Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

Arquivos de tags: mídia

Incrível: William Bonner se irrita com o fim da greve dos caminhoneiros


William Bonner se irrita com o fim da paralisação dos caminhoneiros (Vídeo neste link)

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Um garoto de 13 anos e o erro histórico do PT, há 12 anos no poder

Um garoto de 13 anos, de família muito próxima e que com certeza não tem nenhum fascista nas fileiras, pediu de presente de Natal um livro de Olavo de Carvalho. (Para quem não teve o desprazer de conhecer esse autor, veja texto que bem o apresenta no final deste post). Poderia se dizer que é um choque More..

Aprovação de Conselho Popular por Alckmin expõe ações nefastas da grande mídia

A aprovação, na última quarta-feira (3), da criação da Política Estadual de Participação Social e o Sistema Estadual de Participação Social, do governo de São Paulo, expõe como acontecem as ações nefastas da grande mídia brasileira, gerando preconceito e radicalizando o (continue lendo…)

Pesquisadora desvenda o ‘ódiojornalismo’ nos textos da Veja e de Arnaldo Jabor

A Pesquisadora Ivana Bentes (foto), que é professora da linha de pesquisa Tecnologias da Comunicação e Estéticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desvenda um novo  (Continue lendo…)

Pitbulls da grande mídia são inimputáveis; eles podem atacar o próprio dono

Há cerca de dois meses, um texto causou polêmica na internet. Antonio Cantalice, vice-presidente do PT, nomeava alguns dos mais agressivos colunistas da grande mídia: lá estavam Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto (Continue lendo…)

O PT e o complexo de Geni (ou de Antonio Palocci)

A notícia de que o presidente do PT de São Paulo, Edinho Souza, ainda aguarda uma resposta da Rede Globo a respeito da carta enviada à emissora no final de semana, questionando a exclusão do candidato Alexandre Padilha da cobertura diária no Estado, nos faz lembra a bela música de Chico Buarque, Geni e o Zepelim. Joga pedra na Geni! Ela é feita (Continue lendo…)

Vexame da imprensa! Copa faz estrangeiros conhecerem a manipulação da mídia brasileira

A Copa do Mundo de futebol está fazendo algo inesperado no campo do jornalismo e da mídia brasileira. Com a presença grande de turistas e jornalistas do mundo todo no Brasil, a mídia internacional está descobrindo a falta de profissionalismo (Continue Lendo…)

O horror: Band pergunta se Haddad não aprendeu a lição e diz que sem tetos são privilegiados

Na voz e tom editorializado de Fabio Panuzzio, a Rede de TV Band, uma concessão pública, afirmou nesta segunda-feira (16), durante o Jornal da Band, que o Plano Diretor de São Paulo, que pode ser legitimamente aprovado pela Câmara de Vereadores (diga-se de passagem um poder público eleito pelo povo) vai privilegiar o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto). Sim, é isso mesmo! Eles dizem que o MTST são uns privilegiados e eles (Continue lendo….)

Grande mídia se alia ao pior do Congresso Nacional para impedir qualquer avanço social

Depois de o jornal Estadão e a revista Veja atacarem de forma grotesca o decreto presidencial (8.243/14) sobre a Política Nacional de Participação Social, que prevê um arejamento e possibilidade de maior participação social nas políticas de governo, a senha foi dada (Continue lendo…)

Nova versão mal humorada de comercial histórico

Revista Spam: Veja, da Abril, entra em desespero e ataca minha caixa postal

É guerra! Veja a quantidade de Spam da revista Veja em uma semana. (Continue Lendo…)

Melhores momentos da resposta dos Advogados Ativistas à revista Veja

Um grupo intitulado Advogados Ativistas, que defendem manifestantes que são presos durante protestos, foram procurados pela revista Veja para dar uma entrevista (Continue lendo…)

JOSÉ DIRCEU E JOSÉ GENOINO PAGAM O PREÇO DA COVARDIA PETISTA COM A DEMOCRACIA DA MÍDIA

José Genoino

Os josés do PT pagam o preço de um partido que se acovardou diante dos donos da mídia brasileira.

José Dirceu e José Genoino, assim como o PT, erraram ao achar que poderiam fazer o jogo dos donos do poder econômico.

_Jose Dirceu, former Chief Minister of Brazil, ...
Pensaram pequeno, poderiam fazer mais, mas está cada vez mais difícil.

É um partido que tomou um susto com as manifestações de junho e não entendeu.

Parece já estar enraizado nas estruturas das negociações espúrias e com aliados do tipo de Sérgio Cabral, Eduardo Paes, Sarneys e tantos outros.

O julgamento do mensalão, independente do mérito, foi um massacre midiático e principalmente por uma mídia comprovadamente associada a gangsters infiltrados no Senado e no achaque a prefeitos.

Até hoje o PT se acovarda com a grande mídia:

Mas sem democracia na mídia  não há a mínima democracia.

Que a prisão dos petistas acorde os petistas para a democratização da comunicação.

PARA ENTENDER FERNANDO HADDAD E O DISTANCIAMENTO DO PT DAS RUAS

Haddad: um desastre na comunicação

Texto de Rodrigo Vianna/Escrevinhador

Para entender o que se passa com a gestão de Fernando Haddad em São Paulo, peço sua atenção. E alguma paciência. Haddad, em sete atos…

1) Junho de 2012. Festa de aniversário de um bom amigo, advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP) – a mesma onde estudou o prefeito. À época da festa, Haddad era um candidato que patinava, nos 5% de intenção de voto. Lá pelas duas da manhã, um dos advogados senta no sofá perto de mim, e a conversa é sobre o petista. Quero saber como era o Haddad na época da faculdade. “O Haddad tem duas características fortes: ele não ouve ninguém, quando você fala parece que ele não está ouvindo de verdade; mas, por outro lado, ele é um sortudo sem tamanho, sempre teve muita sorte”, diz meu interlocutor, relembrando as peripécias de Haddad e outros estudantes, nas disputas pelo Centro Acadêmico no começo dos anos 80.

2) Algumas semanas depois (2012 ainda), a campanha de Haddad procura um grupo de blogueiros: o petista queria “conversar” sobre Comunicação, sobre a cidade. Haddad seguia em baixa nas pesquisas (um dos levantamentos chegara a apontá-lo com 3% de intenções de voto). A assessoria do candidato fez o favor de divulgar a conversa, reservada, como se fosse um “ato de apoio dos blogueiros à campanha petista”. Bela assessoria… Além disso, naquela noite, tive a comprovação de que Haddad não é mesmo muito treinado para ouvir – como dissera meu interlocutor na festa. Educado, escutava perguntas e observações, sem preocupação de travar um diálogo. Estava ali pra ser escutado.

3) Em setembro, reta final da campanha, o petista comprovou que também era sortudo. Ficaria de fora do segundo turno, se não fosse uma declaração desastrada de Russomano sobre Transporte. Haddad aproveitou o delize do adversário para ir ao segundo turno contra Serra. Virou prefeito – graças também a mobilizações que reuniram milhares de pessoas em atos na praça Roosevelt (centro de São Paulo), convocados pelas redes sociais.

4) Na semana seguinte à eleição, alguns daqueles blogueiros (que Haddad buscara quando estava com 3%) procuraram o prefeito eleito: queríamos conversar, sugerir políticas de comunicação inovadoras para o homem que ganhara o pleito com o discurso de “homem novo”. Haddad não recebeu ninguém, mandou dizer que a política e os nomes para a área de comunicação já estavam decididos. E avisou que essa área de inovação digital, e de incentivo à diversidade informativa, ficaria sob os cuidados de uma subsecretaria na área de Cultura.

Esse é o Nunzio…

Logo entendemos o jogo. Haddad nomeou para a secretaria de Comunicação Nunzio Briguglio Filho… Quem? A função dele, basicamente, seria manter boas relações com a mídia convencional. Ou seja, o “homem novo” achava que política de comunicação para São Paulo seria dar uns telefonemas para a “Folha”, a “Globo” e a “Abril”. Ah, eu já ia esquecendo: cabe à secretaria do Nunzio, também, a distribuição das verbas públicas de publicidade. Hum…

5) Os meses passam. Haddad mostra-se um desastre de comunicação durante as manifestações de junho. Perde a chance de reduzir as tarifas diante do Conselho municipal, mostra ali certa arrogância professoral (“não sabe ouvir”). Depois, vai a reboque de Alckmin e anuncia a redução da tarifa de forma tão atrapalhada que, ao final da coletiva no Palácio dos Bandeirantes, um repórter até pergunta: “mas então voltou pra 3 reais ou não?”.

6) Os meses avançam. Haddad toma então duas medidas que me parecem corretas: muda a tabela do IPTU, com aumentos substanciais nos bairros mais ricos (ok, nem todo mundo que mora nessas regiões é “rico”, e alguns nem remediados são) e redução nas áreas mais pobres da cidade; cria dezenas de quilômetros de corredores exclusivos para ônibus.

A imprensa (rádios, jornais, TVs) parte para um jogo de desinformação. Haddad não consegue explicar que o IPTU vai subir para alguns, mas baixar para outros. Sofre um massacre. Contava com as “boas relações” com a velha imprensa. Hum…

No caso dos corredores, o mesmo: motoristas de carros, irritados, vêem o espaço para os automóveis cair nas avenidas. E as faixas de ônibus, por princípio corretas, parecem ficar vazias a maior parte do tempo. A Prefeitura não fala, não se explica. Conta com a “Folha” e a “Globo”. Hum…

7) Agora, vem o escândalo dos auditores. Está claro que Haddad foi no caminho correto. Enfrentou a máfia, que parece ter-se instalado em gestões anteriores. Na sexta passada (8/11), a “Folha” saiu-se com manchete histórica: “Prefeito sabia, diz auditor investigado…” Quem passava pelas bancas e lia só a manchete logo entendia que Haddad sabia de tudo, participava do esquema. Só que, na gravação, estava claro que o auditor investigado e grampeado se referia ao prefeito anterior – Kassab.

Nas redes sociais e nos blogs deu-se gritaria contra a “Folha”, o jornal de colunistas (e manchetes) rotweiller. O que fez Haddad? Finalmente gritou também contra a manipulação midiática. Ah, percebeu ali que poderia se reaproximar das redes, dos ativistas digitais… Uma virada na comunicação, certo?

Nada disso. A virada não durou 48 horas. Domingo (10/11), Haddad já estava na “Folha” a bater em Kassab… Erro duplo: chamou Kassab diretamente para a briga e, de quebra, legitimou a “Folha” como foro onde se dá o debate político em São Paulo.

Quem conhece a imprensa, sabe o que deve ter acontecido depois da manchete absurda de sexta. O tal Nunzio passa a mão no telefone e liga pra redação da Folha: “poxa, assim vocês me arrebentam, que manchete foi aquela”. Do outro lado, o editor matreiro: “que é isso, estamos à disposição pro prefeito falar; abrimos espaço pra uma exclusiva, ele explica tudo”.

E lá se foi o Haddad. Mordeu a isca da “Folha”, o que significa morder a isca do Serra.

Agora, Haddad demitiu o secretário de governo, Antônio Donato. Pautado pela Globo! Um investigado, membro da máfia, disse que pagou propina a Donato quando ele era vereador (ou seja, ainda na gestão Kassab). Só que Donato está (ou estava) no centro do governo petista.

A mídia paulista transformou um escândalo investigado por Haddad num escândalo que ameaça se voltar contra o governo petista. Onde está Mauro Ricardo, o secretário da gestão Serra? Sumiu das manchetes. Mas o petista Donato foi para o olho do furacão.

Ok, o petista Donato tem que se explicar. Ok, o escândalo dos auditores é um escândalo do Serra e do Kassab. Mas outro escândalo é Haddad – o “homem novo” – achar que pode governar São Paulo sem mexer na comunicação. Os sinais que surgem da Prefeitura são péssimos. Há quem diga que as denúncias contra Donato teriam chegado às redações pelas mãos de gente ligada à Comunicação da Prefeitura. Fogo amigo?

Lula está preocupado. Fez chegar a Haddad a seguinte avaliação: “mexa na sua comunicação, troque. Você está perdendo o jogo.”

Mais que isso: monitoramento nas redes sociais aponta que o governo Haddad tem, a essa altura, 73% de avaliação negativa, 17% de positiva e só 10% de avaliação neutra. Desastre.

Haddad agora vai ter que mostrar se é um “sortudo”, como dizia o ex-colega da faculdade de Direito. E ter sorte, a essa altura, significa enfrentar aquela outra característica forte: não ouvir ninguém.

O prefeito é um homem inteligente, e parece bem intencionado. Mas resolveu jogar no campo dos adversários: seguiu a tradição petista de não confrontar com a mídia. E ainda enveredou pelo discurso moralista dos escândalos. Esqueceu que escândalo e moralismo seletivo são a especialidade do outro lado.

Na mão de Nunzios e outros gênios, Haddad seguirá dando verbas e entrevistas exclusivas para a velha mídia. Sem perceber que o objetivo é transformá-lo num Pitta. Dá tempo de mudar. Tomara que Haddad seja mesmo um homem de sorte, porque do outro lado está a turma que conhecemos tão bem…

 

EMPÁFIA NO SBT BRASIL E PROPAGANDA SUBLIMINAR PARA CRIANÇAS SÃO O PADRÃO NO CANAL DO SÍLVIO

sbt-brasilO SBT Brasil, jornal do SBT ancorado por Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade, é uma espécie de resumo da empáfia do jornalismo da grande mídia.

Assista e perceba no editorialismo panfletário o tom que mistura arrogância com ignorância, o que leva à empáfia. Falam como se fossem os donos da verdade do mundo, que se expressam não nas opiniões rasteiras, óbvias e conservadoras, mas no tom e no ritmo da voz.  Numa das últimas opiniões, criticaram os juízes que, atentos à lei, votaram contra a criação do partido de Marina Silva. A erguidinha no queixo, a indignação superficial na fala e no olhar…É uma coisa.  Pode se criticar a Globo, mas normalmente ela é mais sofisticada.

Joseval Peixoto e Rachel Sheherazade são os apresentadores do mesmo canal de TV que faz propaganda subliminares para crianças e adultos. Há meses que essa emissora faz propagandas subliminares de menos de um segundo durante a programação, inclusive em programas como Chiquititas e Carrossel, e o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, não faz nada.

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REPÓRTER DA GLOBO TENTA IMPEDIR MANIFESTANTE DE FILMAR

EDITORIAL DA GLOBO SOBRE O APOIO AO GOLPE DE 64 FALA DO PRESENTE E DO FUTURO, NÃO DO PASSADO

Globo

Estrume na Globo

Há muitos significados na afirmação da Rede Globo, via editorial do jornal O Globo, de que o apoio que a empresa deu ao Golpe militar de 1964 foi um erro.

Talvez não valha a pena pensar se isso tem alguma importância para o fato em si, ou seja, para a história ou para o Golpe de 64.

Os militares da antiga não entenderam, tomaram o editorial ao pé da letra e já deram uma resposta dura para a Globo. Mas isso é passado. A Globo pensa no futuro e no presente.

Veja que o próprio título já anuncia um caminho, quando diz que “apoio editorial’ foi um erro. Jornalisticamente isso é importante e parecer elucidar um pouco as últimas coberturas sobre o governo trabalhista de Dilma Rousseff.

Coberturas recentes sobre a presidenta já mostraram pequenas mudanças. A Globo parece mais informativa e menos agressiva. E tem seus motivos, mas principalmente dois: 1)o dinheiro do governo federal está entrando via publicidade e 2) não há alternativa viável da oposição. Pelo menos por enquanto. Então se só tem tu, vai tu mesmo. Mas se surgir um bom nome da oposição para a Globo e com chances de vitória, a cobertura muda.

Em todo caso, parece que os mentores da Globo estão ficando mais refinados. Ao falarem em “apoio editorial”, talvez estejam querendo separar o jornalismo informativo (reportagens) da agressividade dos colunistas.

O jornalismo informativo seria o que oficialmente recebe a influência “editorial” dos veículos e este parece ter sido atenuado nas últimas semanas. Mas os colunistas de economia e política, que estão no jornal, nas TVs e nas rádios da empresa, continuam a atacar a todo vapor. Eles estariam “além” da cobertura jornalística, seriam pensadores com certa autonomia em relação à organização.

Há também outro significado importante nesse editorial. A Globo parece reconhecer que é preciso compor com uma parcela mais ampla da sociedade. E parece reconhecer também que um Golpe no modelo de 64 está distante da realidade atual. Então, não adianta ficar sonhando com a volta dos militares.

As manifestações de rua estão intragáveis para a empresa. É preciso se adaptar à democracia. Esse talvez seja o significado mais importante do editorial. Quem sabe um dia ela consiga. Seria bom para o Brasil.

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MÍDIA NINJA NO RODA VIVA É UM EXEMPLO DA DIFICULDADE DOS JORNALISTAS DE ENTENDER A REALIDADE PÓS-PROTESTOS

Mídia NinjaA entrevista de Bruno Torturra e Pablo Capilé no Roda Viva é um exemplo vergonhoso de como é feito o jornalismo da grande mídia. No início houve uma tentativa de entender a Mídia Ninja e o Fora do Eixo.

Depois, sem entender, começaram as perguntas persecutórias porque o movimento teve algum financiamento de edital público.

Insistem no dinheiro do Fora do Eixo. É a lógica do pensamento mais reacionário e cínico que se resume ao lema: “ha…ha… vocês também gostam de dinheiro”. É algo bem baixo, mas é um espelho vergonhoso do nosso conceitual de jornalismo.

Assista o vídeo abaixo e perceba a dificuldade presente nos conceitos dos entrevistadores. Em certo momento, o apresentador, Mário Sérgio Conti diz que a resposta dos integrantes do Mídia Ninja é evasiva porque ele, entrevistador, não conseguiu enquadrá-la nos seus conceitos. Outro diz que o sistema deles é muito sofisticado, que tem algo por trás disso….

No entanto, vale a ousadia do Roda Viva, que ganhou algum ar nos últimos tempos de jornalismo. No entanto, o programa tende a se tornar medíocre com a saída de Mário Sérgio Conti e a entrada do franco atirador da Veja, Augusto Nunes.

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PROMOTOR QUE ACUSOU FILHO DE LULA NÃO ACHOU INTERESSANTE INVESTIGAR SONEGAÇÃO DE R$ 615 MILHÕES DA REDE GLOBO

Promotor não chamou a Globo a depor, mas acusou filho de Lula

Do tijolaço/Fernando Brito

Fui atrás da dica preciosa de uma amiga ainda mais preciosa e bingo!

Um dos designados pelo Ministério Público Federal para atuar no caso do sumiço dado ao processo de sonegação fiscal da Globo é o mesmo que acusou o filho do ex-presidente Lula, Fábio, no caso do contrato da empresa que este mantinha, a Gamecorp, e a Telemar.

Naquela ocasião, Rodrigo Poerson – este é o nome do cavalheiro – achou que o contrato, cujo valor era de R$ 4,9 milhões – 125 vezes menor que o valor da autuação da Globo – era um ”desproporcional aporte de recursos financeiros (que) estaria sendo direcionado à empresa Gamecorp, única e exclusivamente em razão de contar com a participação acionária de Fábio Luiz da Silva, filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva”.

Mas, no caso do desaparecimento de um processo de sonegação – não simples suposições e notas de imprensa, como daquela vez, mas documentado e analisado, já, por vários auditores da Receita – o Dr.Poerson não achou necessário nem chamar a Polícia Federal, como fez no caso do filho de Lula, nem chamar a Globo a depor. A emissora diz até, em sua nota oficial, que só ficou sabendo que a funcionária Cristina Maris Meirick Ribeiro agora, seis anos depois! (Texto Integral)

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ENQUANTO O QUEBRA-QUEBRA NO LEBLON COMOVE A MÍDIA E A POPULAÇÃO, AS MORTES CAUSADAS PELA PM NA MARÉ JÁ ESTÃO ESQUECIDAS

No discurso midiático elitista, o patrimônio vale mais do que a vida humana

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Do Blog do Mário Magalhães

O apogeu da covardia: lojas quebradas no Leblon comovem o Rio e o jornalismo, mas os mortos pela PM na Maré já foram esquecidos
Por Mário Magalhães

( Para seguir o blog no Twitter: @mariomagalhaes_ )

O Rio se comoveu com o quebra-quebra ocorrido no Leblon na virada de 17 para 18 de julho de 2013. Balanço da baderna: depredação de orelhões, placas e 25 lojas.

O Rio não se comoveu com a morte de pelo menos dez pessoas na Maré na noite de 24 e na madrugada de 25 de junho, menos de um mês atrás.

O Rio em questão é o retratado pelo jornalismo mais influente. Danos ao patrimônio no bairro bacana, paraíso onde vivi por tantos anos, receberam muito mais atenção do Estado, dos meios de comunicação e de parcela expressiva da classe média do que a perda de vidas na favela Nova Holanda, no complexo da Maré.

É muita covardia. Contra quem? Contra os de sempre, os mais pobres.

Os crimes contra o patrimônio na zona sul foram obra de bandidos, de fascistoides, de ultra-esquerdistas, incluindo pseudo-anarquistas, de pequenos burgueses vagabundos e de alguns miseráveis desejosos de trajar roupas de grife (alguém viu um operário vandalizando?). Como queimam o filme dos protestos e beneficiam o governo estadual com o verniz de vítima, talvez haja infiltrados de origem nebulosa. Cometeram crimes, têm de ser punidos escrupulosamente, nos termos da lei.

Na Maré, o Bope invadiu a favela contra a vontade dos policiais que lá estavam. O efetivo era minúsculo, pois o grosso do batalhão estava cuidando de reprimir manifestações políticas. Resultado: uma bala provavelmente disparada por traficante de drogas matou um sargento da tropa de elite.

Em seguida, sobreveio a vendeta, com a invasão massiva. Nove moradores locais mortos e nenhum PM ferido gravemente. Confronto? Isso tem outro nome: chacina. No mínimo, dois jovens não tinham antecedentes criminais, um deles de 16 anos. A legislação penal brasileira não prevê pena de morte, para qualquer crime, ainda que seja o de assassinato.

Na Maré, o grosso do jornalismo não informou nem a identidade dos mortos, com exceção da do PM. No Leblon, os personagens tinham nome, sobrenome e lágrimas de quem perdeu alguns bens. Na favela, o pranto das mães que perderam seus rebentos quase não saiu no jornal.

A cúpula da segurança do Estado convocou uma reunião de emergência horas depois de os vândalos detonarem no Leblon. Alguém sabe de um encontro dessa natureza para tratar do morticínio na Maré?

Há mais diferenças além da essencial, entre crime contra a vida e crime contra o patrimônio. No bairro das adoráveis novelas do Manoel Carlos, aprontaram criminosos que devem responder judicialmente por si mesmos. Na Maré, atuaram agentes públicos. Se não se sabe ao certo qual foi o comportamento deles, a responsabilidade é do Estado, que deveria investigar para valer, e não encenar apurações. (Texto completo)

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UM CRIME NO ESTILO MÁFIA EM HQ (HISTÓRIA EM QUADRINHOS)

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Gilmar-Mendes-Carta-CapitalUma denúncia esquisita e que atenta contra a liberdade de expressão está em curso. O nosso Ministério Pública está cada dia mais parecido com o Doi-codi.

Vejam só, é algo esdrúxulo e esquisito. O MP defendendo os interesses privados de um indivíduo, no caso um possível crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes. Mas o mesmo MP ficou quietinho com relação ao interesse da população, quando houve o crime de mais de R$ 600 milhões em roubo de processo de sonegação fiscal da Rede Globo.

Se o ministro se sentiu ofendido, ele deveria entrar diretamente com ação e pedir indenização pelo dano, não o MP.  Que privilégio é esse? A notícia é tão estranha que parece falsa.

Veja texto abaixo.

MP denuncia Carta Capital por acusação a Gilmar

O Ministério Público Federal apresentou no início do mês denúncia contra Mino Carta e Leandro Fortes, dono e repórter da revista Carta Capital, respectivamente, e os empresários Dino Miraglia Filho e Nilton Antonio Monteiro pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal; eles são acusados de vincular o nome do ministro a uma lista de pessoas que receberam dinheiro de um esquema de caixa 2 em campanha política para o governo de Minas Gerais
O Ministério Público Federal apresentou no início do mês denúncia contra Mino Carta e Leandro Fortes, dono e repórter da revista CartaCapital, respectivamente, e os empresários Dino Miraglia Filho e Nilton Antonio Monteiro pelo crime de calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. A acusação é que eles vincularam o nome do ministro a uma lista de pessoas que receberam dinheiro de um esquema de caixa 2 em campanha política para o governo de Minas Gerais.
A reportagem em que as alegações são feitas foi publicada pela CartaCapital em agosto de 2012. Assinado por Leandro Fortes, o texto afirma que Gilmar Mendes recebeu R$ 185 mil de um esquema financeiro montado pelo empresário Marcos Valério para abastecer o caixa 2 da campanha de reeleição de Eduardo Azeredo, hoje deputado federal pelo PSDB mineiro. A prova apresentada por Fortes é um documento fornecido à revista por Dino Miraglia e Nilton Monteiro, cuja veracidade não foi verificada pela revista. O MP afirma que os papéis são falsos.
O tal “documento” apresentava duas listas. Uma com doadores de campanha, com a quantia que cada um doou, e outra, com os beneficiários da campanha, com as importâncias que cada um recebeu. Tudo com o selo da SMP&B. O caso chegou ao Ministério Púbilco depois de representação apresentada pelo ministro Gilmar Mendes, representado nos autos pelo advogado Rodrigo Mudrovitsch. (Veja texto Completo)
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VÍDEO: PROTESTO NA REDE GLOBO E A FAVOR DA DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA NO BRASIL

BARÃO DE ITARARÉ E MAIS 16 ENTIDADES ENTRAM COM DENÚNCIA DE SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS PELA REDE GLOBO

Entidades pedem ação do Ministério Público contra a Globo

Do Centro de Estudos da Mídia Aternativa Barão de Itararé

Por iniciativa do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, núcleo do Distrito Federal e com a adesão de 16 entidades do movimento social, foi protocolado no Ministério Público Federal – Procuradoria da República no Distrito Federal um documento apresentando a denúncia de sonegação de impostos, pela Rede Globo, amplamente divulgada nas redes sociais, nas últimas semanas, solicitando ação do MP em relação ao processo.

Movimento social entregam documento no MPF
Movimento social entregam documento no MPF

Movimento social entregam documento no MPFO ato do Protocolo foi feito pelas coordenadoras do Barão de Itararé/DF, Sônia Corrêa e Fabiane Azevedo e contou com a presença de Rosane Bertotti, coordenadora nacional do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC, Maria Mello do FNDC/DF, Santa Alves da União de Negros pela Igualdade – UNEGRO/DF e Marcos Tenório, do Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz – Cebrapaz/DF.

“A luta pela democratização da comunicação é uma pauta de todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, por isso, escolhemos esse Dia Nacional de Lutas, convocado pelas Centrais Sindicais, para pedir ao MP cumpra com sua atribuição neste caso que, conforme foi divulgado pela blogosfera e redes sociais, envolve a sonegação de impostos federais, lavagem de dinheiro e lesão ao patrimônio da União”, disse Sônia Corrêa.

Para Sônia, as denúncias que vieram à público reforça a ideia de que o Brasil precisa de uma nova Lei da Mídia, pois o país não pode continuar refém do monopólio que, além de manipular informações, ainda lesa o povo brasileiro, através da sonegação de impostos.

Rosane Bertotti lembrou que a Globo é o símbolo do monopólio das comunicações no país e por isso, o ato de protocolar o documento neste 11 de junho, é parte da luta pela democratização da comunicação. (Veja mais no Barão)

Veja mais:

PIG É EUFEMISMO: NÃO É PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA, É MÁFIA DA INFORMAÇÃO, É A SONEGAÇÃO DA SONEGAÇÃO

Felipe CabralA atuação dos principais veículos de comunicação do Brasil no episódio da milionária sonegação de impostos da Rede Globo mostra que a alcunha de PIG (Partido da Imprensa Golpista), criada pelo deputado Fernando Ferro (PT) e popularizada por Paulo Henrique Amorim e outros blogueiros é um eufemismo.

O PIG, na verdade, é uma grande máfia da informação. O episódio mostra a sonegação da sonegação: é a sonegação da informação da sonegação de impostos.

O valor do rombo aos cofres públicos atribuído à Rede Globo equivale a nada menos do que 30 mensalões.

O slogan de um grande jornal que já foi Um jornal a serviço do Brasil deveria mudar para Um jornal a serviço da máfia midiática.

Mas essa sonegação da informação revela também um receio, um medo, uma paralisia. É o susto da democracia.

Veja mais:

SANTA DITADURA DA MÍDIA! ÚLTIMAS NOTÍCIAS SOBRE A GLOBOPAR NOS JORNAIS FOLHA DE S. PAULO E ESTADÃO SÃO DE 2012

Emporcalhou a mídia

Emporcalhou a mídia

Uma rápida pesquisa na busca dos sites Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo mostra que a útlima matéria sobre a Globopar é do final do ano passado. Por sinal, é a mesma notícia.

Até agora, os jornalões de São Paulo estão caladinhos. Nenhuma indignação! Não falaram nada sobre o que está bombando na internet, ou seja, a sonegação de R$ 600 milhões da Globo.

Afinal, o que são R$ 600 milhões?! Nadinha.

Veja abaixo o resultado da pesquisa feita no próprio site dos jornais

Estadão

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