Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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GERALDO ALCKMIN SENSACIONAL: DISSE QUE IA SE INFORMAR EM 2011 E PROCESSA UMA ÚNICA(?) EMPRESA POR CARTEL(?) EM 2013

Sensacional: Geraldo Alckmin processa uma única empresa por formação de Cartel(!!!)

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HUMOR: A FESTA DO TRENSALÃO DO PSDB NO METRÔ DE SÃO PAULO, EM RITMO DE DISCOTECA

TUCANODUTO: REVISTA ISTOÉ EXPLICA PORQUE O TRANSPORTE PÚBLICO DE SÃO PAULO É PÉSSIMO E NÃO MELHORA DESDE MÁRIO COVAS

propinodutoReportagem aponta que nos governos de Geraldo Alckmin, mas também de José Serra e Mario Covas, cerca de US$ 50 milhões teriam sido desviados das obras do metrô; denúncia da Siemens, que decidiu colaborar com a Justiça, lança luzes sobre o esquema; Alckmin será, agora, alvo de ação de improbidade

247 – Uma denúncia feita pela multinacional alemã Siemens, que acusou formação de cartel nas obras do metrô, em São Paulo, e decidiu colaborar com a Justiça, poderá trazer sérias complicações ao governador Geraldo Alckmin. De acordo com reportagem da revista Istoé, publicada neste fim de semana, foi montado um “propinoduto” relacionado às obras do metrô, que teria desviado US$ 50 milhões nos governos de Alckmin, mas também de José Serra e Mario Covas. Alckmin será, inclusive, alvo de uma ação de improbidade. Leia, abaixo, a reportagem de Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas:

O esquema que saiu dos trilhos

Um propinoduto criado para desviar milhões das obras do Metrô e dos trens metropolitanos foi montado durante os governos do PSDB em São Paulo. Lobistas e autoridades ligadas aos tucanos operavam por meio de empresas de fachada

Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas

Ao assinar um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a multinacional alemã Siemens lançou luz sobre um milionário propinoduto mantido há quase 20 anos por sucessivos governos do PSDB em São Paulo para desviar dinheiro das obras do Metrô e dos trens metropolitanos. Em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos, a empresa revelou como ela e outras companhias se articularam na formação de cartéis para avançar sobre licitações públicas na área de transporte sobre trilhos. Para vencerem concorrências, com preços superfaturados, para manutenção, aquisição de trens, construção de linhas férreas e metrôs durante os governos tucanos em São Paulo – confessaram os executivos da multinacional alemã –, os empresários manipularam licitações e corromperam políticos e autoridades ligadas ao PSDB e servidores públicos de alto escalão. O problema é que a prática criminosa, que trafegou sem restrições pelas administrações de Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, já era alvo de investigações, no Brasil e no Exterior, desde 2008 e nenhuma providência foi tomada por nenhum governo tucano para que ela parasse. Pelo contrário. Desde que foram feitas as primeras investigações, tanto na Europa quanto no Brasil, as empresas envolvidas continuaram a vencer licitações e a assinar contratos com o governo do PSDB em São Paulo. O Ministério Público da Suíça identificou pagamentos a personagens relacionados ao PSDB realizados pela francesa Alstom – que compete com a Siemens na área de maquinários de transporte e energia – em contrapartida a contratos obtidos. Somente o MP de São Paulo abriu 15 inquéritos sobre o tema. Agora, diante deste novo fato, é possível detalhar como age esta rede criminosa com conexões em paraísos fiscais e que teria drenado, pelo menos, US$ 50 milhões do erário paulista para abastecer o propinoduto tucano, segundo as investigações concluídas na Europa (Texto Integral)

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QUE NOME DAR A ISSO? QUE NOME DAR A ADMINISTRAÇÃO DE SERRA E KASSAB?

Serra/Kassab: 8 anos de desprezo por São Paulo

Carta Maior/ Saul Leblon

Que nome dar a isso?

Que nome dar a isso?

Oito anos de consórcio Serra/Kassab na cidade de São Paulo e, só agora, com a administração Haddad, vem à luz o resultado dramático de um abandono apenas intuído. 

Ele não explica sozinho a deriva em que se encontram os serviços e espaços públicos da cidade. Obra meticulosa e secular de elites predadoras. 

Mas ajuda a entender por que motivo a Prefeitura se consolidou aos olhos da população como uma ferramenta irrelevante, incapaz de se contrapor à tragédia estrutural e ao desastre cotidiano. 

O artigo do secretário de educação, Cesar Callegari, publicado na Folha, nesta 5ª feira, faz o balanço das causas profundas desse estado de espírito na área da educação. 

É arrasador. 

Acerta a administração Haddad se fizer disso um compromisso: expor em assembleias da cidadania, organizadas pelas administrações regionais, a radiografia objetiva do que significou, em cada serviço, e em cada bairro, a aplicação da ‘excelência administrativa’ daqueles que, de forma recorrente, avocam-se a missão de submeter o país a um ‘choque de gestão’.

Somente a compreensão de suas causas pode desfazer a tragédia que se completa com o descrédito da população em relação ao seu próprio peso na ordenação pública da cidade. 

A missão mais difícil do prefeito Fernando Haddad é sacudir esse olhar entorpecido de uma cidadania há muito alijada das decisões referentes ao seu destino e ao destino do seu lugar.

Expor o custo desse alijamento, meticulosamente construído, é um primeiro passo.

É o que o secretário Callegari faz ao mostrar que:

a)São Paulo ocupa o 35º lugar entre os 39 municípios da região metropolitana em qualidade da educação, medida pelo Ideb; 

b) 28% das crianças paulistanas concluem o 1º ciclo do ensino fundamental, aos 10 ou 11 anos de idade, sem estar alfabetizados; 

c) em 2012, a rede municipal contabilizou 903 mil faltas de professores desmotivados e doentes; 

d) há 97 mil crianças na fila, sem creche ;

e) a construção de 88 escolas foi contratada ‘criativamente’, sem terrenos; 

f) 50 mil alunos ficaram sem livros didáticos este ano, porque não foram solicitados ao MEC, ‘por um lapso’ da administração anterior.

Engana-se, porém, quem atribuir esse saldo à força de uma inépcia especializada na área educacional. 

Troque-se a escola pela a saúde.

Reafirma-se o mesmo padrão. 

A seguir, alguns números pinçados também de uma reportagem da Folha, desta 5ª feira, que, por misterioso critério da Secretaria de Redação, deixou de figurar na manchete da 1ª página:

a) a Prefeitura de SP pagou, em 2012, R$ 2,1 bilhões a entidades privadas de saúde, ‘sem fins lucrativos’ — fórmula de terceirização de serviços públicos elogiadíssima por Serra na disputa eleitoral contra Haddad; 

b) 530.151 consultas deveriam ter sido realizadas por esse valor; mas apenas 347.454 foram de fato executadas;

c) não foi um ponto fora da curva: em 2011, as mesmas entidades deixariam de realizar 41% dos atendimentos previstos. Repita-se 41% do atendimento terceirizado não foi feito;

d) apesar disso, receberam integralmente os repasses estipulados nos dois anos. Sem ônus, sem fiscalização, sem inquérito, sem arguição pelo descalabro.

Qual é o nome disso?

O nome disso é desprezo pela sorte da população. 

O nome disso é uma esférica certeza na impunidade ancorada no torpor das vítimas, desprovidas dos meios democráticos para reagir. 

Mas também é o reflexo de um conluio inoxidável com a mídia de São Paulo, que, agora denuncia, mas nunca lhes sonegou o acobertamento na hora decisiva da urna. 

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BRASILEIRO É TOM BONZINHO: AÉCIO NEVES CONSEGUE SER PIOR OU IGUAL A JOSÉ SERRA E JÁ PROMETE ENTREGAR O PATRIMÔNIO

PSDB volta ao local do crime: Petrobrax

Saiu na Folha (*): Aécio fala em rever modelo petista para petróleo do pré-sal

Senador tucano diz que Petrobras não tem fôlego para realizar investimentos exigidos no regime de partilha. Fim da obrigatoriedade da participação da estatal abriria espaço para grupos privados e estrangeiros.
(…)
Ele defendeu o fim da obrigatoriedade da participação da Petrobras nos futuros campos. “Descapitalizada, a Petrobras vai ter de buscar dinheiro no mercado com juros cada vez maiores”, afirmou.

Segundo o Valor, o PiG (**) cheiroso, Aécio Never criticou também a exigência de conteúdo local para empresas que participem da exploração do pré-sal: “Não adianta demandar para uma indústria que não existe”.

Navalha

Aécio segue o roteiro tucano à risca.

Seu mentor, o Farol de Alexandria (Fernando Henrique Cardoso), foi quem abriu o buraco no monopólio estatal da Petrobras, que o Nunca Dantes (Lula) teve que fechar.

O Farol de Alexandria apelidou a Petrobras de Petrobrax, para acabar de vendê-la em Nova York.

Seu cordial e fraternal aliado, o Padim Pade Cerra, segundo o WikiLeaks, prometeu à Chevron destruir o “modelo petista” de exploração do pré-sal, para entregar à Chevron.

Um dos mais sólidos legados do Nunca Dantes foi assegurar o pré-sal à Petrobras, através do “regime de partilha”.

A Petrobras está no centro do sistema industrial brasileiro.

No centro da estratégia de um Brasil autônomo – do ponto de vista econômico e militar.

Não é à toa que o suposto candidato tucano tenha começado a campanha pela “destruição” da Petrobras.

É porque, além dos ricos, eles preferem os americanos.

E, desde Vargas, eles sempre voltam ao local do crime: vender a Petrobras.

O candidato do PSDB à presidência do Clube dos Amigos da Lagoa Rodrigo de Freitas diz que quer “reestatizar” a Petrobrás.

No dicionário tucano, isso signfica “entregar”.

Tomara que ele vá para a campanha presidencial com essa lorota. (Texto Integral)

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“FAÇA AMOR, NÃO FAÇA SERRA”: UM PROTESTO CULTURAL CONTRA A ORDEM EXCLUDENTE DE SÃO PAULO

Por Altamiro Borges
“Faça amor, não faça Serra”
Existe amor em SP?
Fazia tempo que eu não presenciava na capital paulista uma manifestação tão generosa, criativa e carregada de energia. Um ato com tantas tribos, expressão maior da unidade na diversidade. Um protesto com tantos jovens, o que relativiza o dogma sobre o ceticismo político da juventude. A manifestação “Existe Amor em São Paulo”, que lotou a Praça Roosevelt, no centro da cidade, merece ser valorizada e estudada. Segundo os seus organizadores, ela reuniu cerca de 30 mil pessoas durante toda a tarde deste domingo (21).
Ela foi convocada nas redes sociais por vários movimentos culturais e libertários, como a galera do coletivo Fora do Eixo. Não foi um ato partidário de apoio à candidatura de Fernando Haddad para a prefeitura paulistana. Mas foi um ato eminentemente político, de repúdio à gestão elitista e excludente do prefeito Gilberto Kassab e também de rechaço ao tucano José Serra, que se aliou aos setores mais reacionários da sociedade e tornou-se o porta-voz de suas bandeiras fascistóides, como o estímulo ao ódio homofóbico.
No meio da multidão, uma enorme bandeira com a foto do revolucionário Che Guevara. Muitos jovens estamparam no peito o adesivo da campanha de Fernando Haddad. Cartazes protestaram contra as abusivas “proibições” impostas pelo prefeito conservador. Nos vários palanques montados na praça recém-inaugurada, variedades de apresentações musicais e alguns discursos exigindo uma cidade mais humana e solidária, livre de preconceitos e intolerância, com mais integração cultural e social entre os seus habitantes.
Um dos textos difundidos pelas redes sociais evidenciou o caráter político da manifestação. “Há anos SP vem se tornando mais agressiva, repressiva, individualista, proibida, militarizada. Enquanto as favelas pegam fogo e a polícia ganha status de milícia, o poder político tenta acabar com o público em prol do privado. Acabar com a festa em prol do silêncio. Acabar com o pobre em prol do rico. Acabar com a justiça em prol da ordem”. Contra toda essa regressão, milhares de jovens lotaram a Praça Roosevelt.
A mídia hegemônica não entendeu – ou fingiu não entender – o caráter político do ato contra as forças de direita de São Paulo. O portal G1, das Organizações Globo, registrou a presença de mais de 8 mil pessoas num evento cuja “intenção é mostrar para Fernando Haddad e José Serra que a capital paulista precisa de mais atenção para a cultura”. É como se o ato fosse neutro, sem qualquer opção política dos participantes. Na mesma linha, o sítio UOL, do Grupo Folha, tentou descaracterizar as razões do protesto.
Uma das mensagens usadas para convocar todas aquelas tribos foi explícita: “Faça amor, não faça Serra”. A mídia demotucana fingiu desconhecer este slogan tão criativo e irreverente.

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JOSÉ SERRA FICA IRRITADO COM PERGUNTA DE KENNEDY ALENCAR NA CBN E NÃO RESPONDE SE É AGORA UM POLÍTICO DE EXTREMA-DIREITA

Veja a atitude de José Serra, candidato a prefeito de São Paulo, após pergunta de Kennedy Alencar, logo no início da entrevista, a partir do terceiro minuto.

Ele não responde porque é uma pergunta bastante incômoda. Kennedy Alencar irrita José Serra porque diz, de forma polida e elegante, que Serra faz uma campanha suja e de extrema-direita.

Serra tem se irritado constantemente com jornalistas porque há décadas faz uma campanha associada com alguns veículos de informação, principalmente Veja, Globo e Folha. Isso o deixou blindado em várias campanhas, mas sua descida ao submundo da política soou um alerta para alguns jornalistas. Eles estão acordando do caminho obscuro e perigoso trilhado por José Serra nas últimas campanhas.

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O IMPRESSIONANTE MAPA DA VOTAÇÃO DE SÃO PAULO: POBRES SÃO PT, RICOS SÃO PSDB

A cidade de São Paulo mostrou que a divisão entre ricos (PSDB) e pobres (PT) continua mais do que presente. É certo que o candidato Fernando Haddad (PT) teve milhares de votos nas classes mais ricas, assim como José Serra (PSDB) teve milhares de votos nas classe mais pobres economicamente.

No entanto, a vitória de um na periferia e de outro nas regiões nobres mostra que a população vota de certa forma consciente da posição ideológica e da prática política dos partidos. veja mapa:


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PRIVATARIA TUCANA, LIVRO DE AMAURY RIBEIRO JR, PODE SER CABO ELEITORAL DE FERNANDO HADDAD NO SEGUNDO TURNO EM SÃO PAULO

Pouco explorado pela mídia, pode ser uma cabo eleitoral arrasador

A Privataria Tucana é um livro de autoria do jornalista brasileiro Amaury Ribeiro Jr, ex-repórter especial da revista Isto É e do cotidiano O Globo e ganhador de diversos prêmios Esso de jornalismo. O título do livro (“privataria”) é um neologismo que combina privatização a pirataria, criado pelo jornalista Elio Gaspari, e “Tucano” é um apelido comum dado a membros do PSDB, a partir de um dos símbolos do partido, o pássaro tucano.

O livro, resultado de 12 anos de investigação sobre as “privatizações no Brasil”, destaca documentos que apresentam indícios e evidências de irregularidades nas privatizações que ocorreram durante a administração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, além de amigos e parentes de seu companheiro de partido, José Serra. Os documentos procuram demonstrar que estes políticos e pessoas ligadas a eles realizaram, entre 1993 e 2003, movimentos de milhões de dólares, lavagem de dinheiro através de offshores – empresas de fachada que operam em Paraísos Fiscais – no Caribe.

Privataria Tucana contém cerca de 140 páginas de documentos fotocopiados que evidenciam que o então Ministro do Planejamento e futuro Ministro da Saúde de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Serra, recebeu propina de empresários que participaram dos processos de privatização no Brasil. (wikipedia)

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LIVRO-REPORTAGEM QUE TRATA DA CORRUPÇÃO DO PSDB E DE JOSÉ SERRA PODE GANHAR IMPORTANTE PRÊMIO NACIONAL

Privataria, de Amaury Ribeiro Jr, entre os melhores livros do Brasil

Da Editora Geração Editorial

O livro-reportagem mais polêmico e vendido do ano, A Privataria Tucana, do jornalista Amaury Ribeiro  Junior, está entre os finalistas do Prêmio Jabuti, na categoria Reportagem. Esse é o prêmio mais prestigiado da literatura brasileira.

Para Geração Editorial, com 20 anos de polêmicas e honrando o seu slogan, uma editora de verdade, este livro-reportagem ou livro-denúncia tem uma satisfação especial: a obra trouxe – com provas robustas e documentos inéditos – à tona para a sociedade brasileira mais um caso emblemático de corrupção e lavagem de dinheiro público que lesou milhares brasileiros, na chamada Era das Privatizações. Os desvios aconteceram durante o governo Fernando Henrique Cardoso, por intermédio de seu ministro do Planejamento, ex-governador de São Paulo, José Serra.

A Geração Editorial acreditou no excepcional trabalho jornalístico do premiado jornalista Amaury Ribeiro Junior, vencedor das maiores honrarias da imprensa brasileira, como por exemplo, três prêmios Esso e quatro prêmios Vladimir Herzog.

O furacão A Privataria Tucana vendeu no dia do seu lançamento; nada menos que 15 mil exemplares, sucesso inquestionável de aceitação. Em dois meses foram mais de 100 mil cópias e permaneceu por mais de quatro meses em diversas listas de livros mais vendidos do país.

“Estar entre os finalistas do Prêmio Jabuti é ver que meu trabalho de mais de 10 anos investigando dezenas de pessoas valeu a pena. O Brasil está em um momento que é necessário investigar, escrever e publicar obras sérias que sirvam para tirar as máscaras de pessoas que usurparam e ainda usurpam o nosso país. A corrupção é um mal, mas com coragem e trabalho sério é possível mostrar quem são os corruptos e corruptores”, conta Amaury.

A Privataria Tucana foi lançado em mais de 10 capitais, entre elas estão São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Belém, Porto Alegre, Curitiba, entre outras. Os eventos ficaram conhecidos como a “Caravana da Privataria Tucana, e em todos os lugares compareceram centenas ou milhares de pessoas.

“Os lançamentos mostraram que fiz uma obra séria e relevante para a população em geral. Em diversas situações fiquei emocionado com os depoimentos das vítimas da Era das Privatizações. São pessoas que perderam o emprego em estatais de um dia para outro, viram as suas vidas se arruinarem e muitas cometeram suicídio ou ficaram depressiva e até hoje não conseguiram se reerguer. A sequela deixada é muita maior do que imaginam. Por isso, espero que a CPI da Privataria siga em frente e mostre a real face desses usurpadores de dinheiro público”, complementa Amaury.

O Prêmio Jabuti é promovido pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) e está na 54ª edição. Os três vencedores de cada categoria serão revelados no dia 18 de outubro. Na premiação, em 28 de novembro, serão conhecidos os dois melhores livros publicados em 2011 em Ficção e Não Ficção, cada um ganhará R$ 35 mil.

Concorrem com A Privataria Tucana os seguintes títulos:
Os Últimos Soldados da Guerra Fria – Fernando Morais
Saga Brasileira: a Longa Luta de Um Povo Por Sua Moeda – Miriam Leitão
Cofre do Dr. Rui – Tom Cardoso
Perda Total – Ivan Sant’anna
O Espetáculo Mais Triste da Terra – Mauro Ventura
O Rio: Uma Viagem Pelo Amazonas – Leonencio Nossa
Guerras e Tormentas – Diário de Um Correspondente Internacional – Rodrigo Lopes
Um Escritor No Fim do Mundo: Viagem Com Bichel Houellebecq à Patagônia – Jurenir Machado da Silva
Entretanto, Foi Assim Que Aconteceu: Quando a Notícia É Só o Começo de Uma Boa História – Christian Carvalho Cruz

Entenda o livro A Privataria Tucana:
Com 200 páginas e 16 capítulos que jamais deixam cair seu contundente interesse, A Privataria Tucana é o resultado final de anos de investigações do repórter Amaury Ribeiro Jr. na senda da chamada Era das Privatizações, promovida pelo governo Fernando Henrique Cardoso, por intermédio de seu ministro do Planejamento, ex-governador de São Paulo, José Serra. A expressão “privataria”, cunhada pelo jornalista Elio Gaspari e utilizada por Ribeiro Jr., faz um resumo feliz e engenhoso do que foi a verdadeira pirataria praticada com o dinheiro público em benefício de fortunas privadas, por meio das chamadas “offshores”, empresas de fachada do Caribe, região tradicional e historicamente dominada pela pirataria.

Mais em http://bloggeracaoeditorial.com/2011/12/12/a-privataria-tucana-do-jornalista-amaury-ribeiro-jr

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AO CONTRÁRIO DO BRASIL, CAMPINAS TEVE UM AUMENTO DE POBRES E MISERÁVEIS NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS, DIZ MARCIO POCHMANN

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SENADOR JORGE VIANA FAZ APARTE COM SAGACIDADE, EXPLICA O MENSALÃO NA POLÍTICA BRASILEIRA E DIZ QUE PT É CÓPIA, MAS O PSDB É ORIGINAL

HUMOR DE CAMPANHA: ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS TUCANAS E DA REVISTA VEJA, PUBLICAÇÃO

PARTE DO PSDB NÃO ACREDITA QUE JOSÉ SERRA VENÇA EM SÃO PAULO: BOLINHA DE PAPEL E USO DA RELIGIÃO AJUDARAM A DESTRUÍ-LO COMO POLÍTICO

As últimas notícias mostram que José Serra deverá ter uma grande derrota nas próximas eleições para a prefeitura de São Paulo, o que o deixará de fora das próximas eleições para presidente e perderá poder político dentro do partido.

Isso parece ser evidente dentro do próprio partido. Diretório do PSDB da capital paulista já apoia outro candidato e o próprio Ackmin, governador de São Paulo, já ensaia lançar seu nome como candidato a presidência em 2014.

O alto índice de rejeição de José Serra pode ser atribuído em grande parte por sua campanha horrenda nas últimas eleições presidenciais, na qual perdeu toda a noção de bom senso para conquistar votos. Isso teve um efeito reverso.

Dois fatos são importantíssimos na análise de Serra. O primeiro foi o evento da bolinha de papel que atingiu sua cabeça, sem qualquer gravidade e, mesmo assim, ele simulou uma espécie de atentado, fazendo um show com o apoio da Rede Globo. Ao ser desmascarado, provocou repulsa da população.

Outro fato é uma espécie de mito entre os políticos. Eles acreditam, por acontecimentos já históricos, que a falta de religiosidade pode prejudicar o candidato. Isso é verdade. Mas Serra parece provar que o excesso de participação religiosa também pode ter efeito negativo. Serra, já na eleição presidencial, transformou o discurso religioso em discurso político, misturando palanque e altar. Há muitas religiões no Brasil e com diferentes posicionamentos. A atitude de Serra evidenciou uma grande falsidade espiritual. Ou seja, a população desconfiou que ele abusou de temas religiosos para conseguir votos.

As últimas pesquisas para a prefeitura mostram estagnação de sua candidatura com crescimento da rejeição. Além disso, há Celso Russomanno com boa votação e com o mesmo perfil eleitoral de Serra.  Fernando Haddad, do PT, já começa a despontar na disputa como terceiro colocado e sem a presença ainda forte de Lula na campanha. 

Parece que parte do PSDB e Alckmin já entendam.

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QUE DIFERENÇA! KASSAB, INDICADO POR JOSÉ SERRA, TEM SÓ 22% DE APROVAÇÃO E DILMA, INDICADA POR LULA, TEM 77% DE APROVAÇÃO

Dilma, 77% de aprovação e Kassab, 76% de reprovação

A incapacidade de governo do PSDB é estrutural, ou seja, não é uma questão de um nome ou outro. O partido, que nasceu com aspiração social-democrata, tornou-se um partido que vai do neoliberalismo ao extremismo de direita, representado hoje por José Serra e Geraldo Alckmin, em São Paulo.


A questão do partido e seus aliados é tão estrutural que, mesmo quando está governando a mais rica cidade do país com o apoio da grande mídia, o grupo consegue ter uma péssima avaliação.
A avaliação de Kassab, que foi indicado e sustentado pelo PSDB da ala de José Serra, chega a ter um índice de 76% de péssimo, ruim e regular.

O problema não é o Kassab ou o Serra, mas a proposta política do partido que é a sustentação da desigualdade e a manutenção dos benefícios para classes já privilegiadas. O problema do PSDB é tentar resolver os dramas da sociedade mais desigual do mundo sem mexer em nada que afete a classe rica ou beneficie um pouco as classes mais baixas.

Na outra balança, tem a presidenta Dilma Rousseff, indicada por Lula e apoiada pelo PT, com 77% de aprovação. Assim como Kassab, Dilma pertencia a outro partido, o PDT, mas tem o compromisso de, negociando com a elite, tentar melhorar a vida do país. Uma simples diferença que o marketing político não pode apagar.

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VIOLÊNCIA EM SÃO PAULO ESTÁ TOTALMENTE FORA DE CONTROLE; POLÍCIA DO PSDB MATA MAIS DO QUE TODA A POLÍCIA DOS EUA

A violência no estado de São Paulo está totalmente fora de controle. Depois de 20 anos de PSDB, a situação somente piorou. Mulheres, empresários, estudantes, italianos, policiais, ninguém escapa da violência. Há uma guerra civil espalhada pelo estado todo.


Parte dessa guerra vem da criminalidade ligada ao tráfico de drogas. Hoje a guerra contra o tráfico mata muito mais do que as próprias drogas. Assista aos jornais policiais por uma semana e veja quantas pessoas morreram por overdose ou em decorrência de qualquer droga? Não há essa notícia, nem de famosos ou classe média, que costumam aparecer na TV. No entanto, o combate ao tráfico, os crimes derivados da ilegalidade do tráfico e assassinatos de policiais por traficantes estão quase todos os dias nos jornais.


O PSDB de José Serra e Geraldo Alckmin, assim como muitos outros partidos, se negam a discutir profundamente o  problema do tráfico e nem se comprometem a um investimento pesado em educação. Educação deve significar o acompanhamento, pelo Estado, de um jovem de 0 a 18, com toda a assistência educacional possível.

O pior de tudo isso não é a incapacidade do PSDB, mas a cultura por trás da política do PSDB, que se transformou no porta voz da extrema-direita brasileira. Não há solução de curto prazo.

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VÍDEO IMPERDÍVEL: CIRO GOMES EXPLICA JOSÉ SERRA BEM FUNDAMENTADO NA FOLHA, ESTADÃO, VEJA E GLOBO

SERRA TERIA DADO R$ 34 MILHÕES À EDITORA ABRIL, SEGUNDO LEVANTAMENTO FEITO JUNTO AO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

O jornalista Nirlando Beirão discute no link para vídeo que segue abaixo justamente as relações do baronato midiático nacional com os escândalos envolvendo Carlinhos Cachoeira. O vicioso coorporativismo, a falta de transparência e respeito com o leitor e a atitude do “mexeu com um mexe com todo mundo” é hoje o horizonte jornalístico destes veículos que quando as denúncias batem na sua porta, simplesmente se recusam a investigar!

Já a notícia que vem sendo divulgada pela internet de que José Serra teria dado R$ 34 milhões à Editora Abril quando ocupava o cargo de governador do estado de São Paulo, a partir de um levantamento feito junto ao Diário Oficial, vem para comprovar este coorporativismo e as relações escusas da mídia com certas esferas do poder público, e terminar de derrubar as máscaras! Que, pode demorar, mas sempre caem…

http://videos.r7.com/r7/service/video/playervideo.html?idMedia=4f9b46b1fc9b2297d74a4f4d&idCategory=211&embedded=true

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BANDA PODRE DO PT IMPEDE INSTALAÇÃO DE CPIs E VAZA INFORMAÇÃO PARA IMPRENSA MARROM

Psol e PCdoB foram fundamentais para possível criação a CPI do Cachoeira

A possível instalação da CPI para investigar as ligações criminosas entre políticos e o bicheiro Carlinhos Cachoeira é uma ótima notícia política. A instalação da CPI conseguirá ultrapassar a barreira de uma pequena parte do PT que tem ojeriza a qualquer tipo de investigação, mesmo de adversários.

Pode-se dizer que existe uma banda podre que se instalou e se solidificou com poder econômico gerado pelas arrecadações de campanha, caixa dois etc, assim como em todos os outros partidos. Mas  no PT ela faz uma mal danado ao Brasil porque é essa banda que impede qualquer investigação contra os próprios adversários.

Essa banda podre, na verdade, é herdeira legítima do PSDB. Ao assumir governos, ela herdou o pior da política presente em outras agremiações. Por exemplo, herdou os esquemas de Marcos Valério e Daniel Dantas, criações fantásticas dos infelizes anos do PSDB no governo federal e no processo de privatização. Com isso, fica difícil investigação, visto que parte das investigações podem resvalar no próprio partido.

É também essa mesma banda podre que se associa ao pior jornalismo, aquele que também se associa a criminosos, para dar furo de reportagem. Essa banda podre, em busca de poder durante a campanha de Dilma Rousseff, quase destruiu a candidatura da própria petista.

É por essas e outras que a CPI da Privataria Tucana, que poderia passar o Brasil a limpo sobre esse período nefasto do PSDB, não sai. O livro de Amaury Ribeiro Jr. expõe claramente a corrupção de José Serra e familiares. É um verdadeiro roubo, com todas as letras. No entanto, está parada.  Salve a CPI do Cachoeira! Se molhar alguns petistas fará um bem ao país.

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Será Maia o melhor cabo eleitoral de José Serra?

A candidatura de Fernando Haddad (PT), em São Paulo, só tem boas chances se a CPI da privataria tucana, proposta pelo deputado Protógenes Queiroz (PCdoB), decolar na Câmara Federal.

Haddad, apesar do apoio do ex-presidente Lula e de certa união do PT paulista, terá grandes dificuldades para vencer o conservadorismo arraigado no estado e mantido pelo tucanato.

Haddad é pouco conhecido e não tem o palanque que Dilma Rousseff teve no plano nacional. Além disso, Dilma ganhou porque foi bem votada em outras partes do Brasil.

São Paulo mantém um conservadorismo político e judiciário capaz de expulsar o próprio povo de sua moradia em um bairro pobre, como aconteceu no bairro Pinheirinho, São José dos Campos – SP.  São Paulo promoveu um elo forte para sustentação do Golpe de 64.

A face feudal do estado está arraigada nas principais instituições. A grande mídia chega ao limite de associação com criminosos para produzir reportagens como demonstraram as investigações sobre o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Mas não para aí. É em São Paulo também que associações de juízes reagiram às investigações do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra a corrupção.

A CPI da privataria poderia quebrar ou ao menos acuar esse bloco monolítico e permitir a vitória de Fernando Haddad. As informações contidas no livro Privataria Tucana, se chegarem ao grande público, serão devastadoras para o tucanato paulista, principalmente para José Serra, que é acusado junto com a filha, genro, parentes e etc de um verdadeiro assalto aos cofres públicos.

É por isso que Marco Maia poderá ser o grande cabo eleitoral da vitória de José Serra, isso se não instalar logo a CPI da privataria tucana.

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PRÉ-CANDIDATO PETISTA À PREFEITURA DE SÃO PAULO, FERNANDO HADDAD DIZ QUE MUITO TRABALHO SERÁ PRECISO PARA ROMPER A HEGEMONIA DO PSDB EM SÃO PAULO

Cara nova na disputa pela prefeitura de São Paulo

“O Brasil poderia mais, não fosse a âncora conservadora do PSDB de São Paulo. Tem uma bola de ferro no nosso pé que ainda segura muito o país”, disse o pré-candidato petista à prefeitura de São Paulo Fernando Haddad em entrevista à Carta Maior.

Nome novo nas disputas eleitorais, Haddad contará com o apoio decisivo do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, além disso, uma possível derrota nas urnas não seria tão dura para ele quanto para o principal candidato do PSDB, José Serra, sendo assim, Haddad não entra na disputa pressionado pela quase obrigatoriedade de vencer.

Mas as dificuldades de Haddad são grandes. Além de habilidade política para unir o partido e os tradicionais aliados do PT em torno de sua candidatura, como dito, Haddad é um nome novo que precisa ser apresentado a um eleitorado que se acostumou, pelo menos boa parte dele, aos anos de governo do PSDB e que, como consequência disso, cultua um pensamento conservador sob diversos aspectos. Romper esse quase costume dos paulistanos será difícil, mas Haddad tem a seu lado a imagem da mudança e a chance do novo que podem, quem sabe, alterar as coisas em uma metrópole carregada de problemas.

Veja o trecho inicial de sua entrevista:

Para Haddad, PSDB é bola de ferro que prende país pelos pés
Por Maria Inês Nassif

CARTA MAIOR: O PT assimilou sua candidatura?

FERNANDO HADDAD: Acredito que sim. O processo foi muito bem conduzido e elogiado internamente. É curioso o argumento de que as prévias no PT não ocorreram por pressão. No PT, sempre teve pressão e sempre teve prévias. O Lula já perdeu prévias dentro do PT apoiando um candidato, já ganhou, ele próprio já enfrentou prévias. Isso é da cultura do partido. Óbvio que todo mundo sabe que isso tem consequências, mas ninguém abdica de disputar prévias quando entende ser o caso. A verdade é que, no final do processo, nós contávamos com o apoio da maioria dos militantes. Colhemos mais de 20 mil assinaturas para inscrição, quando eram necessária apenas 3 mil. Nós tínhamos o apoio de 7 dos 11 vereadores. O processo estava muito avançado.

CARTA MAIOR: O maior desconforto foi o namoro com o prefeito Gilberto Kassab?

HADDAD: Não chegou a ser namoro porque sequer houve uma aproximação formal. O que houve foram duas ou três conversas com dirigentes do PSD sobre uma remota possibilidade de o partido me apoiar – o que ocorreria se, e somente se, o [José] Serra [PSDB] não saísse e o PSDB se recusasse a apoiar o Afif, que era um cenário pouco provável. Eu sempre disse, desde que o assunto ganhou os jornais, que nós éramos a terceira prioridade do prefeito, que antes vinham o Serra e o Afif, e que a nossa prioridade é outra, são os partidos da base aliada do governo Dilma. Sempre ficou claro que ele [Kassab] iria caminhar para um lado e nós iríamos caminhar por outro.

CARTA MAIOR: O PT valorizava essa possibilidade, numa estratégia de romper a hegemonia do PSDB junto à classe média conservadora paulistana?

HADDAD: O interesse no PSD, ao meu ver, tem muito mais a ver com a filiação do [Henrique] Meirelles [ex-presidente do Banco Central], que foi ministro do governo Lula por oito anos. O presidente [ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva] considerou que essa seria uma chapa interessante, complementar. Desde a vitória de 2002, quando compôs a chapa com José de Alencar [empresário e então filiado ao PL], isso sempre contou nas reflexões de Lula sobre a composição de chapa. Ele entendia que o Meirelles tinha um perfil muito interessante. Se Meirelles tivesse se filiado ao PMDB, Lula também iria atrás de uma composição. Nas conversas que tive com o presidente, a hipótese de ter uma chapa com dois ministros de seu governo o agradava.

CARTA MAIOR: O Lula, então, não forçou a barra para uma aliança com o PSD?

HADDAD: Não, de forma alguma. Ele até recomendou cautela, com medo de que isso não fosse compreendido.

CARTA MAIOR: E o apoio dos pré-candidatos do PT que desistiram da prévia?

HADDAD: Acho que é muito importante o partido estar coeso em torno da campanha e nós todos em campo – o presidente Lula, Marta e todos do partido. Mas eu não reduziria a questão a isso. Há um conjunto de problemas a serem enfrentados. Nós fomos muito prejudicados pela questão da TV e praticamente não teremos inserção no primeiro semestre. Todos os outros partidos terão. Isso traz um prejuízo enorme para um estreante, que nunca disputou uma eleição, nunca teve programa de televisão. Nós temos que lidar com isso. (Texto completo)

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O persistente

O tucano José Serra parece sofrer de uma espécie de compulsão pelo poder. Depois de intensas tentativas para ser presidente da república, o que inclui, cenas e mais cenas junto ao “povo” brasileiro para passar (de forma artificual e forçada) uma imagem de homem popular que ele definitivamente não tem, o notável personagem da privataria tucana decidiu, depois de alguma enrolação, comunicar oficialmente o que muitos já sabiam: a sua pré-candidatura à prefeitura da cidade de São Paulo.

Oficialização previsível para alguém como Serra que não consegue ficar muito tempo longe do poder e das luzes ou sombras que este traz. Não é difícil chegar a essa constatação e também não é leviano fazê-la já que o comportamento de Serra em todas as disputas eleitorais em que entra já fala por si só. O tucano simplesmente não conhece limites para estar onde ele adora estar: no lugar mais alto do poder.

Foi justamente essa vontade de subir no escalão do poder que fez com que Serra simplesmente abandonasse o cargo de prefeito, como fez em 2006, para concorrer ao governo do estado. Portanto, ele terá que convencer a população de que não usará novamente o posto na prefeitura como simples plataforma para disputar outras eleições em nível estadual ou federal.

Na análise do cientista político Celso Roma em notícia publicada pela Carta Capital, a entrada de Serra na disputa dificulta as chances do PT de conquistar a prefeitura da maior cidade do país e, com isso, evitar a polarização do poder nas administrações municipal e estadual.

Veja trecho da notícia sobre o assunto:

Serra oficializa pré-candidatura à prefeitura
Por Redação Carta Capital

O ex-governador José Serra oficializou na manhã desta segunda-feira 27, pelo seu perfil no Twitter, sua participação nas prévias do PSDB para a prefeitura da cidade de São Paulo. “Hoje comunicarei por escrito à direção do PSDB de São Paulo minha disposição de disputar a prefeitura de SP”, disse.

O fato já havia sido antecipada pelo atual governador de São Paulo Geraldo Alckmin, no domingo 26. Em reunião realizada no Palácio dos Bandeirantes , o governador avisou o secretário estadual José Aníbal (Energia) e deputado Ricardo Tripoli, pré-candidatos do partido, e pediu a eles que permitissem o adiamento das prévias – prevista inicialmente para 4 de março – para que Serra possa se inserir no processo, conforme demonstrou interesse nesta manhã: “sempre fui favorável às prévias para a escolha do candidato a prefeito do PSDB. E delas pretendo agora participar”.

Os dois pré-candidatos concordam com a entrada do ex-governador, mas discordam do adiamento da data. Tripoli argumenta que já assumiu compromissos com seus eleitores. Os pré-candidatos e secretários Bruno Covas (Meio Ambiente) e Andrea Matarazzo (Cultura) já concordaram em desistir da canditatura para apoiar Serra.

Na sexta-feira 24, Serra decidiu que queria entrar na disputa, em reunião com Alckmin e o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. Há pouco tempo, o tucano havia dito que não participaria da disputa. Mas, com a possível aproximação entre o PT e PSD e a ameaça de Fernando Haddad (PT) conquistar a prefeitura da maior cidade do país, Serra sinalizou uma mudança de trajeto. (Texto completo)

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Documentos sobre um suposto esquema de caixa dois nas eleições de 2002, cuja autenticidade está sob investigação da Polícia Federal, mostra uma farra com o dinheiro público de Furnas. O PSDB teria ficado com quase 70% do dinheiro.

Confira nos gráficos abaixo.

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DEPOIS DE UMA SEMANA, 80 MIL EXEMPLARES E UMA CPI, LIVRO PRIVATARIA TUCANA, DE AMAURY RIBEIRO JR, COMEÇA A VIRAR NOTÍCIA

PRIVATARIA TUCANA: SILÊNCIO DA GRANDE MÍDIA É MOTIVO PARA UMA CPI DA LIGAÇÃO ENTRE IMPRENSA E ESCÂNDALO DA PRIVATIZAÇÃO RELATADO POR AMAURY RIBEIRO JR

Esse silêncio dos grandes meios de comunicação é, como diz o vídeo abaixo de Bob Fernandes, revelador. Revelador de que há algo mais profundo e orgânico entre a privatização do governo FHC e a grande imprensa. 

Quais os interesses da grande imprensa em esconder o maior escândalo de corrupção da história do Brasil? Qual o interesse da imprensa em não falar sobre uma das maiores investigações jornalísticas do Brasil? O que tem os grandes meios de comunicação no Brasil a ver com essa história? Teriam sido os grandes meios de comunicação do Brasil beneficiados pelo esquema tucano na privatização? Essas são questões que começam a surgir diante deste silêncio estrondoso.

Veja abaixo o comentário do jornalista Bob Fernandes sobre o “silêncio estrondoso da mídia”.

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PRIVATARIA TUCANA: DEPOIS DAS DENÚNCIAS DE AMAURY RIBEIRO JR., O PERSONAGEM CENTRAL DO ESCÂNDALO, JOSÉ SERRA, JÁ COMEÇA A PROTAGONIZAR CHARGES E PEDIDOS DE INVESTIGAÇÃO

E ainda queria ser presidente do país!

Enfim, Serra conseguiu o que queria. Tornou-se o centro das atenções nacionais, claro que não pelos motivos que ele desejava e sim por aquilo que ele realmente fez para o país.

Escute trecho da programação da Rádio Brasil Atual em que são entrevistados o deputado estadual do PT, Simão Pedro, que investigou e denunciou o caso Fence de arapongagem, abordado pelo livro de Amaury, e também o cientista político Francisco Fonseca que cobrou investigação minuciosa após as denúncias contra Serra e boa parte da sua família.

Cientista político defende investigação minuciosa após denúncia contra Serra

A Rádio Brasil Atual repercutiu, nesta segunda-feira, 12, a bomba que caiu no PSDB quando foi publicada na revista Carta Capital a reportagem exclusiva “O escândalo Serra”, que revela trechos do livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Junior. Na publicação, o ex-governador José Serra é o personagem central das denúncias feitas pelo repórter, que revelam as maracutaias das privatizações no país. O trabalho de investigação jornalística, que durou 12 anos, denuncia pessoas ligadas ao ex-governador tucano, desde o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil até a filha, o genro e o marido da prima de Serra. Todos estariam envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro no exterior. E essa verba teria sido usada na campanha presidencial de José Serra. O livro aborda ainda o caso Fence de arapongagem denunciado e investigado pelo deputado estadual do PT, Simão Pedro. Ele foi entrevistado por Marilu Cabañas. O cientista político Francisco Fonseca também comentou o assunto.

http://audio.tcdn.cc/player_mp3_maxi.swf?mp3=http://audio.tcdn.cc/radio/programas/jornal-brasil-atual/cientista-politico-defende-investigacao-minuciosa-apos-denuncia-contra-serra/index_html (clique para ouvir)

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Uma narrativa digna de intensa trama, incríveis personagens e feita de fatos reais

A Privataria tucana, livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., chega às livrarias com a promessa de fazer barulho. Isso porque o livro traz uma série de documentos que comprovam todas as falcatruas e ilegalidades que estiveram por trás das privatizações ocorridas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

E não é só. A pesquisa documental do livro também coloca José Serra e boa parte da sua família como personagens centrais dessa história. Talvez seja por isso que Amaury Ribeiro tenha virado alvo de acusações durante a última campanha eleitoral e, pelo mesmo motivo, o então candidato e ex-governador teria medo do que seria publicado no livro, como lembra o jornalista em entrevista concedida à revista Carta Capital.

É assim que toda uma rede complexa de corrupção vai sendo desfiada ao longo do livro comprometendo personagens importantes do cenário político nacional e mostrando, mais uma vez, que o problema não é, nem nunca foi, a privatização em si, e sim, a forma como ela foi feita.

Veja trecho de texto sobre o assunto publicado na Carta Capital com uma entrevista dada por Amaury:

Chega às livrarias ‘A Privataria tucana’, de Amaury Ribeiro Jr. CartaCapital relata o que há no livro

Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. Neste fim de semana chega às livrarias “A Privataria Tucana”, resultado de 12 anos de trabalho do premiado repórter, que durante a campanha eleitoral do ano passado foi acusado de participar de um grupo cujo objetivo era quebrar o sigilo fiscal e bancário de políticos tucanos. Ribeiro Jr. acabou indiciado pela Polícia Federal e tornou-se involuntariamente personagem da disputa presidencial.

Na edição que chega às bancas nesta sexta-feira 9, CartaCapital traz um relato exclusivo e minucioso do conteúdo do livro de 343 publicado pela Geração Editorial e uma entrevista com autor (reproduzida abaixo). A obra apresenta documentos inéditos de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, todos recolhidos em fontes públicas, entre elas os arquivos da CPI do Banestado. José Serra é o personagem central dessa história. Amigos e parentes do ex-governador paulista operaram um complexo sistema de maracutaias financeiras que prosperou no auge do processo de privatização.

Ribeiro Jr. elenca uma série de personagens envolvidas com a “privataria” dos anos 1990, todos ligados a Serra, aí incluídos a filha, Verônica Serra, o genro, Alexandre Bourgeois, e um sócio e marido de uma prima, Gregório Marín Preciado. Mas quem brilha mesmo é o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, o economista Ricardo Sérgio de Oliveira. Ex-tesoureiro de Serra e FHC, Oliveira, ou Mister Big, é o cérebro por trás da complexa engenharia de contas, doleiros e offshores criadas em paraísos fiscais para esconder os recursos desviados da privatização.

O livro traz, por exemplo, documentos nunca antes revelados que provam depósitos de uma empresa de Carlos Jereissati, participante do consórcio que arrematou a Tele Norte Leste, antiga Telemar, hoje OI, na conta de uma companhia de Oliveira nas Ilhas Virgens Britânicas. Também revela que Preciado movimentou 2,5 bilhões de dólares por meio de outra conta do mesmo Oliveira. Segundo o livro, o ex-tesoureiro de Serra tirou ou internou no Brasil, em seu nome, cerca de 20 milhões de dólares em três anos.(Texto completo)

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FAÇA JUS, TODO POLÍTICO DEVERIA IR PARA O SUS

SUS official symbol

Querem Lula no SUS (Sistema Único de Saúde)

Façamos jus

Fernando Henrique (privatização para melhorar a Saúde) no SUS.

José Serra (o “grande” ministro da Saúde!!!) no SUS (Por que não melhorou?).

Geraldo Alckmin (“Excelente atendimento”) no SUS.

Roberto Jefferson (mensalão) no SUS.

Tasso Jereissati (tenho jatinho porque posso) no SUS (Esse não, esse pode, né?)

Aécio Neves (Saúde prioridade) SUS.

José Sarney (não larga o osso) SUS.

Aerotrem no SUS.

Gilmar Mendes (dois habeas corpus em 48 horas) no SUS (todo político, sem exceção)

Marina Silva SUS.

Faça Jus

Todo político no Sus.

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Rumo ao fim do mundo!

gundo matéria publicada pelo Jornal Agora e repercutida pelo Conversa Afiada, as obras de Serra para resolver os problemas do trânsito em São Paulo só reduzem 6 km de lentidão, ou seja, praticamente nada. Em outras palavras, dinheiro gasto à toa, às custas dos cofres públicos e dos contribuintes, total de R$ 9 bilhões investidos em mais espaço para carros.

É mais do que claro que os gastos de Serra não iriam dar em nada. Não há lógica nas suas obras, pelo menos, não há lógica diante do que seria melhor para o interesse público. Se o que se quer é desafogar o trânsito o ideal seria investir em transporte público, em estações de metrô, em ônibus, em pontos de ônibus, e não abrir ainda mais vias que rapidamente serão novamente entupidas.

As obras de Serra pelo jeito só servem para beneficiar empreiteiros e abasteçer a campanha eleitoral com as imagens de trabalho e progresso que ele costuma espalhar por aí. Enquanto isso, São Paulo continua se acostumando com os congestionamentos diários como se isso fosse a coisa mais natural do mundo e esperando o momento em que a metrópole parará de vez, momento este que, diga-se de passagem, não está muito longe. E não adianta colocar a culpa no pobre que hoje consegue comprar o seu carro (ecos de Prates)…O aumento do número de carros só é ruim quando não há um bom transporte público.

Recentemente fui a São Paulo. Andei de metro no horário de pico, entre 6h30 e 7h da noite. Nunca vi tanta gente espremida em um só lugar. Aquilo de fato parecia um bando de formigas desesperadas e loucas a andarem frenéticas debaixo da terra! Uma situação caótica, insustentável! Há gente demais pra pouco espaço. Pelo jeito, não é só nas avenidas que São Paulo vai parar! Viva a grande infraestrutura paulistana!

Veja texto publicado no Conversa Afiada:

A herança maldita do Cerra: obras foram “dinheiro no lixo”

“Obras (do Cerra) de R$ 9 bilhões só reduzem 6 km de lentidão.”

“Após inauguração (pré-eleitoral – PHA) da nova Marginal, do trecho sul do Robanel dos Tunganos (PHA) e da Jacu-Pêssego, pico de trânsito passou de 104,5 km para 99,3 km (e nenhum paulista faz revolução ! PHA).”

99,3 km de engarrafamento !!!

Com o dinheiro que o Padim Pade Cerra gastou para tentar – inutilmente – a Presidência da República – o Vesgo tinha mais chance do que ele – com esse dinheiro, segundo o único jornal que presta em São Paulo, seria possível fazer:

– 45 km de metrô;

– 60 km de monotrilho;

– 360 km de corredores exclusivos de ônibus

Segundo o engenheiro de tráfego Horácio Augusto Ferreira, citado pelo Agora, “jogaram o nosso dinheiro fora !”.

“Nos horários de pico, os congestionamentos já alcançaram os índices anteriores. Reduzir o trânsito em 6 km após gastar R$ 9 bilhões é uma ofensa”, diz ele.

Hoje, São Paulo tem 69 km de malha de metrô.

Os tucanos governam São Paulo há 16 anos.

O dinheiro que o Cerra jogou no lixo (das empreiteiras) dava para construir 45 km !

E ainda querem governar o Brasil.

Cadê aqueles trens maravilhosos de metrô que o Gonzalez dizia que o Cerra ia instalar pelo Brasil afora, na campanha (enganosa) do horário eleitoral ?

Não tem jeito.

Ou o Padim Pade Cerra entra para a Opus Dei ou o futuro político dele está comprometido.

Só a Opus Dei o salvará (e a estadista chileno-brasileira, Monica Serra). (*)

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LEITOR MOSTRA POR QUE DOMINGO SERÁ UM BOMDILMA PARA COLOCAR A BAIXARIA TUCANA NO SEU DEVIDO LUGAR

Domingo será um BomDilma!

EDUCAÇÃO POLÍTICA VOCÊ FAZ

Por Chico Cerrito

Esses entreguistas, estão agora ainda mais desesperados com a derrota iminente nas urnas, estão vendo seus sonhos de poder e de entregar as reservas do pré-sal ao multicapital mercador do óleo se desfazerem, e as novas e imensas descobertas de jazidas pela Petrobrás só os deixam ainda mais insanos.

A sanha de poder os faz agirem como hoje, quando mais uma das inúmeras baixarias foi perpetrada, segundo o noticiário:
“A distribuição de um panfleto apócrifo, intitulado “Lula chora derrota de Dilma – soldado nazista protege palácio”, virou caso de polícia ontem em São Paulo. Indignada com o que considerou uma ofensa ao presidente Lula, a advogada Tânia Machado Candia, de 51 anos, ligou para o 190.

“O que me chamou a atenção foi a palavra nazista”, anotou Tânia, que diz não ter filiação partidária. “Me senti agredida, desprotegida como cidadã.”

Um criminalista, ferrenho defensor da candidatura de José Serra, promete retomar hoje a distribuição dos panfletos.”

Mas Domingo será com certeza um BomDilma para darmos o troco a essa gente, pois quem compara ponto por ponto, vota Dilma:

É Dilma X Serra.

É avanço X retrocesso.

É Lula X FHC.

É Petrobras X PetrobraX.

É Luz para todos X Apagão.

É emprego X desemprego.

É Reuni e ProUni X Universidade só para os ricos.

É SAMU-192 X Sanguessugas do Serra.

É rede de escolas técnicas X nada.

É Brasil soberano x dependência ao FMI.

É aumento salarial dos professores X pauladas do Serra.

É pedágio de R$ 1,00 X pedágios de quase R$ 20,00.

É aposentadoria em meia-hora X FHC chamando aposentados de vagabundos.

É a CGU X a Dª Anadir que achava nada.

É a Polícia Federal Republicana X a que não investigava aliados no governo passado.

É o Procurador Geral da República independente X o engavetador-mór.

É a 8ª economia do mundo (recuperada no governo Lula) x 13ª (no governo FHC).

É o amor ao próximo X abandono dos mais carentes.

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