou prova que ajudasse na elucidação do suposto grampo contra o presidente do STF, Gilmar Mendes.

A análise desse material era a última esperança dos delegados Rômulo Berredo e Wiliam Morad para o desfecho da investigação, que está parada há quase dois meses, não identificou o áudio nem o suposto autor da gravação e que, por isso, deverá ser arquivada nos próximos dias.

Atualmente o inquérito está na Justiça, que analisa pedido de prorrogação solicitado pelos policiais federais.
A investigação ganhou sobrevida em novembro, quando a PF apreendeu material na casa de investigadores da Satiagraha, incluindo Protógenes Queiroz.

Apesar de ter objetivos distintos, houve compartilhamento de provas entre as investigações. A que está em São Paulo apura o vazamento de dados da Satiagraha. Em Brasília, os delegados que apuram o suposto grampo no STF aguardam perícias telefônicas. No entanto, segundo a Folha apurou, os investigadores já sabem que nenhuma gravação foi feita.

Comentário

Há uma suspeita latente na opinião pública: a de que o tal grampo que teria gravado uma conversa de Gilmar Mendes e do senador Demóstenes Torres foi uma armação criminosa, da qual participaram ativamente a revista Veja e da qual, na melhor das hipóteses, Gilmar foi avalista.

Repito: o presidente do Supremo Tribunal Federal é suspeito de ser cúmplice em uma provável farsa que gerou uma crise institucional. Existe Justiça no país?

 

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E AGORA JOBIM? PAULO LACERDA VOLTA PARA A ABIN?

Equipamentos da Abin não têm capacidade para grampear celular, conclui perícia

Marcos Chagas
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Os equipamentos encomendados pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) para uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) “não têm capacidade técnica para grampear sinais de celular”.

A conclusão está no relatório da Diretoria Técnico-Científica do Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal sobre a perícia de 16 equipamentos utilizados para varredura e precauções anti-grampo pedida pelo GSI.

O relatório conclusivo foi encaminhado hoje pelo gabinete à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional.

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AMORIM: NELSON JOBIM, MINISTRO DA DEFESA, ATUA A FAVOR DE DANTAS

JOBIM TENTA AJUDAR DANTAS: ISSO É UM PERIGO !
Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 1441

A interceptação telefônica realizada de forma legal na Operação Satiagraha, que fez a interceptação dentro da Lei, captou uma conversa entre o Ministro serrista Nelson Jobim – aquele que janta no Antiquarius, no Rio, com o sócio de Daniel Dantas, o Carlinhos Rodenburg – e o senador Heráclito Fortes, o líder da Bancada Dantas no Congresso.
. Jobim – Heráclito, uma dupla a serviço de Dantas.
. Que tal acrescentar outro que trabalha no Palácio do Planalto, o Ministro do Futuro, Mangabeira Unger, que tem um passado com Dantas que o condena ?
. Mas, nesse caso de que aqui tratamos, reproduz-se uma conversa muita franca.
. Jobim pede a Heráclito para avisar a Carlinhos Rodenburg que os investimentos de Dantas na Amazônia podem ser “perigosos”.
. Ou seja, isso pode dar rolo.
. Atente, caro leitor, para a gravidade dessa informação.
. O Ministro da Defesa pede a um senador da República para alertar um quadrilheiro sobre os perigos de seus investimentos na Amazônia.
. Onde nós estamos, caro leitor ?
. “Perigosos” , como ?
. O que está em risco ? São os interesses da Defesa Nacional, ou interesses da defesa do bolso de Dantas? (Para Ler texto completo)

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