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A ERA DOS LIVROS DIGITAIS JÁ COMEÇA A DESPONTAR, NO ENTANTO, CUSTO DOS E-BOOKS AINDA DESAFIA AS EDITORAS

Mais uma opção!

Com a crescente popularização dos livros digitais, também conhecidos como e-books, o mercado editorial não é mais o mesmo. As editoras e livrarias já estão pensando em como se adaptar à era dos leitores digitais que vêm se tornando uma alternativa cada vez mais comum para o consumidor, principalmente, devido à praticidade que oferecem. No entanto, a migração dos livros tradicionais para o meio digital tem um custo de tecnologia que desafia as editoras brasileiras.

Mas os e-books não representam apenas custos novos para as editoras, eles também trazem alguns benefícios como uma maior facilidade em contratar os direitos autorais dos autores em oposição à insegurança jurídica existente há alguns anos atrás, além da possibilidade de explorar novos conteúdos dos meios digitais, elementos audiovisuais, por exemplo, no suporte em tablet.

Sem dúvida, o livro digital veio para ficar, e para os que gostam do livro em papel com certeza este continuará existindo, não se trata de uma substituição de uma coisa pela outra, e sim de mais uma dentre as quase infinitas possibilidades e opções que a modernidade nos oferece.

Veja trecho de notícia sobre o assunto publicada pela Folha de S. Paulo:

Custo dos e-books desafia editoras
Por Camila Fusco

Apesar de ganharem relevância na discussão sobre a migração dos livros em papel para os meios digitais, os livros eletrônicos, ou e-books, ainda desafiam as editoras nos custos de tecnologia.

Segundo empresas ouvidas pela Folha, os gastos para converter os textos impressos para a versão digital e para revisar todas as edições ainda são uma equação não solucionada pelas editoras.

“Para se converter mil títulos para a versão digital, por exemplo, são gastos de R$ 300.000 a R$ 500.000 adicionais, valores que incluem o trabalho e as revisões”, afirma Sérgio Machado, presidente da editora Record.

Na avaliação de Machado, hoje o e-book está relacionado principalmente à comodidade de compra de um livro digital, e não necessariamente à experiência de leitura. No entanto, não podem ficar para trás da demanda.

“Por enquanto ainda não há uma mina de ouro. Até agora só existem investimentos, mas não podemos ignorar esse setor”, resume.

Ao lado da Record e integrante da DLD (Distribuidora de Livros Digitais, que entregam o conteúdo adaptado para livrarias), a editora Objetiva afirma que as empresas estão adaptando seus modelos de negócio para a era digital. (Texto completo)

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