Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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A impressionante semelhança entre o mapa de restrição do aborto e de homicídios no mundo

Nos anos 2000, o economista norte-americano Steven Levitt, pai de vários filhos e que conhece a dor de perder um filho, fez um estudo sobre economia e comportamento humano e notou uma incrível relação entre taxa de criminalidade e proibição do aborto. Os estudos de Levitt demonstram de forma evidente, que as taxas de criminalidade caíram após a aprovação de leis que descriminalizaram as mulheres e o aborto. O estudo se transformou no (Continue lendo…)

IMAGINE, DE JOHN LENNON, NA ARTE DE PABLO STANLEY

CUBA É O PAÍS DA AMÉRICA LATINA COM MELHOR ATENDIMENTO MÉDICO INFANTIL, DIZ RANKING DA ONG SAVE THE CHILDREN

Atendimento médico adequado continua sendo prioritário: “A crise de profissionais da saúde no mundo está custando a vida de crianças todos os dias", diz a ONG Save the Children

Para a ONG Save the Children, organização internacional com o sede nos EUA, o principal problema que existe em relação ao atendimento médico às crianças no mundo é a falta de profissionais qualificados para fazê-lo. Nos países que ocupam as piores posições no ranking elaborado pela entidade, a relação de médicos é de no máximo sete profissionais para cada dez mil habitantes, enquanto o mínimo adequado seria de 23 segundo a Organização Mundial da Saúde.

No topo da lista estão Suíça e Finlândia. Cuba, que ficou com a 8º colocação, aparece à frente dos Estados Unidos, que ocupam a 15º posição, e dos demais países latino-americanos. O Brasil ficou em 35º lugar. O último colocado é o país africano Chade.

Veja texto sobre o assunto publicado pela Carta Maior:

Atendimento médico infantil no mundo: Cuba tem o 8º melhor sistema, EUA o 15º e Brasil, o 35º
Da Redação

SÃO PAULO – A ONG Save the Children, organização internacional com sede nos EUA que luta pelos direitos das crianças, divulgou nesta semana um novo estudo em que mensura o grau de qualidade dos países no atendimento médico infantil.

De acordo com o ranking produzido pela entidade, entre os 161 países avaliados, Chade e Somália ocupam as duas últimas posições e Suíça e Finlândia, as duas primeiras. Cuba foi a primeira nação latino-americana listada, na 8ª posição, à frente de Alemanha (10ª), França (12ª), Reino Unido (14ª) e Estados Unidos (15ª).

Entre os latino-americanos, o Uruguai ocupa a segunda colocação, na 31ª posição geral, seguido pelo Brasil, na 35ª. O México alcançou apenas o 65º lugar no ranking, e a Argentina, o 77º.

A lista da Save the Children mensura o número de profissionais da área da saúde disponíveis em um país, o alcance de sistema de vacinação pública e o atendimento a gestantes e parturientes. De acordo com os cálculos da organização, a Suíça, no primeiro posto, atingiu índice 0,983, enquanto o Chade, último colocado, não passou de 0,130.

Os países mais mal avaliados não possuem mais do que sete médicos e enfermeiros para cada dez mil habitantes, enquanto a mínimo adequado sugerido pela Organização Mundial de Saúde é de 23 profissionais.

“A crise de profissionais da saúde no mundo está custando a vida de crianças todos os dias. Programas de vacinação, medicamentos e cuidados preventivos dão em nada se não houver profissionais capacitados para oferecê-los a quem mais precisa”, disse Mary Beth Powers, uma das coordenadoras da Save the Children, em comunicado divulgado pela organização na última terça-feira (6). (Texto completo)

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MAIS DE 400 MIL ISRAELENSES SAEM ÀS RUAS PEDINDO JUSTIÇA SOCIAL E MUDANÇAS NA POLÍTICA ECONÔMICA DO PAÍS

Nos cartazes empunhados pela multidão nas ruas frases como "O poder do povo" e "Queremos justiça social"

Onda de protestos por democracia, mais oportunidades e justiça social chega à Israel e faz seus indignados! No Oriente Médio, as manifestações se voltam para a política neoliberal do ministro Benjamín Netanyahu.

Da Carta Maior

Mais de 400 mil saem às ruas pedindo justiça social em Israel
Tradução por Marco Aurélio Weissheimer

Milhares de israelenses se mobilizaram neste sábado e saíram às ruas centrais de várias cidades exigindo mudanças na política econômica do governo Netanyahu. A maior manifestação ocorreu em Tel Aviv, onde cerca de 300 mil pessoas se reuniram na praça Kikar Hamedida, no centro da cidade. Os manifestantes levavam cartazes e faixas com o slogan “O poder do povo” ou com mensagens para o primeiro ministro “Bibi Netanyahu, vá para casa”, e gritavam consignas como “Queremos justiça social”.

Apesar do recrudescimento da situação em Gaza, milhares de israelenses se mobilizaram neste sábado e saíram às ruas centrais de várias cidades em defesa de reformas no sistema econômico e educacional, de uma mudança na legislação trabalhista e da baixa de custos para adquirir ou alugar uma moradia, produto da política neoliberal do ministro Benjamín Netanyahu.

Segundo os organizadores, mais de 450 mil pessoas participaram dos protestos – número superior as 300 mil que saíram às ruas no mês passado – naquela que foi considerada a maior manifestação da história de Israel por motivos não vinculados ao conflito no Oriente Médio.

Ainda que o cartaz de convocação da manifestação afirmasse, em um jogo de palavras, “Eles só entendem números”, os organizadores insistem que o êxito do protesto não deve ser medido unicamente pelo número de participantes. O ministro da Defesa, Ehud Barak, disse que só 100 mil pessoas participaram dos protestos.

A maior manifestação ocorreu em Tel Aviv, onde cerca de 300 mil pessoas se reuniram na praça Kikar Hamedida, no centro da cidade. Os manifestantes levavam cartazes e faixas com o slogan “O poder do povo” ou com mensagens para o primeiro ministro “Bibi Netanyahu, vá para casa”, e gritavam consignas como “Queremos justiça social”. (Texto completo)

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