Educação Política

mídia, economia e cultura – por Glauco Cortez

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2012 FOI O ANO EM QUE A RELAÇÃO ENTRE A REVISTA VEJA, DA EDITORA ABRIL, E CARLINHOS CACHOEIRA FOI DESMASCARADA

O problema de Veja é criminal, não apenas ético

AS MAIS LIDAS EM 2012

Por Luis Nassif

Dantas e histórias que a Justiça não consegue esclarecer

Dantas e histórias que a Justiça não consegue esclarecer

Alguns analistas teimam em analisar o comportamento da Veja –  nas relações com Cachoeira – como eticamente condenável.

Há um engano nisso.

Existem problemas éticos quando se engana a fonte, se adulteram suas declarações, desrespeita-se o off etc.

O comportamento da Veja é passível de enquadramento no Código Penal. Está-se falando de suspeita de atividade criminosa, não apenas de mau jornalismo. Sua atuação se deu na associação com organizações criminosas visando objetivos ilegais, de obstrução da Justiça até conspiração.

O acordo da revista com o crime organizado trazia ganhos para ambos os lados:

1. O principal produto de uma revista é a denúncia. O conjunto de denúncias e factóides plantados por Cachoeira alçou a revista à liderança no mercado brasileiro de opinião – influenciando todos os demais veículos -, garantiu vendagem, permitiu intimidar setores recalcitrantes. O poder foi utilizado para tentar esmagar concorrentes da Abril no setor de educação. Principalmente, fê-la conduzir uma conspiração visando constranger Executivo, Legislativo, Supremo e Ministério Público.

2. A parceria com Veja tornou Cachoeira o mais poderoso contraventor do Brasil moderno, com influência em todos os setores da vida pública.

Há inúmeras suspeitas contra a revista em pelo menos duas associações: com Carlinhos Cachoeira e com Daniel Dantas que necessitam de um inquérito policial para serem apuradas.

Em relação a Dantas:

  1. A matéria sobre as contas falsas de autoridades no exterior, escrita por Márcio Aith.
  2. O dossiê contra o Ministro Edson Vidigal, do STJ. Nele, mencionava-se uma denúncia de uma ONG junto ao CNJ. Constatou-se depois que a denúncia tomava por base matéria da própria revista (que sequer havia sido publicada ainda), demonstrando total cumplicidade da revista com o esquema Dantas.
  3. A atuação de Diogo Mainardi, levando o tal Relatório italiano ao próprio juiz do caso. Na época, procuradores do MPF em São Paulo explicaram qual seria a estratégia de Dantas (contaminar o inquérito da PF com o princípio do “fruto contaminado”, as provas ilegais do relatório italiano) e  sustentaram que Mainardi atuava a serviço de Dantas. Atacados virulentamente por Mainardi, procuradores federais de São Paulo recuaram.
  4. A matéria falsa sobre o grampo no Supremo Tribunal Federal.
  5. O “grampo sem áudio”, entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres.

Em relação a Cachoeira:

  1. O episódio do suborno de R$ 3 mil nos Correios, que visou alijar o esquema do deputado Roberto Jefferson e abrir espaço para o esquema do próprio Cachoeira. No capítulo que escrevi sobre o tema (na série O Caso de Veja) mostro que, depois de feito o grampo, Policarpo Jr segurou a notícia por 30 dias. Um inquérito policial poderá revelar o que ocorreu nesse intervalo.
  2. A invasão do Hotel Nahoum com as fotos de Dirceu, clara atividade criminosa.
  3. A construção da imagem do senador Demóstenes Torres, sendo impossível – dadas as relações entre Veja e Cachoeira – que fossem ignoradas as ligações do senador com o bicheiro.
  4. Levantamento de todas as atividades de Demóstenes junto ao setor público, visando beneficiar Cachoeira, tendo como base o ativo de imagem construído por Veja para ele.

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O TERROR NO JOGO POLÍTICO DO AMAZONAS E A IMPRENSA BRASILEIRA ACOBERTANDO

Tudo começou com a taxa do lixo

O blog de Luís Nassif publica uma série de textos sobre o terror no estado do Amazonas, em que blogueiros e tuiteiros foram aterrorizados e perseguidos.

Isso com a atuação da CBN local, retrasmissora da Rede Globo. A CBN precisa se explicar.

A democracia chegou à política, mas não chegou aos meios de comunicação no Brasil. Ali, nas concessões públicas de rádio e televisão, é que está o cerne do novo coronelismo, a sustentação do país mais desigual do mundo e o horror da extrema-direita.

 Veja abaixo um texto pessoal de Ismael Benigno sobre o assalto em sua casa na véspera das eleições. (entenda o Caso)

Do Blog o Malfazejo

De Ismael Benigno, um dos líderes do Movimento Manaus de Olho

Violência ou Castigo?

Não há teste melhor para avaliar a natureza humana do que perguntar às pessoas o que elas acham da menininha do vestidinho curto, estuprada no beco da esquina.

38 horas se passaram. Estou sentado na varanda de um apartamento alheio. Num dos quartos, repousam uma pequena mala de viagem, dois pares de sapatos, uma sacola com xampu, uma mulher e uma criança de 3 anos. Não há tevê ligada, conversas pela casa. Só o som do trânsito lá embaixo. É assim que decidi tentar, depois de poucas horas de sono, escrever sobre as eleições no Amazonas.

A lógica sussurra aqui do lado, desde a madrugada de domingo, me lembrando de separar as coisas, mas a tentação de misturar tudo é grande. Nunca fui de espalhar pequenas notas ao longo do dia, friamente separando assuntos, como se alguns deles não me fossem caros. Quando falo, falo do que penso e sinto. E o que ocorreu nas últimas 38 horas tem tudo misturado, o terror de um drama familiar ocorrido exatamente num dia de eleição. Política é do que venho falando há tempos, mas minha vida é o que venho vivendo há mais tempo ainda. Não consegui separar a gema da clara, o que vivemos quase nunca é algo diferente de um omelete. Saiba mais

A MÍDIA ESTÁ NUA: FOLHA DE S.PAULO JÁ VÊ NASSIF COMO CONCORRENTE DE PESO NO MERCADO EDITORIAL BRASILEIRO

Luis Nassif vira concorrente da Folha de S.Paulo

O que está por trás da matéria da Folha de S. Paulo contra Luis Nassif é a possibilidade de novos concorrentes no mercado editorial brasileiro. O Portal de Luis Nassif e outros tornaram-se grandes âncoras críticas dos jornais brasileiros, principalmente a Folha.

A Folha já enxerga Nassif como concorrência na disputa por recursos do Estado, mas pode também se dar indiretamente por recursos da própria iniciativa privada.

Sempre houve um acordo tácito entre os jornais. Ninguém fala de ninguém e cada um fica no seu canto. Assim, é uma concorrência morna porque se sabe dos percalços do concorrente, mas se omite. A situação de grandes sites como o do Nassif mudou esse plano de acomodação midiática dos jornais.

A maior ofensa (!) de Nassif à Folha de S.Paulo foi retirá-la de sua capacidade de mediação social (link sobre mediação do portal Vermelho) e colocá-la como um ator político em vários momentos de suas matérias e edições. A mídia ficou nua. A própria matéria da Folha comprova que a empresa usou do mesmo expediente de contratação com o governo de São Paulo (leia-se José Serra)  feito pela EBC com Luis Nassif.

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O MAL-ESTAR DA GRANDE MÍDIA
MILLÔR FERNANDES ACUSA REVISTA VEJA DE PIRATARIA: DEFENSORES DOS DIREITOS AUTORAIS NÃO GOSTAM DE PAGAR DIREITOS AUTORAIS

EM SOLIDARIEDADE AO JORNALISTA LUIS NASSIF, JÁ ESTÁ NA HORA DE UMA CPI DA REVISTA VEJA E DE UMA CAMPANHA CONTRA A BAIXARIA DA IMPRENSA

Está mais do que madura a necessidade de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a Revista Veja, que move quatro processos contra Luís Nassif, e também de uma campanha contra a baixaria na imprensa. Quem financia a baixaria é contra a cidadania. Está mais do que provado que não é só na TV que se tem baixaria. Basta ler a Veja.

O dossiê Veja, a publicação de dossiês falsos, o grampo sem áudio, contrato com governos para compra de revista como material didático, invenções de matéria e tantos outros momentos obscuros do jornalismo demonstram que se faz necessário estabelecer uma investigação dentro do Congresso Nacional.

Isso poderia esclarecer e dar a chance de a revista se manifestar e explicar melhor como é o jornalismo praticado lá dentro.

Aliás, poderia até ter assinaturas da oposição. Por que o governo Lula continua gastando em publicidade com uma revista que, na melhor das hipóteses, dogmatiza e imbeciliza parte da classe média?

Os consumidores devem recusar produtos de quem anuncia na revista Veja. Não se pode comprar o produto de uma empresa que anuncia numa revista tão rasteira. Não podemos ficar limitados ao movimento Ética na TV, é preciso de Ética na imprensa. As empresas que anunciam na Veja compactuam com a linha editorial de baixo nível.

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NASSIF: OS JORNAIS E SEUS JORNALISTAS NO CASO DA MENTIRA CONTADA POR LINA VIEIRA SOBRE O ENCONTRO COM DILMA ROUSSEFF DIA 19 DE DEZEMBRO

As faces da mentira

Do blog do Nassif

A esta altura, até pela leitura da Época – que pertence ao mesmo grupo – O Globo sabe que a tal reunião entre Lina e Dilma não existiu. A Folha sabe, o Estadão sabe.

Mas a intenção do jogo não era chegar à verdade. Era mentir sistematicamente até que a pecha de mentirosa pegasse na vítima. Em plena segunda, com a trama desvendada, prosseguem mentindo.

Matéria de capa de hoje de O Globo (na foto, o diretor de redação Rodolfo Fernandes):

Dilma sai de cena para evitar desgaste

Matéria interna:

Já o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) disse que a ministra se enfraqueceu muito com o episódio de Lina Vieira e não se sustenta mais como candidata do governo à sucessão de Lula.

– Ela mentiu muito, foi mentindo, mentindo, mentindo, e agora querem tirá-la de cena para repaginar seu currículo. Por conta dela mesma, despencou, e é irreversível. Esse remendo em pneu velho não surte efeito, tem que trocar o pneu. Se o governo não trocar de candidato, vai perder por antecipação. O brasileiro não quer um presidente mitômano – avalia.

Demóstenes é o sujeito que participou da mentira com Gilmar Mendes em torno do grampo falso da Veja.

Na Folha (na foto, o diretor de redação Otávio Frias Filho), o grande pensador Fernando Rodrigues cria o conceito de “patrimonialismo da informação” para abordar exclusivamente a falta de imagens no sistema do Palácio. Dias antes, escreveu um artigo inteiro chamando a Ministra de mentirosa – com base em uma mentira. Anos atrás, passou um mês dando sobrevida a uma armação de sua fonte preferida – Gilberto Miranda – o dossiê Cayman.

Internamente, nenhuma matéria do jornal sobre o desmascaramento de Lina.

No Estadão (na foto, o diretor de redação Ricardo Gandour), também nenhuma menção ao dia 19 – dia que Lina dava como sendo da suposta reunião. A matéria fala que a base se mobiliza para evitar a convocação de Dilma.

Pergunto, em que mundo estão? Graças à Internet, esse factóide foi desmontado. Centenas de milhares de leitores de Internet – dentre os quais, os melhores leitores do Estadão, Folha e Globo – sabem que estão sendo enganados, ludibriados, sabe que mentiram para eles.

Onde se pretende chegar? O Estadão faz um drama com a decisão do desembargador em proibir a divulgação de um tema sob sigilo da notícia. Pergunto ao Gandour: qual o direito que tem um jornal de manipular a informação, de mentir e, depois de descoberta a mentira, não se corrigir?

Como se pretende alçar a liberdade de imprensa ao panteão das grandes liberdades civis, com essa desmoralização persistente? Não percebem que estão fazendo o jogo dos inimigos da democracia, que estão legitimando o chavismo? Quando irá cair a ficha desses destrambelhados?

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NASSIF: DIOGO MAINARDI E VEJA CADA DIA MAIS ENROLADOS

A confissão de Mainardi

Por Luiz Nassif

De modo surpreendente, no seu podcast de hoje (29/07) Diogo Mainardi acabou entregando o jogo em que se meteu no caso Opportunity. leia aqui ou ouça aqui:

“Li que a procuradora Anamara Osório cuida do caso Kroll, a empresa contratada por Daniel Dantas para espionar a Telecom Italia. Nesse caso, antes de me acusar de maneira absurdamente leviana, ela deveria ter se informado a meu respeito com a antiga diretoria da Telecom Italia, aquela que combateu a Kroll. Isso teria evitado que ela quebrasse a cara de um jeito vexaminoso. Paolo dal Pino, o presidente da Telecom Italia na época da batalha contra Daniel Dantas, é meu amigo fraterno. Nossa amizade sempre me impediu de considerá-lo uma fonte. Mas ele acompanhou de perto meu trabalho. E me apresentou a uma penca de dirigentes da Telecom Italia. Com o tempo, esses dirigentes se tornaram minhas fontes, e me ajudaram a entender o que ocorria no setor de telefonia, fornecendo-me documentos e testemunhos diretos do envolvimento da companhia com o governo. Daniel Dantas? Daniel Dantas era o inimigo dessa gente toda. O inimigo de minhas fontes.”

O curioso é que, no ataque que fez contra mim na Veja, Mainardi me acusa de trabalhar para a Telecom Itália – o mesmo grupo que ele admite, no podcast, ser sua fonte através do seu fraterno amigo, dal Pino. Em todo esse período joga com a confusão para obter álibis. Chega a hora em que a esperteza acaba por comer o esperto – para usar um provérbio mineiro.

Em “O Caso de Veja”, no capítulo “O quarteto de Veja” (escrito meses e meses atrás) situo claramente o momento da adesão de Veja e Mainardi a Daniel Dantas.

Em meados de 2005, provavelmente entre maio e junho, a relação se amplia. 18 de maio de 2005 é a data do último ataque (de Veja) a Dantas; 15 de junho de 2005 o início ostensivo da mudança de rota.

No dia 28 de abril de 2005 foi anunciado o acordo entre a Telecom Itália e Daniel Dantas, amplamente noticiado na imprensa.

Leia aqui na “Folha”:

A paz entre o banco Opportunity e a Telecom Italia foi selada ontem. O acordo custou 341 milhões, cerca de R$ 1,2 bilhão, aos italianos e a renúncia do Opportunity ao controle da Brasil Telecom, operadora de telefonia fixa da região Centro-Oeste.

Ou seja, quando Mainardi entrou de cabeça no jogo, ao contrário do que ele tenta passar, Telecom Italia e Opportunity já tinham se tornado aliados. E o mentor da aliança, do lado italiano, foi justamente seu fraterno amigo Paolo dal Pino. Sua  outra fonte, conforme ele próprio já admitiu, era Daniel Dantas.

Na época, Mainardi fazia o jogo de Dantas; e fazia o jogo da Telecom Italia. E fazia porque a Telecom Italia passou a fazer o jogo de Dantas.

No recente episódio do Inquérito italiano, e sua tentativa de influenciar o Inquérito da Kroll, no Brasil, o jogo só tinha um lado interessado, Daniel Dantas, já que a parceria com os italianos se encerrou há tempos e eles só estão envolvidos no inquérito que corre na Itália.

Não sei se por pânico ou o quê mais, por desespero atrás de um álibi qualquer, Mainardi acabou entregando-se de bandeja, jogando com datas e imaginando que o engodo passaria em branco.

BLOGOSFERA X MÍDIA

A vitória de Luis Nassif no Prêmio Ibest é apenas a ponta do iceberg da revolução que acontece na internt e que afeta diretamente a grande mídia. O blog de Nassif é praticamente um grande site de economia, política e cultura e, mais importante, mantém o Dossiê Veja (nesse caso é realmente um dossiê visto que há todo um processo de análise de fatos e de dados). É, portanto, um site que mantém uma visão crítica, seja elogiando ou criticando a grande imprensa.

Mas o prémio Ibest mostra outro detalhe. Dos 10 sites que aparecem em primeira colocação, nove (isso mesmo, 9) são críticos e bastante críticos com relação à mídia. Esta ainda mantém certa soberba em relação à blogosfera, mas isso deve mudar nos próximos anos. A primeira reação veio da Veja ao colocar blogs que atacam os blogs críticos, mas acho que não terá grande resultado e vale perguntar: seria o fim dos jornais ou o fim dos oligopólios da comunicação?

Veja abaixo a classficação publicada pelo (blog do Mello):

1. Nassif – 15%
2. Dirceu – 10%
3. Mino – 9%
4. Azenha – 8%
5. Amigos do Presidente Lula – 8%
6. Cidadania – 8%
7. Reinaldo – 8%
8. Mello – 7%
9. Desabafo País – 6%
10. Rovai – 4%

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